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  • Privatização dos CTT


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    "CTT terão um dos melhores dividendos da Europa 

    As acções do CTT terão uma das dez taxas de rentabilidade dos dividendos mais atractivas da Europa e o maior ‘dividend yield' do PSI 20. A empresa propõe-se a distribuir cerca de 60 milhões de euros em remuneração aos accionistas no próximo ano.

    Tendo em conta o ponto médio do intervalo de preços definido pelo governo, aquele valor traduzir-se-á numa taxa de rentabilidade do dividendo de 8,32%. Se o preço sair no ponto mais alto, o ‘dividend yield' será de 7,25%. Já se as acções forem para o mercado ao valor mais baixo do intervalo definido pelo governo, o peso do dividendo no valor das acções será de 9,76%...."

    fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/ctt-terao-um-dos-melhores-dividendos-da-europa_181967.HTML

    Bom, se não ganhar com a pura especulação do título, ganho com o enorme dividendo  ;D  A minha pena é prever ficar só com meia dúzia de títulos  :'(

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    O dividendo é "razoável", nada que se compare aos dividendos que a PT chegou a dar  ;D

    Com nunca fui a nenhuma operação deste género tenho algumas questões:

    - Parece-me que para quem quer mesmo ficar com algumas acções a melhor alternativa é fazer uma oferta de nesta primeira fase, a questão que coloco é: Imaginem que ofereço (10.000€) é preciso ter este valor na conta? Se eu tiver a assumir que a procura vai ser 4 xs maior que a oferta e pretender um valor de 2.500€, tenho de oferecer 10.000€. Será que é permitido oferecer um valor superior ao que está na conta?

    Não vejo qual é o sentido de pedir à JPMorgan que estabilize a cotação nos primeiros 30 dias LOL

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    Pode pedir o que quizer sem lá ter dinheiro nenhum eu hoje já fiz 4 pedidos no beste sem um tostão na conta ,é preciso é no dia antes de ir para a bolsa estar lá o cacau do que foi atribuido

    Eu não percebo! Antes refilava com o Best porque não me deixavam fazer esse tipo de operações sem ter liquidez, até que os mandei bugiar e comecei a trabalhar com o Invest precisamente por esse motivo.

    Agora já é possível ou a minha PFA é que é uma autêntica nulidade? (raios de PFA's da treta)

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    Boas

    Eu queria subscrever um certo montante, mas uma vez que no Best pede para por o número de acções que quero comprar, dado que o valor ainda não foi estipulado, como posso saber o número de ações que devo pedir de acordo com o montante que quero investir?

    Cumps

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    Boa tarde,

    Gostava de comprar acções dos CTT através do site do banco BEST.

    Na pesquisa de acções, coloco CTT e não encontra nada.

    Como posso encontrar as acções no site ?

    Obrigado

    Devias de procurar em Trading....

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=InvokeMethod&SWEMethod=GotoContainerView&SWEService=BEST+Product+Context&CodDoc=OFERPUB001

    As acções ainda não existem, isto é uma oferta "primária", as acções só vão para a bolsa em Dezembro...

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    Quanto á pergunta do sr. CENTELHA o meu palpite vai para pedir 350 e receber 200 com valor de 5 euros cada

    neste período , ainda que quem pedir 500 ou 1000 venha a receber as mesmas 200...................... no segundo período de subscrição vai tudo corrido com 100, isto se tudo correr bem e se a febre de comprar CTT se mantiver, se houver sintomas de correr mal até dia 26 suspende-se a ordem de compra

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    Devias de procurar em Trading....

    https://www.bancobest.pt/ptg/start.swe?SWECmd=InvokeMethod&SWEMethod=GotoContainerView&SWEService=BEST+Product+Context&CodDoc=OFERPUB001

    As acções ainda não existem, isto é uma oferta "primária", as acções só vão para a bolsa em Dezembro...

    Já se sabe o dia que as acções começam a cotar em bolsa em Dezembro?...

    Isto de ter uma yield alta a acção pode ser um isco...

    Não vou subscrever antecipadamente !!!

    Boas Noites

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    Eu a impressão que tenho, e do que tenho andado a ler, é que está lançada uma campanha de euforia até nos media como forma de 'alavancar' a procura por accoes da empresa, de forma a inflaccionar o seu valor.

    Basicamente o que deve vir a haver é pessoas a fazerem mais valias pela euforia no início da negociação, mas a longo prazo acredito que o valor vá cair e muito. Digamos que correios não é bem um negocio de futuro num contaxto a longo prazo.

    Mas lá está, deve haver aqui bem maiores especialistas que eu para dizerem de sua justiça. ;D 

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    Quer dizer que dia 5 de Dezembro já se podem vender?, ou só dia 6? Que dia é aconselhável ter o dinheiro à ordem, para fazerem a liquidação?

