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  • FORMAS DE POUPAR

  • Novo Banco (ex-BES)


    Pedro Pais

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    Tenho tido a conta 18.31 no NB, pois desde que cumprisse as condições deles (login online 1x por mês, compras 50€ com o cartão), mantinha isenção de despesas de manutenção. Hoje recebi o mail a dizer

    Porque razão é que se paga manutenção de conta, quando existe no mercado pelo menos 4 alternativas em que não se paga? AB, CTT, Best, BiG, Carregosa...

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    É bom lembrar, no que diz respeito aos depósitos a prazo, se houver insolvência de um grande banco, e que não seja "ajudado" pelo estado, o fundo de garantia não tem dinheiro suficiente (nem perto disso) para reembolsar os clientes.

    Toda esta situação do BES, anteriormente do BANIF, BCP, etc, faz pairar a sombra sobre a consciência dos clientes de que, um dia haverá o 1º caso de incumprimento do pagamento/reembolso ao cliente.

    Ao que parece, existe maior probabilidade se for um banco grande invés de um pequeno.

    Se agora assistimos ao pânico no que diz respeito aos investimentos no grupo BES, imagino se houver problemas nos depósitos, quer seja no BES ou outro, será o salve-se quem puder ou souber.

    É porque se um dia, o rastilho dos depósitos for ateado, teremos tempo de ir ao banco sim, mas não teremos autorização para "movimentar".

    Até os fundos já são mais seguros, por trabalharem autonomamente. :angel:

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    Macase, se isso acontecer no BES, é o fim do sistema financeiro, tal como o conhecemos... Aqui alguém acredita que Portugal ou a Europa vao deixar que um banco ou um país nao garanta 100 000 Euros por depositante???

    Eu nao... E depois toda a gente fala no Fundo de Garantia... Eu creio que o BES tem imensos depositantes, mas que nao tem todos 100 000 Euros e os que tem mais seriam os que saíriam a perder.

    Esta possibilidade para mim nao existe (pelo menos nos dias de hoje!).

    Um abraço a todos

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    O BES tem poucas hipóteses de entrar em incumprimento, mas lá que elas existem... existem seguramente e são bem reais e possíveis de acontecer... ainda fiquei mais com essa ideia depois de ouvir as declarações do governador do banco de Portugal no canal AR. De qualquer maneira se isso acontecer, exitem 99% de hipóteses do estado intervir.... gasta 5B para meter o banco novamente nos eixos e siga (a alternativa seria pagar a garantia de depósitos - existem neste momento +30B em depósitos - o que fazendo uma estimativa deve rondar uns 10B)....

    Sinceramente se tivesse depósitos no BES começava era a convertê-los para obrigações de outras instituíções.

    So dessa forma ficava blindado..

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    D@vid e demais que possam ainda não ter lido o artigo:

    "A história do Banco do meu Avô, o BES" (por Carlos Paz)

    "Vamos IMAGINAR coisas…

    Vamos imaginar que o meu avô tinha criado um Banco num País retrógrado, a viver debaixo de um regime ditatorial.

    Depois, ocorreu uma revolução.

    Foi nomeado um Primeiro-Ministro que, apesar de ser comunista, era filho do dono de uma casa de câmbios. Por esta razão, o dito Primeiro-Ministro demorou muito tempo a decidir a nacionalização da Banca (e, como tal, do Banco do meu avô).

    Durante esse período, que mediou entre a revolução e a nacionalização, a minha família, tal como outras semelhantes, conseguiu retirar uma grande fortuna para a América do Sul (e saímos todos livremente do País, apesar do envolvimento direto no regime ditatorial).

    Continuemos a IMAGINAR coisas…

    Após um período de normal conturbação revolucionária, o País entrou num regime democrático estável. Para acalmar os instintos revolucionários do povo, os políticos, em vez de tentarem explicar a realidade às pessoas, preferiram ser eleitoralistas e “torrar dinheiro”. Assim, endividaram o País até entrar em banca-rota, por duas vezes (na década de 80).

    Nessa altura, perante uma enorme dívida pública, os políticos resolveram privatizar uma parte significativa do património que tinha sido nacionalizado. Entre este, estava o Banco do meu avô.

    E, continuando a IMAGINAR coisas…

    A minha família tinha investido o dinheiro que tinha tirado de Portugal em propriedades na América do Sul. Como não acreditávamos nada em Portugal, nenhum de nós quis vender qualquer das propriedades ou empatar qualquer das poupanças da família. Mas, queríamos recomprar o Banco do meu avô.

    Então, viemos a Portugal e prometemos aos políticos que estavam no poder e na oposição, que os iríamos recompensar (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) por muitos anos, se eles nos vendessem o Banco do meu avô muito barato. Assim, conseguimos que eles fizessem um preço de (vamos imaginar uma quantia fácil para fazer contas) 100 milhões, para um Banco que valia 150.

