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  • FORMAS DE POUPAR

  • Montante necessário para deixar de trabalhar e viver dos juros


    joaopais

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    17 hours ago, scpuser said:

    Olhe, nem sei o que lhe diga, por isso vou-lhe dizer que está certo e é óbvio que o pessoal vem gastar tempo para aqui só para trolar os outros. Bons negócios são impossíveis!

    Vamos ter um bocadinho de calma. Compreendo ambas as posições.

    Neste caso não creio que o quim esteja a duvidar daquilo que conseguiu. No meu entender a advertência do quim vem no sentido de ao longo deste tópico se ter vindo a recomendado o investimento em imóveis, tendo como exemplos principais os seus sucessos. No meu entender aquilo que conseguiu é mais a excepção e não a regra (e não tiro de modo nenhum o mérito do que conseguiu), logo concordo que pode induzir e criar falsas expectativas nas pessoas que lêm isto. Tenho visto tópicos abertos sobre investimento imobiliário por parte de pessoas com pouca ou nenhum experiência no mercado com expectativas irrealistas de rendimentos.

    Aqui a história do poço de petróleo parce-me mais uma hipérbole do que fazer pouco de si, pois quem encontra um poço de petróleo consegue sem dúvida um grande negócio, mas as probabilidades de o encontrar são no máximo diminutas. Obviamente que ninguém com bom senso considera que a probabilidade de encontrar petróleo é equivalente à de encontrar um grande negócio imobiliário, mas é para isso que serve esta figura de estilo.

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    Para aqueles que me pediram um diário de bordo, partilho agora o meu blog: www.fromcentstoretirement.com (120.000 views em 2016, 650 subscritores) e respectiva página no facebook, recém criada: https:

    Muitos se esqueceram que este tópico era sobre "Montante necessário para deixar de trabalhar" e não sobre "Montante necessário para poder desperdiçar grandes quantidades de dinheiro"

    Há várias variáveis a ter em consideração, se é uma pessoa solteira a viver sozinha, se é um casal, se é um casal com 1, 2 ou mais filhos ... se o casal pretende deixar de trabalhar ou se apenas 1 dos

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    43 minutes ago, ruicarlov said:

    Vamos ter um bocadinho de calma. Compreendo ambas as posições.

    Neste caso não creio que o quim esteja a duvidar daquilo que conseguiu. No meu entender a advertência do quim vem no sentido de ao longo deste tópico se ter vindo a recomendado o investimento em imóveis, tendo como exemplos principais os seus sucessos. No meu entender aquilo que conseguiu é mais a excepção e não a regra (e não tiro de modo nenhum o mérito do que conseguiu), logo concordo que pode induzir e criar falsas expectativas nas pessoas que lêm isto. Tenho visto tópicos abertos sobre investimento imobiliário por parte de pessoas com pouca ou nenhum experiência no mercado com expectativas irrealistas de rendimentos.

    Aqui a história do poço de petróleo parce-me mais uma hipérbole do que fazer pouco de si, pois quem encontra um poço de petróleo consegue sem dúvida um grande negócio, mas as probabilidades de o encontrar são no máximo diminutas. Obviamente que ninguém com bom senso considera que a probabilidade de encontrar petróleo é equivalente à de encontrar um grande negócio imobiliário, mas é para isso que serve esta figura de estilo.

    1) Eu tenho referido várias vezes que são necessários vários factores para se encontrarem os melhores negócios. Isto aplica-se ao imobiliário, mas também aos carros, à arte, a acções, etc. Não é isso que é investimento?

    2) Não é por aquilo que reporto causar essas expectativas que devo deixar de postar, certo?

    3) O outro user fez comentários que insinuam que é impossível encontrar os negócios que referi. Ponto. Apenas lhe respondi que deve continuar a pensar que é impossível. Quem os encontra vai continuar a tê-los e encontrar mais.  