    "Para 5 de Dezembro está prevista a estreia em bolsa das acções, bem como a liquidação física da operação. Ou seja, quem participou na OPV verá a sua conta creditada com as acções e debitada do valor correspondente. Quem receber acções na OPV poderá negociá-las em bolsa logo no dia de estreia. A excepção está na tranche reservada aos trabalhadores, que como beneficiam de um desconto de 5%, não as podem negociar até 5 de Março."

    fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/bolsa/opv_dos_ctt/detalhe/o_que_precisa_de_saber_sobre_a_opv_dos_ctt.html

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    Eu vi mas falam em 10% e falam em 200 acções a cada 1. A minha dúvida é se será atribuída uma percentagem do pedido (por exemplo 10% do número de ações subscritas) ou um número de ações a cada investidor (por exemplo cada investidor ficar com 500 ações).

    Basicamente saber se vale a pena subscrever o máximo ou não.

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    Eu vi mas falam em 10% e falam em 200 acções a cada 1. A minha dúvida é se será atribuída uma percentagem do pedido (por exemplo 10% do número de ações subscritas) ou um número de ações a cada investidor (por exemplo cada investidor ficar com 500 ações).

    Basicamente saber se vale a pena subscrever o máximo ou não.

    Muito francamente ninguém sabe! Só podemos fazer suposições! O que aparenta é que o rateio será enorme e só deveremos ficar com uma parcela ínfima do investimento solicitado. O mínimo a atribuir é um lote de 10 acções, que nem os custos da operação suportam  :o

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    Visitante Filipa Cruz

    Boa tarde,

    gostaria de saber qual o banco com menores custos associado à OPV dos CTT (participação da OPV, comissão guarda de títulos, comissão de pagamento de dividendos, etc.) best, big, invest, ou cgd.

    Desde já, agradeço as respostas.

    Excelentes investimentos

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    [img alt=enviar noticia]http://economico.sapo.pt/public/images/email.png   


                                                                     

                        A dispersão em bolsa dos CTT despertou o interesse dos investidores portugueses. Corretoras estão a ser inundadas de pedidos de informação e de ordens de subscrição.   

    A oferta pública de venda dos CTT despertou o interesse dos investidores portugueses. Os ‘traders' contactados pelo Diário Económico revelam uma enorme procura por parte dos seus clientes, que começou ainda antes ao anúncio do intervalo do preço de venda, na segunda-feira. "Na fase do pré-anúncio já havia muito interesse e, nas primeiras 12 a 24 horas após terem sido conhecidas as condições já tínhamos pedidos acima de muitas colocações de obrigações [as últimas operações recentes destinadas ao retalho], o que é muito significativo. E continuamente temos pessoas a pedirem detalhes", conta João Queirós, responsável pela sala de mercados da GoBulling.

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    Aqui vai a análise da DECO:

    Os CTT vão fazer a sua estreia bolsista no dia 5 de dezembro mas o período de subscrição das ações decorre até 2 de dezembro.

    A empresa é líder em Portugal, tem um baixo risco e distribui bons dividendos. Dado o intervalo de preços, a ação está entre barata e correta, mas aconselhamos a subscrição.

    Líder em Portugal

    Após vários anos sem haver uma Oferta Pública de Venda (OPV) na bolsa nacional, a última tinha sido a EDP Renováveis em 2008, os CTT vão entrar em bolsa.

    A empresa é a líder histórica do setor postal em Portugal, com uma quota de mercado de 95%, detendo a concessão exclusiva do serviço postal universal até ao final de 2020. Os CTT prestam ainda serviços de expresso e encomendas, detendo uma quota de 29% em Portugal e estando presentes também em Espanha e Moçambique. Além disso, o grupo opera ainda nos serviços financeiros (distribuição de produtos de poupança e seguros, serviços de pagamento e cobrança, etc), tendo atualmente pendente um pedido de autorização ao Banco de Portugal para a constituição de um banco postal. A atividade de serviços financeiros só pesa 8% no volume de negócios (VN) mas é a mais rentável.

    Contexto setorial

    O contexto do setor não é o mais favorável, dado que o tráfego postal em Portugal tem diminuído a um ritmo de 5,3% ao ano no período de 2008 a 2012. Esta tendência tem-se refletido num contínuo recuo do VN dos CTT nos últimos anos, já que o crescimento das outras atividades (expresso e encomendas e serviços financeiros) não tem compensado a quebra do negócio histórico.

    O crescimento da Internet, das comunicações móveis e eletrónicas é uma tendência estrutural que tem originado uma quebra na utilização do correio físico. Em contrapartida, a adoção de novas tecnologias tende a levar os consumidores a utilizar cada vez mais os canais online para efetuar compras, fazer pagamentos, etc, o que é uma oportunidade para os CTT crescerem ao nível das encomendas associadas ao comércio eletrónico.

