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  • FORMAS DE POUPAR

  • ESAF - Fundos


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    O proibido foi a questão de baixarem a exposição ao grupo, e consequentemente a redução de rentabilidade, eu como não tenho "medo" do grupo preferia ter o Liquidez a dar 4,50% liquidos que chegou a dar :)

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    • Ramiro Costa

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    • presidentedajunta

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    • 1pedro2

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    Registo a piada, mas penso que se percebe o que eu quis dizer quanto à segurança do investimento. Há aplicações mais especulativas e outras mais conservadoras e de menor risco. Era a estas últimas que eu me referia.

    Em qual dos grupos se insere esse "Liquidez Luxemburgo"? É um produto inteiramente legal e credível ou é daqueles que se situam numa certa penumbra/ambiguidade legislativa, sobre a qual, por vezes, os jornais falam quando se referem ao grupo BES/BESI? Peço desculpa pela pergunta, mas como já estou "escaldado" de outros lados, preciso de rodear-me do máximo cuidado, porque "à primeira todos caem, mas à segunda..."

    Quanto às notes do 5Y Auto Callable Gazprom Nokia Du Pont, não consegui obter informação sobre a existência de cotação permanente e se se pode/posso vender. Ainda hoje de manhã conversei com o meu gestor e nem ele me deu uma informação clara e perentória. Disse-me que já tinha colocado a questão "superiormente" e que, provavelmente, o banco iria apresentar uma "proposta" aos clientes que estão na minha situação. Disse-me para eu aguardar...

    Muito sinceramente, estou com muito fracas expetativas...

    Não há nada de penumbra no fundo, é a versão internacional do ES Liquidez, gerido pela ESAF na mesma, apenas a diferença é que está sediado no Luxemburgo e não em Portugal, está com rentabilidades de 5% porque lá não tiveram que fazer o ajustamento que tiveram de fazer no ES Liquidez, nada mais.

    As noticias sobre BES e BESI valem o que valem, repare só na diferença, o BES emitiu papel comercial ao retalho, os famosos papeis comercias que houveram com taxas acima dos 4%, parece que o Banco de Portugal teve dúvidas se o BES consigueria pagar, o que o fez o BES? uma aprovisão de 700 milhões só para acabar as dúvidas...é esta a diferença entre bancos como BES, BPI e Banifs por exemplo.

    Pedi a cotação desse CLN ao meu PFA e ele diz que não se encontra na informação semanal a que tem direito sobre as cotações dos CLNs...ou é uma coisa muito esquesita ou não me quis dar, o que estranho muito... :)

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    David no site da ESAF apenas aparece o ES Liquidez e não o ES Liquidez Luxemburgo.

    Sim, há fundos que não aparecem este http://investing.money.msn.com/investments/mutual-fund-rates/?symbol=LU0875978065 Liquidez não aparece como outros, por exemplo este http://www.morningstar.es/es/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR04PRV entre outros...

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    Ramiro Costa

    Pedi a cotação desse CLN ao meu PFA e ele diz que não se encontra na informação semanal a que tem direito sobre as cotações dos CLNs...ou é uma coisa muito esquesita ou não me quis dar, o que estranho muito... :)

    O meu PFA também "gaguejou" muito quando o interpelei sobre este assunto. Ainda hoje de manhã - e, nestes últimos dias, eu já tinha falado com ele sobre este assunto e ele nunca me tinha dado uma resposta conclusiva - hoje de manhã, dizia, o meu PFA disse-me que... preferia falar comigo pessoalmente, que viria à minha empresa na próxima semana, precisamente, para conversarmos sobre esta questão das "notes".

    Achei muito estranha esta conversa, confesso, mas... aguardemos pela "pancada".

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    O meu PFA também "gaguejou" muito quando o interpelei sobre este assunto. Ainda hoje de manhã - e, nestes últimos dias, eu já tinha falado com ele sobre este assunto e ele nunca me tinha dado uma resposta conclusiva - hoje de manhã, dizia, o meu PFA disse-me que... preferia falar comigo pessoalmente, que viria à minha empresa na próxima semana, precisamente, para conversarmos sobre esta questão das "notes".

