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  • FORMAS DE POUPAR

  • Montante necessário para deixar de trabalhar e viver dos juros


    joaopais

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    @atlas

    Seguros de capitalização são por norma produtos de seguradoras. Tanta seguradora que diz que está tudo bem enquanto as pessoas pagam os prémios e depois, quando alguém fica verdadeiramente doente tentam arranjar 1 milhão de desculpas (e muitas vezes arranjam mesmo) para não pagar.

    Fundos de Investimento são baseados no crescimento das empresas. As grandes empresas, de um modo geral, têm práticas horríveis. Por exemplo, sabias que a Nestle compra água em África por menos de 2 cêntimos por cada 1000L, para a vender por 1€ por 0,5L, em média? É óbvio que para os países que lhes vendem a água é um péssimo negócio. Depois, muitas empresas, especialmente as do sector farmaceutico e de beleza testam produtos em animais em verdadeiros actos de tortura. Já viste algum documentário? Vê, é chocante, mas faz abrir os olhos.

    E o apartamento arrendado... sabes se os inquilinos não deixaram já de comer ou de dar ao filho um presente para te pagar a renda?

    Em suma, se acho mal que invistas? Claro que não (embora o Catolicismo diga para não se fazer). O que te estou a dizer é que nenhum investimento é livre de ónus.

    PS: Os imóveis que comprei foram todos nas situações que mencionaste. 1 - herdeiros sem ligação à cidade, 2 - herdeiros sem ligação à cidade, 3 - emigrante cujos filhos não vão retornar, 4 - herdeira que não tirava rendimento do imóvel.

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    Para aqueles que me pediram um diário de bordo, partilho agora o meu blog: www.fromcentstoretirement.com (120.000 views em 2016, 650 subscritores) e respectiva página no facebook, recém criada: https:

    Muitos se esqueceram que este tópico era sobre "Montante necessário para deixar de trabalhar" e não sobre "Montante necessário para poder desperdiçar grandes quantidades de dinheiro"

    Há várias variáveis a ter em consideração, se é uma pessoa solteira a viver sozinha, se é um casal, se é um casal com 1, 2 ou mais filhos ... se o casal pretende deixar de trabalhar ou se apenas 1 dos

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    há 12 horas, atlas disse:

    Se calhar interpretei mesmo mal o teu post. Ainda assim, e se bem te entendi, mesmo na hipótese da minha errada interpretação, não verias qualquer problema.

    O que levaria esta conversa para muito longe e acho que não vale a pena. São formas diferentes de estar na vida. Da minha parte não verás nenhuma crítica e tão somente respeito, ainda que eu siga por caminhos diferentes.

     

    há 12 horas, atlas disse:

    Mas por 25k uma coisa que vale 75k... têm de ser mesmo estúpidas como uma porta.

    E como eu não quero ofender ninguém, seria incapaz de oferecer 3 vezes menos a quem me estivesse a tentar vender uma casa. Eu próprio, se tivesse uma casa à venda e me aparecesse um tipo a oferecer-me três vezes menos do que ela valia, punha-o imediatamente na rua e despedia imediatamente o agente imobiliário por ter tido a coragem de me apresentar uma pessoa assim. 

    Ou então são pessoas que estão com grandes dificuldades. E eu, mesmo por questões religiosas, seria incapaz de negociar nesses termos por essas consequências. Uma coisa é eu fazer o meu negócio e conseguir um ótimo preço, dentro de um mínimo razoável. Outra é aproveitar-me ostensiva e abusivamente da desgraça alheia. Isso não faço. 

    Se há pessoa que deturpou desde início esta converso foste objectivamente tu. Começaste a criar exemplos em que a única maneira de alguém vender um imóvel 3x abaixo do valor inicial é porque está muito mal e supostamente ninguém se pode aproveitar desta situação. Ora esta posição revela falhas graves. Era o mesmo que eu em 2008, observar o S&P500 a menos 50% do valor de início do ano, ou o Mercados emergentes a 70% de desconto, ou não comprar dívida portuguesa a 60% desconto em 2011/2012, e virar as costas, porque os investidores que estão a pedir tão pouco por isso, só podem estar desesperados. Isto não faz sentido nenhum. O preço de algo é o preço de mercado, o preço a que um comprador e um vendedor estão de ACORDO. Não existe conceitos como preço "razoável" ou preço "justo". Isso são conceitos subjectivos, que tornam impossível uma discussão.

    Agora neste último post, até aperfeiçoaste o exemplo de modo a deturpar fortemente a compra e vende de um imóvel, tornando num caso de aproveitamento. Esqueces hipóteses como por exemplo:

    1) Porque é que ele se colocou nessa situação de aflição?

    2) Não poupou o suficiente?

    3) Teve atitudes de esbanjamento de dinheiro?

    4) Não sabe de todo gerir capital?

    5) Deu dinheiro a mais naltura da aquisição? Devemos favorecer pessoas que façam maus negócios?