    Pontos fortes

    Um dos maiores trunfos da empresa é a distribuição de bons dividendos. Se for cumprido o que está previsto (distribuição de mais de 90% dos lucros), o rendimento líquido do dividendo será de 6% em 2013 e 4,7% em 2014, considerando o valor médio (4,81 euros) do intervalo de preços predefinido para a oferta (4,10 a 5,52 euros por ação), sendo um dos mais elevados da bolsa nacional.

    Outro dos pontos fortes dos CTT é a sua boa solidez financeira, já que quase não tem dívida financeira e detém uma forte posição de liquidez no seu balanço (a rubrica “caixa e equivalentes” corresponde a 52% do ativo). Além disso, apesar da quebra do VN, os CTT têm aumentado a geração de cash-flow e melhorado a sua rentabilidade operacional à custa de reduções de custos, sobretudo com pessoal (não substituição das pessoas que se reformam), sendo uma das empresas europeias do setor com margem EBITDA mais alta, acima de 14%. A redução de trabalhadores deverá manter-se nos próximos anos, até porque a estrutura do quadro de pessoal é relativamente envelhecida.

    Por fim, apesar do mercado postal ter sido liberalizado em abril de 2012, a posição de liderança dos CTT nos mercados de correio e encomendas é uma vantagem competitiva importante face à concorrência, permitindo beneficiar mais facilmente de significativas economias de escala.

    Pontos fracos

    Para além de operar num setor em declínio estrutural, os CTT têm ainda uma excessiva dependência de alguns grandes clientes, entre eles o Estado, e do mercado nacional, que é responsável por quase 90% do VN do grupo. Logo, a atual conjuntura económica negativa em Portugal deverá continuar a afetar a procura dos serviços prestados pelo grupo e, consequentemente, os resultados da empresa.

    Outro fator de risco é o facto de não se conhecer bem a estratégia futura do grupo, nomeadamente a nível da sua eventual expansão internacional e da atividade de serviços financeiros, caso o banco postal não possa ser criado.

    Detalhes da operação

    A privatização dos CTT será feita mediante uma Oferta Pública de Venda (OPV) e uma venda direta a investidores institucionais. O número máximo de ações que o Estado irá alienar corresponde a 70% do capital da empresa (14% destinados à OPV) e o intervalo de preços predefinido varia de 4,10 a 5,52 euros por ação. O preço final apenas será conhecido a 3 de dezembro, um dia antes da sessão especial de bolsa para apuramento dos resultados da oferta.

    No que toca à OPV, o período de subscrição decorre entre as 8h30m do dia 19 de novembro e as 15h00 do dia 2 de dezembro, sendo que as ordens de compra enviadas até dia 25 (inclusive) beneficiam de um coeficiente de rateio 100% superior. Todas as ordens só podem ser revogadas até ao dia 26 de novembro (inclusive) e a atribuição das ações será feita em múltiplos de 10. Ao contrário do habitual, a operação terá apenas duas tranches: uma para o público em geral, cuja subscrição máxima é de 25.000 ações por investidor, e outra para trabalhadores dos CTT, que podem subscrever até 2500 títulos. Estes últimos beneficiam de um desconto de 5% sobre o preço que vier a ser fixado mas não poderão vender as ações durante 90 dias (período de indisponibilidade vigorará até 5 de março de 2014). Logo, não há a tradicional tranche de pequenos subscritores, que costumava beneficiar de um desconto.

    Realce ainda para o facto de a operação não conferir direito a qualquer benefício fiscal em sede de IRS, tal como já tinha acontecido nas OPV referentes às privatizações da Galp Energia (em 2006) e da REN (em 2007).

    Avaliação e conselho

    Nos primeiros nove meses do ano, os CTT acumularam um lucro de 0,30 euros por ação, uma subida de 28% face a igual período de 2012 originada sobretudo por reduções de custos e por um elevado montante de provisões em 2012. O VN manteve a tendência de queda (-2%), embora menos acentuada fruto de uma política de aumento dos preços de alguns produtos e serviços. Para 2013, 2014 e 2015, prevemos lucros de 0,34, 0,35 e 0,37 euros por ação, respetivamente.

    A amplitude do intervalo de preços (4,10 a 5,52 euros) é grande, pelo que avaliamos a ação entre barata e correta. O risco do título (2 numa escala de 1 a 5) é baixo e o rendimento do dividendo é elevado. Assim, se tiver disposto a correr o risco de investir em ações e numa perspetiva de longo prazo, aconselhamos a subscrição dos títulos dos CTT, de preferência até 25 de novembro para beneficiar de um coeficiente de rateio superior.

       

    Cumprimentos

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