    Como não queríamos empatar o “nosso” dinheiro, pedimos (vamos imaginar uma quantia) 100 milhões emprestados aos nossos amigos franceses que já tinham ganho muito dinheiro com o meu avô. Com os 100 milhões emprestados comprámos o Banco (o nosso dinheiro, que tínhamos retirado de Portugal, esse ficou sempre guardado).

    E assim ficámos donos do Banco do meu avô. Mas tínhamos uma dívida enorme: os tais 100 milhões. Como os franceses sabiam que o Banco valia 150, compraram 25% do Banco por 30 milhões (que valiam 37,5 milhões) e nós ficámos só a dever 70 milhões (100-30=70). Mesmo assim era uma enorme dívida.

    Continuemos a IMAGINAR coisas…

    Tal como combinado, viemos para Portugal e começámos a cumprir o que tínhamos prometido aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os familiares e para os próprios nos momentos em que estavam na oposição, etc…).

    Como ainda tínhamos uma grande dívida, resolvemos fazer crescer mais o Banco do meu avô.

    Assim, fomos falar com uma nova geração de políticos e prometemos todo o tipo de apoios (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se nos dessem os grandes negócios do Estado.

    E eles assim fizeram. E o Banco do meu avô, que tinha sido vendido por 100, quando valia 150, valia agora 200 (por passarem por ele os grandes negócios do Estado).

    Mas, mesmo assim, nós ainda devíamos 70 milhões (e tínhamos de pagar, pelo menos uma parte dessa dívida, caso contrário, os franceses ficavam com o Banco do meu avô).

    E, continuando a IMAGINAR coisas…

    O meu tio, que era presidente do Banco do meu avô, reformou-se. Nessa altura a família estava preparada para nomear um dos meus primos para presidente. Eu queria ser presidente e prometi à família toda um futuro perpétuo de prosperidade se me nomeassem a mim como presidente.

    E assim foi. Fui, finalmente, nomeado presidente do Banco do meu avô.

    Mas era preciso pagar uma parte da dívida aos franceses. Podíamos vender uma parte do Banco em Bolsa, mas deixávamos de mandar (logo agora que eu era presidente – não podia ser assim).

    Então desenhei um plano:

    Criei uma empresa, chamada “Grupo do meu avô” (em que a minha família tinha 100% do capital) e passei os nossos 75% do Banco (25% eram dos franceses) para essa nova empresa.

    Assim, a família era dona de 100% do “Grupo” que era dono de 75% do Banco.

    Falei com os franceses e combinei mudarmos os estatutos do Banco: quem tivesse 25% mandava no Banco (e os franceses não se metiam, a não ser para decidir os dividendos que queriam receber).

    Assim, como o Banco agora valia 200, vendemos 50% na Bolsa por 100 (metade dos 200). Com 50 capitalizámos o Banco. Os restantes 50 tirámos para nós (37,5 para a família e 12,5 para os franceses).

    Demos também os nossos 37,5 aos franceses e assim ficámos só a dever 32,5 milhões (70-37,5). Ainda era uma grande dívida, mas continuávamos a mandar no Banco do meu avô (apesar da nossa empresa “Grupo do meu avô” só ser dona de 25% – os franceses tinham outros 25% e os restantes 50% estavam dispersos por muitos acionistas).

    Ainda tínhamos uma enorme dívida de 32,5 milhões. Mas, a verdade é que continuávamos a mandar no Banco do meu avô e tínhamos transformado uma dívida inicial de 100 em outra de 32,5 (sem termos gasto um tostão da família – o nosso dinheiro continua, ainda hoje, guardado na América do Sul). Convenci-me, nessa altura, que era um génio da finança!

    Continuemos a IMAGINAR coisas…

    A certa altura, o crédito tornou-se uma coisa muito barata. Eu sabia que tínhamos um limite original de 100 milhões e já só devíamos 32,5 milhões. Assim, a empresa “Grupo do meu avô” voltou a endividar-se: pediu mais 67,5 milhões (voltámos a dever 100 milhões) e desatei a comprar tudo o que fosse possível comprar.

    Tornei-me assim, o dono disto tudo (o Banco do meu avô, a Seguradora do meu avô, a Meu avô saúde, a Meu avô hotéis, a Meu avô viagens, a Construtora do meu avô, a Herdade do meu avô onde se brinca aos pobrezinhos, etc…).

    Entretanto fui pagando as minhas promessas aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os momentos em que estavam na oposição, etc…).

    E, continuando a IMAGINAR coisas…

    Mas havia agora uma nova geração de políticos. Fui falar com eles e garanti que os apoiaria para o resto da vida (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se eles continuassem a fazer passar os grandes negócios do Estado pelo Banco do meu avô.

    Mas, tive azar: houve uma crise financeira internacional.

    Deixou de haver crédito. Os juros subiram. Os credores queriam que o Grupo do meu avô pagasse a dívida.

    E, além disso tudo, deixou de haver os grandes negócios do Estado.