    Mais: o teu exemplo é muito estranho de totalmente irrealista que é. Ora se eu dou 20k (-80k...neste momento percebe-se a tua necessidade de descer ainda mais no preço do exemplo que dás para dar mais dramatismo favorecendo a tua posição de "o bom" da história), e se rigorosamente mais ninguém (nem um Atlas, oferece 50k), sugeres que eu vire as costas, e mesmo assim recuse dar os 20k? Mesmo que seja o UNICO a dar esses mesmos 20k? Significa que se rigorosamente ninguém aparecer (nem para 20k) a pessoa neste exemplo que já está desesperada, ficará melhor? Não se percebe de todo a tua posição. A tua consciência parece ficar mais tranquila, se rigorosamente ninguém aparecer a dar, nem 20k pelo imóvel, o que é mesmo muito estranho. Não faz qualquer sentido.

     

    No fim deturpas outra vez todo o debate, colocando-te à força num plano superior de moralidade - " E no final da vida tu estarás mais rico do que eu. E eu dir-te-ei que não quero saber, pois não aceito enriquecer a qualquer preço. Aliás, nunca serei verdadeiramente rico. Mas o que quero mesmo é ser uma pessoa feliz e se agisse dessa forma, não o conseguiria ser. Mas não quero impor ideias a ninguém. Eu sigo as minhas e cada um segue as suas. "

    O que é algo até difícil de comentar de tão quase esotérico e pouco objectivo... o nível de riqueza acumulada depende de um percurso de vida que pode ser influenciado por más decisões, problemas de saúde, desastres naturais, número de filhos, nível de consumo, nível de poupança, etc., etc.

    De certeza absoluta que me sentiria muito mal, se pudesse dar 20k por um imóvel, não oferecesse nada por questões de achar que a pessoa está a vender no desespero. Se 20k é desespero, eu apenas posso imaginar o que são 0k de oferta pelo mesmo imóvel. Enfim...

    Editado por maj.lraep
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    @scpuser, de acordo. Ainda assim admitirás a diferença entre ser um agente ativo nos efeitos e, inadvertidamente e de forma passiva, deles ser beneficiário. Haverá diferença notória entre ir a uma loja dos chineses e comprar um produto qualquer (sabendo que no meio daquela cangalhada toda poderão existir alguns bens que foram produzidos com recurso à exploração infantil e que até poderá ser aquele que estás a comprar, embora disso não tenhas a certeza) e montares tu uma fábrica e contratares crianças como trabalhadores.

     

    No que respeita à tua explicação final, já cá não está quem falou. Fizeste então muito bem e estás de parabéns pelos negócios que realizaste. Força nisso.

     

    @maj.lraep, inicialmente ponderei que uma pessoa que estivesse a vender por um valor 3 vezes abaixo do real seria por absoluta necessidade (ou então teria de ser mesmo estúpida). Entretanto o scpuser, por um lado, explicou melhor o seu ponto de vista; e, por outro, melhor ponderando (e lembrando-me de casos reais), verifiquei que a venda abaixo do preço possa nada ter a ver com situação de aflição ou de estupidez. Não percebi o que é que deturpei. Meditando melhor sobre as questões, e muitas vezes deparando-me com argumentos diversos com os quais eu nunca tinha sido confrontado, às vezes a minha opinião evolui. Acontece. 

     

    Insurges-te com os exemplos que dei. São exemplos da vida real, relativos a pessoas que não me são próximas, mas que conheço. Não percebi o que é que deturpei. Quanto às objeções que colocaste, dir-te-ei apenas que o medo de perder a nossa casa, tendo filhos para criar, leva a decisões irracionais. Tens toda a razão quando, racionalmente, referes que não aparece mais ninguém a oferecer mais. Mas o medo leva a que a pessoa, nessas circunstâncias, esteja disponível para aceitar a primeira proposta firme que lhe apareça à frente, mesmo que, racionalmente, roce o ridículo. É o medo de perder a nossa casa e o desespero a funcionar.

     

    Não venho aqui afirmar que os negócios são atos de caridade católica. E também não ouso dissertar sobre os motivos que levam a que as pessoas estejam em aflição. É irrelevante, no meu ponto de vista.

     

    Aqui não há colocação em qualquer plano de superioridade ou de inferioridade (moral ou o que quer que seja). São apenas pessoas a debater ideias.

     

    Por minha parte, nada mais tenho a referir sobre o assunto, pelo que me retiro do debate.

     

     

     

     

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    há 1 hora, atlas disse:

    @scpuser, de acordo. Ainda assim admitirás a diferença entre ser um agente ativo nos efeitos e, inadvertidamente e de forma passiva, deles ser beneficiário. Haverá diferença notória entre ir a uma loja dos chineses e comprar um produto qualquer (sabendo que no meio daquela cangalhada toda poderão existir alguns bens que foram produzidos com recurso à exploração infantil e que até poderá ser aquele que estás a comprar, embora disso não tenhas a certeza) e montares tu uma fábrica e contratares crianças como trabalhadores.

