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  • FORMAS DE POUPAR

  • Montante necessário para deixar de trabalhar e viver dos juros


    joaopais

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    scpuser, como é que fazes a gestão / controlo dos inquilinos, ou seja, no caso do RP#3, se alugasses quartos a estudantes, como terias forma de efetuar uma espécie de  "triagem" para perceber se se tratam de inquilinos com probabilidade de causar problemas ( no próprio imóvel ou incómodo de vizinhos constante ) ou não ?

    Pergunto isto porque, após um investimento avultado na remodelação do imóvel, concerteza que não vais querer estudantes a danificar coisas  .. e visto que estás na Alemanha, em termos de gestão da situação parece-me um pouco complicada .. a não ser que tenhas algum familiar / amigo de confiança na zona a tratar disso por ti

    No teu blog expões a questão do Crédito de cada RP# ao nível de prestações mensais, o juro e o capital amortizado, mas ao nível dos custos com o Banco ( escritura, IMT, Dossier etc ) tens noção de quanto foi +- ?

    1800€ ? 2000€ ? 2500€ ?

    Ao simular CH de imóveis com valor idêntico ( ~40 000€ ) em vários bancos, o valor desses custos ronda esses valores, queria só ter uma ideia se de facto anda à volta disso ou não.

    Ando a ponderar bastante desde há mais de 2 anos o cenário que já colocaste em prática ( aquisição de Imóveis com valor < 50 000€ mas com potencial ), actualmente já tenho 2 Imóveis arrendados mas são de valor bastante superior e a renda igualmente superior e isso acaba também por efetuar a tal " filtragem / triagem " que mencionei em cima, ou seja, quem tem capacidade de pagar uma renda mais elevada, na teoria é menos provável que vá causar distúrbios ou danos no imóvel ( há sempre excepções claro )..

    O meu receio é, em imóveis cujo valor da renda mensal esteja num intervalo de 200 - 400€, o tipo de inquilinos possa ser mais problemático, se é que me faço entender, qual é a tua opinião sobre isso ? ( e a dos outros utilizadores também )

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    Para aqueles que me pediram um diário de bordo, partilho agora o meu blog: www.fromcentstoretirement.com (120.000 views em 2016, 650 subscritores) e respectiva página no facebook, recém criada: https:

    Muitos se esqueceram que este tópico era sobre "Montante necessário para deixar de trabalhar" e não sobre "Montante necessário para poder desperdiçar grandes quantidades de dinheiro"

    Há várias variáveis a ter em consideração, se é uma pessoa solteira a viver sozinha, se é um casal, se é um casal com 1, 2 ou mais filhos ... se o casal pretende deixar de trabalhar ou se apenas 1 dos

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    greedy................ a triagem é extremamente complicada... e estando tu já dentro da area podes perceber porquê!

     

    E é como dizes, quanto mais baixo o valor da renda, mais lixo irá bater-te à porta.

    Segurança para ti? Zero... basta ler relatos em vários foruns de pessoas com contratos ou sem contratos, em que os inquilinos deixam de pagar e é uma dor de cabeça para os mexer de lá para fora, excepto claro se lhes apresentares os teus primos da Ucrania :P

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    Pois ... acho que a única forma de "blindar" essa questão e por forma a precaver esse tipo de situações é solicitar no contrato de arrendamento um fiador .. nesse caso depois o problema é entre inquilino e o fiador ( familiares / amigos ) .. e o problema deixa de ser do proprietário do Imóvel ..

    Legalmente desconheço se é possível, mas no caso do próprio Fiador se recusar a pagar, será possível penhorar por exemplo o seu salário de maneira a garantir a cobrança da renda .. ?

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    Com a justiça e rapidez nos nossos tribunais? Mesmo que seja possivel fazer alguma coisa ao fiador quanto tempo vais esperar? E se o fiador estiver tambem sem posses? e e e e .... com rendas baixas nao sei, uma solução é subir a caução: 3 meses caução + 1 mês de aluguer

    ?

