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  • FORMAS DE POUPAR

  • E se o euro deixar de existir?


    adec

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    • José Ribeiro

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    qualquer banco aceita contas em moeda estrangeira, associadas a uma conta à ordem de um qualquer cliente seu.

    o Barclays abre contas em libras, dólares, coroas norueguesas, francos suiços, etc: basta pedir, o mesmo se passando com qualquer outro banco

    neste momento os juros dessas contas são baixos mas já foram mais altos: a utilidade dessas contas, geralmente, é apenas para especular com a desvalorização / valorização das moedas relativamente ao euro e assim realizar mais valias.

    outra "vantagem", tal como já foi dito, é o Fundo de Garantia não ser o português, tal como se passa com o DB, com o Privat Bank, etc. : mas se o Fundo de Garantia inglês falir essa vantagem passa a ser desvantagem....

    neste momento há muita gente a abrir contas em moeda estrangeira com medo de uma coisa que não vai acontecer: o desaparecimento do euro. No entanto, tal como já foi também dito, nada garante que se isso acontecesse o Estado respeitasse isso (como não respeitou na Argentina) e não transformasse tudo na nova moeda.

    Nenhum gestor de conta garante que isso não pudesse acontecer, só diz que em principio não acontece, o que é diferente de não acontecer....

    Para fugir a essa possibilidade remota com 100% de garantia só há uma solução: abrir uma conta na Suiça, na Alemanha ou num país similar e transferir para lá o dinheiro.

    Essa é uma das coisas que está a dar cabo da Grécia, mas evidentemente que as pessoas primeiro protegem-se e depois pensam no país, isso é aceitável e compreensível e acontece sempre e em todo o lado.

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    Varios comentarios aqui colocados merecem discussão.

    o euro continua a fazer a sua viagem sem estar bem guiado. As dividas soberanas dos grandes paises já se encontram contagiadas. O que vai acontecer já em Janeiro ninguem sabe dizer.`Vai ser preciso muito dinheiro para salvar a itália e depois se calhar a Espanha. mas esse dinheiro (ainda) não existe. O BCE e o FFD não o têm. Mas que ele vai ser preciso não duvidem. Se não houver mecanismos europeus capazes de encontrarem solução o euro estrá definitivamente arrumado, já que os mercados continurão a ser implacáveis como já se viu mesmo depois das boas noticias.

    Portanto, quem não vai querer jogar pelo seguro? Contas em bancos estrangeiros e em moeda que não seja o euro poderão ser boa solução. Compra e deposito de metais nobres à guarda poderá ser outra. Mas devem haver mais , só que não as conheço. abrir conta e fazer depositos num Pais que não na zona euro deve exigir regras especiais que não conheço. por isso gostaria de ver neste espaço uma mais aprofundada discussão de como poderemos jogar em mais segurança caso as coisas mergulhem no pior cenário (que não está de todo posto de parte).

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    Visitante manuel pereira

    boa noite

      Há mais hipoteses de acautelar  o nosso dinheiro em euros,eu estou a lembrar-me de por exº  investir em imobiliario, ou tambem fazer como os nossos pais, ir levantando-o e guardando em casa,ou num cofre do banco .Isto para evitar que na hipotese o euro deixar de existir, ou no caso de Portugal ter que sair da zona do euro ( pois este é que é o nosso maior perigo), as nossas poupanças nao serem desvalorizadas com a passagem para o novo escudo,que concerteza a taxa de conversão não sera a mesma com que transformamos os escudos antigos em euros (200,248 esc=1 euro).Pois segundo dizem especialistas perderiamos 40% nesta passagem do euro ao novo escudo . Mas tudo è uma incognita,quem nos dera saber o time certo para precavermo-nos desta situação, sem ser cedo de mais ou tarde de mais.Falta-nos uma varinha mágica para prever quando acontecerá esta situação.