    Muito honestamente a única coisa que eu vejo é alguém reportar o que consegue encontrar e outro user a dizer que é impossível. Até podia tirar prints dos contratos registados na AT e info do crédito habitação do site do banco e provar as coisas, mas achas mesmo que me vou dar a esse trabalho? Ele (e outros haters como ele) que continuem a pensar que é mentira. Isso é um problema dele, não meu.

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    há 1 hora, scpuser disse:

    1) Eu tenho referido várias vezes que são necessários vários factores para se encontrarem os melhores negócios. Isto aplica-se ao imobiliário, mas também aos carros, à arte, a acções, etc. Não é isso que é investimento?

    2) Não é por aquilo que reporto causar essas expectativas que devo deixar de postar, certo?

    3) O outro user fez comentários que insinuam que é impossível encontrar os negócios que referi. Ponto. Apenas lhe respondi que deve continuar a pensar que é impossível. Quem os encontra vai continuar a tê-los e encontrar mais.  

    Muito honestamente a única coisa que eu vejo é alguém reportar o que consegue encontrar e outro user a dizer que é impossível. Até podia tirar prints dos contratos registados na AT e info do crédito habitação do site do banco e provar as coisas, mas achas mesmo que me vou dar a esse trabalho? Ele (e outros haters como ele) que continuem a pensar que é mentira. Isso é um problema dele, não meu.

    Vamos lá ter calma...não tenho necessidade de andar por aqui a chamar de mentiroso a ninguém...mas também não sou obrigado a acreditar em tudo o que por aqui se escreve... o que eu tentei dizer (e reafirmo-o) é que a probabilidade de adquirirmos um prédio abaixo dos 50.000€ e aluga-lo de seguida por 1300 é tão elevada como encontrar petróleo debaixo do prédio...ambas são possíveis.  

    • Voto Positivo 1
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    9 minutes ago, quim said:

    Vamos lá ter calma...não tenho necessidade de andar por aqui a chamar de mentiroso a ninguém...mas também não sou obrigado a acreditar em tudo o que por aqui se escreve... o que eu tentei dizer (e reafirmo-o) é que a probabilidade de adquirirmos um prédio abaixo dos 50.000€ e aluga-lo de seguida por 1300 é tão elevada como encontrar petróleo debaixo do prédio...ambas são possíveis.  

    Já me pediram calma duas vezes e eu estou calmíssimo. :)

    Até lhe digo mais. Para quem não procura a probabilidade é igualzinha. É zero.

    Para quem procura, gasta semanas a fio a procurar, conhece gestores de crédito malparado, conhece veículos de execuções fiscais no mercado primário, etc, é outra.

    Eu só não percebo uma coisa. Que você não acredite eu percebo inteiramente. Agora que venha dizer activamente que não acredita é que não percebo. Mas eu não tenho que perceber.

    Tenho dito.

    Editado por scpuser
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    2 hours ago, ruicarlov said:

    Estive a reler o post do Quim, e o que ele disse disse foi que não acreditava era que conseguisse um negócio desses em Alguidares de Baixo.

    O valor das propriedades e das rendas no nosso país é muito heterogéneo, logo penso que o ponto aqui era que para além de ser altamente improvável encontrar um negócio assim, provavelmente vai estar ainda mais limitado a nível de locais do país onde isso é possível.

    E sinceramente acho que aqui as dificuldades vão muito além do procurar. Mesmo que um pessoa encontre aquilo que acha que é um bom negócio, será que afinal era assim tão bom? Uma pessoa pode pesquisar 500 imóveis até encontrar algo que acha bom e investir nisso. Mas pode muito bem acontecer que afinal a pessoa não tenha assim tantos dotes de negociante como pensava e afinal não consegue alugar aquilo pelo preço que queria. Ou então até aparece um inquilino bom, mas por alguma razão vai-se embora e depois não se encontra ninguém para substiuir nas mesmas condições. Em pessoas novas no ramo do imobiliário pode muito bem observar-se o efeito Dunning-Kruger - em que indíviduos com pouco conhecimento do assunto acreditam dominá-lo com mestria. Naturalmente que quem investe em ações/fundos está sujeito ao mesmo efeito, mas quando se trata de imobiliário os montantes de investimento são obrigatoriamente elevados e a liquidez muito reduzida, o que pode tornar-se uma grande dor de cabeça para um investidor pior preparado.