    Quem nao tiver 4 meses de renda no banco é caso para tu abrires logo a pestana

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    há 13 horas, master-chief disse:

    Com a justiça e rapidez nos nossos tribunais? Mesmo que seja possivel fazer alguma coisa ao fiador quanto tempo vais esperar? E se o fiador estiver tambem sem posses? e e e e .... com rendas baixas nao sei, uma solução é subir a caução: 3 meses caução + 1 mês de aluguer

    ?

    Quem nao tiver 4 meses de renda no banco é caso para tu abrires logo a pestana

    Se o fiador, ou o inquilino, não tiverem bens, então não há Tribunal que valha, Não se pode ir buscar onde não há. Nessas situações o melhor é tentar fazer um acordo com o inquilino, de modo a este sair logo da casa, mesmo com rendas em atraso.  

     

    É ao senhorio que compete escolher os inquilinos. Não pode aceitar qualquer um para inquilino ou fiador. Quem quer arriscar, depois não se pode queixar dos tribunais, da má sorte, da crise, ou do que quer que seja. Quando fazemos maus negócios, a culpa é nossa, não é dos outros.

     

    Tem de se ser criterioso na escolha. Sobretudo há que perceber porque é que aquela pessoa está a arrendar aquela casa, se, aos juros atuais, poderia comprar uma casa e ficar a pagar uma prestação ao banco de valor muito inferior ao valor da renda. 

    Editado por atlas
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    há 2 horas, maj.lraep disse:

    os tribunais não servem para nada.

    se tentamos colocar alguém na rua boa sorte.

    Os meus pais já o fizeram. Perderam 6 meses de rendas e pagaram ao advogado. Mas 6 meses depois tinham a casa.

    Mas já agora, qual é então a tua solução se o inquilino deixar de pagar? Contratar um grupo de ciganos para lhe chegar a roupa ao pêlo?

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    há 16 minutos, atlas disse:

    Os meus pais já o fizeram. Perderam 6 meses de rendas e pagaram ao advogado. Mas 6 meses depois tinham a casa.

    Mas já agora, qual é então a tua solução se o inquilino deixar de pagar? Contratar um grupo de ciganos para lhe chegar a roupa ao pêlo?

    Bem vindo ao clube ....Tambem já o fiz...Perdi 2 anos de renda paguei advogado e fiquei com a casa toda destruída, noites sem dormir, antidepressivos etc. etc.....continuo com dois prédios alugados apenas porque não consigo vende-los, se o fizer terei que perder perto de 30% em relação á compra à cerca de seis anos atrás...Não estou aqui para ser do contra ..Já por cá ando há uns anitos grandes e sabem o que vos digo...adquirir prédios bem localizados que estejam degradados, reconstruir e vender sim;  Adquirir prédios com finalidade de arrendamento (como disse um tal ministro JAMAIS)

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    há 1 hora, quim disse:

    Bem vindo ao clube ....Tambem já o fiz...Perdi 2 anos de renda paguei advogado e fiquei com a casa toda destruída, noites sem dormir, antidepressivos etc. etc.....continuo com dois prédios alugados apenas porque não consigo vende-los, se o fizer terei que perder perto de 30% em relação á compra à cerca de seis anos atrás...Não estou aqui para ser do contra ..Já por cá ando há uns anitos grandes e sabem o que vos digo...adquirir prédios bem localizados que estejam degradados, reconstruir e vender sim;  Adquirir prédios com finalidade de arrendamento (como disse um tal ministro JAMAIS)

    o problema é a justiça não ser muito mais rápida (não deveria demorar mais de 15dias/1mês a colocar um devedor fora), e depois a justiça permitir que existam listas negras, onde os senhorios pudessem consultar quem já fez algum crime deste género.

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    há 2 horas, atlas disse:

    A lei realmente tem mecanismos que permitem protelar a saída. Por isso é que comecei por referir que o importante é ser criterioso na escolha. É na escolha das pessoas que se faz a prevenção.

