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  • FORMAS DE POUPAR

  • Comprar apartamento (concelhos à volta de Lisboa)


    lapf

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    Muitos S´s que confesso acabei por não entender...parece-me que o lapf já se decidiu há bastante tempo pela compra, portanto acho que qualquer opinião que aqui seja dada em contrário não o fará demover  ;D ;D ;D

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    Mas por exemplo, para uma pessoa que hoje em dia tenha 100 000€ disponiveis colocam-se as seguintes opções:

    • comprar casa aproveitando a baixa de preços no mercado e a existencia de bons negocios (casas dos bancos, pessoas desesperadas por vender, etc.), ficando no entanto completamente descapitalizada e eventualmente ter ainda de pedir um pequeno emprestimo;
    • arrendar casa e deixar o dinheiro a render em produtos de baixo risco e ir acumulando.

    Que vos parece?

    Cada caso é um caso e não se pode generalizar

    Variáveis a considerar em cada caso:

    A situação familiar (casado/solteiro/com ou sem filhos/etc)

    As perspectivas do mercado imobiliário no local onde se pretende residir (é muito diferente comprar um T2 em Cascais ou um T2 na Amadora)

    A apetência/tolerância ao risco do potencial comprador

    O grau de otimismo do potencial comprador (a capacidade de acreditar que o futuro do País vai ser melhor)

    Depende de todos estes factores e de outros

    Outras questões a considerar

    Num cenário em que Portugal sai do Euro, acham que:

    As casas irão perder ou ganhar valor?

    As rendas irão baixar ou subir?

    Quais são as vossas opiniões?

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    Cada caso é um caso e não se pode generalizar

    Variáveis a considerar em cada caso:

    A situação familiar (casado/solteiro/com ou sem filhos/etc)

    As perspectivas do mercado imobiliário no local onde se pretende residir (é muito diferente comprar um T2 em Cascais ou um T2 na Amadora)

    A apetência/tolerância ao risco do potencial comprador

    O grau de otimismo do potencial comprador (a capacidade de acreditar que o futuro do País vai ser melhor)

    Depende de todos estes factores e de outros

    Outras questões a considerar

    Num cenário em que Portugal sai do Euro, acham que:

    As casas irão perder ou ganhar valor?

    As rendas irão baixar ou subir?

    Quais são as vossas opiniões?

    No caso de saída de Portugal do Euro, iria haver uma brutal desvalorização da moeda. O que significa que as dívidas(empréstimos) contraídos em Euros iriam ser convertidos para escudo. Resultado? Catástrofe.

    As casas irão perder ou ganhar valor?

    Não se pode colocar a questão desta forma. As casas iriam perder valor porque a moeda desvalorizou, é claro que seria uma consequência. Ou seja, como não iria haver possibilidade de comprar casa estas iriam ver o seu valor reduzido, por força do "ajustamento do mercado".

    As rendas irão baixar ou subir?

    As rendas estão indexadas à Euribor. Portanto só iriam subir se esta taxa aumentasse, ou consequentemente houvesse revisão do "spread" por parte do banco. Em termos legais não acredito que seja possível ao banco rever o spread se não houver quebra de algum "item" pré-acordado no contrato.

    Como referi ali em cima, se Portugal saísse do Euro iria haver uma brutal desvalorização da moeda. Consequentemente disparava a inflação e aumentava o desemprego.

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    "Crise está a fazer descer as rendas

    Face a 2011, o valor das rendas dos imóveis colocados nas duas imobiliárias chegam a baixar entre 8% e 20%.

    Apesar de haver cada vez mais portugueses a optar pelo arrendamento perante a dificuldade de acesso ao crédito para a compra de casa, em algumas imobiliárias está-se a assistir a uma descida dos preços das rendas. Na Remax, por exemplo, a diminuição rondará os 8% e 9% face aos valores de 2011, enquanto que na Century 21 a descida chega aos 20%, em termos médios. Estas quedas são explicadas pela crise económica.

    "Atualmente existe uma nova tipologia de procura no arrendamento: procura de tipologia por rendimento disponível e procura de tipologias por zona. Estes consumidores têm um rendimento disponível limitado para alocar à habitação e este facto tem forçado um ajuste no valor das rendas, sobretudo nos concelhos limítrofes de Lisboa", frisa Ricardo Sousa, administrador da Century 21. Uma opinião corroborada por Beatriz Rubio, CEO da Remax.