    Isto significa que então comprarias o imóvel a 80% de desconto, porque é diferente ser beneficiário desse desconto, de ser o agente activo que provocou a situação que impôs ao vendedor do imóvel vender a esse desconto? é isto? se é, é um diferença brutal da tua posição inicial.

    há 1 hora, atlas disse:

    Insurges-te com os exemplos que dei. São exemplos da vida real, relativos a pessoas que não me são próximas, mas que conheço. Não percebi o que é que deturpei. Quanto às objeções que colocaste, dir-te-ei apenas que o medo de perder a nossa casa, tendo filhos para criar, leva a decisões irracionais. Tens toda a razão quando, racionalmente, referes que não aparece mais ninguém a oferecer mais. Mas o medo leva a que a pessoa, nessas circunstâncias, esteja disponível para aceitar a primeira proposta firme que lhe apareça à frente, mesmo que, racionalmente, roce o ridículo. É o medo de perder a nossa casa e o desespero a funcionar.

    Isso é tudo verdade e real. Faz parte da vida, e eu, tu ou o scpuser não estamos livres de um dia estar exactamente na mesma situação. Daí a minha tentativa de perceber o que se deveria fazer exactamente.

    há 1 hora, atlas disse:

    Não venho aqui afirmar que os negócios são atos de caridade católica. E também não ouso dissertar sobre os motivos que levam a que as pessoas estejam em aflição. É irrelevante, no meu ponto de vista.

    Outra vez isto revela uma mudança da tua posição inicial muito grande. Porque nos exemplos que deste, consubstanciaste com situações de desemprego por exemplo. Parece que agora apenas a situação aflitiva é critério para rever o preço que proponho. Hipoteticamente um vendedor então poderia estar na situação aflitiva de estar a vender o seu imóvel a forte desconto para pagar uma indemnização por um crime cometido. Ou pior, estar a vender a forte desconto para fugir do país. Aí se eu fizesse uma revisão do preço em alta, poderia estar a ajudar uma situação negativa....

    Como se costuma dizer: "É pior a emenda que o soneto." :D:P

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    Proponho encerrarmos a discussão. Vivemos num mundo capitalista, e estamos num fórum de investimento, portanto é natural que apareçam pessoas que se dediquem a vingar no sistema em que vivemos, e o façam de forma incisiva. Com certeza grandes investidores como Warren Buffet ou Kevin O'Leary pensaram antes em si quando fizeram os negócios que fizeram (caridade na minha opinião faz-se a outro nível). Em todo o caso, cada um com as suas ideias e as suas crenças e o nosso objectivo aqui devia ser aprender uns com os outros sobre investimento.

    Um abraço a todos e bons negócios!

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    Agora mesmo, scpuser disse:

    Proponho encerrarmos a discussão. Vivemos num mundo capitalista, e estamos num fórum de investimento, portanto é natural que apareçam pessoas que se dediquem a vingar no sistema em que vivemos, e o façam de forma incisiva. Com certeza grandes investidores como Warren Buffet ou Kevin O'Leary pensaram antes em si quando fizeram os negócios que fizeram (caridade na minha opinião faz-se a outro nível). Em todo o caso, cada um com as suas ideias e as suas crenças e o nosso objectivo aqui devia ser aprender uns com os outros sobre investimento.

    Um abraço a todos e bons negócios!

    Da minha parte encerrado: um abraço a todos e excelentes negócios!

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    Voltando mais ao tópico, e dado que mudei muito a minha exposição a nível de portfólio, estive a re-calibrar a estratégia para os próximos 6 e 10 anos. Se puderem, comentários são bem vindos!

    Baseei a minha estratégia em alguns factores: (1) aumentei muito o Real Estate porque achei que encontrei excelentes mercados e acima de tudo excelentes negócios - tranquei os créditos todos a taxa fixa 30 anos (taxas de 4,7% em média - eu sei bastante más mas há poucos bancos a fazer taxa fixa 30 anos em Portugal...), (2) acho que a inflacção vai andar pelas ruas da amargura por mais 2,5 - 5 anos. Depois disso, acho que vai aumentar pelo menos até aos 6%. (3) quero rapidamente diminuir a minha exposição a Real Estate, que está actualmente em 80%, por forma a que ande em 50%-60%.

    Quando digo "aumentar liquidez", que significa ter o máximo de dinheiro possível no banco, basicamente isso para mim traduz-se em (1) deixar de amortizar os meus créditos e (2) não fazer investimentos ilíquidos, como imóveis. A minha estratégia anda muito à volta da inflacção e por isso amortizar créditos ao máximo vs pagar apenas os empréstimos e meter o resto no banco. 