     

    Desde que sou eu a arrendar o imóvel dos meus pais, nunca mais houve problema. Também no meu imóvel, nunca houve problemas. Sou exigente na escolha do fiador e prefiro não arrendar a correr grandes riscos. Assim se o arrendatário não pagar, comunico logo ao fiador que ele é que irá suportar aqueles meses. Já aconteceu e foi o suficiente para o fiador "apertar o arrendatário" de forma a que ele não ficasse a dever.

     

    Quanto às listas negras, é uma boa ideia. Mas em todo o caso, vos digo: se alguma vez um FDP me ficar a dever e me destruir o que arrendo (também tenho um imóvel arrendado), vou exigir o que me é devido. Se não me pagarem, parto para a declaração de insolvência. Nunca mais conseguem ter uma conta bancária, nunca mais poderão ter nada em nome deles e a lista dos insolventes está disponível on line. Nunca mais fazem isso a mais ninguém. Eles podem-me rebentar a casa mas eu rebento-lhes com a vida.

    Tens razão,,deveremos ser exigentes na escolha; mas decerto que não estás a falar em prédios com valores e localizações como se tem falado por aqui, ou seja: o que é bom e bem localizado é caro, mas em contrapartida podemos exigir. Não conheço, mas arrisco a dizer que nenhum dos teus prédios vale menos de 60.000€

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    Eurico, o presbítero
    há 3 horas, maj.lraep disse:

    o problema é a justiça não ser muito mais rápida (não deveria demorar mais de 15dias/1mês a colocar um devedor fora), e depois a justiça permitir que existam listas negras, onde os senhorios pudessem consultar quem já fez algum crime deste género.

    O que dizem aqui sobre a "justiça" que temos (temos?) é inteiramente verdade. É muito lenta, burocrática, cara e, como se não bastasse, ineficaz. É um estímulo ao incumprimento das leis.

    No meu caso, tenho um R/C de um prédio alugado a um snack-bar que já não me paga a renda há mais de um ano e lá continua, de porta aberta, a fazer negócio todos os dias como se nada fosse. É cá um descaramento!...

    Naturalmente, entreguei o caso a um advogado (que me cobrou logo, à cabeça, 500 euros!), mas a coisa não está fácil. O advogado começou por colocar o processo no BNA (Balcão Nacional do Arrendamento), mas lá o caso ficou parado, porque faltava um papel (a identificação do cônjuge do inquilino, que eu desconheço... julguei que não era necessário incluir, no contrato de arrendamento, o nome do cônjuge... se agora já nem no Cartão do Cidadão aparece essa informação...). 

    Enfim, o processo esteve no BNA uns bons 3 ou 4 meses e não andou absolutamente nada! Ao que me dizem agora, parece que este balcão BNA é uma grande treta, um embuste, um "faz-de-conta", que nada resolve aos senhorios. Agora, vou ter que ir mesmo para tribunal e já estou a imaginar o tempo que isto vai demorar e a despesa (e os aborrecimentos) que vou ter. No meio de tudo isto, devo ter o inquilino às gargalhadas, porque lá continua com o negócio sem que a "justiça" o chateie.

    Só em Portugal mesmo...

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    há 15 horas, quim disse:

    Tens razão,,deveremos ser exigentes na escolha; mas decerto que não estás a falar em prédios com valores e localizações como se tem falado por aqui, ou seja: o que é bom e bem localizado é caro, mas em contrapartida podemos exigir. Não conheço, mas arrisco a dizer que nenhum dos teus prédios vale menos de 60.000€

    Verdade. Valem muito mais.

    há 14 horas, Eurico, o presbítero disse:

    O que dizem aqui sobre a "justiça" que temos (temos?) é inteiramente verdade. É muito lenta, burocrática, cara e, como se não bastasse, ineficaz. É um estímulo ao incumprimento das leis.

