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  • FORMAS DE POUPAR

  • Crédito Habitação + Divórcio


    Estedara

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    E também se pode dizer que enquanto não lhe apeteceu vender a casa tu te mantiveste caladinho e não te manifestaste contra a situação. Porque não insististe tu na venda/partilhas da casa ou para lá viver, já que ela era também tua?

    Quanto ao eu ficar caladinho, conforme diz Pauloaguia, se calhar preferias peixeirada à porta com os filhos a assistir, eu a querer entrar no que é meu por direito, a senhora a não me deixar entrar e depois de eu sair de lá a mesma ir contra uma parede e dirigir-se à esquadra mais próxima, alegando que eu a tinha agredido...não?

    Se reparares, eu usei a mesma expressão que tu. Naturalmente não quero dizer que resolvesses as coisas à peixeirada (embora às vezes seja preciso).

    Mas deixares-te ficar à espera que o imóvel seja vendido, também não me parece boa política - imagina que ela tinha deixado de pagar o empréstimo? Se o banco executasse a hipoteca e vendesse a casa por um valor muito baixo, continuavas a ter dívida para pagar, podias ver o salário penhorado e sabe-se lá mais o quê. E bem podias chamar o advogado que um acordo verbal, ainda por cima onde o banco não foi tido nem achado, não te ia eximir das tuas responsabilidades perante o banco nesse caso...

    Dá-me ideia que estás a misturar sentimentos com razão. Basta ver que metade dos argumentos que estás a invocar não têm nada a ver com as responsabilidades.

    E se há advogados metidos no processo de divórcio, pois o melhor conselho que te posso dar é mesmo o de apresentares a carta ao teu advogado e ele que diga qual deve ser o teu próximo passo...

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    • pauloaguia

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    Se reparares, eu usei a mesma expressão que tu. Naturalmente não quero dizer que resolvesses as coisas à peixeirada (embora às vezes seja preciso).

    Mas deixares-te ficar à espera que o imóvel seja vendido, também não me parece boa política - imagina que ela tinha deixado de pagar o empréstimo? Se o banco executasse a hipoteca e vendesse a casa por um valor muito baixo, continuavas a ter dívida para pagar, podias ver o salário penhorado e sabe-se lá mais o quê. E bem podias chamar o advogado que um acordo verbal, ainda por cima onde o banco não foi tido nem achado, não te ia eximir das tuas responsabilidades perante o banco nesse caso...

    Dá-me ideia que estás a misturar sentimentos com razão. Basta ver que metade dos argumentos que estás a invocar não têm nada a ver com as responsabilidades.

    E se há advogados metidos no processo de divórcio, pois o melhor conselho que te posso dar é mesmo o de apresentares a carta ao teu advogado e ele que diga qual deve ser o teu próximo passo...

    Pauloaguia,

    Não vale a pena "carregares" em cima do membro chiquinho. Aliás, diz lá então o que é que ele deveria ter feito... é que vais ter uma surpresa se levares o teu raciocínio até ao fim.

    Aquilo que tu propões tem um único resultado final - a insolvência dos dois.

    E se não é assim, diz lá qual seria o caminho acertado.

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    • 1 month later...

    Boa tarde estou divorciada desde 2010 onde no mesmo dia aceitei fazer as partilhas que apenas seria um imóvel com hipoteca sobre o banco. Pensei que a conservatória pediu a uma carta com a exoneração do meu nome coisa que não aconteceu. Ou seja o bem foi passado para o nome do meu ex-marido. Neste momento pediu-se a exoneração do meu nome no empréstimo, o banco não aprovou a minha saída. Mesmo eu não estando a pagar nada do empréstimo quero o meu nome removido. Sendo que estou desempregada e sem bens no meu nome. Preciso de ajuda para resolver este problema.

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    Ou seja o bem foi passado para o nome do meu ex-marido. Neste momento pediu-se a exoneração do meu nome no empréstimo, o banco não aprovou a minha saída. Mesmo eu não estando a pagar nada do empréstimo quero o meu nome removido.
    Qual foi o argumento apresentado pelo banco para recusar o pedido?

