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  • FORMAS DE POUPAR

  • Prescrição de dívidas bancárias


    Visitante Tiago Antunes

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    Em 1993 a casa foi penhorada e vendida em hasta publica por um valor muito inferior ao que valia na altura tendo ficado cerca de 2 mil contos em divida ápos a venda, desde essa altura nunca foi pedido a resolução da divida por qualquer meio apenas chega uma carta todos os meses para a residençia da minha mae mas em nome do meu pai com o estrato bancário em que aparece 11.237€ negativos sem mais nenhuma informação !!! A minha mãe já com 75 anos reformada  vive preocupada com o facto de lhe poderem ir á reforma . Agradecia que alguém me informa-se quais os passos a tomar para resolver a situação ou mesmo pagar a parte da minha mãe da divida !!! É legal eles não informarem que existe uma divida já á tantos anos ?? Terá prescrito ?  Esta questão tira anos de vida á minha mãe mas não sei como a ajudar portanto venho pedir a vossa ajuda se alguém puder ajudar. Desde já obrigado 

    Não, não prescreveu. A melhor forma de a ajudar é pagar a dívida. Se não a pagares agora, paga-la (e com ainda mais juros) quando o teu pai falecer e isso for descontado à herança.

    Só uma coisa que não percebi - esse extrato é de um empréstimo ou de uma conta à ordem?

    E se vem só em nome do teu pai, quer dizer que a tua mãe pagou a parte dela da dívida na altura? É que me parece estranho que tenham ficado a dever cerca de 10.000€ e ao fim destes anos todos os juros sejam só de cerca de 12%... Será que isso não é só a dívida do teu pai?

    E, já agora, têm informado o vosso pai disso? E que tal comunicar ao banco a sua nova morada?

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    Boa tarde. Ao necessitar de crédito encontrei no banco de Portugal esta situação. Créd. Conjunto: 1º. mutuário Produto Financeiro: Crédito automóvel. Prazo Original: Mais de 2 até

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    Visitante lmiguels

    Desde já obrigado pela pronta resposta....bem aja  ;)  Quanto ás questões que me coloca , a carta que chega é de uma conta á ordem que a minha mae até desconhecia numa sucursal perto de Abrantes, no estrato só é referido os 11.000 negativos e mais nada, sendo que o valor é sempre o mesmo desde á anos. O meu pai não têm nada em nome dele dai estar á vontade com a divida, já a minha mãe têm uma casa e a sua reforma !! Qual a melhor forma de resolver esta embrulhado já que a divida pelo que já consegui saber no sistema informático bancário aparece já com valores acima de 40.000€ !!! è constitucional a referida instituição bancaria CGD não querer nem nada fazer para cobrar a divida e não avisar o cliente de que decorre uma divida que todos os meses cobra juros ?? Passados 20 anos sem nenhuma comunicação não devia ter já prescrito pois a minha mãe nunca recebeu nada em seu nome que a adverte-se da divida  ?? A minha mãe terá de pagar a totalidade da divida ?? Qual o primeiro passo a tomar ?? O recurso a tribunal  vale a pena ?? Muitas perguntas ás quais gostaria que me elucida-se pois quem não sabe é como quem não vê  :-\ ,agradeço mais uma vez a sua disponibilidade na resposta mas agradecia-lhe imenso que me desse uma resposta a estas questões pois não sei o que fazer para ajudar !!! No meu vêr alguma coisas está mal nisto tudo pois é estranho a CGD nunca ter feito nada para receber o dinheiro que supostamente lhe era devido !! Obrigado

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    Em primeiro lugar, é melhor parar de dizer que a CGD não tem avisado o cliente da dívida - pois se pelos vistos a carta tem chegado todos os meses... Eu diria que o primeiro passo que já devia ter sido tomado era ir ao banco confirmar em nome de quem está a dívida. Pelo que percebi já foram ao banco saber o valor, porque não perguntaram pelo titular? E, já agora indicar a nova morada do teu pai para as cartas passarem a ir para ele e deixarem de atormentar a tua mãe - não parece lógico?