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    esta notícia que vem hoje no Público online é interessante num ponto em que diz "o país tem uma história de falências bancárias...."

    se relacionarmos isso com juros acima do normal e com alguns bancos estrangeiros que os oferecem ... pensamos - ou ficamos com a dúvida sistemática  sobre se valerá a pena arriscar nesses bancos e nesses juros...

    http://economia.publico.pt/noticia/panico-na-letonia-levou-a-levantamentos-dez-vezes-maiores-que-o-habitual-no-swedbank-1524686

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    E em que é que guardar dinheiro contigo te ajudava a evitar a desvalorização ???

    Em nada, como é óbvio. Pois ao levantar todo o capital e "guardar" debaixo do colchão, depois teria de entregar esse capital para o converter na nova moeda. E como tal, não só deve perder os tais 50% (?) e talvez mais uma comissão extra pelo serviço!...  :P

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    Visitante Mário Cruz

    Se o Euro deixar de existir a desvalorização Câmbial do novo escudo é feita perante o novo marco, o novo franco, etc. A cotação novo escudo/Euro não muda tal como actualmente é constante a cotação velho escudo/Euro. Se o Euro deixar de existir o Câmbio será constante o que flutua são as novas moedas entre si . A desvalorização de 40% do novo escudo será perante o novo marco, o dolar etc, tornado a importação desses paises mais cara, mas a exportações mais baratas. O bicho papão do fim do Euro para Portugal é uma história mal contada. O problema é a reserva de divisas (dolar, francos Suiços, Yens) do Banco de Portugal ser suficiente para as importações de alimentos e combustiveis se a nossa nova moeda não tiver aceitação numa primeira fase. Mas o ouro de reserva podia ainda assim ser um balão de oxigénio. No caso de Portugal ser expulso do Euro, isso sim é que é um Problema, porque a divida aumentaria e a desvalorização dos activos seria dramática.O fim do Euro para todos não! O fim do Euro trás outra "vantagem" para quem deve em euros, a divida não aumenta, mantém-se e até acompanha a desvalorização, não a câmbial mas da inflação. Já quem tem dinheiro emprestado em Euros  via os seus activos serem comidos pela inflação das moedas locais (porque a taxa de Câmbio novo escudo /euro permanecia inalterada) Daí que a Alemanha seria um dos paises que mais perdem com a impulsão do Euro juntamente com a França. Os seus bancos emprestaram em Euros aos paises como Portugal... O nosso problema seriam as divisas para alimentar as importações necessárias. Mas aí a nossa emigração faria o que já vez. Captavam-se as suas poupanças. A expulsão da zona euro é o grande problema, não o seu fim. O seu fim até pode ser uma oportunidade de recomeçar. Assim como estamos é que não se vai a lado nenhum, muito pelo contrário...

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    Vamos imaginar a seguinte situação:

    Portugal sai do euro, mas esta moeda mantêm-se para como moeda de um grupo de países encabeçado pela Alemanha. Os depósitos são todos convertidos para o novo escudo à taxa de 1€=200,248$. O novo escudo desvalorizava 50% num ano e 1€ passava a valer 400$. Ou seja, 100€ se fossem convertidos logo passariam a valer 20.000$, enquanto que 100€ num cofre num banco e que fossem trocados apenas 1 ano após a entrada do novo escudo valeriam 40.000$

    Este é o exemplo do meu raciocínio mental e que leva a querer a proteger as minhas poupanças de um câmbio precoce de euros para o novo escudo. Quanto mais atrasar o câmbio para o novo escudo, mais o novo escudo vai desvalorizar, logo mais escudos eu vou comprar depois.

    Sobre cofres, contactei a CGD e a partir de 27,79€+Iva 23% (30,50€) por ano, menos de 3€ por mês, já se pode alugar um cofre, neste caso um cofre de 10dm3. A caução de 150€ pode assustar, mas segundo me informaram, citando o contrato de aluguer de cofres, no final do contrato a caução é devolvida. Penso que por menos de 3€/mês não faz sentido ter dinheiro em casa, correndo-se riscos desnecessários.