    É esta parte da equação que acho que não tem sido muito frisada aqui. Maior do que a dificuldade de encontrar um bom negócio é a dificuldade em reconhecer a própria (in)competência de reconhecer um bom negócio. 

    É por isso que acho importante haver estes "reality checks" de vez em quando. Não para quem já é um investidor imobiliário de sucesso mas para quem possa ser aliciado pelos bons retornos falados aqui.

    Mas estás-me a imputar a mim essa responsabilidade?

    Desculpa, não entendi o teu ponto.

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    há 23 horas, scpuser disse:

    Já me pediram calma duas vezes e eu estou calmíssimo. :)

    Até lhe digo mais. Para quem não procura a probabilidade é igualzinha. É zero.

    Para quem procura, gasta semanas a fio a procurar, conhece gestores de crédito malparado, conhece veículos de execuções fiscais no mercado primário, etc, é outra.

    Eu só não percebo uma coisa. Que você não acredite eu percebo inteiramente. Agora que venha dizer activamente que não acredita é que não percebo. Mas eu não tenho que perceber.

    Tenho dito.

    Boas,

    Tenho seguido este tópico com interesse. É uma área à qual tenho prestado mais atenção nos últimos tempos e tenho sido esclarecido relativamente a algumas dúvidas por aqui.

    Scpuser, se não te importares de esclarecer, a que te referes especificamente com "veículos de execuções fiscais no mercado primário"?

    Obrigado

    Continuem :)

     

    Editado por Ducas
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    Essencialmente são solicitadores que fazem penhoras e tu adjudicas os activos directamente com o solicitador. Se conheceres o solicitador (ou quem execute a penhora, pode ser outra figura) podes comprar logo aí (em mercado primário). O solicitador fica contente desde que a dívida seja paga e o penhorado nem tem voto na matéria depois da penhora.

    Quando os bens chegam a leilão já estás em mercado secundário e há muito se perdeu o lucro.

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    Normalmente, em meios pequenos, quando o solicitador coloca alguma coisa em "mercado primário" o penhorado não tem "voto na matéria" no sentido em que já prescindiu do direito de preferência (o que tipicamente acontece por um acordo verbal). Na maior parte das vezes (e eu devia ter referido isso), em meios pequenos, o solicitador pre-avisa o penhorado que vai executar a penhora, e vários penhorados (ou em vias de) aceitam imediatavamente ofertas (sendo que o solicitador se encarrega de lhe fazer chegar propostas) para que ele possa pagar as dívidas e ainda ficar com dinheiro. A avaliação de activos é ridícula neste país: penhoram-te algo de 300.000€ por causa de uma dívida de 100€. 

    As penhoras não devem ser vistas como mercado, eu não devia ter-me referido a isso como "mercado" sequer, devia ter dito "adjudicação primária vs secundária", mas também não esperei que alguém fosse esgrimir argumentos de detalhe fino quanto a isso :D

    Não comparemos os procedimentos em Castelo Branco com Lisboa. Em Castelo Branco o penhorado e o executante têm chances reais de se conhecer. Aparecem negócios que são bons para toda a gente com frequência, da minha experiência.

    PS: conheço quem compre ativos nesta modalidade, eu pessoalmente nunca comprei. Apenas queria dizer que é outra forma de fazer negócio e ir buscar mais lucro.

    Editado por scpuser
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    há 6 horas, scpuser disse:

    Normalmente, em meios pequenos, quando o solicitador coloca alguma coisa em "mercado primário" o penhorado não tem "voto na matéria" no sentido em que já prescindiu do direito de preferência (o que tipicamente acontece por um acordo verbal).