    Se ele conseguir suportar o crédito sozinho, com uma taxa de esforço inferior a 55%, à partida não há razões para o banco recusar (se bem que o que a lei diz é que nestas condições o banco não pode agravar as condições do empréstimo, não creio que seja obrigado a aceitar a renegociação).

    Não havendo motivos para a recusa, é tentar apresentar uma reclamação do banco - pode ser que os entraves desapareçam magicamente...

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    Boa tarde. A minha companheira tem uma casa em comum com ex. Marido, agora ele pede para tirar o nome do credito, sem qualquer troca de dinheiro ou de valores a lhe serem restituídos. Entretanto a caixa pede um fiador para a minha companheira ficar a titular. Tendo em conta a lei o banco não devia permitir a saída do ex marido dela do credito sem pedir fiadores e sem alteração das condições do contrato? Caso seja necessário um fiador haverá outra forma de transferir o credito ou substituir um dos titulares?

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    Boa tarde. A minha companheira tem uma casa em comum com ex. Marido,

    agora ele pede para tirar o nome do credito, sem qualquer troca de dinheiro ou de valores a lhe serem restituídos.

    Entretanto a caixa pede um fiador para a minha companheira ficar a titular.

    Tendo em conta a lei o banco não devia permitir a saída do ex marido dela do credito sem pedir fiadores e sem alteração das condições do contrato?

    Caso seja necessário um fiador haverá outra forma de transferir o credito ou substituir um dos titulares?

    Uma aulas na lingua portuguesa...

    Substitua-se ao ex-marido como fiador. Afinal não vai viver para o imóvel em questão com a sua companheira?

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    • 2 months later...
    Visitante carlosbsilva

    Boa tarde!

    Após ter lido a lei 59/2012, fiquei ainda com algumas duvidas. Divorciei-me e estou a ponderar ficar com a minha casa. Julgo que me enquadro nos parâmetros exigidos, nomeadamente em relação à taxa de esforço. Acordado o valor a que a minha ex-mulher tem direito, terei de pedir empréstimo nesse montante à entidade bancária, visto não o ter!

    A entidade bancária é obrigada a fazer-me o empréstimo?

    Necessito de realizar nova escritura?

    O prazo de empréstimo ficará no restante que ainda tenho para cumprir(no meu caso, mais 15 anos)ou posso optar por outro prazo?

    Agradeço a vossa atenção e esclarecimentos.

    Desde já o meu muito obrigado ao forum e a todos os participantes!

    Carlos Silva

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    Boa tarde!

    Após ter lido a lei 59/2012, fiquei ainda com algumas duvidas. Divorciei-me e estou a ponderar ficar com a minha casa. Julgo que me enquadro nos parâmetros exigidos, nomeadamente em relação à taxa de esforço. Acordado o valor a que a minha ex-mulher tem direito, terei de pedir empréstimo nesse montante à entidade bancária, visto não o ter!

    1. A entidade bancária é obrigada a fazer-me o empréstimo?

    Necessito de realizar nova escritura?

    O prazo de empréstimo ficará no restante que ainda tenho para cumprir(no meu caso, mais 15 anos)ou posso optar por outro prazo?

    Agradeço a vossa atenção e esclarecimentos.

    Desde já o meu muito obrigado ao forum e a todos os participantes!

    Carlos Silva

    1. A casa é sua, de acordo com o que escreveu. A entidade bancária não é obrigada a nada. Do divórcio deve ter um conjunto de obrigações para ambas as partes. Se a casa é para dividir pelos dois e não tem capital para comprar a outra metade então deverá procurar saber junto de instituições bancárias, algumas simulações para saber qual a que pode ser menos onerosa para si. Mas antes disso, deve realizar-se uma avaliação do valor do bem a dividir...

    Se existe um CH em nome dos dois e agora com o divórcio, pretende assumir a outra metade, não deverá ser penalizado no spread, se cumprir com os requisitos da lei que referiu. Sendo um divórcio amigável deverá haver consenso na partilha dos bens... de acordo com o regime de bens que foi escolhido no casamento em questão.

    Convém que faça as partilhas antes de avançar para o que quer que seja!...