    Dos preçários que vi, a CGD foi o banco que apresentava um valor de aluguer mais em conta.

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    Portugal sai do euro, mas esta moeda mantêm-se para como moeda de um grupo de países encabeçado pela Alemanha. Os depósitos são todos convertidos para o novo escudo à taxa de 1€=200,248$. O novo escudo desvalorizava 50% num ano e 1€ passava a valer 300$. Ou seja, 100€ se fossem convertidos logo passariam a valer 20.000$, enquanto que 100€ num cofre num banco e que fossem trocados apenas 1 ano após a entrada do novo escudo valeriam 30.000$

    Assumindo essa tal desvalorização de 50% no teu exemplo, 1€ passaria a valer 400$ e não 300$.

    Este é o exemplo do meu raciocínio mental e que leva a querer a proteger as minhas poupanças de um câmbio precoce de euros para o novo escudo. Quanto mais atrasar o câmbio para o novo escudo, mais o novo escudo vai desvalorizar, logo mais escudos eu vou comprar depois.

    Por outro lado, quanto mais cedo começares a tomar esse tipo de precauções, mais o teu dinheiro desvaloriza com a inflação... Estar a render no banco ou fechado dentro de um cofre é diferente... Mas suponho que é como qualquer outro investimento: uma pessoa arrisca naquilo que acha que é melhor para o seu dinheiro; depois pode ter sorte e acertar... ou não

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    Por outro lado, quanto mais cedo começares a tomar esse tipo de precauções, mais o teu dinheiro desvaloriza com a inflação... Estar a render no banco ou fechado dentro de um cofre é diferente... Mas suponho que é como qualquer outro investimento: uma pessoa arrisca naquilo que acha que é melhor para o seu dinheiro; depois pode ter sorte e acertar... ou não

    Obrigado pela correção. Já alterei os dados no meu post.

    Concordo plenamente com a tua afirmação. Investir é assumir riscos, maiores ou menores dependendo do investimento.

    Eu ontem estive a simular câmbios de moedas no site da CGD e devido à diferença de preço entre a compra e a venda de notas, a perda de dinheiro pode ser assinalável, caso não haja variação do valor da moeda no sentido esperado.

    Cada vez mais penso que o melhor, para mim, é deixar tudo como está e não fazer planos especiais.

    A minha principal duvida é se os Certificados do Tesouro podem ser afetados por um incumprimento do estado português... Mas isso ninguém sabe.

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    Como se prevê que Janeiro e Fevereiro sejam os meses em que definitivamente se irá colar o euro em questão Gostava de saber aqui se a estrategia que estou a seguir tem alguma margem de segurança ou não.

    Distraidamente tinha as minhas poupanças todas no mesmo banco e na mesma conta. Agora que estou na fase de reformulação optei por abrir conta num banco estrangeiro em Portugal, e transferir par lá parte dessas poupanças. Outra das coisas que estou a fazer é não deixar mais de 200.000 euros em cada conta (para dois titulares diferentes) nos bancos onde agora tenho conta.

    Será ainda uma boa manobra não ter tudo em euros e subscrever/fazer alguns dp em moeda estrangeira? Será prudente alem de tudo isto abrir conta num banco estarangeiro (se calhar fora da zona euro) e passar para lá alguma reserva?Esse procedimento exige condições que gostaria de aqui conhecer.

    Por outro lado sou segundo titular nos mesmos bancos mas em outras agencias com a minha Mãe. Será que isso pode afectar mais tarde as minhas poupanças e a forma como estou a diversificar?

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    Agora que estou na fase de reformulação optei por abrir conta num banco estrangeiro em Portugal, e transferir par lá parte dessas poupanças.

    Que banco estrangeiro em Portugal contactas-te?

