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Visitante Sandrina

TAEG de 28,9% - COFIDIS

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Visitante Sandrina

Bom dia,

A propósito da notícia de hoje sobre a TAEG de 28,9% que a COFIDIS está a praticar na concessão de créditos e se a taxa máxima permitida por lei é 20,4% significa que terá de reembolsar os seus clientes pela diferença? Alguém me pode ajudar no esclarecimento desta situação. Obrigada.

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pauloaguia

Podes indicar um link para a notícia?

Não conheço os detalhes, mas se forem contratos antigos, o máximo que se aplica é o que estivesse em vigor nessa altura...

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TRINA

O estranho é alguém, no seu perfeito juizo, contrair créditos a taxas de 20% e 28,9%.

Se não têm dinheiro para comprar a pronto (evitando pagar juros) então acreditem que não é a pagar juros de 20% ou 28,9% que a vossa situação vai melhorar.

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pauloaguia
Se não têm dinheiro para comprar a pronto (evitando pagar juros) então acreditem que não é a pagar juros de 20% ou 28,9% que a vossa situação vai melhorar.
Às vezes não é uma questão de não ter dinheiro mas sim de oportunidade. Por exemplo, ter a hipótese de comprar uma máquina de lavar nova agora, com 20% de desconto. Mas faltam-me  100€ - pode fazer sentido usar o cartão de crédito para "pedir emprestado" esses 100€ e conseguir o desconto. Depois, naturalmente, haverá que pagar esse dinheiro e mais os juros pelo empréstimo passado 1 ou 2 meses (mesmo assim compensa largamente - uma TANB de 20%, dá poucos % ao fim de 1 ou 2 meses).

Concordo que não se deve recorrer a estas taxas para resolver problemas sistemáticos de falta de dinheiro. Mas há situações nas quais alguém "no seu perfeito juízo" sai a ganhar, mesmo tirando partido delas...

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D@vid

Trata-se de estarem a reactivar linhas de crédito antigas aos clientes e dessa forma ainda com taxas antigas, dessa forma ficam de fora da imposição por exemplo da taxa máxima para este trimestre, porque não são créditos novos...

Vou ver se acho a noticia.

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pauloaguia

Respondendo à pergunta original: não, não haverá lugar a qualquer reembolso.

Agora, em vez dos clientes usarem linhas de crédito antigas, basta que façam novos contratos para terem direito a taxas mais baixas nesses novos contratos...

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