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  • FORMAS DE POUPAR

  • Onde guardar dinheiro de forma a que fique seguro?


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    Boa Tarde,

    Gostaria de colocar a seguinte questão para debate

    Perante a atual situação

    Onde guardar dinheiro de forma a que fique seguro?

    Em casa?

    Num produto financeiro que garanta capital (depósito a prazo, etc)?

    Abrir uma conta em moeda estrangeira num Banco sediado em Portugal? Em qual Moeda?

    Abrir uma conta num Banco sediado no estrangeiro? Onde?

    Abrir uma conta no Deutsche Bank em Portugal?

    Abrir uma conta no Barclays em Portugal?

    Num produto financeiro que não garanta capital (fundo de investimento, etc)?

    Investir em Ações?

    Investir em Obrigações?

    Investir em Ouro?

    Investir em outros bens materiais?

    Investir em Imobiliário?

    Outra hipótese?

    Obrigado

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    Boa Tarde,

    Gostaria de colocar a seguinte questão para debate

    Perante a atual situação

    Onde guardar dinheiro de forma a que fique seguro?

    Em casa?

    Num produto financeiro que garanta capital (depósito a prazo, etc)?

    Abrir uma conta em moeda estrangeira num Banco sediado em Portugal? Em qual Moeda?

    Abrir uma conta num Banco sediado no estrangeiro? Onde?

    Abrir uma conta no Deutsche Bank em Portugal?

    Abrir uma conta no Barclays em Portugal?

    Num produto financeiro que não garanta capital (fundo de investimento, etc)?

    Investir em Ações?

    Investir em Obrigações?

    Investir em Ouro?

    Investir em outros bens materiais?

    Investir em Imobiliário?

    Outra hipótese?

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    nos nossos bancos,em depósitos a prazo,sempre tens o fundo de garantia de depósitos,que te dão uma garantia de 100000€ por depositante (e por banco). Quanto a obrigações,tens sempre um certo risco dependendo se é um estado ou se é uma empresa. Por exemplo as obrigações alemãs e francesas,apesar de renderem pouco penso que sejam um investimento (quase) seguro. Mas para isso tens os DP que te estão a render mais. Já no caso dos fundos,depende do tipo de fundo,se é de tesouraria,de obrigações,de acções etc,mas não tens nenhuma garantia de capital. No caso das acções como é obvio podem subir ou descer logo não está muito seguro  ;D

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    Bom dia, hoje em dia acho que nao existe nada seguro a 100%, a meu ver o mais seguro sao os depositos a prazo até aos 100.000 €, mas como todos sabemos ate isso pode deixar de o ser de um momento para o outro, os governos mudam as leis a seu bel prazer e de um dia para o outro podemos ficar sem nada, é a minha opinião, mas por outro lado nao podemos baixar os braços e deixar que eles façam o que lhes apetece, vejam o exemplo do homem que invocou a constituição para nao pagar impostos.

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    Pedi opiniões a 2 bancos sobre este assunto

    Banco BIg

    Solução proposta:

    Colocar o dinheiro em obrigações de Divida Soberana Norueguesa

    YTM: 1,16% na maturidade

    Maturidade: 15-05-2015

    Cupão: 5% Fixo Anual

    Preço: 107.97%

    Moeda: NOK

    Qual é a vossa opinião sobre essa alternativa?

    Banco Best

    Solução proposta:

    Colocar o dinheiro no fundo de tesouraria ES Liquidez

    Segundo a pessoa com quem falei a vantagem seria o fundo de investimento ficar localizado na Irlanda fazendo com que o dinheiro fique protegido

    Isto é mesmo assim? Qual é a vossa opinião sobre essa alternativa?

    Obrigado

    Onde está a dizer que o E.S Liquidez está sediado na Irlanda?

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    Considero os fundos de investimentos seguros como já o disse várias vezes, no entanto a explicação dada pela pessoa do Best não tem nada a ver, como pode dizer que o fundo é da Irlanda se o fundo está domiciliado cá? enfim...

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    Hoje perguntei à minha gestora do Bes onde esses fundos estão sediados, e ela respondeu em Portugal.

    Depois eu referi a Irlanda, ela encolheu os ombros dizendo que nunca ouvido falar em tal situação...

    Claro, se o ISIN comeca por PT...não é preciso ir á China para ver isso, ou a pessoa não percebeu bem ou então não sei, admiram-me alguém do Best dizer uma coisa destas, Irlanda há PIMCO, que começam por IE, depois há a maioria com LU que é Luxemburgo....