    Tenho imensa curiosidade acerca do Deutsche Bank (DB) pois, segundo li, parece que este banco, para capitais superiores a 150.000€, faz, muito sucintamente, o seguinte: abre uma conta no DB diretamente na Alemanha com 100.000€ ou mais e em Portugal abre uma conta com 50.000€. Assim em caso de fim do euro, a conta portuguesa é transformada em novo escudo (que desvaloriza) e a conta na Alemanha é transformada em novo marco (que tudo aponta que valorizar-se-ia).

    ftsousa, sabes algo sobre isto do DB? Confirmas a veracidade desta informação?

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    Já houvi essa versão por parte de algumas pessoas, mas não tenho qualquer confirmação.

    O banco estrangeiro com quem estou a trabalhar é o Barclays e não tenho qualquer feed-back deles relativamente a situação semelhante porque a questão não foi levantada. E relativamente as questões por mim colocadas qual a tua opinião?

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    Em primeiro lugar quero dizer, ftsousa, que eu nem um décimo tenho do teu património e como tal estou mais habituado a pensar numa escala mais reduzida. Além disso, o que digo é a minha opinião, que reflete aquilo que eu faria caso estivesse na tua situação. Como tudo na vida tens de ter espirito critico.

    Se fosse eu que tivesse 200.000€ contactava o DB. Abrindo uma conta na Alemanha matava 2 coelhos com um tiro só: em primeiro lugar tinha 150.000€ num país financeiramente mais sólido que Portugal e, em segundo lugar, caso o euro acabasse os 150.000€ eram automaticamente cambiados para o novo marco (que tudo aponta para que se valorizasse). Ou seja, tinha a segurança e o investimento numa moeda estrangeira automaticamente realizado e sem pagamento de comissões caso o euro acabasse.

    Como disse, no post anterior, eu estive a simular câmbio de moeda. Se eu compro coroa sueca hoje e o euro não acaba, caso eu depois traga novamente as minhas poupanças para o euro, eu posso perder dinheiro, devido à diferença de preço compra/venda da coroa sueca. Penso que comprar já moeda estrangeira implica algum risco, risco esse que eu não estou disposto a correr.

    Relativamente a bancos de fora da zona euro, eu contactei o Banco do Brasil Portugal via e-mail e a resposta que obtive foi de que apenas brasileiros com residência no Brasil poderiam abrir conta. Esta é uma das desvantagens de bancos estrangeiros: exigem residência no país para abrir conta. Não conheço muito sobre este assunto, por isso é melhor aguardares por mais respostas.

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    Que opinião têm relativamente ao Barclays Bank? Numa altura destas de "preocupação/indefinição" temos que colocar aquilo que temos das nossas poupanças acumuladas de alguns/muitos anos (seja muito ou pouco...o que é muito ou pouco para cada um é extremammente relativo) em instituições que nos transmitam a confiança, a solidez e o profissionalismo que se pretende. Acham que o Barclays é uma opção a considerar para quem procure "dormir mais descansado" no panorama actual? Não consideram ser uma banco demasiado elitista e quiçá até "careiro" para o serviço que presta? Se alguém aqui tiver experiência com esse banco (e com alguma agência em concreto) ou com outro banco que possa recomendar eu agradeço. Cumprimentos.

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    Pergunta:

    Em vez de abrir contas bancarias em moeda estrangeira ou em paises europeus como a Alemanha, porque não subscrever um fundo de investimento que o cambio não seja moeda do euro. Ou adquirir acções estaveis que não tenham euro.

    Pessoalmente preferira investir um fundo de investimento direccionado para um mercado especifico fora da zona euro, como forma de garantia, mesmo que o mesmo fosse por exemplo no BPI, BCP ... porque aquilo que temos é U.P. (unidades de participação) e a desvalorização cambial não teria qualquer efeito, desde fossem fundos sem moeda euro.

    Faz pensar!

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    E portanto, só se pensa em investir em depósitos bancários... e nada mais?

    Até parece que só se gera riqueza através dos depósitos bancários!...