    Esqueçam o tribunal - vão lá pedir o quê? Ainda nem sabes o ponto da situação, só vale a pena ir para tribunal contestar alguma coisa, e com um caso muito bem formado - não se vai a tribunal tirar dúvidas, isso é só para gastar dinheiro...

    Antes de pedir respostas a mais uma serie de perguntas podias acabar de responder às minhas também - a tua mãe pagou a parte da dívida dela naquela altura ou não?

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    Visitante Jose Filipe Pinto

    Há uma empresa de recuperação de créditos que diz que tenho uma divida ao BPI por causa de uma cartão de crédito o qual o valor é de 6oo e tal euros divida essa efectuado segundo ele em 1996. Um amigo meu foi ao site do BdP e verificou que eu na verdade tenho uma divida de €318. Esta divida já não caducou? é que eu recebo a reforma de €447,06. Que devo fazer. Obrigado

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    Visitante Nuno Cod

    Bom dia.

    Há cerca de dez anos, contraí um emprestimo de 6000 euros no santader totta, que não paguei por contingencias da vida.

    Fiquei inibido de tudo e mais algmua coisa, tive o nome no banco de portugal por 5 anos. Nunca ma penhoraram nada porque não tinha nada em meu nome.

    Pelos vistos, o banco vendeu a divida a uma empresa holandesa que este ano me penhorou o ordenado. Isto é possivel? Depois de tantos anos e depois de ter ficado sem registos no banco de portugal, podem-me penhorar por causa uma de divida tão antiga? Achei mesmo que essa divida estava prescrita.. Há alguma coisa que possa fazer? Cumprimentos.

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    Há cerca de dez anos, contraí um emprestimo de 6000 euros no santader totta, que não paguei por contingencias da vida.

    Fiquei inibido de tudo e mais algmua coisa, tive o nome no banco de portugal por 5 anos. Nunca ma penhoraram nada porque não tinha nada em meu nome.

    Pelos vistos, o banco vendeu a divida a uma empresa holandesa que este ano me penhorou o ordenado. Isto é possivel? Depois de tantos anos e depois de ter ficado sem registos no banco de portugal, podem-me penhorar por causa uma de divida tão antiga? Achei mesmo que essa divida estava prescrita.. Há alguma coisa que possa fazer?

    Contacta o Banco de Portugal para esclarecer isso...
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    • 2 months later...
    Visitante JOANA MARIA

    Boa tarde:

    Desejava que me ajudassem uma questão, á uns anos atrás eu tinha uma empresa onde a conta da empresa estava no MILLENNIUM e a minha conta pessoal também.

    Quando a empresa fechou Havia um saldo por pagar na conta da empresa, mas na pessoal estava tudo em ordem, eu cheguei a um acordo e paguei o todo o montante em divida existente na altura.

    9 anos depois ligam da Intrujustiça a dizer que tenho que pagar uma divida de conta descoberta na minha conta pessoal, a minha pergunta é:

    Eles podem me cobrar essa divida ao fim destes anos todos, sabendo que a conta não estava a descoberto.

    Quanto é o prazo da prescrição da divida neste caso.

    Obrigada e os meus cumprimentos.

    Joana 

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    • 4 weeks later...

    Olá!

    Será que alguem sabe responder a esta questão?

    Á uns dias fui pedir um credito que não foi aceite por ter o meu nome no banco de portugal.