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    Pedi opiniões a 2 bancos sobre este assunto

    Banco BIg

    Solução proposta:

    Colocar o dinheiro em obrigações de Divida Soberana Norueguesa

    YTM: 1,16% na maturidade

    Maturidade: 15-05-2015

    Cupão: 5% Fixo Anual

    Preço: 107.97%

    Moeda: NOK

    Qual é a vossa opinião sobre essa alternativa?

    Banco Best

    Solução proposta:

    Colocar o dinheiro no fundo de tesouraria ES Liquidez

    Segundo a pessoa com quem falei a vantagem seria o fundo de investimento ficar localizado na Irlanda fazendo com que o dinheiro fique protegido

    Isto é mesmo assim? Qual é a vossa opinião sobre essa alternativa?

    Obrigado

    Fundamentalmente sao duas alternativas diferentes com objectivos de rentabilidade e conservação de capital distintos.

    O Liquidez é muito interessante numa optica de curto prazo embora tendo em conta o historico de rentabilidade e perfil de liquidez (super liquido) acaba por ser uma aplicação interessante para prazos superiores.

    No entanto, no que diz respeito às Obrigações em NOK, atenção que rentabilidades sao sempre em NOK´s. Apesar do movimento ascendente da moeda face ao euro, nao ha garantias que a tendencia se vai manter ate ao vencimento ou ate à data de venda antecipada das obrigações podendo a rentabilidade real em Euros ser negativa dado que ela é marginalmente positiva em NOK.

    Ou seja, existe um grande risco cambial "escamoteado" que se traduz num aumento significativo do risco associado ao investimento

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    Claro, se o ISIN comeca por PT...não é preciso ir á China para ver isso, ou a pessoa não percebeu bem ou então não sei, admiram-me alguém do Best dizer uma coisa destas, Irlanda há PIMCO, que começam por IE, depois há a maioria com LU que é Luxemburgo....

    A última coisa que eu quero fazer é criar qualquer polémica

      Eu sei apenas o que me foi dito, não vi qualquer papel sobre o fundo

      Voltando à questão fundamental:

    Onde guardar dinheiro de forma a que fique seguro? Alguém tem outra ideia para responder à questão?  Qual é a vossa opinião sobre a proposta do BIG? é favorável ou desfavorável?

    Gostava de saber as vossas opiniões  Obrigado

    A do BiG faço minhas as palavras do AKIROKAWA, prefiro o Liquidez, mas não pela razão dada, até porque está errada, apenas porque acho os fundos seguros na perspectiva que os mesmos não podem abrir falência etc etc que já muitas vezes se explicou nomeadamente no tópico dos fundos.

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    Até pod ter interesse pelas empresas emitentes, mas por exemplo está uma coisa parecida no Best só de uma entidade, Telecom Italia, a 4.20% com pagamento dos juros mensalmente, parece-me bem mais interessante e de risco muito mais baixo...

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    Claro, se o ISIN comeca por PT...não é preciso ir á China para ver isso, ou a pessoa não percebeu bem ou então não sei, admiram-me alguém do Best dizer uma coisa destas, Irlanda há PIMCO, que começam por IE, depois há a maioria com LU que é Luxemburgo....

    A última coisa que eu quero fazer é criar qualquer polémica

      Eu sei apenas o que me foi dito, não vi qualquer papel sobre o fundo

      Voltando à questão fundamental:

    Onde guardar dinheiro de forma a que fique seguro? Alguém tem outra ideia para responder à questão?  Qual é a vossa opinião sobre a proposta do BIG? é favorável ou desfavorável?

    Gostava de saber as vossas opiniões  Obrigado

    Boas!

    Aproveito só para deixar aqui uma achega quanto à domiciliação dos fundos ( pelo menos é a ideia que tenho ).

    A grande parte dos fundos internacionais das grandes gestoras a nível mundial têm de ter os fundos domiciliados em países com tripla classe "A", como é o caso do Luxemburgo e, deixou de ser o caso da Irlanda  ;) ( pois baixaram-lhe o rating ), daí algumas sociedades gestoras estarem em vias de transferir a domiciliação da Irlanda para o LUX...e para isso terem de desembolsar mais uns milhões...

    Espero ter ajudado...

    Um abraço!

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    • 2 weeks later...