    Achei muito estranha esta conversa, confesso, mas... aguardemos pela "pancada".

    E voltou a não dizer a cotação da aplicação e o Ramiro não perguntou nem insistiu...

    Mesmo que seja como o meu PFA disse, de não ter a informação da cotação nas listagens a que tem acesso, alguém no departamento de investimentos terá de a ter, e terão de a dar a pedido do cliente, parece-me que está a deixar a arrastar o assunto quando secalhar poderia ser de fácil resolução, mas fico a aguardar por essa sua reunião presencial, já agora também tenho curiosidade em saber :)

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    E voltou a não dizer a cotação da aplicação e o Ramiro não perguntou nem insistiu...

    Mesmo que seja como o meu PFA disse, de não ter a informação da cotação nas listagens a que tem acesso, alguém no departamento de investimentos terá de a ter, e terão de a dar a pedido do cliente, parece-me que está a deixar a arrastar o assunto quando secalhar poderia ser de fácil resolução, mas fico a aguardar por essa sua reunião presencial, já agora também tenho curiosidade em saber :)

    Eu insisti!... Telefonei ao jovem umas 3 vezes esta semana!! Mas a informação que ele tem é a que eu possuo também no site da minha conta:  nos "detalhes" do dossiê onde está o 5YR Autocallable Gazprom, Nokia, Du Pont, aparece lá "valor indicativo: 91%" e uma "data de referência" de 29/4/2014.

    Só que ele não sabe (e eu muito menos) se aqueles 91% são reais. Ao ponto de ele me ter colocado a hipóteses de eu, na maturidade (finais de outubro deste ano) ficar com as ações das empresas! Enfim, vai uma grande confusão!...

    Só uma coisa é certa: as minhas extensas perdas!! Não só vou perder dinheiro em termos absolutos (irei receber substancialmente menos do que apliquei há 5 anos atrás) como, ao longo deste tempo (5 anos!) deixei de receber juros. Uma tragédia!...

    Pela conversa do PFA, e no sentido de (tentar) minimizar o meu elevado prejuízo, ele agora está a pensar aplicar o dinheiro que resultar da alienação das "notes" (ou das ações se eu vier a ficar com elas em Outubro), aplicar o dinheiro, dizia, em produtos de maior risco, mais "agressivos" e que me permitam (com sorte) reaver algum do capital que perdi/vou perder. Ele veio com aquela história de que "não adianta chorar sobre o leite derramado" (a ele não lhe custa falar assim!...) e que há que agir! Provavelmente, é sobre essas aplicações mais "agressivas" que ele me vem falar. Vou aguardar. Depois deste "rombo" já nem sei muito bem qual a atitude que deva tomar, mas estou inclinado - apenas e só com este (minguado) valor que irei receber (?) das "notes" - para uma estratégia mais "arrojada". Perdido por perdido...

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    Já é 91%? não era 96%? esse valor é indicativo como no caso das obrigações, mas numa venda esse valor pode talvez baixar no máximo uns 2%, mais do que isso dúvido, por isso volto a dizer, mais vale perder, mesmo assim, ~10% do que 25% em Outubro, e quanto mais o tempo passa...

    Não concordo muito com a lógica de se querer recuperar supostas perdas com aplicações de maior risco, a probabilidade de cavar ainda mais o buraco é maior, é que até diz bem, "com sorte"...

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    Ramiro, o que lhe posso dizer, antes de mais, é que qualquer decisão de investimento que agora faça deve ser independente do resultado do investimento anterior. Não faz qualquer sentido ter um investimento agressivo só porque perdeu dinheiro. Desculpe que lhe diga, mas parece-me que se seguir as ideias dos outros ao invés de definir a sua própria estratégia de investimento (ainda que ouvindo diversas opiniões), o potencial para que as coisas lhe corram mal é enorme.