    Aqui está o plano:

    2016 - Comprar Imóveis, amortizar créditos ao máximo e aumentar fontes de rendimento (internet e coaching) - Achei que fosse um ano óptimo para comprar imóveis, e fiz uma espécie de all-in comprando 4 imóveis (vou comprar um último em 2016 e depois paro por uns tempos). Esta parte está executada com sucesso aparente. Dentro dos imóveis que tenho, uso-os com intuitos diferentes, e estão em mercados (e cidades!) e categorias diferentes. O imóvel 1 é um cash-cow (essencialmente retiro todo o rendimento para construir liquidez, e uso o imóvel como um instrumento de negociação perante os bancos - não sei como, consegui ter três créditos sem hipotecar este imóvel!). O imóvel 2 é um negócio auto-sustentável que planeio pagar em 10-13 anos (alavancagem total junto da banca). As rendas actuais cobrem o empréstimo e dão-me um cash-flow positivo simpático, que vou amortizar assim que possível (em virtude da taxa ser má) dependendo do ano. O imóvel 3 é uma mistura dos dois. Cobre o empréstimo em 10 vezes, usando 5 vezes para amortizar e 5 vezes para construir liquidez. Vai estar pago em 2021. O 4 é um negócio similar ao 2, mas com cash flow um pouco mais alto porque o preço de compra é mais baixo.

    2017 - Rebalancear portfólio de forma agressiva (voltar em força a obrigações e fundos) e amortizar créditos. Não comprar imóveis. - No início de 2017 vou ter pelo menos 80% da minha riqueza em imóveis, e apesar de saber que os imóveis vão sempre ser a minha maior exposição, não queria no longo prazo ter mais de 50/60% em imobiliário. O resto, planeio ter até 9% em cada tipo (fundos, acções, obrigações, etc). 2017 vai ser um ano para rebalancear o portfólio de forma agressiva e aumentar a liquidez (com jeitinho chego aos 65k em 2017 e 100k em 2018). O aumento da liquidez é uma forma de estar preparado quando a inflacção disparar.

    2018 - Ano onde vou continuar a fazer ajustes ao portfólio, e nem pensar em comprar imóveis. O core da estratégia ser começar a aumentar liquidez, amortizando parcialmente os créditos, esperando chegar ao fim do ano com 100k na conta de investimento, e ter um portfólio balanceado. Deve ser o último ano para ter alavancagem em mínimos para imóveis, mas os preços estarão altos. Em 2017-2018 ou muito me engano ou vai ser para comprar acções a torto e a direito :)

    2019 - Acho que vou ter um portfólio mais balanceado, por isso já o posso desbalancear :-P. A ideia é chegar aqui com menos 50% em imobiliário para comprar um ou dois imóveis.  Especulo novo crash no real estate por esta altura, mas taxas a 30 anos possivelmente já fora dos 5% (mas só vendo na altura). Claro que se a inflacção já tiver disparado não vou comprar imóveis a crédito. O meu feeling diz-me que ainda estaremos com taxas baixas (mas já a subir) e se assim for, é para comprar imóveis a crédito (o meu limite são 5,5% fixos a 30 anos). Resumindo: se as taxas estiverem altas, compro em cash se não preservo liquidez e compro a crédito.

    2020 - Rebalancear portfólio agressivemante a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Acredito que as taxas já estarão a subir ou até mesmo já altas. Último ano do período para comprar um imóvel a meu favor. A minha liquidez vai começar a trabalhar para mim. 

    2021 - Rebalancear portfólio minimamente a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Liquidez a trabalhar. 

    2022 - Rebalancear portfólio minimamente a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Aqui teremos inflacção alta, estou mais do que convencido. Ano ainda melhor para pôr a minha liquidez a trabalhar para mim. 

    2023 - Rebalancear portfólio minimamente a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Este ano vai ser de sentar no sofá. Não vou poder comprar imóveis porque os preços não estarão bons e nem pensar recorrer a crédito.

    2024-2026 - Provavelmente já vou estar a destruir a minha liquidez em activos pouco líquidos, mas não tenho certeza.

     

    Claro que as minhas previsões podem estar totalmente erradas, mas a questão aqui é ter uma estratégia "responsive" e ver ano a ano como estão as coisas. Tal como este ano, errei bastante na previsão e de um dia para o outro comecei a comprar imóveis. Em Portugal é especialmente difícil fazer previsões, porque primeiro temos o BCE a adulterar completamente a inflacção, depois temos o maior crédito mal parado do mundo e os bancos podem de um dia para o outro esvaziar a caixa. Nesse dia há um crash monumental no imobiliário, mas não sei quando é que isso vai ser. As minhas ideias principais são aproveitar taxas mínimas para crédito a 30 anos, crashes de real estate, acções, etc  e ter "muito" dinheiro no banco quando a inflacção vier em força. Nesse dia vou querer trancar taxas de 8%+ a 10 anos. 

    Qualquer comentário é bem vindo!

    Abraço

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    há 21 minutos, scpuser disse:

    Voltando mais ao tópico, e dado que mudei muito a minha exposição a nível de portfólio, estive a re-calibrar a estratégia para os próximos 6 e 10 anos. Se puderem, comentários são bem vindos!

    Baseei a minha estratégia em alguns factores: (1) aumentei muito o Real Estate porque achei que encontrei excelentes mercados e acima de tudo excelentes negócios - tranquei os créditos todos a taxa fixa 30 anos (taxas de 4,7% em média - eu sei bastante más mas há poucos bancos a fazer taxa fixa 30 anos em Portugal...), (2) acho que a inflacção vai andar pelas ruas da amargura por mais 2,5 - 5 anos. Depois disso, acho que vai aumentar pelo menos até aos 6%. (3) quero rapidamente diminuir a minha exposição a Real Estate, que está actualmente em 80%, por forma a que ande em 50%-60%.