    "Estamos a viver uma altura de crise, em que os proprietários têm noção do mercado e da oferta que existe em termos de arrendamento. Há mais abertura para negociar com os clientes a prestação do imóvel", refere a responsável.

    Na Century 21, em 2011, o valor das rendas situava-se acima dos 500 euros, mas hoje em dia a imobiliária regista preços médios inferiores a 400 euros. Já Beatriz Rubio dá o exemplo de um T1 que em 2011 custava em média 468 euros e que agora passou a ter uma renda de 427 euros. É sobretudo em zonas com maior número de operações de arrendamento, como a margem sul de Lisboa, a Linha de Sintra, Loures, Odivelas e Alverca, onde se constata uma maior diminuição de preços. Por exemplo, através da Remax, arrendar um T1 em Setúbal custava em 2011 8,9% a mais do que o preço actual.

    Contudo, a descida das rendas não é uma tendência do mercado como um todo. Segundo Luís Lima, presidente da APEMIP, "quando há mais procura do que oferta, não há condições para haver uma descida de rendas". Ainda assim, este responsável reconhece que possa haver alguma pressão dos preços nos imóveis da periferia. A opinião de Miguel Poisson, director-geral da ERA Portugal, coincide com a do presidente da APEMIP. "Nota-se uma descida, mas muito residual porque os proprietários ainda têm muito receio de colocar imóveis no mercado de arrendamento ao mesmo tempo que a dificuldade de acesso ao crédito está a empurrar mais pessoas para o arrendamento". O presidente da ERA diz que a descida nas rendas estará dependente da nova lei das rendas e da confiança que esta transmitir aos proprietários. Também a banca pode desempenhar um papel importante se colocar os imóveis que tem em carteira no mercado de arrendamento."

    Fonte: Económico

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    "Quanto custa arrendar uma casa em Lisboa?

    Com o acesso ao crédito bancário cada vez mais difícil, o Económico mostra-lhe os preços de arrendamento para um T1, T2 e T3 em Lisboa.

    A subida das taxas de juro e as regras mais rígidas das instituições financeiras em conceder empréstimos para aquisição de casa estão a levar cada vez mais famílias a recorrer ao arrendamento.

    "Há dois anos e meio, em cada 100 pessoas havia 70 interessadas em comprar casa. Hoje em dia é ao contrário. Em cada 100 há 70 que procuram arrendar", explica Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação (APEMIP).

    De acordo com um estudo recente desta Associação, as zonas da Lapa, Chiado e Expo (ver em anexo mapa de Lisboa), são as mais dispendiosas para arrendar um apartamento. Por exemplo, na Lapa, um apartamento T2, o mais procurado pelas famílias, pode variar entre os 500 e os 1530 euros. No caso da Expo, o preço atinge os 1810 euros.

    "Mesmo no segmento alto, as pessoas preferem arrendar uma casa numa boa zona em vez de optarem pela compra. Neste momento há muita incerteza nos mercados", diz o presidente da APEMIP.

    A procura para arrendamento é também constituída por famílias que deixaram de conseguir pagar os empréstimos ao banco, jovens casais ou casais divorciados a quem são negados empréstimos. "No mercado médio e médio baixo, as pessoas não têm hipótese de recorrer ao crédito", acrescenta Luís Lima.

    Para estas pessoas ir viver para as zonas mais baratas de Lisboa é a única solução. O T1 é, muitas vezes, a tipologia escolhida. Segundo o mesmo estudo, as freguesias do centro de Lisboa, como São Paulo, Socorro ou Pena, são as mais baratas para arrendar com preços a partir dos 386 euros.

    Já o T3 mais barato pode ser arrendado por 500 euros em Marvila, Penha de França ou Santa Engrácia. O mais caro, por outro lado, pode atingir os 2700 euros e fica nas zonas de Carnide e Lumiar."

    Fonte: Económico

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    "O administrador da Century 21, Ricardo Sousa, diz que apesar do crescimento do arrendamento, a maioria das pessoas ainda quer comprar casa

    "Se houvesse crédito havia muita gente a comprar casas"

    O administrador da Century 21 em Portugal e Espanha, Ricardo Sousa, disse hoje que o arrendamento é ainda uma solução de recurso para quem não consegue dinheiro para comprar uma casa.

    "Se houvesse crédito, havia muita gente a comprar casa. Há muita gente a entrar nas agências à procura de casa para comprar, mas simplesmente chega-se à conclusão que a melhor opção é arrendar", disse na 15ª Conferência Internacional do Salão Imobiliário de Portugal, que decorre hoje na FIL, em Lisboa.