    Mas eu, que me achava um génio da finança e que já estava habituado a ser o dono disto tudo, não queria perder a minha posição de presidente do Banco do meu avô.

    Tinha de arranjar uma solução. Fui à procura, e encontrei em África, quem tinha dinheiro sujo e não se importava de investir e deixar-me continuar a mandar e a ser dono disto tudo.

    Continuemos a IMAGINAR coisas…

    Resolvi então criar uma nova empresa: a “Rio do meu Avô” que passou a ser dona de 100% do capital da “Grupo do meu avô”, que era dona de 25% do “Banco do meu avô”. E eu que era dono disto tudo passei a ser o presidente disto tudo.

    Fiz uns estatutos para o “Grupo do meu avô” que diziam que quem tivesse 25% mandava na empresa. Vendi 20% aos Angolanos e 55% na Bolsa. A “Rio do meu avô” ficou assim dona de 25% do “Grupo do meu avô” (mas mandava como se tivesse 100%). A “Grupo do meu avô”, dona de 25% do “Banco do meu avô” (mandava como se tivesse 100%).

    Assim, a minha família já só tinha 5% (25% de 25%) do “Banco do meu avô” (mas eu continuava a mandar como se tivéssemos 100%). Já não havia dúvidas: eu era mesmo um génio da finança.

    Com os 75 milhões da venda do “Grupo do meu avô” (aos Angolanos e na Bolsa), paguei uma parte da dívida. Mas, na verdade, ainda tínhamos uma dívida de 25 milhões (e continuávamos a não querer mexer no nosso dinheiro – esse continua bem guardado na América do Sul).

    E, continuando a IMAGINAR coisas…

    Mas as coisas continuaram a correr mal. Se calhar eu não sou assim tão grande génio da finança. Todos os nossos negócios dão prejuízo (até mesmo o Banco do meu avô). Raio de azar. Ainda por cima, a crise não acaba.

    Fiz então o meu último golpe de génio. Convenci todos os bons clientes a comprarem ações do Banco do meu avô, para aumentar o capital sem ter de endividar mais a “Rio do meu avô” (e sem ter de tocar no dinheirinho da família, que continua bem guardado na América do Sul).

    Mas os franceses queriam o dinheiro deles. Então, como presidente do Banco do meu avô, emprestei dinheiro deste ao Grupo do meu avô e à Rio do meu avô. Assim pagámos aos franceses. Mas ficámos com um problema: o Banco do meu avô está completamente arruinado.

    Tinha de arranjar uma solução!

    Fui falar com os novos políticos com uma proposta: reformo-me, dou lugares de Administração a uma série de políticos do partido do Governo e eles que resolvam o problema do Banco do meu avô.

    Continuemos a IMAGINAR coisas…

    Os políticos aceitaram a minha proposta (aceitam sempre que se fala de lugares de Administração).

    Finalmente reformei-me. Ainda somos donos de 5% do Banco do meu avô e de uma série de outros negócios (sustentados pelas dívidas ao Banco do meu avô).

    Tudo isto sem termos gasto um tostão (o dinheiro da família continua todo guardado na América do Sul).

    E, tomei a última medida antes de me reformar: atribuí a mim próprio uma reforma de um milhão de euros por ano (para as despesas correntes).

    E, assim, acabou a história IMAGINADA do Banco do meu avô.

    Se alguém teve a paciência de ler este texto até ao fim, deixo uma pergunta: Se esta história em vez de ser IMAGINADA, fosse verdadeira, que fariam ao neto?"

    Publicado por Carlos Paz na sua página do Facebook: https://www.facebook.com/carlos.paz.756?fref=ts

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    "O Banco Espírito Santo (BES) contratou o Deutsche Bank como conselheiro financeiro especializado, com o objetivo de avaliar a potencial otimização da estrutura do seu balanço, segundo um comunicado hoje enviado ao supervisor do mercado português. "O BES informa que a sua comissão executiva contratou o Deutsche Bank como conselheiro financeiro para avaliar a potencial otimização da estrutura do seu balanço", lê-se no documento disponível no portal da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. A intenção de contratar uma instituição financeira internacional para funcionar como conselheira da comissão executiva liderada por Vítor Bento já tinha sido anunciada na segunda-feira, mas só hoje foi revelado o nome da entidade escolhida, o alemão Deutsche Bank."

    Correio da Manhã

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    1pedro2 eu sei que diz isso meio a sério meio a brincar mas não diga isso, é feio e fica-lhe mal, com o mal dos outros ninguém vive.

    Posso dizer que tive conhecimento há 2 semanas que o meu tio (anda pelos 60 anos) tem dinheiro nesse mesmo banco e não tirou o dinheiro para a Suíça nem anda em fugas ao fisco, nem sequer é milionário, é tudo tratado em Portugal, os contratos e documentação são portugueses, o gestor de conta é português, a delegação que trata da conta dele está no Porto, e quando recebe juros paga os 28% como qualquer cidadão.