    Não consigo perceber o sentido do que pretendes dizer. É mesmo ao direito de preferência que te queres referir? É que o executado nunca pode ter direito de preferência sobre um bem que já é seu.

     

    há 6 horas, scpuser disse:

    Na maior parte das vezes (e eu devia ter referido isso), em meios pequenos, o solicitador pre-avisa o penhorado que vai executar a penhora, e vários penhorados (ou em vias de) aceitam imediatavamente ofertas (sendo que o solicitador se encarrega de lhe fazer chegar propostas) para que ele possa pagar as dívidas e ainda ficar com dinheiro.

    Ok, agora penso que percebo o que dizias no teu post anterior. Corrige-me se estiver a interpretar mal mas então, na verdade, não te estás a referir a vendas feitas em execuções.

    Aquilo de que falas é de uma venda feita pelo próprio proprietário do imóvel a algum interessado que lhe seja indicado pelo tal solicitador. À margem do processo de execução, portanto.

    Mas isso comporta outro tipo de riscos. Como sabes que o vendedor vai pegar no dinheiro e pagar a dívida? É porque este é um ponto importante e relativamente ao qual o comprador não se encontra salvaguardado. Porque ao comprar um bem dessa forma, vai comprá-lo com uma penhora registada e, se o processo não for pago, a penhora vai continuar activa e o comprador não se pode opor a ela. No limite, pode comprar o imóvel e ficar sem ele passado pouco tempo (e sem o dinheiro que pagou ao vendedor/executado) porque o mesmo continua a poder ser vendido na execução (pelo "amigo" solicitador:D).

    Percebo o que dizes e obviamente que se trata de uma "jogada" que pode ser feita. Mas não é para qualquer um porque há riscos que podem não ser previsíveis e, menos ainda, controláveis. Mesmo quando há conluio com o solicitador (porque este também não controla a actuação do executado).

     

    há 6 horas, scpuser disse:

    A avaliação de activos é ridícula neste país: penhoram-te algo de 300.000€ por causa de uma dívida de 100€. 

    Há casos e casos, mas existe um conjunto de meios que o executado pode utilizar para reagir perante esse tipo de ocorrências. Mas pronto, quanto a isto, muito poderia ser dito.

     

    há 6 horas, scpuser disse:

    As penhoras não devem ser vistas como mercado, eu não devia ter-me referido a isso como "mercado" sequer, devia ter dito "adjudicação primária vs secundária", mas também não esperei que alguém fosse esgrimir argumentos de detalhe fino quanto a isso :D

    Não me interpretes mal, eu acho perfeitamente admissível que o potencial comprador considere este tipo de possibilidades como um mercado. Não há mal nenhum nisso. Onde haja bens à venda, há sempre um mercado.

    Quanto aos argumentos de detalhe fino, procurei apenas explicar sustentar com fundamento a minha percepção das coisas. Apenas numa perspectiva de confrontar a ideia que tenho com o que explicaste e ver até que ponto é que as coisas encaixam. E se não encaixam, tentar perceber se não estou a ver as coisas de perspectiva correcta. Só assim consigo aprender com o que os outros têm a ensinar. Os argumentos genéricos e abstractos podem dar para tudo e não acabar por não resultarem em nada:).

     

    há 6 horas, scpuser disse:

    Não comparemos os procedimentos em Castelo Branco com Lisboa. Em Castelo Branco o penhorado e o executante têm chances reais de se conhecer. Aparecem negócios que são bons para toda a gente com frequência, da minha experiência.

    PS: conheço quem compre ativos nesta modalidade, eu pessoalmente nunca comprei. Apenas queria dizer que é outra forma de fazer negócio e ir buscar mais lucro.

    Sendo um meio mais pequeno, é normal que haja mais conhecimentos desse tipo. Aceito perfeitamente.