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    Já é 91%? não era 96%? esse valor é indicativo como no caso das obrigações, mas numa venda esse valor pode talvez baixar no máximo uns 2%, mais do que isso dúvido, por isso volto a dizer, mais vale perder, mesmo assim, ~10% do que 25% em Outubro, e quanto mais o tempo passa...

    Não concordo muito com a lógica de se querer recuperar supostas perdas com aplicações de maior risco, a probabilidade de cavar ainda mais o buraco é maior, é que até diz bem, "com sorte"...

    Já não me recordo quanto era... Sei que agora (no site mostra a data de 29/4/2014) está 91%.

    Neste momento, "perder" é mais que certo, agora quanto... não faço ideia. Mas já pus o meu coração ao largo...

    O meu PFA até me falou na possibilidade de eu ficar com as ações (parece que é esse o desfecho do produto no pior dos cenários, entregar uma parcela das ações compradas aos investidores...) e neste caso o meu investimento continuava a "rolar", só que agora ficava em carteira com ações da Nokia e Gazprom (não sei se também da Du Pont). Não sei se isto será uma verdadeira alternativa ou se mesmo o melhor é não estar à espera de mais nada e, o mais rapidamente possível, eu tentar vender esta "coisa".

    Tenho que ver o que me vai dizer o "especialista" do banco.

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    Ramiro, o que lhe posso dizer, antes de mais, é que qualquer decisão de investimento que agora faça deve ser independente do resultado do investimento anterior. Não faz qualquer sentido ter um investimento agressivo só porque perdeu dinheiro. Desculpe que lhe diga, mas parece-me que se seguir as ideias dos outros ao invés de definir a sua própria estratégia de investimento (ainda que ouvindo diversas opiniões), o potencial para que as coisas lhe corram mal é enorme.

    Meu caro amigo, eu não sou financeiro nem estou a par dos produtos bancários que estão em comercialização pelos bancos. Nessa medida, eu procuro confiar nos conselhos dos técnicos/gestores de conta das instituições financeiras. Aliás, foi por essa razão que abri conta nos bancos "online", mais vocacionados para esses produtos de investimento, e, na banca tradicional, em todos tenho conta na área "private", para, repito, usufruir do aconselhamento dos especialistas. Portanto, eu encaro esta área das aplicações em produtos financeiros - quase - como ... uma ida ao médico! Eles é que sabem, eles é que estudaram, eles é que têm a informação, eles é que praticam diariamente nestes assuntos... O que vou eu contrapor?

    Claro, posso informar-me, pedir uma segunda (e terceira) opinião, mas, basicamente, o que prevalece na formação das minhas decisões é o conselho, o entendimento, destes "especialistas" dos bancos.

    Eu limito-me a definir a distribuição do meu património financeiro pelas várias áreas de risco (basicamente X% em DP, CA e CTPM e Obrigações corporate; Y% carteira de ações nacionais e Z% em fundos internacionais e outros tipos de aplicações mais voláteis). Definida esta alocação, a aplicação em concreto nos produtos, principalmente nestes últimos, depende muito do aconselhamento dos gestores.

    Estarei a fazer mal? Como poderei fazer diferente e... melhor?

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    Antes de mais, há que perceber que esse tipo de aconselhamento tem um grande problema: conflito de interesses. Isto porque frequentemente os produtos que lhe recomendam não são necessariamente os mais indicados para o seu caso, mas sim os mais rentáveis comercialmente.

    Qual é a alocação de activos que pretende e porquê? Qual é o prazo do seu investimento e qual é a sua sensibilidade ao risco?

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    Antes de mais, há que perceber que esse tipo de aconselhamento tem um grande problema: conflito de interesses. Isto porque frequentemente os produtos que lhe recomendam não são necessariamente os mais indicados para o seu caso, mas sim os mais rentáveis comercialmente.

    Qual é a alocação de activos que pretende e porquê? Qual é o prazo do seu investimento e qual é a sua sensibilidade ao risco?