    Não vou especificar o montante mas posso dizer que o montante que ele tem nesse banco está compreendido entre os 250.000 e os 500.000 e 80% desse valor tem exposição a empresas do grupo e são obrigações e papel comercial de curto prazo.

    Não fazia ideia disto e até foi a minha tia que me falou primeiro para ver se o ajudava que ele já nem dormia só de ouvir as notícias, quando comecei a ver os papéis só que ele subscreveu rapidamente me apercebi que são as empresas do grupo e que a coisa vai correr muito mal para ele, pior é que mesmo algum conhecimento financeiro que eu tenho de nada lhe vale pois os produtos estão subscritos e as empresas já estão em incumprimento.

    E depois em pesquisas na net vejo várias notícias, noticias, e artigos de opinião sobre esse banco em tons de gozo o que me revolta, nem toda a gente que tem conta nesse banco é milionário, nem toda a gente o faz para não pagar impostos, nem toda a gente quer "mama".

    Houve um artigo que me ficou na memória do Pedro S guerreiro que até este momento tive em boa conta e que achei de particular mau tom e que era algo nos moldes do "quando a crise chega aos ricos" e feito em moldes de gozo por essas pessoas desde banco estarem agora

    Supostamente a passar por as mesmas dificuldades que a classe média e baixa. Sim porque neste caso em específico estamos a falar de um milionário, mas isto é muito português, é como aquela anedota do português e do americano, o americano vê um vizinho com um carro novo e diz "ainda vou ter um igual ao teu" o tuga diz "anda la seu gabarolas que ainda te vou ver na miséria".

    Ele tem cerca de metade do seu património nesse banco, o resto tem no santander que é o seu banco do dia a dia. Foi contactado por esse banque privee através de um amigo de negócios que lhe apresentou o gestor de conta que o andou a chatear para la abrir conta, isto há cerca de 2 anos.

    E não, não lhe prometeram milhões nem taxas de 2 dígitos, as aplicações dele andam entre os 3,75 e os 4,5% no papel comercial, e tem um estruturado a 5%.

    Pergunto eu valeu o risco de investir nestas empresas por estas taxas? Mas ele confiou nas pessoas e como "já tenho muito trabalho com a empresa deixo a gestão do dinheiro ao gestor da conta pois eles é que são os entendidos".

    E agora? Uma pessoa honesta e trabalhadora, que confiou nas pessoas e nas empresas que investia "porque eram empresas do BES" na sua boa fé sujeita-se a perder de uma vez metade do trabalho da sua vida. Do banco ninguém lhe diz nada, dizem que mesmo eles nesta situação estão às escuras e que não sabem o que o futuro reserva, e como ele imagino centenas de outros clientes desse mesmo banco.

    Já lhe disse que quero estar na reunião com o gestor de conta dele que vai ser na próxima semana e quero ver se há algum tipo de novidades, mas não espero qualquer tipo de boas notícias.

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    1pedro2 eu sei que diz isso meio a sério meio a brincar mas não diga isso, é feio e fica-lhe mal, com o mal dos outros ninguém vive.

    Posso dizer que tive conhecimento há 2 semanas que o meu tio (anda pelos 60 anos) tem dinheiro nesse mesmo banco e não tirou o dinheiro para a Suíça nem anda em fugas ao fisco, nem sequer é milionário, é tudo tratado em Portugal, os contratos e documentação são portugueses, o gestor de conta é português, a delegação que trata da conta dele está no Porto, e quando recebe juros paga os 28% como qualquer cidadão.

    Não vou especificar o montante mas posso dizer que o montante que ele tem nesse banco está compreendido entre os 250.000 e os 500.000 e 80% desse valor tem exposição a empresas do grupo e são obrigações e papel comercial de curto prazo.

    Não fazia ideia disto e até foi a minha tia que me falou primeiro para ver se o ajudava que ele já nem dormia só de ouvir as notícias, quando comecei a ver os papéis só que ele subscreveu rapidamente me apercebi que são as empresas do grupo e que a coisa vai correr muito mal para ele, pior é que mesmo algum conhecimento financeiro que eu tenho de nada lhe vale pois os produtos estão subscritos e as empresas já estão em incumprimento.

    E depois em pesquisas na net vejo várias notícias, noticias, e artigos de opinião sobre esse banco em tons de gozo o que me revolta, nem toda a gente que tem conta nesse banco é milionário, nem toda a gente o faz para não pagar impostos, nem toda a gente quer "mama".

    Houve um artigo que me ficou na memória do Pedro S guerreiro que até este momento tive em boa conta e que achei de particular mau tom e que era algo nos moldes do "quando a crise chega aos ricos" e feito em moldes de gozo por essas pessoas desde banco estarem agora

    Supostamente a passar por as mesmas dificuldades que a classe média e baixa. Sim porque neste caso em específico estamos a falar de um milionário, mas isto é muito português, é como aquela anedota do português e do americano, o americano vê um vizinho com um carro novo e diz "ainda vou ter um igual ao teu" o tuga diz "anda la seu gabarolas que ainda te vou ver na miséria".