    No balcao da agencia disseram que não havia qualquer incumprimento.

    fui ao banco de portugal dizer que não havia nada na agencia, o qual respondeu que tinha sido a agencia a notificalos.

    fui novamente ao balcao e diserem que havia um credito abatido ao activo mas não souberam dizer mais nada para alem de que o cartão desta conta foi cancelado em 2004.

    entretanto já tive outros creditos que me foram aprovados sem nunca haver problemas.

    o valor que aparece é de €500 mas dizem que tenho que pagar €800 por causa de juros.

    pedi que me dessem mais informação e tive á espera quase uma semana por que não tinham acesso aos dados e que tinham que ir ao arquivo.

    hoje disseram que era uma divida que vem do bnu para a caixa geral de depositos e que nada mais têm que um mail a dizer o valor total da divida e uma carta a notificar do mesmo com data de 2006.

    isto tem algum valor legal, um mail com um valor?

    não terá entretanto prescrito? Se prescreveu como fazer para a Caixa geral depósitos informar o Banco de Portugal que de já nada se deve?

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    Visitante João Parafuso

    Boa tarde, a minha companheira na altura em que estava com o ex-companheiro assinou 2 créditos como fiadora. Isto em 2004. O ano passado fomos pedir um empréstimo no qual tive que ser eu sozinho a pedir pois disseram que ela tinha o nome no BP. Fomos saber do que se tratava e era um dos tais créditos. Não foi pago pelo ex-companheiro e quem teve que pagar foi a minha companheira. voltou a acontecer o mesmo este ano. o outro artista não tem nada no nome dele, anda por ai a fazer biscates por fora para não haver registos de nada...ainda por cima ele vai ficar com o nome limpo e não pagou um tostão ...a minha pergunta é há forma de recorrer a um advogado e pedir para que o nome dele não seja limpo? há provas em como ela pagou TUDO.

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    Boa tarde, a minha companheira na altura em que estava com o ex-companheiro assinou 2 créditos como fiadora. Isto em 2004.

    O ano passado fomos pedir um empréstimo no qual tive que ser eu sozinho a pedir pois disseram que ela tinha o nome no BP.

    Fomos saber do que se tratava e era um dos tais créditos. Não foi pago pelo ex-companheiro e quem teve que pagar foi a minha companheira. voltou a acontecer o mesmo este ano. o outro artista não tem nada no nome dele, anda por ai a fazer biscates por fora para não haver registos de nada...

    ainda por cima ele vai ficar com o nome limpo e não pagou um tostão ...

    a minha pergunta é há forma de recorrer a um advogado e pedir para que o nome dele não seja limpo? há provas em como ela pagou TUDO.

    Depois de tentar dispor um pouco melhor a sua exposição, parece-me que deveria aconselhar-se com um advogado no sentido de um dia mais tarde reaver os bens que foram pagos pela sua actual companheira!

    Ela, como fiadora, tem mesmo de assumir as dividas que o "outro" não consegue pagar!...

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    • 2 weeks later...
    Visitante Ana Gonçalves

    Boa tarde,

    Recentemente a minha avó foi contactada pelo BES e pela Intrum Justica para liquidar uma divida de um cartão de credito, supostamente usado em 2006/2007. A minha avó deixou de movimentar a conta em 2007(deveria ter encerrado mas não o fez), ao fim de sete anos começaram a ligar-lhe diariamente porque exigem o pagamento, . Acontece que a minha avó vive num lar desde 2009 e a sua reforma vai directamente para o lar e ela assegura-me que não se lembra de usar tal cartã, como não tem condições para tratar disto encaminhou a situação para eu resolver. O que eu gostaria de saber é se posso pedir a prescrisão da divida e a quem o devo fazer.

    Obrigada

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    • 4 weeks later...
    Visitante Maria Vasconcelos

    Boa tarde,

    Aderi a um cartão de crédito "citybank", depois "citi" e mais tarde "barclaycard", desde pelo menos 2014.

    Foi-me logo dado um plafond de 5.710,00, depois sem ter pedido alteraram plafond para 6.850,00, igualmente sem pedir foi-me atribuído 8.220,00, e por fim 11.840,00.

