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  • FORMAS DE POUPAR

  • Juros de depósitos a prazo e englobamento no IRS


    stradale

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    Boa tarde gostava de saber o seguinte eu e a minha esposa os dois juntos auferimos 21000 euros por ano por isso estamos no 3 escalão do IRS que vai de  20000 aos 40000 mil euros será que compensa englobar os rendimentos normalmente consigo mais ou menos cerca de 5000 mil euros de mais valias em diversos investimentos fundos obrigações acções etc

    Será que me podem ajudar nesta duvida se devo ou não seguir pelo englobamento ou não ?

    Muito obrigado

    Assim à primeira vista não compensa, já o 2º escalão é taxado a 28,5% e o 3º escalão taxado a 37%, e as mais valias são taxadas a 28%, logo não lhe compensa optar pelo englobamento. Neste momento e de uma forma generalizada só no 1º escalão compensa englobar.

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    • 1 month later...
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    • ruicarlov

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    • TiagoF

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    Olá

    Tive a ler este tópico e fiquei com uma dúvida. Quem fez irs este ano com englobamento de rendimentos de FI nacionais chegou a alguma conclusão sobre a recuperação ou não de retenções deste tipo de fundos?

    Não lhe sei responder mas aproveito para dizer que também gostaria de saber a resposta.

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    Confesso que ainda não tenho uma resposta certa e conclusiva. Quando se têm um FI internacional, quando se é feito o resgate, os cálculos e as retenções são feitos com o nosso NIF e a entidade entrega ao Estado dinheiro retido pelos nossos rendimentos. Os fundos nacionais não se pode proceder ao mesmo, porque é o fundo que retém com o contribuinte do próprio fundo o dinheiro do irs e não com o nosso contribuinte, daí não o conseguirmos vir a recuperar mais tarde. Eu penso que seja assim, esta discussão já foi tida, é algo complicado de se achar informação.

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    • 2 weeks later...

    Vale o que vale, mas deixo aqui este velhinho documento (de 2006) do banco Big, que vai na linha do que eu penso: Lucros e dividendos distribuidos ao fundo - 50%. Rendimentos obtidos pela venda das Ups - declaram-se na totalidade.  Penso que quando pedimos o papel para englobamento ao banco, deve vir o imposto que o fundo pagou, não faz sentido aparecer lá que temos rendimentos líquidos - nós não pagámos irs porque o fundo já pagou.

    http://www.bigonline.pt/pdf/infoFiscal/UPs_em_Fundos_Investimento.pdf

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    Vale o que vale, mas deixo aqui este velhinho documento (de 2006) do banco Big, que vai na linha do que eu penso: Lucros e dividendos distribuidos ao fundo - 50%. Rendimentos obtidos pela venda das Ups - declaram-se na totalidade.  Penso que quando pedimos o papel para englobamento ao banco, deve vir o imposto que o fundo pagou, não faz sentido aparecer lá que temos rendimentos líquidos - nós não pagámos irs porque o fundo já pagou.

    http://www.bigonline.pt/pdf/infoFiscal/UPs_em_Fundos_Investimento.pdf

    Como dizes sim, tem mais lógica. Não tem lógica termos que englobar as mais-valias obtidos nos fundos nacionais, quando não se reteve IRS em lado nenhum. Este ano já não dá, mas para o ano no meu IRS quero tirar isto a limpo e passar à pratica  ;D

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    • 1 month later...

    Só para ver se percebi se compensa pedir o englobamento, portanto tenho que somar os juros, neste caso dos meus DPs, ao rendimento do trabalho, já que não tenho mais qualquer rendimento, e ver se a soma me coloca num escalão de irs que taxe mais de 28%? Caso a soma dos 2 dê um valor que me coloque num escalão de IRS inferior a 28%, compensa pedir o englobamento é isso?

    No meu caso, fiz o IRS de 2012 com a minha companheira como união de facto, tenho ideia que o meu escalão de IRS baixou para perto dos 14%, pois ela teve vários meses de baixa por causa de 2 cirurgias e teve menos rendimentos, como tal pedindo o englobamento para 2013 ela faria o preenchimento do IRS na 1ª fase e eu teria de fazer na 2ª fase, pelo que se calhar não me compensaria tanto! Isto porque este ano por ter feito em união de facto, recebi o dobro do irs que receberia se fizesse o IRS sozinho. Ter auferido "rendimentos" do Porta65, também conta para o englobamento?