    Eu tomei consciência desse "conflito de interesses" há muito tempo e... da pior maneira! Fui cliente do BPP (sou um dos que esteve no Porto, na manifestação, vai fazer agora 5 anos... como o tempo passa...) e tenho colecionado outras "más experiências" como é o caso destas malfadadas notes do 5YR Autocallable Gazprom, Nokia, Du Pont.

    Mas eu aceito estes reveses como "naturais", dentro da filosofia de que... "quem anda à chuva... molha-se". Esta minha aplicação, realizada há 5 anos atrás, estava inserida na parcela de maior risco da minha carteira de ativos, portanto, agora só tenho que assumir fiasco e... marchar para a frente!

    Que fique claro, não sou pessoa para "transferir" culpas ou não assumir responsabilidade do que faz. Daí não culpar, por exemplo, o funcionário do banco que, na altura,  me vendeu o produto, pois eu tinha perfeita consciência do que estava a comprar. O individuo era um "cantador", soube muito bem "vender o produto", mas de forma alguma me "aldrabou" ou mitigou os riscos inerentes à compra. Eu comprei estas "notes" porque quis e com plena consciência do que eram, do risco que envolviam. Ponto final.

    Agora, que o "flop" se tornou irreversível, tenho que ver/saber qual a melhor forma, a mais airosa, de eu sair deste "complexo". No fundo, trata-se exclusivamente de minimizar as perdas - que se afiguram inevitáveis, repito - e depois, se for esse o caminho, reaplicar o capital "sobrevivente" noutro produto.

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    A questão é que esse tipo de investimentos não faz qualquer sentido. Não se trata de ser ou não um investimento arriscado, trata-se de ser um produto com uma complexidade desnecessária e que não cumpre qualquer critério razoável para entrar em que carteira for.

    O dinheiro é seu, mas custa-me ver como é que depois de estar envolvido em situações problemáticas continua a ir nessas ideias e se prepara para alinhar noutras.

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    A questão é que esse tipo de investimentos não faz qualquer sentido. Não se trata de ser ou não um investimento arriscado, trata-se de ser um produto com uma complexidade desnecessária e que não cumpre qualquer critério razoável para entrar em que carteira for.

    O dinheiro é seu, mas custa-me ver como é que depois de estar envolvido em situações problemáticas continua a ir nessas ideias e se prepara para alinhar noutras.

    Já verti aqui tanta prosa sobre este assunto e, pelo visto, não me fiz explicar...

    Este meu investimento nas "notes" foi realizado há 5 anos atrás!... Se fez sentido ou não fez, isso agora, meu caro amigo, já não está em discussão. É passado!...

    É evidente que foi um erro,  irá provocar-me um severo prejuízo, mas... está feito!

    Também agora, que se sabe do desenlace, também é fácil falar... Há 5 anos atrás, a conjuntura económica era outra  - bem diferente da actual - e pareceu-me um investimento interessante. Daí ter assumido o risco. Claro, a crise económica posterior veio deitar tudo a perder...

    Agora, o que eu pretendo, é precisamente, SAIR deste produto complexo. A dúvida é se devo tentar vendê-lo ANTES da maturidade (que acontece já em Outubro) - isto, é claro, se alguém mo comprar -, ou se é mais conveniente para mim ir até ao vencimento e... ficar com as ações das empresas em carteira.

    Que a perda vai ser (é!) grande, eu sei. Que foi um erro esta compra - visto agora, à posteriori - também sei. Aliás, os factos falam por si. Eu sei melhor do que ninguém, porque, infelizmente, pesam-me na carteira!!

    Como fiz asneira na compra, há 5 anos atrás, não quero voltar a repetir erros agora, que o produto está perto da maturidade. Por essa razão vim pedir aos amigos deste fórum um conselho para que possa SAIR destes "notes" o melhor possível, isto é, de forma a minimizar os meus já avultados prejuízos na aplicação.

    Foi esse o sentido da minha intervenção.

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    O que me parece que o Pedro estava a se referir é ao caso de querer ir na cantiga de aplicar o dinheiro que sobrar da aplicação em mais aplicações de risco para tentar recuperar o capital, eu volto a dizer, não aconselho tal coisa.