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    • 5 months later...
    Visitante Nicolau Petinga (V)

    Boa tarde.

    Comprei casa com a minha ex, tenho 7anos pagos mas há dois separei me.

    Ela não quer pagar e deixou me dívidas enquanto ficou ela responsável pela casa.

    Agora não quer que eu vá para a casa e nao quer fazer a dacao do imóvel ao banco.

    Eu com as dívidas agora muito dificilmente ia conseguir. Recebo 615 e a prestação e de 400 tenho a minha companheira com160€de desemprego e um inteado de 3anos.

    Qual a melhor solução. Por favor preciso de ajuda.

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    Comprei casa com a minha ex, tenho 7anos pagos mas há dois separei me.

    Ela não quer pagar e deixou me dívidas enquanto ficou ela responsável pela casa.

    Agora não quer que eu vá para a casa e nao quer fazer a dacao do imóvel ao banco.

    Eu com as dívidas agora muito dificilmente ia conseguir. Recebo 615 e a prestação e de 400 tenho a minha companheira com160€de desemprego e um inteado de 3anos.

    O que ficou previsto relativamente à casa ao fazerem as partilhas no divórcio?

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    • 2 months later...
    Visitante vdj (visitante)

    boa tarde

    eu divorcieime legalmente a um ano e meio tenho um credito á habitação em qual esta tambem o da minha ex mulher , fizemos escritura de partilha do imovel em que eu me responsabilizo pela parte dela do credito . o banco nao quis tirar o nome dela mesmo pondo o nome da minha actual companheira como fiadora . ela agora quer comprar casa e como tem o nome no meu credito o banco nao empresta .

    ela pode me obrigar a vender a casa para tirar o nome do credito?

    pago o emprestimo sozinho á dois anos e tenho a escritura de partilha da casa a um ano tenho taxa de esforço de 52% e o banco pede mais fiadores ha alguma maneira de tirar o nome da ex do credito ? ja alguem passou pelo mesmo e como resolveram a questão??

    obrigado

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    • 4 months later...
    Visitante monicaHA

    Boa tarde,

    Alguém me pode ajudar com estas dúvidas??!! Estou separada há mais de um ano mas ainda a viver na mesma casa com o meu marido.Ambos estamos de acordo com o divórcio,queremos que vá para a frente o mais breve possível.Temos esta casa há 9/10 anos, pedimos crédito à habitação e juntámos outro crédito à prestação, na mesma altura. Atualmente pagamos cerca de 720€ de prestação....e eu quero tentar ficar com a casa a meu cargo. Mas o meu ordenado é pouco mais de mil euros e penso que o Banco não muda o crédito só para mim. A questão é:pode a casa ficar em meu nome, quando tratarmos da papelada da partilha, e o credito continuar no nome dos dois? E a casa ficando em meu nome tem de se alterar a escritura? E paga-se essa escritura? Não sei mesmo como fazer e o que fazer, por isso peço ajuda!

    Obrigada,

    Mónica Anjos

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    há 15 minutos, Visitante monicaHA disse:

    Boa tarde,

    Alguém me pode ajudar com estas dúvidas??!! Estou separada há mais de um ano mas ainda a viver na mesma casa com o meu marido.Ambos estamos de acordo com o divórcio,queremos que vá para a frente o mais breve possível.Temos esta casa há 9/10 anos, pedimos crédito à habitação e juntámos outro crédito à prestação, na mesma altura. Atualmente pagamos cerca de 720€ de prestação....e eu quero tentar ficar com a casa a meu cargo. Mas o meu ordenado é pouco mais de mil euros e penso que o Banco não muda o crédito só para mim. A questão é:pode a casa ficar em meu nome, quando tratarmos da papelada da partilha, e o credito continuar no nome dos dois? E a casa ficando em meu nome tem de se alterar a escritura? E paga-se essa escritura? Não sei mesmo como fazer e o que fazer, por isso peço ajuda!