    Estou a pensar bem?

    Cumps.

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    Se ao declararem em conjunto ficarem no 1º escalão (até 7000€), então compensa englobar, pois a taxa é de 14.5%. Caso contrário, nem vale a pena pensar nisso. De notar que em 2012, o escalão correspondente à taxa de 14% ia até 7400€. Logo este ano há uma redução do patamar, o que torna ainda mais complicado ficar no 1º escalão

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    Se ao declararem em conjunto ficarem no 1º escalão (até 7000€), então compensa englobar, pois a taxa é de 14.5%. Caso contrário, nem vale a pena pensar nisso. De notar que em 2012, o escalão correspondente à taxa de 14% ia até 7400€. Logo este ano há uma redução do patamar, o que torna ainda mais complicado ficar no 1º escalão

    Pois o caso é mesmo esse! É que como ela esteve quase meio ano de baixa por causa das cirurgias, o rombo no rendimento foi maior e relativamente a 2012 compensou.

    Agora no IRS deste ano 2013, vamos ficar ambos no 2º escalão 28.5% sendo a liberatório 28%, não compensa portanto pedir o englobamento.

    Obrigado pelo esclarecimento.

    Também coloquei esta questão no trocospormiudos, antes de ter descoberto esta thread! ;)

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    Façam sempre uma simulação... às vezes podem ter uma surpresa.

    As contas não são assim tão lineares. Há factores que podem fazer compensar o englobamento, como por exemplo, a dedução especifica e ter muitas deduções.

    No exemplo de um rendimento colectável de 20000 (2º escalão) a taxa média é 23,60% (abaixo da taxa liberatória).

    A dedução especifica (que tem um valor base de 4104) é abatida ao rendimento de trabalho por conta de outrem (até à sua concorrência). Por exemplo, um solteiro com um rendimento bruto de 16000 trabalho dependente + 4000 juros, é abatido 4104 o que o transforma num rendimento colectavel de 15896. Estes 15896 terão uma taxa média de 22%.

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    Então o que aconselham é a pedir sempre a declaração aos bancos para fazer o englobamento

    e depois simular, recorrendo ao simulador do ano anterior? Se a coisa não compensar faz-se o IRS na 1ª fase, se compensar faz-se na 2ª!

    Há algum tutorial, sobre como fazer esta simulação?

    Eu tenho as despesas normais, de renda e farmácia e devo ficar no fundo do 2º escalão.

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    é exatamente assim deve-se pedir aos bancos sempre em cada janeiro e depois simula-se e até se pode adaptar os rendimentos isto é se forem dois titulares da conta os rendimentos passam a metade se forem 3 passam a um terço e assim sucessivamente conforme as necessidades  no rendimento total , é preciso é estar atento

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    é exatamente assim deve-se pedir aos bancos sempre em cada janeiro e depois simula-se e até se pode adaptar os rendimentos isto é se forem dois titulares da conta os rendimentos passam a metade se forem 3 passam a um terço e assim sucessivamente conforme as necessidades  no rendimento total , é preciso é estar atento

    No meu caso, fazendo o IRS em união de facto, a minha namorada pode fazer o IRS também na 2ª fase apesar da conta estar só no meu nome? Ou como ela não tem rendimentos além dos do trabalho tem de fazer na 1ª fase?

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    Façam sempre uma simulação... às vezes podem ter uma surpresa.

    As contas não são assim tão lineares. Há factores que podem fazer compensar o englobamento, como por exemplo, a dedução especifica e ter muitas deduções.

    No exemplo de um rendimento colectável de 20000 (2º escalão) a taxa média é 23,60% (abaixo da taxa liberatória).

    A dedução especifica (que tem um valor base de 4104) é abatida ao rendimento de trabalho por conta de outrem (até à sua concorrência). Por exemplo, um solteiro com um rendimento bruto de 16000 trabalho dependente + 4000 juros, é abatido 4104 o que o transforma num rendimento colectavel de 15896. Estes 15896 terão uma taxa média de 22%.