    Quando digo "aumentar liquidez", que significa ter o máximo de dinheiro possível no banco, basicamente isso para mim traduz-se em (1) deixar de amortizar os meus créditos e (2) não fazer investimentos ilíquidos, como imóveis. A minha estratégia anda muito à volta da inflacção e por isso amortizar créditos ao máximo vs pagar apenas os empréstimos e meter o resto no banco. 

    Aqui está o plano:

    2016 - Comprar Imóveis, amortizar créditos ao máximo e aumentar fontes de rendimento (internet e coaching) - Achei que fosse um ano óptimo para comprar imóveis, e fiz uma espécie de all-in comprando 4 imóveis (vou comprar um último em 2016 e depois paro por uns tempos). Esta parte está executada com sucesso aparente. Dentro dos imóveis que tenho, uso-os com intuitos diferentes, e estão em mercados (e cidades!) e categorias diferentes. O imóvel 1 é um cash-cow (essencialmente retiro todo o rendimento para construir liquidez, e uso o imóvel como um instrumento de negociação perante os bancos - não sei como, consegui ter três créditos sem hipotecar este imóvel!). O imóvel 2 é um negócio auto-sustentável que planeio pagar em 10-13 anos (alavancagem total junto da banca). As rendas actuais cobrem o empréstimo e dão-me um cash-flow positivo simpático, que vou amortizar assim que possível (em virtude da taxa ser má) dependendo do ano. O imóvel 3 é uma mistura dos dois. Cobre o empréstimo em 10 vezes, usando 5 vezes para amortizar e 5 vezes para construir liquidez. Vai estar pago em 2021. O 4 é um negócio similar ao 2, mas com cash flow um pouco mais alto porque o preço de compra é mais baixo.

    2017 - Rebalancear portfólio de forma agressiva (voltar em força a obrigações e fundos) e amortizar créditos. Não comprar imóveis. - No início de 2017 vou ter pelo menos 80% da minha riqueza em imóveis, e apesar de saber que os imóveis vão sempre ser a minha maior exposição, não queria no longo prazo ter mais de 50/60% em imobiliário. O resto, planeio ter até 9% em cada tipo (fundos, acções, obrigações, etc). 2017 vai ser um ano para rebalancear o portfólio de forma agressiva e aumentar a liquidez (com jeitinho chego aos 65k em 2017 e 100k em 2018). O aumento da liquidez é uma forma de estar preparado quando a inflacção disparar.

    2018 - Ano onde vou continuar a fazer ajustes ao portfólio, e nem pensar em comprar imóveis. O core da estratégia ser começar a aumentar liquidez, amortizando parcialmente os créditos, esperando chegar ao fim do ano com 100k na conta de investimento, e ter um portfólio balanceado. Deve ser o último ano para ter alavancagem em mínimos para imóveis, mas os preços estarão altos. Em 2017-2018 ou muito me engano ou vai ser para comprar acções a torto e a direito :)

    2019 - Acho que vou ter um portfólio mais balanceado, por isso já o posso desbalancear :-P. A ideia é chegar aqui com menos 50% em imobiliário para comprar um ou dois imóveis.  Especulo novo crash no real estate por esta altura, mas taxas a 30 anos possivelmente já fora dos 5% (mas só vendo na altura). Claro que se a inflacção já tiver disparado não vou comprar imóveis a crédito. O meu feeling diz-me que ainda estaremos com taxas baixas (mas já a subir) e se assim for, é para comprar imóveis a crédito (o meu limite são 5,5% fixos a 30 anos). Resumindo: se as taxas estiverem altas, compro em cash se não preservo liquidez e compro a crédito.

    2020 - Rebalancear portfólio agressivemante a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Acredito que as taxas já estarão a subir ou até mesmo já altas. Último ano do período para comprar um imóvel a meu favor. A minha liquidez vai começar a trabalhar para mim. 

    2021 - Rebalancear portfólio minimamente a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Liquidez a trabalhar. 

    2022 - Rebalancear portfólio minimamente a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Aqui teremos inflacção alta, estou mais do que convencido. Ano ainda melhor para pôr a minha liquidez a trabalhar para mim. 

    2023 - Rebalancear portfólio minimamente a aumentar a liquidez. Não fazer qualquer amortização. Este ano vai ser de sentar no sofá. Não vou poder comprar imóveis porque os preços não estarão bons e nem pensar recorrer a crédito.

    2024-2026 - Provavelmente já vou estar a destruir a minha liquidez em activos pouco líquidos, mas não tenho certeza.