    Ele tem cerca de metade do seu património nesse banco, o resto tem no santander que é o seu banco do dia a dia. Foi contactado por esse banque privee através de um amigo de negócios que lhe apresentou o gestor de conta que o andou a chatear para la abrir conta, isto há cerca de 2 anos.

    E não, não lhe prometeram milhões nem taxas de 2 dígitos, as aplicações dele andam entre os 3,75 e os 4,5% no papel comercial, e tem um estruturado a 5%.

    Pergunto eu valeu o risco de investir nestas empresas por estas taxas? Mas ele confiou nas pessoas e como "já tenho muito trabalho com a empresa deixo a gestão do dinheiro ao gestor da conta pois eles é que são os entendidos".

    E agora? Uma pessoa honesta e trabalhadora, que confiou nas pessoas e nas empresas que investia "porque eram empresas do BES" na sua boa fé sujeita-se a perder de uma vez metade do trabalho da sua vida. Do banco ninguém lhe diz nada, dizem que mesmo eles nesta situação estão às escuras e que não sabem o que o futuro reserva, e como ele imagino centenas de outros clientes desse mesmo banco.

    Já lhe disse que quero estar na reunião com o gestor de conta dele que vai ser na próxima semana e quero ver se há algum tipo de novidades, mas não espero qualquer tipo de boas notícias.

    Não falei de casos especificos nem quero falar, de qualquer maneira não vejo como possa ser pedido responsabilidades ao Banco de Portugal por parte de clientes de um banco suiço regulado e supervisionado por entidades suiças... ;) e acredite que decerto havia muito boa gente que usava esse banco pelos motivos que referi ;)

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    Bom dia

    Acompanho este forum há bastante tempo e sou um auto-didacta, mas sobretudo ainda um aprendiz ao nível financeiro.

    Gostaria que me informassem e esclarecessem uma dúvida, como tal pediria uma ajuda á minha questão:

    Tenho um fundo de investimento (BIC TEsouraria tipo A), subscrito no banco BEST (migrei do ES liquidez).

    Já sei que é um fundo e que não há garantia de capital,......, mas:

    Com esta "palhaçada" no BES, há algum risco para uma desvalorização "extra/super" ou perca do montante aplicado nesse fundo?

    Já agora e estando o fundo com uma rentabilidade medíocre, qual seria uma alternativa credível ao mesmo (com o mesmo enquadramento/tipo)?

    Desde já agradeço a v/ atenção

    abraço

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    Assim à primeira vista a carteira desse fundo não está exposta ao GES. Não vejo qualquer razão para desvalorizar por causa dele.

    Assim de repente esta informação não está correta.  :angel:

    O fundo referido do BIC tem em carteira, segundo informação disponibilizada no site da CMVM, papel comercial da RioForte que como sabemos pediu insolvência controlada. Assim esse fundo pode sofrer alguma desvalorização ainda que talvez não significativa.

    Foi aliás por este facto que apliquei recentemente uma parcela de património que pretendo líquida no ES Tesouraria Activa que pela informação divulgada não está exposto ao grupo GES.

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    Chupamisto, para quê ter uma conta na Suiça se depois acaba-se por fazer aplicações iguais ao que há cá? pelo menos cá o BES vai pagar todo o papel comercial aos clientes particulares...

    O BIC Tesouraria, não fui ver mas acho que ainda se mantêm desde a última vez que vi, tem cerca de 900k em papel comercial da Rio Forte, o fundo na totalidade tem 135 milhões de euros, qual a preocupação? já agora também tem 500k em obrigações da ESF, ninguém fala  ;D , qualq quer das formas são 1,4M num universo de 135M.

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    E se o prejuizo do 1º semestre (com exposição ao Ges inclusive) coincidir +/- em valor com o aumento de capital....e Angola ficar resolvido também na próxima semana...

    ??? ??? ??? ??? ??? temos um bes sem ges e angola (ou com pouco) apetitoso para...

    aceitam-se apostas... 8)

    nota :

    -se o ges deve 2000 ao bes tomemos como 800 que sejam recuperáveis pelo bes (40% é o normal que se recupere)

    -Angola deverá ser neutro ou pouco negativo

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    Artigo antigo mas muito actual...ou não  ;)

    1. Enfrente a realidade: Nada é 100% seguroSe há uma lição que esta crise veio lembrar aos investidores é que não há investimentos 100% seguros. Todos os instrumentos financeiros têm um nível de risco associado, ainda que este seja reduzido, mesmo naqueles produtos que são percepcionados como mais seguros. Por exemplo, os depósitos correm o risco de o banco depositário entrar em falência. Já os populares certificados de aforro correm o risco de o Estado entrar em incumprimento. No entanto, importa ressalvar que essa é uma hipótese muito remota.