    No meu caso, tenho um R/C de um prédio alugado a um snack-bar que já não me paga a renda há mais de um ano e lá continua, de porta aberta, a fazer negócio todos os dias como se nada fosse. É cá um descaramento!...

    Naturalmente, entreguei o caso a um advogado (que me cobrou logo, à cabeça, 500 euros!), mas a coisa não está fácil. O advogado começou por colocar o processo no BNA (Balcão Nacional do Arrendamento), mas lá o caso ficou parado, porque faltava um papel (a identificação do cônjuge do inquilino, que eu desconheço... julguei que não era necessário incluir, no contrato de arrendamento, o nome do cônjuge... se agora já nem no Cartão do Cidadão aparece essa informação...). 

    Enfim, o processo esteve no BNA uns bons 3 ou 4 meses e não andou absolutamente nada! Ao que me dizem agora, parece que este balcão BNA é uma grande treta, um embuste, um "faz-de-conta", que nada resolve aos senhorios. Agora, vou ter que ir mesmo para tribunal e já estou a imaginar o tempo que isto vai demorar e a despesa (e os aborrecimentos) que vou ter. No meio de tudo isto, devo ter o inquilino às gargalhadas, porque lá continua com o negócio sem que a "justiça" o chateie.

    Só em Portugal mesmo...

    Sr. Eurico, tem toda a razão na lentidão.Aliás, a questão deveria ser simples: pagou ou não pagou. E legalmente os pagamentos só deveriam ser aceites por transferência bancária. E não deveria existir exceções de não cumprimento no caso do pagamento de rendas. A renda seria paga e depois vamos discutir o que for necessário (as habituais manobras das "humidades" que do nada apareceram; os "acordos verbais", que o senhorio nega a pés juntos, etc..). Era tudo escrito e por transferência bancária ou nunca existiu. 

     

    O Sr. Eurico, futuramente, irá conseguir recuperar o estabelecimento, mas depois não irá conseguir cobrar as rendas em atraso. Imagino que não exista um fiador de jeito, porque se assim fosse o Sr. Eurico estava-se a borrifar. Era só ligar para o fiador e dizer "olhe, mais um mês que não pagaram... mais um para o sr, pagar... não aperte com eles, não... depois não se admire que eu ainda vá em cima da sua própria casa...". Neste momento já o Sr. Eurico tinha o seu problema resolvido.

     

     Espero que o Sr. Eurico depois, simplesmente, não encolha os ombros. Processo de insolvência individual em cima! Toda a gente fica a saber (ou então tem obrigação disso, porque está disponível on line), Se cada um de nós, senhorios, fizéssemos isso, os incumpridores eram rapidamente descobertos e ostracizados. Só faziam isto uma vez e ficavam marcados para toda a vida!

     

    A impressão que eu tenho é que as pessoas, na generalidade, são cumpridoras. Querem mesmo pagar. Pode haver uma situação de desemprego repentino, ou uma doença, mas um inquilino que exponha a situação ao senhorio, chegam facilmente a um entendimento. Mas acho que em Portugal há pessoas que fazem disto vida. Passam anos e anos a saltitar de um senhorio para o outro, sem pagarem. Mas mais uma vez: é porque nós, senhorios, deixamos. Se cada um de nós fizer a sua parte (e não estivermos apenas a olhar para o nosso interesse individual), este ciclo é quebrado.

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    A 14/01/2017 at 08:29, atlas disse:

    Tem de se ser criterioso na escolha. Sobretudo há que perceber porque é que aquela pessoa está a arrendar aquela casa, se, aos juros atuais, poderia comprar uma casa e ficar a pagar uma prestação ao banco de valor muito inferior ao valor da renda. 