     

    Claro que as minhas previsões podem estar totalmente erradas, mas a questão aqui é ter uma estratégia "responsive" e ver ano a ano como estão as coisas. Tal como este ano, errei bastante na previsão e de um dia para o outro comecei a comprar imóveis. Em Portugal é especialmente difícil fazer previsões, porque primeiro temos o BCE a adulterar completamente a inflacção, depois temos o maior crédito mal parado do mundo e os bancos podem de um dia para o outro esvaziar a caixa. Nesse dia há um crash monumental no imobiliário, mas não sei quando é que isso vai ser. As minhas ideias principais são aproveitar taxas mínimas para crédito a 30 anos, crashes de real estate, acções, etc  e ter "muito" dinheiro no banco quando a inflacção vier em força. Nesse dia vou querer trancar taxas de 8%+ a 10 anos. 

    Qualquer comentário é bem vindo!

    Abraço

    O que é que te leva a concluir que a inflação irá disparar em 2018?

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    1 hour ago, atlas said:

    O que é que te leva a concluir que a inflação irá disparar em 2018?

    Digo mais em inícios de 2019. ;) A maior parte das pessoas diz início de 2021. Vamos ver quem acerta.

    A economia portuguesa vai ter que (continuar a) crescer. A zona euro está há 2 anos e meio a menos de 1%, o que é insustentável. A nossa inflacção não é sequer local, tem influência da Europa. Actualmente tudo está artificialmente baixo por causa das taxas Euribor negativas e BCE. Isso tem que acabar daqui a pouco tempo (3-5 anos). No dia em que acabar, a inflacção vai começar a subir e vai-se notar bastante o efeito de andarmos tanto tempo com crédito dado.

    A minha previsão que a inflacção suba para os 6% é capaz de ser arrojada, mas a 4% já muita gente concorda (a história está do lado deles). A maior parte diz que 5 anos é mais realista que 3, eu prefiro jogar pelo seguro porque antes prever que a inflacção venha mais cedo do que na realidade vem do que o contrário.

    EDIT: Em boa verdade, e foi isso que me esqueci de fazer nota, eu não preciso que a inflacção suba, basta que os incentivos do BCE parem (para mim em particular é melhor que a inflacção suba também, o mais possível). A inflacção pode continuar a 2%, muitos bancos vão ter que se financiar junto do povo. E nesse dia retomaremos a taxas de 6-8%...

    Editado por scpuser
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    há 14 minutos, scpuser disse:

     

    Digo mais em inícios de 2019. ;) A maior parte das pessoas diz início de 2021. Vamos ver quem acerta.

    A economia portuguesa vai ter que (continuar a) crescer. A zona euro está há 2 anos e meio a menos de 1%, o que é insustentável. A nossa inflacção não é sequer local, tem influência da Europa. Actualmente tudo está artificialmente baixo por causa das taxas Euribor negativas e BCE. Isso tem que acabar daqui a pouco tempo (3-5 anos). No dia em que acabar, a inflacção vai começar a subir e vai-se notar bastante o efeito de andarmos tanto tempo com crédito dado.

    A minha previsão que a inflacção suba para os 6% é capaz de ser arrojada, mas a 4% já muita gente concorda (a história está do lado deles). A maior parte diz que 5 anos é mais realista que 3, eu prefiro jogar pelo seguro porque antes prever que a inflacção venha mais cedo do que na realidade vem do que o contrário.

    Mas não era suposto as taxas euribor, ao estarem negativas, fomentarem o investimento e o consumo e com isso fazerem elevar os preços (e a inflação, claro está)? Então com a subida da Euribor e a consequente retração do consumo, de que forma e porque é que a inflação irá subir?

     

    Então o BCE anda a espalhar dinheiro para tentar elevar a inflação e, afinal, o que ele precisava era de retirar o dinheiro à economia?

     

    Não poderemos nós estar perante a possibilidade de um desastre deflacionário?

     

    Não estou a entender...

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    Já te explico o meu ponto saltando conceitos, de forma simples. Eu misturei muita coisa porque fiz relacções directas, mas vou por passos. Vou saltar conceitos porque as perguntas que fizeste não têm resposta binária, embora tu tenhas razão na forma como estás a relacionar as coisas. Há é outros factores a considerar. Em primeiro lugar não se nota de um dia para o outro que o BCE empreste dinheiro a custo 0 e a inflacção mexa. Pode demorar tanto que no dia (e é isso que por norma acontece) em que se nota, já o BCE parou com os incentivos.

    Agora esquece a inflacção (que na realidade não quer dizer aumento de preços, a inflacção está é relacionada com a abundância do dinheiro, o resto são consequências). Pensa nos incentivos do BCE apenas e na relação que isso causa na banca em Portugal. Há não muito tempo nós tínhamos taxas de juro nos bancos de 6%. Hoje temos de 1%. O BCE é o culpado. Primeiro proibiu os bancos (através do BP) de ter juros mais altos do que X. Segundo, passou a emprestar dinheiro aos bancos a custo financeiro 0. Ora a banca não se precisa de financiar junto do povo e se dá 1% (e até taxas mais altas se negociares) é meramente para preservação de clientes. No dia em que isso acabar, a banca vai novamente recorrer aos métodos convencionais de financiamento, entre eles o povo. E nesse dia vai ter que aumentar as taxas. É disso que eu falo, independentemente da inflacção (a inflacção pode ser medida a vários níveis, e normalmente a inflacção que a banca usa - indexada a taxas tipo Euribor - é muito mais baixa que a inflacção de uma economia).

