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  • FORMAS DE POUPAR

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    pauloaguia

    A crise - para reflectir

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    pauloaguia

    Mandaram-me isto agora por mail:

    Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.

    Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.

    Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

    As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.

    Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.

    O negócio prosperava...

    Os seus cachorros-quentes eram os melhores!

    Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.

    O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

    Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:

    - Pai, não ouve radio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!

    Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!

    Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).

    Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).

    Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.

    Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

    Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.

    O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos… faliu.

    O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.

    E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise …'

    Vivemos num mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias influenciar-nos-ão ao ponto de nos roubarem a prosperidade.

    O texto original foi publicado em 24 de Fevereiro de 1958 num anúncio da Quaker State Metals Co.

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    Ze de Fare

    Interessante fairy tale mas... falta saber se a crise é realmente uma má notícia...

    Já agora onde fica esse lugar onde o cliente compra sem discutir o produto e onde não há concorrência? :P

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    pauloaguia

    Já agora onde fica esse lugar onde o cliente compra sem discutir o produto e onde não há concorrência? :P

    nao fica. a questao e´ mesmo essa - mesmo em tempo de crise, as pessoas continuam a preferir os melhores cachorros quentes.

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    m.elis

    Tens razão, é mesmo para reflectir. A mensagem é mesmo o que dizes, mesmo em tempos de crise a excelência do serviço e a aposta na qualidade são os melhores trunfos.

    Li ontem um texto com uma história quase igual. Substituiram o vendedor de cachorros por um alfaiate e todo o resto é igual. Vem publicado numa revista  ??? e o texto serve exactamente para publicitar uma determinada marca ??? que termina .......continuamos a acreditar em fatos de qualidade feitos à medida.

    As mudanças impostas pelo filho Dr, para combater a crise, ditaram-lhe a falência. Estes publicitários!!

    Independentemente da "história" a verdade é:

    "Vivemos num mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias influenciar-nos-ão ao ponto de nos roubarem a prosperidade".

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    Ze de Fare

    nao fica. a questao e´ mesmo essa - mesmo em tempo de crise, as pessoas continuam a preferir os melhores cachorros quentes.

    É verdade que os pastéis de belém nunca fecharam mas os pastéis de nata do pingo doce, sendo mais baratos, também não são nada maus... De que vale o atendimento personalizado ao lado do do it yourself. Vais a um supermercado qualquer e compras as salsichas e o pão e fazes a teu gosto... ;D

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    m.elis

    É verdade que os pastéis de belém nunca fecharam mas os pastéis de nata do pingo doce, sendo mais baratos, também não são nada maus... De que vale o atendimento personalizado ao lado do do it yourself. Vais a um supermercado qualquer e compras as salsichas e o pão e fazes a teu gosto... ;D

    E se forem os chineses a fazê-los? "Melhor" ainda. Matéria-prima mais barata, muito trabalho e a ganhar uma miséia, condições de trabalho que deixam muito a desejar e a qualidade baixinha..... Tratamento personalizado???!!!! Mas se calhar também sabem bem e são a baixo preço  ???

    Eu prefiro os de Belém, que espero mantenham a qualidade, talvez coma menos ..... e gosto do tratamento personalizado ;)

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    pauloaguia

    Mais uma "pérola de sabedoria" que recebi por email:

    É Agosto, numa pequena cidade da costa..., em plena temporada, cai uma chuva torrencial desde à vários dias, a cidade parece deserta. Todos têm dívidas e vivem à base de créditos.

    Por sorte, chega um russo abastado e entra num pequeno hotel com encanto. Pede um quarto. Põe uma nota de 100€ em cima da mesa do recepcionista e vai ver os quartos.

    O chefe do hotel agarra a nota e sai correndo a pagar as suas dívidas com o homem do talho. Este pega na nota e corre a pagar a sua dívida o criador de gado. Por sua vez este vai rapidamente pagar o que deve ao fornecedor de rações para animais.

    O das rações agarra na nota e corre a liquidar a sua dívida com a prostituta a que faz tempo que não paga. Em tempos de crise, até ela oferece serviços a crédito.

    A prostituta pega na nota e vai ao pequeno hotel donde tinha levado os seus clientes nas últimas vezes mas que todavia não havia pago.

    Neste momento desce o russo, que acaba de dar uma vista de olhos pelos quartos, diz que não lhe agrada nenhum, agarra na nota e sai da cidade.

    Ninguém ganhou um tostão, mas agora toda a cidade vive sem dívidas e vê o futuro com confiança!

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    m.elis

    Espectacular  :D :D

    "Ninguém ganhou um tostão, mas agora toda a cidade vive sem dívidas e vê o futuro com confiança"

    Falta por cá um russo abastado!

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