    Penso que já expliquei aqui ou noutro sitio do forum, que os CLNs do Best podem ser vendidos antes da maturidade ao próprio banco, portanto não vai haver problema de arranjar comprador, o banco tem o dever de o comprar, os CLNs não estão no mercado como as obrigações.

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    O que me parece que o Pedro estava a se referir é ao caso de querer ir na cantiga de aplicar o dinheiro que sobrar da aplicação em mais aplicações de risco para tentar recuperar o capital, eu volto a dizer, não aconselho tal coisa.

    Penso que já expliquei aqui ou noutro sitio do forum, que os CLNs do Best podem ser vendidos antes da maturidade ao próprio banco, portanto não vai haver problema de arranjar comprador, o banco tem o dever de o comprar, os CLNs não estão no mercado como as obrigações.

    O que disse o funcionário do banco foi uma reação ao meu telefonema em que o confrontei com o "descalabro" do produto que o banco me vendeu há 5 anos atrás.

    Eu não sou uma pessoa "meiga" quando reclamo ou faço a defesa dos meus pontos de vista. Claro que eu "barafustei". até é provável que me tenha encolerizado ao telefone (infelizmente, tenho esse feio hábito que, quem me conhece, já não estranha...), e então o jovem, mais para me "sossegar", teve aquela saída... Disse-me qualquer coisa do género... que eu estivesse descansado que ele ia "trabalhar para encontrar" formas de eu recuperar o investimento... Que esta semana passava pela empresa para conversarmos e definirmos estratégias. Como se eu me deixasse iludir... Mas eu não levo a mal ao jovem. Disse-me aquilo para me acalmar... :-)

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    • 2 weeks later...

    Desde já peço desculpa por vir desenvolver um assunto que está fora do "assunto" deste espaço, mas foi aqui que eu mencionei um produto financeiro que adquiri há cerca de 5 anos  (um complexo designado  5Y Auto Callable Gazprom Nokia Du Pont) e gostava de concluir esse assunto.

    Como disse há dias, tive hoje uma reunião com o meu PFA do banco (por acaso até foi um almoço, pois é quando eu tenho mais tempo para conversar) e ele aconselhou-me a NÃO VENDER aquele produto, que atinge a maturidade em Outubro próximo. Disse-me que se eu levar as "notes" até ao fim, receberei um cupão de 42,50% do valor nominal ao que acresce, se as ações se situarem acima dos 75% do valor à data de emissão, acresce, dizia, o respetivo reembolso ao par. Se alguma das ações descer abaixo dos 75% (da cotação inicial), receberei então ações da empresa com pior performance, num número calculado com base no sei valor na data de emissão.

    Atendendo que, presentemente, o valor de compra deste "Autocallable" anda à volta dos 91/93% e haver alguma esperança que as ações (da Nokia e Gazprom) possam subir para valores superiores a 75% do preço inicial, atendendo a isso, o conselho que o PFA me deu foi manter até à maturidade (Outubro) o produto, pois, segundo a opinião do funcionário, essa será a decisão mais favorável (ou menos prejudicial) para mim.

    Venho trazer aqui este assunto, pois os amigos tinham-me dado uma opinião, precisamente, contrária a esta e eu fiquei/estou na dúvida... Os amigos deste fórum tinham-me aconselhado a vender, recordam-se? Como a indicação do meu PFA vai no sentido oposto (aconselhou-me a manter até à maturidade), estou um bocadinho a balançar, sem saber que decisão devo tomar.

    O que acham?

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    Desde já peço desculpa por vir desenvolver um assunto que está fora do "assunto" deste espaço, mas foi aqui que eu mencionei um produto financeiro que adquiri há cerca de 5 anos  (um complexo designado  5Y Auto Callable Gazprom Nokia Du Pont) e gostava de concluir esse assunto.