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    • 1 month later...
    A 05/06/2016 at 16:21, scpuser disse:

    Já te explico o meu ponto saltando conceitos, de forma simples. Eu misturei muita coisa porque fiz relacções directas, mas vou por passos. Vou saltar conceitos porque as perguntas que fizeste não têm resposta binária, embora tu tenhas razão na forma como estás a relacionar as coisas. Há é outros factores a considerar. Em primeiro lugar não se nota de um dia para o outro que o BCE empreste dinheiro a custo 0 e a inflacção mexa. Pode demorar tanto que no dia (e é isso que por norma acontece) em que se nota, já o BCE parou com os incentivos.

    Agora esquece a inflacção (que na realidade não quer dizer aumento de preços, a inflacção está é relacionada com a abundância do dinheiro, o resto são consequências). Pensa nos incentivos do BCE apenas e na relação que isso causa na banca em Portugal. Há não muito tempo nós tínhamos taxas de juro nos bancos de 6%. Hoje temos de 1%. O BCE é o culpado. Primeiro proibiu os bancos (através do BP) de ter juros mais altos do que X. Segundo, passou a emprestar dinheiro aos bancos a custo financeiro 0. Ora a banca não se precisa de financiar junto do povo e se dá 1% (e até taxas mais altas se negociares) é meramente para preservação de clientes. No dia em que isso acabar, a banca vai novamente recorrer aos métodos convencionais de financiamento, entre eles o povo. E nesse dia vai ter que aumentar as taxas. É disso que eu falo, independentemente da inflacção (a inflacção pode ser medida a vários níveis, e normalmente a inflacção que a banca usa - indexada a taxas tipo Euribor - é muito mais baixa que a inflacção de uma economia).

    scpuser

     

    os teus imóveis geram receita através do arrendamento?

    Qual o retorno percentual que tens tido com eles ? Já com todas as despesas descontadas?

     

    Compras em cidades muito populadas ?

     

    Fala lá um pouco mais sobre esse assunto :-)

     

    Abraço

     

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    Sim, tenho mais interesse no arrendamento do que em revenda. Pelo menos até um determinado valor, depois posso reconsiderar.

    Não tenho muito tempo de investimento em imobiliário (1 ano), mas até agora entre os 6% e os 15% líquidos, sem contar com apreciação.

    Não, compro em cidades capitais de distrito no interior, onde acredito que haja um fluxo migratório das populações à volta e aumento da % de arrendamento ao mesmo tempo.

    Um abraço

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    • 1 month later...
    A ‎27‎-‎07‎-‎2016 at 14:24, scpuser disse:

    Sim, tenho mais interesse no arrendamento do que em revenda. Pelo menos até um determinado valor, depois posso reconsiderar.

    Não tenho muito tempo de investimento em imobiliário (1 ano), mas até agora entre os 6% e os 15% líquidos, sem contar com apreciação.

    Não, compro em cidades capitais de distrito no interior, onde acredito que haja um fluxo migratório das populações à volta e aumento da % de arrendamento ao mesmo tempo.

    Um abraço

    Algum dos investimentos foi em Viseu?

    Ando a equacionar um negócio lá.

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    56 minutes ago, quirino said:

    Algum dos investimentos foi em Viseu?

    Ando a equacionar um negócio lá.

    Procurei extensivamente em Viseu. O mercado em Viseu não é tão bom quanto Castelo Branco, Guarda e Covilhã.

    Editado por scpuser
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    há 9 minutos, scpuser disse:

    Procurei extensivamente em Viseu. O mercado em Viseu não é tão bom quanto Castelo Branco, Guarda e Covilhã.

    Achas que mais explorado e mais inflacionado?

    Viseu também é uma cidade com uma dimensão acima dessas já... apesar de encontrar algumas similaridades principalmente com Castelo Branco.

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    22 minutes ago, quirino said:

    Achas que mais explorado e mais inflacionado?

    Viseu também é uma cidade com uma dimensão acima dessas já... apesar de encontrar algumas similaridades principalmente com Castelo Branco.

    Na minha opinião, os preços dos imóveis estão muito mais inflaccionados do que em Castelo Branco, em função das rendas. Se conseguires algo na ordem dos 7-8% líquidos em Viseu cidade, então é bom.

    Editado por scpuser
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    Agora mesmo, scpuser disse:

    Na minha opinião, os preços dos imóveis estão muito mais inflaccionados em função das rendas. Se conseguires algo na ordem dos 7-8% líquidos em Viseu cidade, então é bom.

    Já agora tens arrendado a estudantes ou família?

    Viseu tem alguma procura para arrendamento e bastante juventude a estudar. Apesar de não ter universidade publica tem muita oferta privada, politécnico e mesmo estudantes de fora para o secundário.

    Mas a construção também é toda do que me tenho apercebido de construção acima da média, e o preço por m2 de Viseu puxado sim, quando comparado com outras terras de interior.

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    6 minutes ago, quirino said:

    Já agora tens arrendado a estudantes ou família?