    Mas não é a taxa média que importa. É a taxa marginal, ou seja os 28.5%. Os 4000€ de juros estão na realidade a ser tributados a essa taxa e não à taxa média. Se a pessoa não englobar esses rendimentos, a taxa média do seu irs vai ser ainda menor, pois esses 4000€ estavam a contribuir para aumentar esse valor (taxa média de 22.33%). Sem esses 4000€, a taxa média só sobre o rendimento de trabalho (11896€) baixava para 20.26%. Considerando que os restantes 4000 ficariam a ser taxados a 28%, a taxa média equivalente seria 22.21%, que é mais baixa do os 22.33% com englobamento.

    A diferença não é muita pois a taxa marginal do 2º escalão e a taxa liberatória são muito parecidas, mas dá para ver que assim que o rendimento coletável entra no 2º escalão deixa de haver vantagem em fazer o englobamento, salvo condições especiais (como alguns tipos de deficiência).

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    Mas não é a taxa média que importa. É a taxa marginal, ou seja os 28.5%. Os 4000€ de juros estão na realidade a ser tributados a essa taxa e não à taxa média. Se a pessoa não englobar esses rendimentos, a taxa média do seu irs vai ser ainda menor, pois esses 4000€ estavam a contribuir para aumentar esse valor (taxa média de 22.33%). Sem esses 4000€, a taxa média só sobre o rendimento de trabalho (11896€) baixava para 20.26%. Considerando que os restantes 4000 ficariam a ser taxados a 28%, a taxa média equivalente seria 22.21%, que é mais baixa do os 22.33% com englobamento.

    A diferença não é muita pois a taxa marginal do 2º escalão e a taxa liberatória são muito parecidas, mas dá para ver que assim que o rendimento coletável entra no 2º escalão deixa de haver vantagem em fazer o englobamento, salvo condições especiais (como alguns tipos de deficiência).

    De facto o seu raciocinio está correcto.

    Eu foquei-me na média, mas a média influenciada pelo englobamento dos rendimentos de capitais irá atingir todos os rendimentos, o que dá ilusão de a tributação baixar nos rendimentos de capitais.

    Mas a minha intenção foi aconselhar fazerem sempre uma simulação, pois nunca se sabe o "milagre" que as deduções à colecta (entre as quais essa especial que referiu) podem fazer.

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    Sim, claro que em casos pouco acima dos limites do escalão vale a pena simular. Mas penso que posso afirmar com rigor que basta o cálculo do rendimento colectável (rendimento global - deduções) e o coeficiente conjugal para poder ver logo se vale a pena prosseguir ou não com o englobamento.

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    • 3 months later...

    Se eu não tiver nenhum tipo de rendimentos em Portugal (quer de trabalho dependente/independente ou prediais), e pedir o englobamento dos juros o que acontece?

    Supondo que recebi 10.000€ brutos de juros, se entregar declaração de IRS com apenas este tipo de rendimentos consigo ter uma taxa abaixo da liberatória, ou estou errado?

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    Se eu não tiver nenhum tipo de rendimentos em Portugal (quer de trabalho dependente/independente ou prediais), e pedir o englobamento dos juros o que acontece?

    Supondo que recebi 10.000€ brutos de juros, se entregar declaração de IRS com apenas este tipo de rendimentos consigo ter uma taxa abaixo da liberatória, ou estou errado?

    Se fores solteiro, temos 10000€ de juros - 2800€ de IRS vai cair numa taxa a rondar os 23% e ainda recebes cerca de 1000€, se fores casado a taxa baixa pra 14,50% e tens a receber cerca de 1700€.

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    Se fores solteiro, temos 10000€ de juros - 2800€ de IRS vai cair numa taxa a rondar os 23% e ainda recebes cerca de 1000€, se fores casado a taxa baixa pra 14,50% e tens a receber cerca de 1700€.

    E se o motivo pelo qual não tenho rendimentos, é porque estou a viver e trabalhar noutro  Pais? ;)

    Na essência o que quero saber é, estando a viver fora de Portugal, e tendo cá DPs posso usar o "englobamento" para reduzir a taxa a que esses rendimentos são tributados?

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    boas...tendo no ano de 2013 rendimentos de trabalho por conta de outrem e recebido 9500 euros e tendo recebido 450 euros liquidos de depositos a prazo, acham que vale a pena englobar? agradecia ajuda pois nao sei como fazer as contas. muito obrigado =)

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