    O problema de Portugal é que muita gente fala daquilo que não sabe. Eu, apesar de ter muitos vícios e defeitos do típico português, se há coisa que não faço é falar daquilo que não sei. Nunca investi em ações, nunca subscrevi fundos, por isso não vou falar sobre isso. Sei os básicos, mas deixo a abordagem desses temas para outros que dominem melhor o assunto.

    Claro que há outras formas de gerar riquezas, mas outras pessoas com mais conhecimentos que façam a partilha dessa informação.

    Falei nos depósitos a prazo, nos cofres e sobre a depositar o dinheiro no estrangeiro que foi aquilo sobre o qual eu li, sobre o qual pesquisei e sobre o qual contactei alguns bancos. Outros falarão nos fundos (como o Davidmleal fez e muito bem), nos ETF's por aí fora...

    O objectivo de um fórum é a partilha de conhecimentos entre todos, cada um dá um pouco de si e, no final, todos temos mais. E por isso, o que se espera é que haja um "diálogo" com respostas que se complementem entre si e não um discorrer de considerações por parte de um ou dois indivíduos. A não abordagem de um ou outro pormenor pode não significar desconhecimento, mas sim a existência de auto-critica suficiente que nos permite saber quando parar para não cometer "gaffes".

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    Muito obrigado ao Hmac pelos seus conselhos e pela clarividencia das respostas e troca de impressões.

    É evidente que o forum é um local de trocas de ideias e experiencias para que todos nós possamos sair com indicações que depois de ponderadas pelos proprios possam levar a pistas que se revelem passiveis de atingir os objectivos delienados. Por isso estou 100% de acordo com O Hmac que me "tirou " as palavras que hoje de manhã desejava relatar ao sr J Ribeiro. ainda bem que já o fez.

    Mas isto das poupanças tem que se lhe diga. As minhas foram constituidas ao longo da minha vida e se as tenho foi com muito sacrificio e cortes no gastar enquanto outros (e neste caso que me importa os outros) andaram a esbanjar desmesuradamente.Mas vamos ao que interessa.

    Para o Sr Miguel P posso lhe dizer que a experiencia que tenho com o Barclays se prende com a gestão de conta da minha Mae que se tem revelado eficiente ao longo do tempo. Vou mudar parte das minhas poupanças para lá pois tenho no centro o meu antigo gestor de conta e quando contactei(por mail) o DB para me esclarecer sobre algunas assuntos nem obtive resposta.Relativamente a, nesta altura do campeonato; fazer investimento noutras aplicações, não estou virado para tal. Cada um é livre de fazer as suas opções e eu já fiz as minhas. Não quer dizer com isto que não pudesse rentabilizar melhor as minhas poupanças mas acho que nesta altura não o deverei fazer . Quero dizer que em épocas muito mais calmas já fiz outros investimentos e por ter sido mal aconselhado e por ter estudado mal as situações perdi algum do investimento feito (nestas coisas pode muito bem acontecer correr bem , mal ou assim assim).

    Mas deixo essas opções ao JRibeiro pois deve fartar-se de ganhar dinheiro com as suas experimentadas opções.

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    E portanto, só se pensa em investir em depósitos bancários... e nada mais?

    Até parece que só se gera riqueza através dos depósitos bancários!...

    Não é. Mas é dos poucos investimentos em que o capital está seguro e o rendimento, modesto que seja, está garantido. Ótimos para pessoas que, como eu, têm perfil conservador.

    E neste estado de coisas o número de pessoas com perfil conservador deve ter subido à bruta...

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    O problema de Portugal é que muita gente fala daquilo que não sabe. Eu, apesar de ter muitos vícios e defeitos do típico português, se há coisa que não faço é falar daquilo que não sei. Nunca investi em ações, nunca subscrevi fundos, por isso não vou falar sobre isso. Sei os básicos, mas deixo a abordagem desses temas para outros que dominem melhor o assunto.