    Como disse há dias, tive hoje uma reunião com o meu PFA do banco (por acaso até foi um almoço, pois é quando eu tenho mais tempo para conversar) e ele aconselhou-me a NÃO VENDER aquele produto, que atinge a maturidade em Outubro próximo. Disse-me que se eu levar as "notes" até ao fim, receberei um cupão de 42,50% do valor nominal ao que acresce, se as ações se situarem acima dos 75% do valor à data de emissão, acresce, dizia, o respetivo reembolso ao par. Se alguma das ações descer abaixo dos 75% (da cotação inicial), receberei então ações da empresa com pior performance, num número calculado com base no sei valor na data de emissão.

    Atendendo que, presentemente, o valor de compra deste "Autocallable" anda à volta dos 91/93% e haver alguma esperança que as ações (da Nokia e Gazprom) possam subir para valores superiores a 75% do preço inicial, atendendo a isso, o conselho que o PFA me deu foi manter até à maturidade (Outubro) o produto, pois, segundo a opinião do funcionário, essa será a decisão mais favorável (ou menos prejudicial) para mim.

    Venho trazer aqui este assunto, pois os amigos tinham-me dado uma opinião, precisamente, contrária a esta e eu fiquei/estou na dúvida... Os amigos deste fórum tinham-me aconselhado a vender, recordam-se? Como a indicação do meu PFA vai no sentido oposto (aconselhou-me a manter até à maturidade), estou um bocadinho a balançar, sem saber que decisão devo tomar.

    O que acham?

    eu penso que essa cotação que fala já incorpora esses factores de risco por isso aconselhava a venda já mas não conheço bem o produto só lhe aconselho vender dadas as empresas em questão...sinceramente não me parece que vá haver grande melhoria nos próximos meses  ;)

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    eu penso que essa cotação que fala já incorpora esses factores de risco por isso aconselhava a venda já mas não conheço bem o produto só lhe aconselho vender dadas as empresas em questão...sinceramente não me parece que vá haver grande melhoria nos próximos meses  ;)

    Durante o meu encontro de ontem com o PFA, tive oportunidade de perguntar se era o banco que estabelecia esse preço de compra (que está a volta dos 93% do valor nominal), como aliás me disseram aqui, ou se era efetuada em mercado. O funcionário disse-me que NÃO era o banco que efetuava essa compra, tratando-se, pelo contrário, de uma operação de mercado, pelo que terei ainda que suportar o custo desse venda.

    Aliás, se o produto está com uma "cotação" de cerca de 93% é, precisamente, porque "oferece" umas condições de reembolso, na maturidade, que não são completamente más... Pagarem 42,50% do valor nominal + o reembolso ao par (isto se as ações (da Nokia e Gazprom), em outubro, não estiverem abaixo dos 75% do valor a que estavam há 5 anos atrás), não será, propriamente, um cataclismo...

    Claro, o problema agrava-se se, até outubro próximo, as ações da Nokia e Gazprom não recuperarem e se se mantiverem abaixo dos tais 75% da cotação de 2009 - aqui ficarei em carteira com as ações de uma destas empresas (a que estiver com cotação mais baixa).

    Sinceramente, que a compra deste produto "complexo"              5Y Auto Callable Gazprom Nokia Du Pont

    foi um tremendo "flop" e que me vai dar um grande prejuízo, disso não tenho dúvidas, infelizmente.

    Agora, a minha preocupação centra-se, exclusivamente, em... MINIMIZAR as perdas!

    Depois de, há 5 anos atrás, ter "enfiado o barrete" desta compra, não quero repetir ERROS! Por essa razão, gostava agora de tomar a decisão/escolha correta: ou vender o produto ou deixá-lo ir até à maturidade.

    O técnico do banco disse-me que devo manter o produto, pois há "esperanças" que, até outubro, a Gazprom e a Nokia recuperem um pouco e entrem na fasquia dos 75% da cotação de 2009. Ele fez-me uma contas e, nos 2 cenários possíveis, era mais compensador levar as "notes" até à maturidade do que vendê-las agora. Mas, sinceramente, como estou muito "escaldado" com o produto... já tenho mais dúvidas do que certezas.