    2. Não concentre todo o seu dinheiro num único bancoOs especialistas em gestão de activos são unânimes em aconselhar as pessoas a não colocarem todos os ovos no mesmo cesto, porque se o cesto cai ao chão todos os ovos se partem. Assim, para minimizar os riscos de investimento, as pessoas não devem concentrar todo o seu dinheiro numa única instituição, mas partilhá-lo por vários bancos. Assim no caso de insolvência de um banco, não ficaria com o seu saldo a reduzido a ‘zeros', visto ter outras poupanças aplicadas em outras instituições.

    3. Depósitos até ao limite da garantiaUma outra forma de minimizar o risco associado aos depósitos é aplicar o dinheiro até ao limite legal coberto pelo fundo de garantia de depósitos. Ou seja: 100 mil euros. Esta é uma das dicas de Paulo Ramalho, CEO da OK2Deal. Apesar de não aconselhar neste momento a aplicação em depósitos, este responsável explica: "Como os depósitos são o melhor instrumento em termos de gestão de liquidez, deverá nestes casos distribuir pelos bancos até ao limite de 100 mil euros por titular".

    4. Conheça bem o que está a subscreverSe o seu banco lhe propuser a subscrição de um produto financeiro, faça perguntas e tente compreender de que aplicação se trata. Recorde-se que muitos clientes do BPP subscreveram produtos de retorno absoluto julgando tratarem-se de depósitos. O mesmo aconteceu com alguns clientes do BPN, a quem lhes foi proposta a subscrição de papel comercial da SLN Valor como se tivesse as mesmas garantias do que um depósito. Um cliente-mistério realizado recentemente pelo Diário Económico pelas dez maiores instituições a operar mostrou que nem sempre as informações divulgadas pelos funcionários dos bancos correspondem às reais condições inscritas nos prospectos dos produtos. Por isso, peça sempre o prospecto das aplicações financeiras que lhe propuserem e coloque questões, em caso de dúvidas.

    5. Há mais vida além dos depósitosMesmo os investidores mais conservadores e que não gostam de correr riscos devem diversificar as aplicações onde colocam as suas poupanças. Ou seja, uma pessoa não deve ter o dinheiro aplicado todo em depósitos. Há no mercado outras alternativas com um nível de risco baixo que ajudam a diversificar o portfólio. É o caso dos certificados de aforro, dos fundos de tesouraria e do mercado monetário, PPR, seguros de capitalização ou fundos de obrigações. O objectivo é compor uma carteira com activos diferentes, em que os riscos não sejam afectados da mesma forma por diferentes eventos.

    6. Que produtos de investimento estão cobertos pelo SII?Enquanto os depósitos estão protegidos pelo fundo de garantia de depósitos (FGD), os outros instrumentos financeiros estão cobertos pelo sistema de indemnização aos investidores (SII) até ao limite de 25 mil euros por titular e não por conta. Isto significa que numa conta com dois titulares, o reembolso máximo seria de 50 mil euros. Estão cobertos pelo SII investimentos feitos em valores mobiliários (como acções, ou obrigações), unidades de participação em fundos de investimento, opções, futuros, swaps, entre outros. Os produtos estruturados, considerados instrumentos financeiros complexos, também estão ao abrigo do SII (mesmo que tenham uma componente de depósitos associada). Para saber com rigor quais são as aplicações abrangidas pelo SII, consulte a página da CMVM.

    7. Seguros sem mecanismo de protecção mas.....Ao contrário do que acontece com os depósitos e dos produtos de investimento, no caso dos seguros não existe nenhum mecanismo de protecção legal. Ou seja, se tiver um seguro de vida numa seguradora e se ela falir, não existe uma cobertura legal para estes investimentos. Mas há razões para estar preocupado? A resposta é negativa. Segundo o ISP, a "legislação impõe a existência de garantias financeiras que pretendem assegurar que, em cada momento, as empresas de seguro se encontram em condições de efectuar as prestações a que se vinculam no âmbito dos contratos de seguro que se celebrem". Assim, além de terem de constituir provisões técnicas, as seguradoras devem ter uma margem de solvência coberta pelos fundos próprios. E neste campo o ISP refere que a taxa de cobertura da margem de solvência das empresas de seguros passou de 158% em 2008 para 200% no final de 2009%, um indicador a demonstrar a solidez do sector segurador. Segundo o ISP, uma forma de os aforradores mais conservadores minimizarem o risco, nesta altura de grande volatilidade, é através da opção por seguros com garantia de capital e taxa de juro.