    Liquidei sempre atempadamente as minhas mensalidades correspondentes ao crédito utilizado acrescido de juros. Por volta de 2010, deixaram de enviar os extratos em papel, tendo sido obrigada a pedir os mesmos por telefone. Após deixarem por completo de enviar os extratos nem acederem ao meus pedidos telefónicos, passei a liquidar mensalmente o valor de 80,00, até me ser permitido efetuar o pagamento através do homebanking.

    Continuei com este procedimento, mas através de envio de cheques acompanhados por cartas.

    Em 8/7/2011 (meio da manhã) foi-me dito pelo barclaycard, telefónicamente, que o meu saldo devedor era de 1.003,60 (saldo a m/favor) 70,66. Liquidei o restante 962,94 por transferência bancária segundo NIB que o barclaycard me forneceu.

    Em 28/5/2011 cancelei o referido cartão por minha carta registada com aviso recepção. Continuaram os desagradáveis telefonemas, feitos por um call center que nem sabem nada acerca de toda esta envolvência.

    Mandei todos documentos desta grande trapalhada para o Banco de Portugal, em 26/11/2012, e a resposta foi que o Banco de Portugal tinha recebido informação da instituição bancária que o assunto estava esclarecido e resolvido com a minha pessoa.

    Enviei carta ao barclaycard com cópia desta informação do Banco de Portugal (22/5/2013).

    Pontualmente ainda recebo um extrato desta instituição a dizer que devo 78,38.

    Estou saturada de tanta incompetência.  Gostava de obter comentários.

    Maria Manuela Vasconcelos

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    Visitante olga duarte

    Tenho uma colecção fado comprada na Rua augusta, a verdade ´e que por uma das peças me ter chegado partida e não a terem trocado deixei de pagar em 2006. Nunca fui notificada nem penhorada por tal coisa. Acontece que a firma saiu dali nao houve mais contato, mas agora aparece no banco de portugal o meu nome com uma divida de 5280€. já tentei contatar a caixa que diz ir tratar do assunto e nada. O que me intriga é que quando eu pedi á caixa em 2005 um crédito para uma máquina de lavar roupa foi regeitado e depois pode autorizar 5280€. Estou desposta a lutar por todas as formas para saber o que se passou. Pode indicar-me se este credito ao consumo incluido como abatido ao ativo pode prescrever e quando, já que não consigo entrar em acordo com a caixa leasing.

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    • 5 weeks later...
    Visitante caclr197300

    Boa tarde,

    O meu companheiro contraiu uma divida com o Banco Mais em 2006 para a compra de um carro. Na altura ele estava casado. Quando se separou em 2010 ficou estipulado que o carro assim como a dívida ficavam para a ex-esposa dele e para comprovar existe um documento assinado por ambos.

    Agora recebemos uma carta de em agente de execução para cobrar a dívida que neste momento está em +- 11 000€.

    Ainda pagaram 2 prestações mas depois deixaram de pagar.

    Pergunto:

    Será que a dívida ainda não prescreveu? O documento servirá para justificar que a dívida não nos pertence?

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    O meu companheiro contraiu uma divida com o Banco Mais em 2006 para a compra de um carro. Na altura ele estava casado. Quando se separou em 2010 ficou estipulado que o carro assim como a dívida ficavam para a ex-esposa dele e para comprovar existe um documento assinado por ambos.

    Não, a dívida ainda não prescreveu.

    Vamos lá a ver:

    - houve um contrato assinado entre três partes (o Banco Mais, o teu companheiro e a ex dele) segundo o qual o Banco emprestava o dinheiro e os outros dois iam pagando.

    - houve um segundo "contrato", assinado entre o teu companheiro e a ex, segundo o qual a dívida passava a ser responsabilidade dela

    O Banco não foi tido nem achado na assinatura do segundo contrato... logo, para o banco, o que vale é o primeiro contrato e tem legitimidade para exigir os pagamentos a qualquer um dos dois.