    Claro que há outras formas de gerar riquezas, mas outras pessoas com mais conhecimentos que façam a partilha dessa informação.

    Falei nos depósitos a prazo, nos cofres e sobre a depositar o dinheiro no estrangeiro que foi aquilo sobre o qual eu li, sobre o qual pesquisei e sobre o qual contactei alguns bancos. Outros falarão nos fundos (como o Davidmleal fez e muito bem), nos ETF's por aí fora...

    O objectivo de um fórum é a partilha de conhecimentos entre todos, cada um dá um pouco de si e, no final, todos temos mais. E por isso, o que se espera é que haja um "diálogo" com respostas que se complementem entre si e não um discorrer de considerações por parte de um ou dois indivíduos. A não abordagem de um ou outro pormenor pode não significar desconhecimento, mas sim a existência de auto-critica suficiente que nos permite saber quando parar para não cometer "gaffes".

    O tópico tem o titulo "e se o euro deixar de existir?"

    O que se tem falado, e não pus em causa, é de contas a prazo e bancos.

    Em que medida o seu discurso é afetado pelo que escrevi?

    Compra de ouro, em vez de vender o que se tem?

    Renováveis?

    Quando, e se, o euro deixar de existir cá nos havemos de "desenrascar"!...

    Muito obrigado ao Hmac pelos seus conselhos e pela clarividencia das respostas e troca de impressões.

    É evidente que o forum é um local de trocas de ideias e experiencias para que todos nós possamos sair com indicações que depois de ponderadas pelos proprios possam levar a pistas que se revelem passiveis de atingir os objectivos delienados. Por isso estou 100% de acordo com O Hmac que me "tirou " as palavras que hoje de manhã desejava relatar ao sr J Ribeiro. ainda bem que já o fez.

    Mas isto das poupanças tem que se lhe diga. As minhas foram constituidas ao longo da minha vida e se as tenho foi com muito sacrificio e cortes no gastar enquanto outros (e neste caso que me importa os outros) andaram a esbanjar desmesuradamente.Mas vamos ao que interessa.

    Para o Sr Miguel P posso lhe dizer que a experiencia que tenho com o Barclays se prende com a gestão de conta da minha Mae que se tem revelado eficiente ao longo do tempo. Vou mudar parte das minhas poupanças para lá pois tenho no centro o meu antigo gestor de conta e quando contactei(por mail) o DB para me esclarecer sobre algunas assuntos nem obtive resposta.Relativamente a, nesta altura do campeonato; fazer investimento noutras aplicações, não estou virado para tal. Cada um é livre de fazer as suas opções e eu já fiz as minhas. Não quer dizer com isto que não pudesse rentabilizar melhor as minhas poupanças mas acho que nesta altura não o deverei fazer . Quero dizer que em épocas muito mais calmas já fiz outros investimentos e por ter sido mal aconselhado e por ter estudado mal as situações perdi algum do investimento feito (nestas coisas pode muito bem acontecer correr bem , mal ou assim assim).

    Mas deixo essas opções ao JRibeiro pois deve fartar-se de ganhar dinheiro com as suas experimentadas opções.

    Já dizia Albert Einstein que é mais fácil desintegrar um átomo do que mudar uma mentalidade.

    Não é. Mas é dos poucos investimentos em que o capital está seguro e o rendimento, modesto que seja, está garantido. Ótimos para pessoas que, como eu, têm perfil conservador.

    E neste estado de coisas o número de pessoas com perfil conservador deve ter subido à bruta...

    "E se o euro deixar de existir?", diz o titulo do tópico?

    Respondendo no geral, desde já digo que não sou um messias! Não tenho qualquer pretensão de ser uma enciclopédia!

    Não sou responsável por salvar quem quer que seja, a única pessoa que tenho a responsabilidade de salvar sou eu!

    Certamente, não ganho tanto quanto devia, mas a satisfação de ajudar sem olhar a quem deixa-me com um sorriso nos lábios todos os dias!...

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