    Acho que não é assim tão linear, há outros factores que hoje em dia levam pessoas a arrendar e não a adquirir com CH uma "casa" ... falando da situação de emprego que já não é para toda a vida ... ou porque a própria empresa para o qual trabalham pode "obrigar" a ir trabalhar para outra geografia ... ou porque um dos conjugues ( se for 1 casal ) fica desempregado e fazem as contas e optam por emigrar etc etc etc ...

    Ou seja, estando com um CH de 30, 40, 48 anos, essa(s) pessoa(s) acabam por ter uma prisão a 1 Imóvel num determinado local .. mas se a sua vida os leva a ter que mudar de lugar depois como é ? O Banco está-se literalmente a borrifar .. 

    Conheço casos de 2 pessoas na casa dos 35 - 40 anos que aconteceu precisamente isso .. ou seja, tinham adquirido casa na zona de Lisboa com CH e passados 2 anos tiveram convite para ir trabalhar noutros países ... a solução temporária que arranjaram foi arrendar a casa a amigos ... mas isso não dura para sempre e depois como é ? Tem que pagar a renda da casa no estrangeiro e a prestação ao banco aqui em Portugal ..

    É verdade que nunca foi tão barato comprar casa com Crédito ( spread baixo e Euribor negativa ou 0 ), mas isso não vai ser sempre assim ..

    Mas sim .. é verdade que a "Justiça" em Portugal é muito lenta e que para tirar alguém de uma casa pode ser um problema ... mas acho que não é a generalidade .. daí a minha pergunta ao scpuser, ainda para mais se ele está físicamente longe ( Alemanha ), como pode gerir esse tipo de problemas, nomeadamente com estudantes se for o caso ? )

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    há 55 minutos, Greedy disse:

    Acho que não é assim tão linear, há outros factores que hoje em dia levam pessoas a arrendar e não a adquirir com CH uma "casa" ... falando da situação de emprego que já não é para toda a vida ... ou porque a própria empresa para o qual trabalham pode "obrigar" a ir trabalhar para outra geografia ... ou porque um dos conjugues ( se for 1 casal ) fica desempregado e fazem as contas e optam por emigrar etc etc etc ...

    Ou seja, estando com um CH de 30, 40, 48 anos, essa(s) pessoa(s) acabam por ter uma prisão a 1 Imóvel num determinado local .. mas se a sua vida os leva a ter que mudar de lugar depois como é ? O Banco está-se literalmente a borrifar .. 

    Conheço casos de 2 pessoas na casa dos 35 - 40 anos que aconteceu precisamente isso .. ou seja, tinham adquirido casa na zona de Lisboa com CH e passados 2 anos tiveram convite para ir trabalhar noutros países ... a solução temporária que arranjaram foi arrendar a casa a amigos ... mas isso não dura para sempre e depois como é ? Tem que pagar a renda da casa no estrangeiro e a prestação ao banco aqui em Portugal ..

    É verdade que nunca foi tão barato comprar casa com Crédito ( spread baixo e Euribor negativa ou 0 ), mas isso não vai ser sempre assim ..

    Mas sim .. é verdade que a "Justiça" em Portugal é muito lenta e que para tirar alguém de uma casa pode ser um problema ... mas acho que não é a generalidade .. daí a minha pergunta ao scpuser, ainda para mais se ele está físicamente longe ( Alemanha ), como pode gerir esse tipo de problemas, nomeadamente com estudantes se for o caso ? )

    eu já li tanto do scpuser que acho que ele disse algures que por acaso até tinha familiares perto de onde comprou o RE para esse tipo de eventualidades.

    Mas pelo que percebi do blog mais meio ano e está de volta a Portugal definitivamente e isso deixa de se colocar.

    Das experiências que tenho de arrendamento até hoje, e todas elas como arrendatário, em alguns 30 colegas com quem partilhei casa não houve um que deixasse de apagar ao senhorio... às xs podia haver atrasos de 2 semanitas ou assim mas só isso. Tudo estudantes também sempre.