    Viseu tem alguma procura para arrendamento e bastante juventude a estudar. Apesar de não ter universidade publica tem muita oferta privada, politécnico e mesmo estudantes de fora para o secundário.

    Mas a construção também é toda do que me tenho apercebido de construção acima da média, e o preço por m2 de Viseu puxado sim, quando comparado com outras terras de interior.

    Estudantes e famílias (depende do mercado).

    Editado por scpuser
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    Pessoal...vamos ter um bocadinho de atenção aos valores por aqui apresentados...este tópico é consultado por muita gente e da forma como os valores estão por aqui a ser apresentados poderá induzir muita gente em erros irreparáveis...sou de Leiria e tenho a absoluta certeza que não sou capaz de ir (ensinar a missa ao padre de Alguidares de Baixo) dizendo-lhe que está lá um prédio á venda por 50000€ e que se aluga facilmente por 500€ mensais  

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    • 2 months later...
    On 9/7/2016 at 2:36 PM, quim said:

    Pessoal...vamos ter um bocadinho de atenção aos valores por aqui apresentados...este tópico é consultado por muita gente e da forma como os valores estão por aqui a ser apresentados poderá induzir muita gente em erros irreparáveis...sou de Leiria e tenho a absoluta certeza que não sou capaz de ir (ensinar a missa ao padre de Alguidares de Baixo) dizendo-lhe que está lá um prédio á venda por 50000€ e que se aluga facilmente por 500€ mensais  

    Então mas por você não conhecer os outros não podem? Desculpem lá mas esta atitude bem portuguesa de "só pode ser mentira eu ando nisto há muito tempo nunca vi nada assim" é extremamente retrativa e egocentrista. Mas os outros não podem ser melhores que nós? Eu aceito isso com naturalidade. Há pessoas que crescem negócios de milhões em dois ou três anos (ou de biliões, do 0, em menos de 10 anos, como um tal "Facebook"). Infelizmente eu não consigo isso, mas aceito que haja quem o faça.

    No meu último investimento feito no último mês com um sócio, fizémos um investimento abaixo de 50.000€ num imóvel onde esperamos rendas mensais brutas de 1350€. 

    Se é fácil de encontrar? Claro que não. Se é preciso ter contactos extraordinários? Claro. Se é preciso ver 50 imóveis antes de comprar um? Também. Se é preciso ser espero a vários níveis? Podem crer.

    Continue a dizer que os outros não têm. E os que têm continuam a ter e a andar para a frente.

    (8% em imóveis até na ImoVirtual encontra...)

    Editado por scpuser
    • Voto Positivo 1
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    há 6 horas, scpuser disse:

    Então mas por você não conhecer os outros não podem? Desculpem lá mas esta atitude bem portuguesa de "só pode ser mentira eu ando nisto há muito tempo nunca vi nada assim" é extremamente retrativa e egocentrista. Mas os outros não podem ser melhores que nós? Eu aceito isso com naturalidade. Há pessoas que crescem negócios de milhões em dois ou três anos (ou de biliões, do 0, em menos de 10 anos, como um tal "Facebook"). Infelizmente eu não consigo isso, mas aceito que haja quem o faça.

    No meu último investimento feito no último mês com um sócio, fizémos um investimento abaixo de 50.000€ num imóvel onde esperamos rendas mensais brutas de 1350€. 

    Se é fácil de encontrar? Claro que não. Se é preciso ter contactos extraordinários? Claro. Se é preciso ver 50 imóveis antes de comprar um? Também. Se é preciso ser espero a vários níveis? Podem crer.

    Continue a dizer que os outros não têm. E os que têm continuam a ter e a andar para a frente.

    (8% em imóveis até na ImoVirtual encontra...)

    Claro..tem toda a razão...não é impossível de todo adquirir-se um prédio  e por baixo descobrir-se  um poço de petróleo ... 

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    16 minutes ago, quim said:

    Claro..tem toda a razão...não é impossível de todo adquirir-se um prédio  e por baixo descobrir-se  um poço de petróleo ... 

    Olhe, nem sei o que lhe diga, por isso vou-lhe dizer que está certo e é óbvio que o pessoal vem gastar tempo para aqui só para trolar os outros. Bons negócios são impossíveis!

    • Voto Positivo 1
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    há 8 horas, scpuser disse:

    Olhe, nem sei o que lhe diga, por isso vou-lhe dizer que está certo e é óbvio que o pessoal vem gastar tempo para aqui só para trolar os outros. Bons negócios são impossíveis!

    Isso é muito bom! O imóvel é tipo loja ou residência?

    bom negócio, parabéns!

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    9 hours ago, maj.lraep said:

    Isso é muito bom! O imóvel é tipo loja ou residência?

    bom negócio, parabéns!

    Boas!

    É um imóvel com um único artigo mas com 7 fracções independentes. Duas estão licencidas para serviços (aka lojas) e o resto habitação. Uma loka e uma fracção de habitação já estão arrendadas :)

    Foi de facto um negócio fabuloso para cash flow (não contamos com apreciação neste mercado).

    Obrigado e abraço

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