    Obrigada,

    Mónica Anjos

    e o seu ex-marido aceita continuar a pagar um crédito de uma casa que vai deixar de ser dele? eu não o faria.

    o melhor é tentarem vender a casa, pagarem o crédito ao banco e seguirem em frente. e tente arranjar um casa mais à medida dos seus rendimentos, repare que não é lógico ter um vencimento de 1000 euros e pagar uma prestação de 700€. Como é que vai sobreviver?

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    há 14 minutos, Visitante monicaHA disse:

    A questão é:pode a casa ficar em meu nome, quando tratarmos da papelada da partilha, e o credito continuar no nome dos dois? E a casa ficando em meu nome tem de se alterar a escritura? E paga-se essa escritura?

    Mudar a propriedade de um imóvel implica escritura, sim. No entanto, como há uma hipoteca sobre a casa, o banco tem uma palavra a dizer. E, como dizes, com essas condições, o banco dificilmente aceitará que o empréstimo fique só em teu nome (mas não perdes nada em perguntar). Seria possível amortizarem um pedaço ao empréstimo de forma a baixar a prestação? 

    Em qualquer caso, eu começava por ir ao banco colocar essas questões para saber quais são as tuas alternativas. É que o Banco vai sempre ter de ser envolvido na operação.

     

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    Visitante monicaHA
    há 22 horas, pauloagsantos disse:

    e o seu ex-marido aceita continuar a pagar um crédito de uma casa que vai deixar de ser dele? eu não o faria.

    o melhor é tentarem vender a casa, pagarem o crédito ao banco e seguirem em frente. e tente arranjar um casa mais à medida dos seus rendimentos, repare que não é lógico ter um vencimento de 1000 euros e pagar uma prestação de 700€. Como é que vai sobreviver?

    O problema é que quando fizemos a compra da casa juntámos um crédito extra ao valor do empréstimo da casa...por isso, para vendermos a casa teríamos de o fazer por um valor inferior ao valor da dívida ao banco.

    O que pensei foi o meu marido sair de casa, pois ele não quer assumir a casa sozinho, e eu ficar a pagar tudo sozinha, com a ajuda da pensão de alimentos.Não vai ser fácil....O crédito provavelmente terá de continuar no nome dos dois, e eu pensei que nos papéis do divórcio se pudesse colocar que a casa fica como morada de família, com total usufruto meu e da nossa filha, pois a criança vai ficar à minha guarda. Eu vejo que a situação é difícil,mas pelo meu marido continuávamos a viver assim, pois usufrui de roupa lavada, comida feita e casa limpa e mobilada, e também da companhia da filha. Mas para mim a situação é insustentável e tenho mesmo de procurar uma solução, para poder prosseguir com a minha vida. 

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    Visitante monicaHA
    há 23 horas, pauloaguia disse:

    Mudar a propriedade de um imóvel implica escritura, sim. No entanto, como há uma hipoteca sobre a casa, o banco tem uma palavra a dizer. E, como dizes, com essas condições, o banco dificilmente aceitará que o empréstimo fique só em teu nome (mas não perdes nada em perguntar). Seria possível amortizarem um pedaço ao empréstimo de forma a baixar a prestação? 

    Em qualquer caso, eu começava por ir ao banco colocar essas questões para saber quais são as tuas alternativas. É que o Banco vai sempre ter de ser envolvido na operação.

     

    Pois, não temos possibilidade para amortizar.....

    Eu vou tentar, mas não sei se vou conseguir pagar a prestação....

    Nesse caso o que nos acontece?

    A minha entidade patronal não ia aceitar se penhorassem parte do meu ordenado....

     

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    há 7 minutos, Visitante monicaHA disse:

    O problema é que quando fizemos a compra da casa juntámos um crédito extra ao valor do empréstimo da casa...por isso, para vendermos a casa teríamos de o fazer por um valor inferior ao valor da dívida ao banco.

    O que, mesmo assim, deixaria a dívida bem mais fácil de pagar, mesmo que juntamente com uma renda para morar noutro sítio...

    há 7 minutos, Visitante monicaHA disse:

    O que pensei foi o meu marido sair de casa, pois ele não quer assumir a casa sozinho, e eu ficar a pagar tudo sozinha, com a ajuda da pensão de alimentos.