    ;) in diario economico decada passada

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    Artigo antigo mas muito actual...ou não  ;)

    1. Enfrente a realidade: Nada é 100% seguro

    Se há uma lição que esta crise veio lembrar aos investidores é que não há investimentos 100% seguros. Todos os instrumentos financeiros têm um nível de risco associado, ainda que este seja reduzido, mesmo naqueles produtos que são percepcionados como mais seguros. Por exemplo, os depósitos correm o risco de o banco depositário entrar em falência. Já os populares certificados de aforro correm o risco de o Estado entrar em incumprimento. No entanto, importa ressalvar que essa é uma hipótese muito remota.

    2. Não concentre todo o seu dinheiro num único banco

    Os especialistas em gestão de activos são unânimes em aconselhar as pessoas a não colocarem todos os ovos no mesmo cesto, porque se o cesto cai ao chão todos os ovos se partem. Assim, para minimizar os riscos de investimento, as pessoas não devem concentrar todo o seu dinheiro numa única instituição, mas partilhá-lo por vários bancos. Assim no caso de insolvência de um banco, não ficaria com o seu saldo a reduzido a ‘zeros', visto ter outras poupanças aplicadas em outras instituições.

    3. Depósitos até ao limite da garantia

    Uma outra forma de minimizar o risco associado aos depósitos é aplicar o dinheiro até ao limite legal coberto pelo fundo de garantia de depósitos. Ou seja: 100 mil euros. Esta é uma das dicas de Paulo Ramalho, CEO da OK2Deal. Apesar de não aconselhar neste momento a aplicação em depósitos, este responsável explica: "Como os depósitos são o melhor instrumento em termos de gestão de liquidez, deverá nestes casos distribuir pelos bancos até ao limite de 100 mil euros por titular".

    4. Conheça bem o que está a subscrever

    Se o seu banco lhe propuser a subscrição de um produto financeiro, faça perguntas e tente compreender de que aplicação se trata. Recorde-se que muitos clientes do BPP subscreveram produtos de retorno absoluto julgando tratarem-se de depósitos. O mesmo aconteceu com alguns clientes do BPN, a quem lhes foi proposta a subscrição de papel comercial da SLN Valor como se tivesse as mesmas garantias do que um depósito. Um cliente-mistério realizado recentemente pelo Diário Económico pelas dez maiores instituições a operar mostrou que nem sempre as informações divulgadas pelos funcionários dos bancos correspondem às reais condições inscritas nos prospectos dos produtos. Por isso, peça sempre o prospecto das aplicações financeiras que lhe propuserem e coloque questões, em caso de dúvidas.

    5. Há mais vida além dos depósitos

    Mesmo os investidores mais conservadores e que não gostam de correr riscos devem diversificar as aplicações onde colocam as suas poupanças. Ou seja, uma pessoa não deve ter o dinheiro aplicado todo em depósitos. Há no mercado outras alternativas com um nível de risco baixo que ajudam a diversificar o portfólio. É o caso dos certificados de aforro, dos fundos de tesouraria e do mercado monetário, PPR, seguros de capitalização ou fundos de obrigações. O objectivo é compor uma carteira com activos diferentes, em que os riscos não sejam afectados da mesma forma por diferentes eventos.

    6. Que produtos de investimento estão cobertos pelo SII?

    Enquanto os depósitos estão protegidos pelo fundo de garantia de depósitos (FGD), os outros instrumentos financeiros estão cobertos pelo sistema de indemnização aos investidores (SII) até ao limite de 25 mil euros por titular e não por conta. Isto significa que numa conta com dois titulares, o reembolso máximo seria de 50 mil euros. Estão cobertos pelo SII investimentos feitos em valores mobiliários (como acções, ou obrigações), unidades de participação em fundos de investimento, opções, futuros, swaps, entre outros. Os produtos estruturados, considerados instrumentos financeiros complexos, também estão ao abrigo do SII (mesmo que tenham uma componente de depósitos associada). Para saber com rigor quais são as aplicações abrangidas pelo SII, consulte a página da CMVM.

    7. Seguros sem mecanismo de protecção mas.....Ao contrário do que acontece com os depósitos e dos produtos de investimento, no caso dos seguros não existe nenhum mecanismo de protecção legal. Ou seja, se tiver um seguro de vida numa seguradora e se ela falir, não existe uma cobertura legal para estes investimentos. Mas há razões para estar preocupado? A resposta é negativa. Segundo o ISP, a "legislação impõe a existência de garantias financeiras que pretendem assegurar que, em cada momento, as empresas de seguro se encontram em condições de efectuar as prestações a que se vinculam no âmbito dos contratos de seguro que se celebrem". Assim, além de terem de constituir provisões técnicas, as seguradoras devem ter uma margem de solvência coberta pelos fundos próprios. E neste campo o ISP refere que a taxa de cobertura da margem de solvência das empresas de seguros passou de 158% em 2008 para 200% no final de 2009(%), um indicador a demonstrar a solidez do sector segurador. Segundo o ISP, uma forma de os aforradores mais conservadores minimizarem o risco, nesta altura de grande volatilidade, é através da opção por seguros com garantia de capital e taxa de juro.