    • Voto Positivo 1
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    On 1/13/2017 at 5:11 PM, zero said:

    Faz sentido contactar um agente imobiliário, e oferecer tipo 1000€ ou 2000€, por fora, por um negócio que ele identifique como sendo bom, e nos avisar? 

     

     

    Só é pena isso ser ilegal e extremamente não ético.

    Existem pessoas como eu que prestam o serviço de encontrar os melhores negócios para pessoas, não é mais fácil contactar alguém que trabalha legitimamente? 

    On 1/11/2017 at 10:09 PM, quirino said:

    eu subscrevi mas não recebi parece-me.

    Deves ter subscrito depois de eu mandar a newsletter.

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    On 1/13/2017 at 6:38 PM, Greedy said:

    scpuser, como é que fazes a gestão / controlo dos inquilinos, ou seja, no caso do RP#3, se alugasses quartos a estudantes, como terias forma de efetuar uma espécie de  "triagem" para perceber se se tratam de inquilinos com probabilidade de causar problemas ( no próprio imóvel ou incómodo de vizinhos constante ) ou não ?

    Pergunto isto porque, após um investimento avultado na remodelação do imóvel, concerteza que não vais querer estudantes a danificar coisas  .. e visto que estás na Alemanha, em termos de gestão da situação parece-me um pouco complicada .. a não ser que tenhas algum familiar / amigo de confiança na zona a tratar disso por ti

    No teu blog expões a questão do Crédito de cada RP# ao nível de prestações mensais, o juro e o capital amortizado, mas ao nível dos custos com o Banco ( escritura, IMT, Dossier etc ) tens noção de quanto foi +- ?

    1800€ ? 2000€ ? 2500€ ?

    Ao simular CH de imóveis com valor idêntico ( ~40 000€ ) em vários bancos, o valor desses custos ronda esses valores, queria só ter uma ideia se de facto anda à volta disso ou não.

    Ando a ponderar bastante desde há mais de 2 anos o cenário que já colocaste em prática ( aquisição de Imóveis com valor < 50 000€ mas com potencial ), actualmente já tenho 2 Imóveis arrendados mas são de valor bastante superior e a renda igualmente superior e isso acaba também por efetuar a tal " filtragem / triagem " que mencionei em cima, ou seja, quem tem capacidade de pagar uma renda mais elevada, na teoria é menos provável que vá causar distúrbios ou danos no imóvel ( há sempre excepções claro )..

    O meu receio é, em imóveis cujo valor da renda mensal esteja num intervalo de 200 - 400€, o tipo de inquilinos possa ser mais problemático, se é que me faço entender, qual é a tua opinião sobre isso ? ( e a dos outros utilizadores também )

     

    Tenho uma pessoa a gerir-me todos os imóveis, neste momento. Tenho um bom acordo porque lhos dei todos.

    Para fazer essa triagem que falas utilizo métodos bastante simples e muito eficazes. Até hoje sem problemas. Já rejeitei pessoas, dendro daquilo que a lei me confere. Em Maio vou publicar um livro sobre investimento em imóveis onde deixo tudo isto bem claro.

    Os closing costs estão definidos lá, ora vê.

    Quanto ao problemático, há metodos para controlar. ;)

    On 1/14/2017 at 7:14 PM, Eurico, o presbítero said:

    O que dizem aqui sobre a "justiça" que temos (temos?) é inteiramente verdade. É muito lenta, burocrática, cara e, como se não bastasse, ineficaz. É um estímulo ao incumprimento das leis.

    No meu caso, tenho um R/C de um prédio alugado a um snack-bar que já não me paga a renda há mais de um ano e lá continua, de porta aberta, a fazer negócio todos os dias como se nada fosse. É cá um descaramento!...

    Naturalmente, entreguei o caso a um advogado (que me cobrou logo, à cabeça, 500 euros!), mas a coisa não está fácil. O advogado começou por colocar o processo no BNA (Balcão Nacional do Arrendamento), mas lá o caso ficou parado, porque faltava um papel (a identificação do cônjuge do inquilino, que eu desconheço... julguei que não era necessário incluir, no contrato de arrendamento, o nome do cônjuge... se agora já nem no Cartão do Cidadão aparece essa informação...). 