    O que o teu companheiro pode fazer é, com base no segundo contrato, exigir depois à ex que lhe devolva o que ele pagar ao Banco... eventualmente, se ela não for a bem, terá de ir para tribunal. Aí vai-se colocar a questão sobre até que ponto o tal documento que eles assinaram é ou não legal.

    Mas para o credor (o banco), isso é um problema entre eles os dois - o contrato que eles assinaram com o banco nunca foi alterado, certo?

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    Visitante visitante

    Boa Tarde tenho uma duvida relativa a um plafond de banco efectuado por o meu pai que faleceu em 3-1-2007 foi dado como divida no mes de abril do mesmo ano. agora passado quase 8 anos do seu falecimento ameaçam com uma penhora de bens ou vencimentos.Mesmo a pessoa tendo morrido fica com a divida? E é possivel executar a penhora a herdeiros?Pelo que tenho lido aqui a maioria das dividas prescreve passado 5 anos.se possivel agradecia alguma ajuda urgente visto que tenho de dar uma resposta ate amanha de manha

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    Boa Tarde tenho uma duvida relativa a um plafond de banco efectuado por o meu pai que faleceu em 3-1-2007 foi dado como divida no mes de abril do mesmo ano. agora passado quase 8 anos do seu falecimento ameaçam com uma penhora de bens ou vencimentos.Mesmo a pessoa tendo morrido fica com a divida? E é possivel executar a penhora a herdeiros?Pelo que tenho lido aqui a maioria das dividas prescreve passado 5 anos.se possivel agradecia alguma ajuda urgente visto que tenho de dar uma resposta ate amanha de manha

    O prazo geral de prescrição é de 20 anos. Depois há é dívidas que prescrevem ao fim de 10, 5 anos ou 6 meses.

    Sim, as dívidas não se extinguem com a morte da pessoa. Mas só o património da herança responde pelas mesmas - se os bens da herança valem 5000 e há 10.000 de dívidas, então só se pagam os 5000 e pronto, os credores ficam a arder com o resto.

    Ao serem feitas as partilhas primeiro pagam-se as dívidas e só depois, se sobrar alguma coisa, é que é distribuído pelos herdeiros. Portanto os credores não agem sobre os herdeiros. Podem é notificar o cabeça de casal para pagar a dívida com o património da herança (e pode - e deve - fazê-lo, pois tem poder para tal, enquanto administrador da herança até às partilhas).

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    • 2 weeks later...
    Visitante manuel moiteiro

    Em Ano dois mil, (2000) éra sócio de uma firma aonde assinei um emprestimo individual. na condição verbal da firma pagar esse emprestimo, nesse mesmo ano saí da sociedade e fui para a alemanha, a firma foi á falencia e eu fui em 2012 ilibado das dividas da empresa ,só que fiquei com a conta bloqueado pelo BdP por esse emprestimo que não foi liquidado, já lá vão 12 Anos. Não tenho dinheiro nas contas mas não posso reativar, terei de pagar esses emprestimos??. Agencia Bancaria B.E.S --Obrigados pela Atenção

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    Em Ano dois mil, (2000) éra sócio de uma firma aonde assinei um emprestimo individual. na condição verbal da firma pagar esse emprestimo, nesse mesmo ano saí da sociedade e fui para a alemanha, a firma foi á falencia e eu fui em 2012 ilibado das dividas da empresa ,só que fiquei com a conta bloqueado pelo BdP por esse emprestimo que não foi liquidado, já lá vão 12 Anos. Não tenho dinheiro nas contas mas não posso reativar, terei de pagar esses emprestimos??. Agencia Bancaria B.E.S --Obrigados pela Atenção

    Para "limpar" o seu nome do BP deverá pagar a divida.

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    Visitante bernardo arranja

    boa tarde a cerca de 5 anos contrai dividas em três instituições de credito mais  divida de um carro cujo o mesmo devolvi mas fiquei com a divida na mesma estou desempregado já vai para três anos gostava que me informassem se essas dividas prescrevem pois alem de estar desempregado não possuo qualquer bem.

    obrigado.

