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      Quando me registei 2ª vez (antes o meu nick era Gaelic), achei que deveria homenagear um herói irlandês - Michael Collins -. Porque alguns membros já se me dirigiram, perguntando se este é o meu nome ou é nick name, passo a explicar esta "fixação" pela Irlanda. Foi nessa ilha, também chamada Eire (nome na sua língua tradicional - gaélico), que eu passei os 2 melhores anos da minha vida (por razões profissionais, primeiro e que rapidamente passaram a paixão). Paixão, porque os Irlandeses são um povo combativo, orgulhoso, de grande carácter. Sempre nas antípodas dos Ingleses (o que pessoalmente me dá um grande gozo). Rapidamente me envolvi, com os seus costumes (música, dança) e constatei que a Irlanda é um país com muito "craic", uma palavra gaélica que define um estado de espírito, mais ou menos como alegria, diversão. Nos pubs o "craic" é facilmente encontrado depois de entornar algumas Guinness, a tradicional cerveja escura irlandesa. Historicamente a ilha da Irlanda era dividida em 4 grandes províncias: Leinster, Ulster, Connacht e Munster. Nos dias de hoje, essa divisão já não tem qualquer poder administrativo, servindo apenas para identificar geograficamente a localização dos condados. O Ulster ficou separado da República da Irlanda, constituindo hoje a Irlanda do Norte, província do Reino Unido. Falando um pouco da sua história, sobretudo o começo do germinar inconsciente do separatismo em relação ao Reino Unido, essa ideia, terá começado com Henrique VIII, em 1542, quando este consolida o domínio inglês sobre a ilha e introduz o protestantismo, num meio profundamente católico. No reinado de Elisabeth I, os católicos começaram a ser excluídos da vida pública. Nos secs. XVI e XVII, os irlandeses são despojados das suas terras, que se tornam propriedade dos colonos ingleses. Ainda no sec, XVII, imigrantes protestantes, vindos sobretudo da Escócia, colonizam grande parte do norte do país, o chamado Ulster. Em 1801, pelo "Act of Union", a Irlanda é integrada no Reino Unido e o seu parlamento é submetido a Westminster. Os católicos são excluídos da sua representação. Em meados do sec, XIX, a Irlanda é assolada por uma grande onda de fome, que mata mais de 1 milhão de pessoas e leva 2 milhões a emigrar, sobretudo para os Estados Unidos. No período posterior à Grande Fome,a política é dominada pelos sucessivos esforços de dotar a Irlanda de um governo autónomo. A questão do governo autónomo ou "Home Rule", começa a ter alguma força,em 1886, com a abertura do Partido Liberal Inglês a um governo regional limitado na Irlanda. Entretanto, os Unionistas protestantes do Ulster, galvanizam-se contra a ideia, sobretudo pelo receio de que a iniciativa provocasse a queda do Império Britânico. A atmosfera tornou-se aos poucos militarizada e os grupos armados surgiram no início do sec. XX. Apenas a Primeira Guerra Mundial refreou os ânimos, temporariamente. No entanto, com a criação do movimento político independentista Sinn Féin, eclode o Levantamendo da Páscoa, em 1916, violentamente reprimido pelos britânicos. Em 1918, o Sinn Féin (Ourselves), ganhou as eleições parlamentares na Irlanda e recusou tomar os seus lugares em Westminster, tendo criado o primeiro parlamento em Dublin em 1919. Éamon de Valera preside ao parlamento e funda o Exercito Republicano Irlandês (IRA), que desencadeia uma insurreição pela independência. Em 1922, constitui-se o Estado Livre da Irlanda no Tratado Anglo-Irlandês, aglutinando os condados do sul, de maioria católica. O norte da ilha, o Ulster, maioritariamente protestante, permanece ligado ao Reino Unido. Como consequência inicia-se uma breve Guerra Civil entre os partidários do Tratado que tinha sido negociado por Michael Collins e os republicanos partidários da independência total e imediata liderados por Éamon de Valera. Michael Collins, foi assassinado pelos republicanos da facção de Valera (Agosto de 1922) e a Guerra Civil terminou. De Valera e o partido republicano Fianna Fail governaram a Irlanda entre as décadas de 30 e 70. Entretanto, o governo autónomo irlandês, foi aos poucos, cortando os laços constitucionais com a Grã-Bretanha e em 1937, foi introduzida uma nova constituição que permitiu à Irlanda, ficar neutral na Segunda Guerra Mundial. Finalmente, em 1949, é proclamada a República da Irlanda. Michael Collins, foi assim, o representante da ala pragmática do movimento republicano irlandês. Desde o seu assassinato é herói nacional da Irlanda. Citado por Éamon de Valera, num discurso de homenagem póstuma, em 1966, "Michael Collins está vivo no coração de todos os irlandeses". Foi assim, que Michael Collins, (figura política e revolucionária, por quem nutro uma enormíssima simpatia), se tornou o meu nick name, porque homenageando-o, estou a a homenagear o espírito combativo do povo irlandês. P.S. - O I.R.A. (Irish Republican Army) criado em 1919, não tem rigorosamente nada a ver com o I.R.A. dos anos 70, na Irlanda do Norte ou Ulster. Quanto aos meus dados pessoais, chamo-me José Carlos Sobral , sou natural do concelho de Odemira. Até há dois anos atrás, residi, naquela bela região da Costa Vicentina e, vá-se lá saber porquê, resolvi vir residir para a Margem Sul do Tejo (Miratejo-Seixal). A minha formação é na área jurídica, vertente fiscal. Fui, enquanto funcionário da DGCI (hoje DGI), nos meus últimos 11 anos, Chefe de Serviço de Finanças. Em 2006, decidi, aposentar-me antecipadamente, já que o desgaste que sofri (falta de meios humanos, sobretudo), me obrigava a "correr" para apagar vários fogos simultâneos, aliado ao facto de ter que fazer 172 Km. diários para estar no meu local de trabalho. Penso que já o referi num outro tópico, que tenho 57 anos (B.I.),mas 20 anos mais novo, na forma de estar na vida. É assim, que vou frequentemente com o meu filho mais novo a tudo o que é vida nocturna e a outros acontecimentos próprios da idade dele, Como sou bem aceite, tudo vai bem e sobretudo, sinto-me bem! Resta dizer que a minha mulher também alinha!... . Sou uma pessoa muito aberta a tudo o que é inovação (acho). Dentro da minha experiência profissional, estive durante alguns anos com Direito das Sucessões e, nos últimos 20 anos com a parte mais odiada da Administração Fiscal (Execuções Fiscais), onde adquiri um "Know how" razoável (e digo razoável, porque este sector é um "mundo" de aplicação dos procedimentos tributários nessa área, mas complementados de forma subsidiária, pela lei civil aplicável, na sua omissão, não contando com toda a jurisprudência associada! Nos meus tempos livres (cada vez mais curtos), faço voluntariado, (na minha área profissional), junto de duas Instituições da zona, onde actualmente resido. Falando da "almoçarada", eu entro sempre nessas coisas, só que neste ano, é situação algo complexa, já que a minha cara metade, trabalha (de forma descontínua) em Londres, tendo, como tal, nas suas ausências, de ser pai e mãe. Esperemos que a data escolhida seja propícia!
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