    Quanto ao facto de aparecerem negócios bons para toda a gente com frequência, já tenho sérias dúvidas. Em princípio, neste tipo de negócios, quando uma parte faz um negócio espectacular (é disso que estamos a falar), a outra faz um negócio mau, muitas vezes péssimo, para se safar a uma situação de aperto imediato. Mas pronto, é a lei das coisas, nada a fazer.

    Não percebi só a parte final: se nunca compraste, como sabes, da tua experiência, que aparecem frequentemente negócios bons para toda a gente? Referes-te à experiência das tais pessoas que conheces?:)

     

    Editado por Ducas
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    Obrigado pela discussão Ducas, eu efectiva e lamentavelmente não tenho tempo para ler tudo e responder com o detalhe que mereces. Tens rebatido os pontos de forma muito construtiva e é de louvar.

    Sim, falo de venda "pré-execução" se quiseres. Depois de haver uma penhora registada no registo civil há muito pouco por onde se mexer, já que o processo é bem definido.

    Não é direito de preferência, tens razão. Direito de preferência também existe neste contexto - imagina que te penhoram qualquer coisa; a tua família tem direito de preferência sobre mim por exemplo. O que eu quis dizer é que já prescindiu de pagar a dívida até ao limite de ser penhorado.

    Sim, pela experiência de uma pessoa em particular. Ele compra muitas coisas assim (embora sejam mais quintas e terrenos). Quando me disse que comprou um imóvel que vale 200k-250k por 30k eu também não queria acreditar. Mas depois percebi que as pessoas que investem tempo conseguem grandes negócios. Como eram as penhoras que as finanças faziam e colocavam os bens em hasta pública aqui há 5-7 anos atrás (hoje em dia já há muita gente a licitar e os valores são mais dentro dos valores de mercado).

    Nota que o que eu disse também se aplica a casos pré-penhora (onde o pré-penhorado sabe que vai haver penhora e vende o bem para depois pagar a dívida). Se ele paga ou não não é problema teu porque compras antes de haver penhora adjudicada. Pelo que sei o solicitador faz um contrato com o pre-penhorado sendo que o pre-penhorado se compromete a pagar a dívida se vender o bem.

    Eu até hoje comprei a pessoas que herdaram os imóveis ou simplesmente os viam como um problema. É aí que vou continuar a investir.

    Um abraço

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    • 4 weeks later...

    Peço desculpa por não ter tempo para ler tudo, mas, no início, falou-se de inflação.

    Se existir inflação, também será usual haver um aumento das taxas de juro, não? À partida, ceteris paribus, inflação originará taxa de juro que compense. Ou a prática contraria?

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    • 2 weeks later...
    A 12/22/2016 at 21:59, scpuser disse:

    Para aqueles que me pediram um diário de bordo, partilho agora o meu blog: www.fromcentstoretirement.com (120.000 views em 2016, 650 subscritores) e respectiva página no facebook, recém criada: https://www.facebook.com/From-cents-to-retirement-1912876315606821. Para quem me queira seguir, por favor façam gosto na página do Facebook e convidem amigos - estou a tentar subir o número de seguidores lá.

     

    li o teu blog quase todo, muitos parabéns pelo trabalho... está intuitivo e cativante.

    Já agora, se quiseres responder...

    Quando dizes unidades para arrendar referes-te a quartos certo, 1 quarto= 1 unidade?

    Depois apanhei la num sitio que a distribuição que queres é 75% comercial 25% residencial, isto é mesmo assim ou foi gralha?

    Já agora a tua opinião sobre os p2p lending que pelo que percebi é uma área em que vais aumentar a tua participação e também ando curioso com isso,  e já agora estás em que plataforma.

    Estou à espera da atualização do mês de Novembro :)

    Editado por quirino
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    Não, uma unidade = um apartamento. Tenho um edifício com 3 T0s, 2T1s e 1 T2 (RP#3). No net worth é que coloco mais ou menos o que paguei por eles, eles valem muito mais, mas para mim valem o que paguei porque não tenciono vender.