    Enfim, o processo esteve no BNA uns bons 3 ou 4 meses e não andou absolutamente nada! Ao que me dizem agora, parece que este balcão BNA é uma grande treta, um embuste, um "faz-de-conta", que nada resolve aos senhorios. Agora, vou ter que ir mesmo para tribunal e já estou a imaginar o tempo que isto vai demorar e a despesa (e os aborrecimentos) que vou ter. No meio de tudo isto, devo ter o inquilino às gargalhadas, porque lá continua com o negócio sem que a "justiça" o chateie.

    Só em Portugal mesmo...

     

    Muito estranho. Do que tenho ouvido e acompanhado, agora em 2 meses está a situação resolvida, com a nova lei.

    On 1/15/2017 at 2:08 PM, quirino said:

    eu já li tanto do scpuser que acho que ele disse algures que por acaso até tinha familiares perto de onde comprou o RE para esse tipo de eventualidades.

    Mas pelo que percebi do blog mais meio ano e está de volta a Portugal definitivamente e isso deixa de se colocar.

    Das experiências que tenho de arrendamento até hoje, e todas elas como arrendatário, em alguns 30 colegas com quem partilhei casa não houve um que deixasse de apagar ao senhorio... às xs podia haver atrasos de 2 semanitas ou assim mas só isso. Tudo estudantes também sempre.

     

    Tudo 100% certo, mas agora tenho um gestor de propriedade que também trata da manutenção. Contas são controladas pelo contabilista (eu já nem vejo se as rendas caiem) que avisa um advogado meu amigo se alguma renda estiver mais de 8 dias atrasada - o advogado manda logo uma carta. Até hoje, tudo bem e com os actuais inquilinos duvido alguma vez ter problemas, já que os escolhi muito bem. A ideia é replicar o que tenho, porque está tudo a funcionar muito bem.

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    há 5 minutos, scpuser disse:

    Já estou na última fase: passar tudo para uma Limitada. Aqui é que realmente se torna um negócio escalável, especialmente quando começar a deduzir os juros todos... :) 

    hmm.. muito interessante. estás a passar para unipessoal limitada?

    achas que será melhor ao nível de impostos?

    Editado por maj.lraep
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    1 hour ago, scpuser said:

    Só é pena isso ser ilegal e extremamente não ético.

    Existem pessoas como eu que prestam o serviço de encontrar os melhores negócios para pessoas, não é mais fácil contactar alguém que trabalha legitimamente? 

    Eu não perguntei se era ético, ou em que condições era feito, perguntei se faz sentido, já percebi que sim. 

    • Voto Positivo 1
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    Um agente imobiliário tem um código de ética e alguma legislação específica para cumprir. A promoção de imóveis é uma coisa séria, já conheci uma pessoa condenada a pagar 6 dígitos e cumprir pena. Aquilo que o user perguntou tem pelo menos 2 crimes associados, se não mais.

    16 minutes ago, zero said:

    Eu não perguntei se era ético, ou em que condições era feito, perguntei se faz sentido, já percebi que sim. 

    E esperamos nós um país melhor e comparar-nos com outros! Eu faço um enorme facepalm sempre que vejo pessoas a queixar-se na TV que "o estado devia isto" e "o estado devia aquilo". 

    Para mim nada que seja ilegal faça sentido, mas cada um sabe de si claro... Agora, se alguém abordar um agente com uma proposta dessas, e ele for sério, espere um processo crime nesse dia. Estou a equacionar uma abertura de uma imobiliária com um sócio, e se alguém nos fizesse uma proposta assim eu nem pensava duas vezes. As grandes imobiliárias, com códigos sérios a cumprir, provavelmente têm esses casos bem enquadrados...

    Editado por scpuser
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