    O banco não lhe vende o que você precisa mas sim o que lhe quer vender

    Pedir conselhos de investimento a um banco parece ser uma atividade muito pouco recomendável. O investidor português, tipicamente iletrado em termos financeiros, parece ser gado manso e ignorante perante a força de vendas dos grupos financeiros que, segundo a DECO, estão muito mais interessados em despachar os produtos financeiros definidos pela direção do próprio banco do que preocupar-se em verificar se se adequam ao cliente que têm à sua frente. Eis um excerto do peça da DECO com o título “Investir 5 mil euros: bancos ignoram perfil e desejos do cliente“:

    ” (…) Independentemente do prazo apontado pelo cliente, os produtos sugeridos foram basicamente os mesmos, recaindo sobretudo em depósitos a prazo. Mas segundo a PROTESTE INVESTE, “os funcionários limitaram-se a aconselhar os produtos ‘estrela’ que estavam a ser alvo de promoção comercial mais ativa”. Resultado: “os funcionários até apontaram para depósitos a prazo que rendem menos do que os depósitos mais generosos no próprio banco”, afirmam os analistas da revista.

    Nalguns casos, os produtos sugeridos foram totalmente desadequados. Por exemplo, num balcão do BES foi proposto um plano de poupança-reforma e, no Santander Totta, um depósito não mobilizável cujo rendimento depende de um cabaz de ações.

    A atitude mecânica dos funcionários, que venderam os produtos em campanha sem olhar ao perfil do cliente, foi avaliada negativamente pela publicação da associação de defesa do consumidor: “os bancos prestaram um mau serviço”.  (…)”

    .

    Perante este cenário, e reforçando a premissa de que a literacia financeira em Portugal é confrangedora (algo assumido pelos reguladores financeiros) o que fazer? É certo que há iniciativas de promoção da literacia financeira, é certo que há até alguma informação na internet mas até que o brutal desfasamento de conhecimento entre quem tem algum capital para investir e quem está na indústria como intermediário financeiro se reduza para níveis mais condignos, há uma ponte temporal que exige algum tipo de ação urgente, efetiva e permanente.

    Repetem-se os emails que recebemos de leitores que, não confiando nos bancos, nos pedem conselho sobre o que fazer ao dinheiro. Essa não é a nossa praia mas é evidente que há mercado nesta área sugerindo que poderá nascer com algum vigor uma indústria de aconselhamento financeiro efetivamente independente dos grupos financeiros e, já agora, devidamente registada e acreditada pelos reguladores financeiros. Sem autorização, o aconselhamento financeiro que aponte para produtos específicos é  intermediação financeira ilegal! Tenha cuidado, também com os gatos por lebre.

    Mas caro investidor, já pensou que talvez precise de um consultor financeiro que seja única e exclusivamente pago diretamente por si? Alguém que tendo muitos clientes como você, não lhe exija um honorário estupidamente elevado ao ponto de só  poder estar ao alcance de quem tem mesmo muito dinheiro para investir?

    Note que se se contentar com um comissionista que recebe da banca pelos produtos que consegue colocar no mercado, não tem grande garantia de que lhe seja proposto o produto ideal para si. É que a comissão que o “consultor” recebe também é mais ou menos estimulante de acordo com o interesse do banco que coloca o produto…

    Na prática, poderá estar perante mais um tentáculo da força de vendas dos intermediários financeiros que, a fazer fé no que diz a DECO, está ainda muito longe de uma prática aceitável.

    Se calhar é tempo de não pedir ao escorpião que deixe de picar, se calhar é tempo de cuidar dos seus interesses junto de quem não está em conflito permanente entre o que é melhor para o cliente e o que é melhor para o intermediário. Não há por aí um mini exército de economistas que queira tornar a indústria da consultoria  financeira independente o seu modo de vida?

    Fonte:blog Economia e Finanças

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    Deco recomenda Depósitos a prazo, Certificados de Aforro e Obrigações do Tesouro

    Depósitos a prazo, Certificados de Aforro e Obrigações do Tesouro «são as melhores alternativas para as suas poupanças neste momento, se privilegia a estabilidade e a segurança, ainda que mediante um juro inferior», avança a Dinheiro & Direitos de maio/junho, da Deco. Mas isso não significa que deva aceitar produtos com rentabilidade inferior à taxa de inflação.

    «Segurança e liquidez são as palavras-chave do seu investimento», por isso, «não deve colocar todos os ovos no mesmo cesto: a regra de ouro é diversificar bancos e aplicações».