    No entanto, diz Ricardo Sousa, esta realidade está a levar o arrendamento e a sua procura a crescer exponencialmente e neste momento, só na Century 21, o arrendamento já pesa 60% das operações realizadas.

    Nota-se ainda, diz o mesmo responsável, uma forte descida das rendas, que passaram de uma média de 600 para 400 euros.

    Contudo, de acordo com Gonçalo Nascimento Rodrigues, consultor na área do imobiliário, o mercado do arrendamento em Portugal ainda está muito longe da maturidade.

    "Só vai existir um mercado se os preços das casas [para os investidores] descerem ou as rendas subirem e como as rendas das casas antigas vão subir, espera-se que as rendas das casas novas desçam o que significa que os preços das casas terão de descer, na minha perspectiva, mais uns 30%. Por isso temos ainda um longo caminho a percorrer", disse.

    Diz ainda Gonçalo Nascimento Rodrigues, que para voltar aos mesmo níveis de 1981, ou seja, antes do boom da construção, seriam precisos 600 mil arrendatários e 350 mil casas a menos em Portugal, o que é impossíevl, uma vez que nos últimos 20 anos se construíram cerca de 450 mil novas casas.

    Além disso, disse ainda na mesma ocasião, que seriam precisa que todas as casas que são construídas ou reabilitadas fossem colocadas no mercado do arrendamento."

    Fonte: Agência Financeira

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    • 2 weeks later...

    "Investir numa casa compensa?

    Em Portugal é unânime achar-se que comprar casa é um bom investimento. Já perdi a conta às vezes que me disseram que o dinheiro no banco não ganha quase nada, a Bolsa é um casino e os negócios são uma confusão pelo que, para poupar, o melhor é comprar casas para viver, passar o fim de semana ou mesmo só para valorizar.

    Esta opinião é influente. A fração de portugueses que vive em casa própria está acima dos 75%, mais alta do que nos EUA ou mesmo do que a média europeia e muito acima dos cerca de 50% na Alemanha ou 60% em França. O número de portugueses com segunda casa subiu bastante e, para a maioria das famílias, a habitação é a única poupança que têm. Para explicar este fenómeno, não temos de apelar à misteriosa "cultura", a justificação que os preguiçosos dão para tudo e mais alguma coisa, mas sobretudo para terem desculpa para não terem de pensar.

    Em Portugal, nos últimos 20 anos, existiram generosas bonificações ao crédito para a habitação e deduções nos impostos das despesas com os juros desses créditos. Não há nenhum subsídio para comprar ações e se quiser usar o seu dinheiro para fundar uma empresa e produzir algo vai descobrir rapidamente que ainda antes de receber um euro de receita já está a pagar impostos por conta. Mas para comprar casa, um casal jovem tinha fácil acesso a crédito barato.

    Em segundo lugar, até recentemente, não existia um imposto significativo sobre a propriedade de habitação. O IMI tem menos de dez anos e a contribuição autárquica, que o precedeu, sempre foi baixa. Até há dois anos, a maioria dos imóveis estava subavaliada e a conta do IMI era irrisória. Ter uma casa vazia não era muito custoso.

    Terceiro, a lei do arrendamento congelou as rendas a um nível tão baixo e levantou tantos obstáculos ao despejo de um inquilino que os arrendatários do passado mantiveram-se agarrados às casas mesmo quando já eram donos de segundas e terceiras casas. Sem dinheiro para fazer obras, os senhorios deixavam as casas degradar-se e receavam alugá-las a qualquer um, cientes das dificuldades que poderiam ter no futuro em ver-se livre de maus inquilinos. Por isso, comprar casa era relativamente barato em relação à dificuldade de arranjar casa alugada.

    Por fim, nos últimos 30 anos, centenas de milhares de portugueses deslocaram-se das aldeias para os centros urbanos. A procura de casas nas cidades garantiu que os preços das casas subiam sempre e, até ao início do século xxi, a valorização do património era garantida.

    Este foi o passado. Olhemos antes para o presente e para o futuro. As bonificações e deduções associados ao crédito à habitação não vão ficar imunes aos cortes na despesa pública. Os imóveis estão todos a ser reavaliados e o IMI vai subir, e muito, para quase todos. A nova lei do arrendamento espera-se que reanime esse sector. Por fim, o desemprego tem levado à quebra da população nas cidades. Tudo junto, é de esperar que comprar casa não volte tão cedo a ser um investimento tão bom como foi no passado."

    Fonte: Dinheiro Vivo

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