    Já tens uma ideia de quanto seria? Estando ele a viver noutro sítio e com outras despesas, pode ser que se safe a pagar pouco, se tiver um salário baixo...

    há 7 minutos, Visitante monicaHA disse:

    Eu vejo que a situação é difícil,mas pelo meu marido continuávamos a viver assim, pois usufrui de roupa lavada, comida feita e casa limpa e mobilada, e também da companhia da filha. Mas para mim a situação é insustentável e tenho mesmo de procurar uma solução, para poder prosseguir com a minha vida. 

    Acho bem quanto à companhia da filha. Quanto à roupa, é uma questão de deixares de lavar a roupa dele - ele não tem mãos para a meter ele na máquina e pendurar? E podes passar a cozinhar também só para ti e para a tua filha (embora saia bem mais barato cozinhar para todos do que para cada um - e instituir que ele cozinhe em determinados dias da semana? Ou ele cozinha assim tão mal?)

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    há 1 hora, Visitante monicaHA disse:

    Eu vou tentar, mas não sei se vou conseguir pagar a prestação....

    Nesse caso o que nos acontece?

    O mais provável seria a penhora da casa... mas se dizes que não chega para pagar o empréstimo, continuaram depois a ter de pagar o residual.

    há 1 hora, Visitante monicaHA disse:

    A minha entidade patronal não ia aceitar se penhorassem parte do meu ordenado....

    Não se trata de aceitar ou deixar de aceitar - se as coisas chegassem a esse ponto teriam de cumprir com a ordem de penhora. Eles não são sequer penalizados com isso, apenas passam a ter de enviar parte do ordenado para outro lado...

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    Podia enunciar mais casos, mas o do Nicolau Petinga é o mais berrante. Tem uma prestação de 400€ mensais recebendo 615€ de vencimento (assumo o mesmo salário para a companheira). Assim sendo, dos 615 euros mensais que recebe cada um, 200 euros são para a prestação.

    O que é que tinham na cabeça para se meterem num crédito assim? Não é óbvio que basta acontecer qualquer coisa que seja e deixam de poder pagar a casa? Porque é que não arrendaram uma casa? Não consigo perceber certas decisões financeiras, e quando chegam estes momentos as pessoas já estão numa situação tal que vendendo a casa paga apenas uma parte do crédito, enterram-se em crédito para o resto da vida. Ainda na última semana uma pessoa que perguntou como podia pagar um crédito de 390 euros com um salário de 750, dado que a companheira tinha infelizmente falecido. E quando eu disse porque não vendia a casa para amortizar o mais possível de crédito e mudar-se para uma casa arrendada de 250€, ele disse-me que só lhe faltavam 20 anos para acabar de pagar a casa...

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    há 17 horas, Visitante monicaHA disse:

    O problema é que quando fizemos a compra da casa juntámos um crédito extra ao valor do empréstimo da casa...por isso, para vendermos a casa teríamos de o fazer por um valor inferior ao valor da dívida ao banco.

    O que pensei foi o meu marido sair de casa, pois ele não quer assumir a casa sozinho, e eu ficar a pagar tudo sozinha, com a ajuda da pensão de alimentos.Não vai ser fácil....O crédito provavelmente terá de continuar no nome dos dois, e eu pensei que nos papéis do divórcio se pudesse colocar que a casa fica como morada de família, com total usufruto meu e da nossa filha, pois a criança vai ficar à minha guarda. Eu vejo que a situação é difícil,mas pelo meu marido continuávamos a viver assim, pois usufrui de roupa lavada, comida feita e casa limpa e mobilada, e também da companhia da filha. Mas para mim a situação é insustentável e tenho mesmo de procurar uma solução, para poder prosseguir com a minha vida. 

    monica, repare que a questão pode não ser ele querer ou não querer assumir a casa sozinho, a questão é se ele tem ou não tem rendimentos para assumir a casa sozinho.

    parece-me que os dois enquanto casal, conseguiam cumprir com os pagamentos ao banco, mas que isoladamente não vão ser capazes.