    ;) in diario economico decada passada

    Observações:

    2. este conselho deverá ser dirigido para patrimónios consideráveis e não para pequenas economias!...

    4. Para isso é essencial ter uma FIN. Se não percebe o teor, peça ajuda para lhe explicarem o essencial!...

    5. Pode não ser dirigido para patrimónios consideráveis mas de dimensão acima dos 3 zeros pelo menos!...

    6. Será que agora ficam mais descansados? Imagino que para patrimónios elevados ainda não deva chegar!...

    7. É possível disponibilizar informação atualizada relativa à taxa de cobertura?

    Muito actual!  ;)

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    Relativamente ao ponto 2 costuma-se confundir o cesto com a capoeira  ;D

    Se tivermos varias aplicações diferentes num banco o risco de o banco cair ao chão e os nossos ovos se partirem é diminuto, podemos sempre transferir os mesmo para outra capoeira.

    Só faz sentido ter o € por vários bancos quando são aplicações de balanço do banco ( Depositos á ordem, Depósitos a Prazo, aplicações do próprio banco ).

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    ...

    1. Se tivermos varias aplicações diferentes num banco o risco de o banco cair ao chão e os nossos ovos se partirem é diminuto, podemos sempre transferir os mesmo para outra capoeira.

    2. Só faz sentido ter o € por vários bancos quando são aplicações de balanço do banco ( Depositos á ordem, Depósitos a Prazo, aplicações do próprio banco ).

    1. O banco não "cai" por termos diferentes aplicações... Se "cair" será por outras razões, como já se assistiu no passado!...

    2. Só devo espalhar os euros por vários bancos desde que constitua aplicações de "balanço" do banco?

    Exemplos:

    depósitos a prazo

    depósitos à ordem

    aplicações do próprio banco

    Desconcertante!...  :P

    7. Relativamente à taxa de cobertura da margem de solvência das empresas de seguros, não se oferece para atualizar a percentagem?

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    1. O banco não "cai" por termos diferentes aplicações... Se "cair" será por outras razões, como já se assistiu no passado!...

    2. Só devo espalhar os euros por vários bancos desde que constitua aplicações de "balanço" do banco?

    Exemplos:

    depósitos a prazo

    depósitos à ordem

    aplicações do próprio banco

    Desconcertante!...  :P

    7. Relativamente à taxa de cobertura da margem de solvência das empresas de seguros, não se oferece para atualizar a percentagem?

    Imagina esta situação do BES, tens 500k em depósitos a prazo no BES, e o banco agora ia á falência, eras o único titular da conta, poderias perder 400k do teu capital correcto?

    Vamos de novo imaginar o BES, e tens 500K investidos entre 100K DP, 100K Fundos de Investimento, 100K num Seguro de Capitalização, 100k em Obrigações, e 100k em Acções, e o banco ia á falência, eras o único titular da conta, perdias alguma coisa? não, a única aplicação que tinhas que fazia parte do balanço do banco e portanto iria para a massa falida seria o DP, mas que estaria ao abrigo do FGD.

    Atenção que quando falo em Obrigações /Acções não são do próprio banco.

    Portanto, não é necessário andar a espalhar o € por vários bancos, a não ser, que queiras colocar os tais 500k só em DPs, aí sim, ou arranjas mais titulares, ou metes 100K em 5 bancos diferentes.

    Os ovos podem estar na mesma capoeira desde que em cestos diferentes :)

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    ispA produção de seguro direto relativa à atividade em Portugal das empresas de seguros sob a supervisão do ISP registou, nos primeiros três meses de 2014, um crescimento de 23,5%, face ao trimestre homólogo de 2013. A taxa de cobertura da margem de solvência das empresas supervisionadas pelo ISP situou-se, em março de 2014, na ordem dos 220%.

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    Imagina esta situação do BES, tens 500k em depósitos a prazo no BES, e o banco agora ia á falência, eras o único titular da conta, poderias perder 400k do teu capital correcto?

    Vamos de novo imaginar o BES, e tens 500K investidos entre 100K DP, 100K Fundos de Investimento, 100K num Seguro de Capitalização, 100k em Obrigações, e 100k em Acções, e o banco ia á falência, eras o único titular da conta, perdias alguma coisa? não, a única aplicação que tinhas que fazia parte do balanço do banco e portanto iria para a massa falida seria o DP, mas que estaria ao abrigo do FGD.

    Atenção que quando falo em Obrigações /Acções não são do próprio banco.

    Portanto, não é necessário andar a espalhar o € por vários bancos, a não ser, que queiras colocar os tais 500k só em DPs, aí sim, ou arranjas mais titulares, ou metes 100K em 5 bancos diferentes.

    Os ovos podem estar na mesma capoeira desde que em cestos diferentes :)

    Agora percebe-se a ideia... aquele resumo estava demasiado condensado... o calor aperta... Nem sem gravata.... mas 500000€, upa upa...

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    • Pedro Pais unpinned this tópico

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