    Depósitos só até um ano

    Os depósitos a prazo são uma boa ideia, mas nem todos servem. Como deve assegurar a possibilidade de resgatar o dinheiro a qualquer momento e, de preferência, sem custos, não se recomendam prazos longos. Também não deve aplicar em produtos sem garantia de capital ou que estejam sujeitos a variáveis difíceis de controlar.

    Por exemplo, os depósitos em moeda estrangeira, apesar de protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos, dependem da variação cambial e, como consequência, o dinheiro pode não estar garantido.

    Deve ainda prestar atenção à taxa de juro. Muitos bancos estão a remunerar depósitos até um ano a juros inferiores a 1%, que mal cobrem a inflação. Segundo o Banco de Portugal, o valor estimado para este ano é de 0,7%. Por isso, não deve aceitar depósitos com taxas abaixo de 1% brutos.

    Atualmente, para 5.000 euros a um ano, os juros líquidos variam entre 0,07 e 3,6%. As melhores taxas são, em regra, praticadas no caso de novos clientes ou capitais, bancos online e montantes elevados. Na renovação, procure negociar a taxa de juro e mude de banco se a proposta não for satisfatória.

    Certificados de Aforro na corrida

    Não eram recomendados desde 2008 mas, em setembro do ano passado, o Governo mudou as regras. Até final de 2016, estão congelados os prémios de permanência, mas é adicionado um bónus de 2,75% brutos à taxa de base. A soma tem o limite de 5%.

    O prazo máximo dos certificados é de 10 anos e a taxa de juro calculada mensalmente com base na Euribor a três meses. A subscrição é feita nos correios com um mínimo de 100 euros. Os juros, capitalizados ao bolo total, são pagos trimestralmente. A liquidez é elevada: só não pode mobilizar o dinheiro nos primeiros três meses. Às subscrições ou renovações realizadas em abril de 2013 foi aplicada a taxa de 2,3% anuais líquidos.

    «Ainda que a remuneração fique abaixo das melhores taxas de juro dos depósitos, encontra-se bastante acima da média e da inflação, o que coloca este produto de novo na corrida das aplicações sem risco mais interessantes».

    OT a partir de oito anos

    Tal como os Certificados de Aforro, as Obrigações do Tesouro são títulos de dívida pública e podem ser alternativas de investimento seguro. Porém, mostram-se menos recomendáveis na ótica do fundo de maneio, devido à liquidez inferior: para não perder dinheiro, o dinheiro tem de manter-se aplicado por cinco a dez anos.

    Além disso, contrariamente aos certificados, existem comissões para o cliente, porque a compra corresponde a uma operação em Bolsa. Daí só compensarem no caso de subscrições a partir de 2.500 euros. E, para haver garantia de rendimento e capital, devem ser mantidas até à maturidade ou até ao vencimento, o que pode ser uma desvantagem se surgir um imprevisto. No entanto, no leque das aplicações de baixo risco, as Obrigações do Tesouro são o produto com melhor rendimento: 4 a 4,8% líquidos para prazos entre cinco a dez anos.

    Uma quarta opção que pode considerar são os seguros de capitalização, mas com capital garantido. Se o montante aplicado não estiver salvaguardado, esqueça.

    Este produto cobra comissões quando resgatado nos primeiros anos de subscrição, o que penaliza o rendimento e a liquidez. Se mantiver por um prazo superior a oito anos, além de evitar as comissões de resgate, beneficia de uma grande redução na taxa de imposto sobre os juros, que passa de 28 para 11,2%.

    fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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    É uma opinião, eu tb preveligio a segurança (quem não?) mas não concordo com as sugestões. A abordagem ppoderá ser conservadora demais com o risco do porfolio ser devorado pela inflação e assim já não é tão seguro  ;) .

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    Devorado pela inflação? Só para quem for azelha a escolher os depósitos. A Deco alerta sempre para constituir depósitos com taxa superior à inflação esperada. E este ano a taxa prevista é bem baixa, logo o risco da rentabilidade ser "devorada" é baixa.

    Sim, claro que há alternativas mais rentáveis, mas a nível de estabilidade e segurança é do melhor que se consegue.

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    A longo prazo tu não consegues prever a inflação, nem a Deco certo?

    Quando fazes um DP tu fechas um contracto com um determinado juro (esse juro é gerido pelos bancos para terem mais ou menos liquidez) mas não sabes qual será a inflação nesse ano tens uma previsão apenas.

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