    por muito que custe tomar a decisão, acredite que o mais sensato será venderem a casa, amortizar o empréstimo ao banco e esperar que o restante não seja muito. afinal já estão a pagar o empréstimo à 9/10 anos, se é verdade que a maior parte no inicio é de juros, também se vai amortizando qualquer coisa. Até pode ser que a venda da casa seja suficiente para amortizar a totalidade do empréstimo.

    depois, não faça conta com a pensão de alimentos do seu ex-marido para as despesas do dia a dia, o que não falta são histórias de pensão de alimentos que não são pagas ou mediante um desemprego elas baixarem consideravelmente.

    se o seu vencimento é de mil e pouco euros, tente encontrar um casa/apartamento com uma renda de 300/350 euros. Não sei onde mora, em lisboa é dificel, mas em muitas cidades/vilas do interior é possível. Ok a nova casa pode não ter o conforto da casa actual, pode ser uma casa mais antiga, mas terá pelo menos folga financeira para viver a vida e criar a sua filha.

     

     

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    Visitante monicaHA
    há 16 horas, pauloaguia disse:

    O mais provável seria a penhora da casa... mas se dizes que não chega para pagar o empréstimo, continuaram depois a ter de pagar o residual.

    Não se trata de aceitar ou deixar de aceitar - se as coisas chegassem a esse ponto teriam de cumprir com a ordem de penhora. Eles não são sequer penalizados com isso, apenas passam a ter de enviar parte do ordenado para outro lado...

    Mas atualmente não é "proibido" penhorarem as casas?

    Pois eu até posso deixar de lavar e limpar e etc mas a questão é mesmo a vontade enorme de encontrar uma saída porque vivermos juntos já é insustentável, porque nada temos um com o outro e queremos refazer a nossa vida.,

    Sim, o ordenado dele não é baixo mas o que declara é o ordenado minimo.

     

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    há 9 minutos, Visitante monicaHA disse:

    Mas atualmente não é "proibido" penhorarem as casas?

    Por acaso acho que se falou disso aqui há uns meses atrás, não tenho a certeza como é que isso ficou. De qualquer forma, salvo erro, era só para dívidas ao Estado.

    há 9 minutos, Visitante monicaHA disse:

    Pois eu até posso deixar de lavar e limpar e etc mas a questão é mesmo a vontade enorme de encontrar uma saída porque vivermos juntos já é insustentável, porque nada temos um com o outro e queremos refazer a nossa vida.,

    Eu percebo isso. Não quis de todo insinuar que devesses tentar arranjar forma de prolongar a situação. Mas ao não lhe facilitares a vida, podes-lhe dar o incentivo que dizes que ele precisa para sair...

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    Visitante monicaHA
    A 13/04/2016 at 10:39, pauloaguia disse:

    Por acaso acho que se falou disso aqui há uns meses atrás, não tenho a certeza como é que isso ficou. De qualquer forma, salvo erro, era só para dívidas ao Estado.

    Eu percebo isso. Não quis de todo insinuar que devesses tentar arranjar forma de prolongar a situação. Mas ao não lhe facilitares a vida, podes-lhe dar o incentivo que dizes que ele precisa para sair...

    Ainda a navegar nas possibilidades, se eu vender a casa e amortizar algum valor, tenho de pagar 5% ao banco,do valor que dou para amortizar, como penalização?

    É possivel,por lei, quando entregar os papéis do divórcio, constar lá que o meu ex abdica do usufruto da casa enquanto eu permanecer nesta com a nossa filha, e por tempo indeterminado, até conseguirmos vender a casa? Relembro que o crédito terá de continuar no nome dos 2, pois a minha taxa de esforço é superior ao valor estipulado e por isso não me transferem o credito so para mim.

    Alguém me consegue esclarecer?

     

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    Bom dia!

    Tenho tentado ler sobre o assunto, mas estou bastante confuso em relação ao pagamento de tornas e sobre a maneira de calcular este valor.

    A escritura da casa foi feita ainda em solteiros tendo a casa sido comprada em partes iguais por ambos e o crédito habitação está em nome dos dois. Em caso de divórcio e ficando um de nós com a casa, como calcular o valor de tornas a pagar ao cônjuge?

    Obrigado.

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