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    boa tarde a cerca de 5 anos contrai dividas em três instituições de credito mais  divida de um carro cujo o mesmo devolvi mas fiquei com a divida na mesma estou desempregado já vai para três anos gostava que me informassem se essas dividas prescrevem pois alem de estar desempregado não possuo qualquer bem.

    Todas as dívidas prescrevem. Mas, dependendo do tipo de dívidas, pode levar até 2 décadas, que ´e o prazo geral de prescrição previsto no Código Civil... Sendo certo que, pelo caminho, há de haver processos em curso para reaver esse dinheiro em dívida, e que o montante das mesmas não pára de aumentar, com os juros.

    O melhor, provavelmente, é investigar sobre a possibilidade de pedir proteção contra credores e declarar insolvência pessoal - nesse caso, será atribuído um gestor de insolvência, que garante que o eventual dinheiro ganho sirva primeiro para colmatar as necessidades básicas (comida, alojamento, etc) e depois vá todo para pagar as dívidas; mas ao fim de 5 anos de começado o processo, as dívidas são esquecidas, independentemente de estarem pagas ou não.

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    • 2 weeks later...
    Visitante Januário Ramos

    Srs.

    Sou reformado da PSP

    Nunca tive ou tenho conta aberta no Banif

    Sem mais nem menos, pois nunca fui notificado de qualquer divida ou notificado de qualquer penhora, penhoraram.me a Pensão de reforma no valor de 475€, segundo afirma a agente de execução de uma divida contraida por mim em 1986 junto daquele Banco, - como se em 1986 todos os funcionários públicos eram obrigados a receber pela CGD.

    Agora, também, sem mais nem menos o mesmo Banco penhorou-me o reembolso do IRS, no valor de 3325€ por outro processo, sem que eu tenha sido notificado de qualquer divida ou notificado de qualquer penhora, para deduzir oposição.

    Será que eles podem fazer isso ?

    Mas, segundo o CPP, a não notificação do arguido (devedor) não torna o processo nulo(nulidade absoluta) ?

    Se sim, o que devo fazer ?

    Me ajudem e elucidem

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    • 2 weeks later...
    Visitante coolnuno

    Boa tarde,

    Tenho uma divida a um cartão de credito, em incumprimento desde Março de 2011. Nunca paguei , porque não tenho possibilidade. Recentemente tive conhecimentos de uma lei que saiu o ano passado em que as instituições têm 3 anos para interpor acção , considerando o legislador que se  o credor financeiro não o faz durante esse tempo, é porque demonstra desinteresse na recuperação do crédito . Que lei é esta que eu vi algures e não me recordo? Sei que foi uma lei criada para proteger dos devedores dos abusos dos credores e també da usura dos juros que praticavam.

    Obrigado.

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    Tenho uma divida a um cartão de credito, em incumprimento desde Março de 2011. Nunca paguei , porque não tenho possibilidade. Recentemente tive conhecimentos de uma lei que saiu o ano passado em que as instituições têm 3 anos para interpor acção , considerando o legislador que se  o credor financeiro não o faz durante esse tempo, é porque demonstra desinteresse na recuperação do crédito . Que lei é esta que eu vi algures e não me recordo? Sei que foi uma lei criada para proteger dos devedores dos abusos dos credores e també da usura dos juros que praticavam.
    A introdução do limite aos juros foi feita, salvo erro, pelo Decreto-Lei 133/2009. Mas não encontro lá nada que diga respeito a essa questão dos 3 anos nem nunca me lembro de ter ouvido falar de semelhante.

    De qualquer forma, podes encontrar a legislação relativa a cartões no Portal do Cliente Bancário: http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/ProdutosBancarios/Cartoes/Paginas/Legislação-cartoes.aspx

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