    Gralha. É 75% residêncial e 25% comercial.

    O mês de novembro já saiu: http://www.fromcentstoretirement.com/november-2016-120866-81e/ o próximo é Dezembro (provavelmente já amanhã ou sexta). Eu posto sempre no fim do mês.

    Editado por scpuser
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    Agora mesmo, scpuser disse:

    Não, uma unidade = um apartamento. Tenho um edifício com 3 T0s, 2T1s e 1 T2 (RP#3).

    Gralha. É 75% residêncial e 25% comercial.

    O mês de novembro já saiu: http://www.fromcentstoretirement.com/november-2016-120866-81e/ o próximo é Dezembro (provavelmente já amanhã ou sexta)

    era o que me fazia sentido, mas pelo valor do negócio estava a estranhar um bocado. Assim sendo que achados aí fizeste então, incriveis negócios mesmo sem muitos pormenores sobre os imóveis. 

    Agora percebo quando me disseste que o mercado em Viseu não estava tão favorável como noutras cidades do interior, a sacar negócios destes :P 

    Por curiosidade, e se ainda tiveres aprofundado alguma coisa de Viseu o melhor negócio que te apareceu era de que género?

     

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    9 hours ago, quirino said:

    era o que me fazia sentido, mas pelo valor do negócio estava a estranhar um bocado. Assim sendo que achados aí fizeste então, incriveis negócios mesmo sem muitos pormenores sobre os imóveis. 

    Agora percebo quando me disseste que o mercado em Viseu não estava tão favorável como noutras cidades do interior, a sacar negócios destes :P 

    Por curiosidade, e se ainda tiveres aprofundado alguma coisa de Viseu o melhor negócio que te apareceu era de que género?

     

    Nesse edifício para teres uma ideia o rendimento mensal há-de ser 1500€-2000€. Tive foi que lhe meter quase 30k em cima porque estava muito degradado. Fica atento, eu vou colocar um post sobre a recuperação desse imóvel, com fotos e vários detalhes :) O banco avaliou o imóvel em 200.000€, mais ou menos. 

    Eu especializei-me em deep value deals. A maior parte da minha riqueza até hoje foi exactamente a compra de imóveis muito mais baratos do que o preço que eles valem. Tanto que estou a vender este serviço (cobro uma comissão para encontrar um imóvel assim). Desengane-se quem pense que é fácil, como eu já disse várias vezes nesta thread: eu gasto sempre muito tempo e dinheiro por cada imóvel 

    Os negócios não me aparecem, eu é que os procuro ;) Esse edifício de 6 apartamentos foi o melhor negócio que vi à minha frente até hoje. O preço do imóvel no início era de 200.000€ acho eu. No entanto tenho outro comprado por cerca de 40.000€ (RP#2) cuja rentabilidade mensal é de pouco mais de 500€, que também foi um negócio decente. O RP#1 foi também um bom negócio porque consigo vender facilmente para 10k-20k de lucro, mas sinceramente como eu não quero vender, isso importa pouco.

    PS: Mais perguntas, por favor comenta no blog (logo no post adequado) que eu respondo lá.

    Abraços

    33 minutes ago, lowfin said:

    Estive a ler um bocado do blog e estou a gostar, mas aqueles preços para imóveis parece-me bastante baixos, devem ser em zonas mesmo do interior ou afastadas, e, sendo assim, será que consegues alugar facilmente?

    Centro (e é mesmo centro) de cidades do interior do país onde neste momento quanto mais tenhas mais alugas.

    Ocupação até hoje 100%. O terceiro imóvel estou a reabilitar, por isso ainda não está no fim, mas antes de comprar estudei o mercado. Há um défice enorme de oferta, tenho imobiliárias a mandar-me mensagens constantemente com pedidos de arrendamento (vou dar-me ao luxo de escolher só os que tiverem fiador e rendimentos de um determinado grau).

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