    Os amigos o que acham?

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    O custo de venda é de 0.50%, se está cotado a 93% é como se vende-se a 92,50%.

    Um CLN, e já tenho dúvidas do que isto é haha, a venda não é em mercado, quando falo em mercado era eu agora chegar ao pé do Ramiro e dizer-lhe que lhe quero comprar essa aplicação, não dá para o fazer, a venda é interna, tenho ideia de quem compra é o banco, mas se não é também não interessa, o que interessa é que o banco garante liquidez em qualquer CLN em qualquer altura, isso eu tenho a certeza porque já vendi um em tempos.

    A esperança é a última a morrer, neste caso não sei de é a última se é a 1ª, continuo com a minha opinião e também já não vale muito a pena opinar sobre mais este assunto, eu vendia, prefiro perder agora 7,5% do que perder no fim algo mais que confesso que já nem sei quanto é, porque isto parece-me complexo de mais para entender, quando não entendo não subscrevo nem tento opinar  ;D ;D 

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    O que me parece que o Pedro estava a se referir é ao caso de querer ir na cantiga de aplicar o dinheiro que sobrar da aplicação em mais aplicações de risco para tentar recuperar o capital, eu volto a dizer, não aconselho tal coisa.

    Penso que já expliquei aqui ou noutro sitio do forum, que os CLNs do Best podem ser vendidos antes da maturidade ao próprio banco, portanto não vai haver problema de arranjar comprador, o banco tem o dever de o comprar, os CLNs não estão no mercado como as obrigações.

    Sobre este produto ("notes") que eu adquiri há 5 anos atrás -   5Y Auto Callable Gazprom Nokia Du Pont 

    o funcionário do banco com quem conversei ontem deu-me o seguinte esclarecimento:

    - que o produto não se trata de um CLN, como o David afirma, pois este "Auto Callable" tem como base ações e não obrigações;

    - que não é o banco que (re)adquire as "notes", sendo estas vendidas/colocadas à venda em mercado.

    Deixo este esclarecimento, pois creio que o David não estará a identificar bem o tipo de produto que se trata.

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    O custo de venda é de 0.50%, se está cotado a 93% é como se vende-se a 92,50%.

    Um CLN, e já tenho dúvidas do que isto é haha, a venda não é em mercado, quando falo em mercado era eu agora chegar ao pé do Ramiro e dizer-lhe que lhe quero comprar essa aplicação, não dá para o fazer, a venda é interna, tenho ideia de quem compra é o banco, mas se não é também não interessa, o que interessa é que o banco garante liquidez em qualquer CLN em qualquer altura, isso eu tenho a certeza porque já vendi um em tempos.

    A esperança é a última a morrer, neste caso não sei de é a última se é a 1ª, continuo com a minha opinião e também já não vale muito a pena opinar sobre mais este assunto, eu vendia, prefiro perder agora 7,5% do que perder no fim algo mais que confesso que já nem sei quanto é, porque isto parece-me complexo de mais para entender, quando não entendo não subscrevo nem tento opinar  ;D ;D

    O David tem toda a razão. Mas já que eu estou metido nisto, como deve compreender, devo ter a preocupação de sair do produto o melhor possível...

    É que, infelizmente, as minhas potenciais perdas não se circunscrevem aos 7,5% que refere...

    Assumo que "meti a pata na poça" quando comprei estas "notes", mas agora... não queria estar a repetir erros. Já basta o prejuízo que irei ter...

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    Mouro Emprestado

    A minha opinião vale o que vale, mas vai no encontro daquilo que outros users já escreveram aqui.

    A sua perda certa é de 8% (arredondados), a incerta pode ser superior (e nem se sabe quanto é).

    Na altura, acha que o seu vendedor financeiro lhe enfiou um barrete... Porque razão acha que o novo vendedor financeiro também não lhe está a enfiar novo barrete?

    Não se esqueça que o vendedor financeiro vai defender os interesses do banco e não os seus interesses. Se estivesse no lugar dele, o que faria?  8)

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