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  • FORMAS DE POUPAR

  • Perspectivas Futuras de Investimento


    davidmleal

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    PPRs tem a desvantagem de ser dinheiro no qual não se pode mexer até à idade da reforma. Logo não será muito aconselhável numa perspectiva de incerteza em relação ao futuro. Mas se arranjar um que garanta uma boa taxa, porque não?

    Isto se ainda conseguir aproveitar qualquer coisa do benefício fiscal, por pouco que seja. Se nem disso puder beneficiar, talvez seja melhor olhar para outra aplicação, tipo um seguro de capitalização (até ao fim deste ano, já que a redução da taxa de IRS vai acabar em 2012)

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    Andava ai tudo cheio de vontade aproveitar taxas a 6 meses mas com a desaceleração da economia a taxa do BCE desceu mais as regras do bando de portugal. E agora ao fim de 6 meses tem pouca rentabilidade. Lá se vai a galinha dos ovos.

    Pois, mas enquanto a banca tiver problemas em se financiar as taxas nunca podem baixar muito, poderá haver uma tendência de descida nos próximos meses mas não atingirá a média que se verificou em 2009/2010. Penso que ainda vamos ver taxas de 5% durante uns bons tempos.

    Eu continuo a apostar em depósitos de curto prazo e mobilizáveis. Não tenho duvidas de que isto vai ao fundo, só não sei quando é :)

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    • 7 months later...

    Desculpem estar a ressuscitar um topico antigo, mas acho que tem até algum interesse.

    Passaram alguns meses, e muitos factores alteram pelo menos a minha perspectiva de investimento.

    - A divida publica portuguesa atingiu um maximo das yields em Janeiro 2012, mas desde desse momento tem vindo a ter uma tendência descendente, tendo as yields de 5 e 10 anos situarem actualmente nos 10%.

    - Os mercados bolsistas no primeiro semestre tiveram uma tendência decrescente, embora pessoalmente comece a ver sinais de alguma retoma para este segundo semestre.

    - As taxas dos depositos a prazo continuaram a diminuir como era previsivel alguns meses, e continuo achar que a tendência irá manter no segundo semestre. Mas ao mesmo tempo temos assistido cada vez mais obrigações de empresas portuguesas a serem comercializadas nos bancos a retalho.

    - Os certificados de tesouro continuam com as mesmas taxas desde Março 2011, mas se as obrigações da divida portuguesa a 5 e 10 anos baixar para niveis proximos das taxas dos certificados de tesouro, antevejo um aumento significativo das subscrições.

    - Os fundos de investimentos imobiliario vão continuar apresentar rentabilidades inferiores a investimentos de igual risco. Não recomendo subscrições deste tipo de fundos.

    Nas acções portuguesas só vejo 4 com algum interesse:

    • Portugal Telecom  (dividendo previsto para pagar em 2013 = 0.325 € por acção)
    • EDP  (dividendo previsto para pagar em 2013 = 0.20 € por acção)
    • Jeronimo Martins (simular um dividendo igual ao exercicio 2011 = 0.275 € por acção)
    • Galp  (simular um dividendo igual ao exercicio 2011 = 0.20 € por acção)

    Todas elas distribuem dividendos, as duas primeiros apresentam uma rentabilidade de dividendo actual perto dos 10%: portugal telecom (9.4% bruto) e edp (10.72% bruto). A Jeronimo Martins parece-me sobreavaliada e Galp está muito condicionada ao preço do petroleo (que actualmente tem verificado uma desvalorização nos ultimos tempo). A banca portuguesa é para esquecer para os proximos tempos.

    Pessoalmente penso começar a investir em acções PT e na Edp, e investir em fundos de investimento de acções e esquecer dep. prazo e as obrigações.

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    Concordo com a tua análise mas actualmente ainda prefiro as obrigações sobre as acções pois consigo saber com exactidão o que vou ganhar no término da obrigação (salvo qualquer situação de renegociação da dívida ou falência).

    Enquanto na bolsa estamos sujeitos à sua flutuação e não sei até que ponto a bolsa já bateu no fundo sobretudo para a EDP que agora com o fim das taxas fixas deve perder muitos dos actuais clientes (eu sou um deles).

    Fora isso totalmente de acordo. ;)

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    Por mim continuo a ficar mais pelos DPs e obrigações, pelas razões mencionadas pelo Dino.

    Para além disso, não tenho experiência em ações nem se sinto à vontade nesse campo.

    Implica uma carga de análise técnica e saber avaliar preços das ações, que é algo que não percebo nada. Logo é melhor não me meter por aí.

    Em termos de DPs as taxas têm baixado, mas o meu reduto de taxas elevadas (PrivatBank) continua com as mesmas taxas desde há vários meses.

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    Por mim continuo a ficar mais pelos DPs e obrigações, pelas razões mencionadas pelo Dino.

    Para além disso, não tenho experiência em ações nem se sinto à vontade nesse campo.

    Implica uma carga de análise técnica e saber avaliar preços das ações, que é algo que não percebo nada. Logo é melhor não me meter por aí.

    Em termos de DPs as taxas têm baixado, mas o meu reduto de taxas elevadas (PrivatBank) continua com as mesmas taxas desde há vários meses.

    Percebo o que escreves, e em retroperspectiva à uns 4 anos atrás quando eu comecei ler e depois a participar neste forum os meus investimentos estavam limitados a uma conta poupança para um periodo de 6 meses que efectuava reforços mas não me preocupava comparar taxas de juros. Desde desse tempo muita coisa mudou:

    • Abri 2 contas bancárias em diferentes instituições para competir para uma rentabilidade nos dep. prazo;
    • Investi pela primeira vez (2009) num fundo de investimento mobiliario de acções (melhor investimento até data);
    • Abri conta no IGCP através da subscrição de certificados de tesouro
    • Investi em divida publica (através de fundo de investimento com capital garantido);
    • Hoje já se lê cada vez mais a compra de obrigações nas instituições bancárias, porque as yields estão muito altas. Por exemplo hoje saiu um artigo interessante sobre as obrigações da sonae e custos associados dos bancos em calcula a rentabilidade efectiva (ver investidor privado jornal de negocios 02/07/2012)
    • E muito mais

    O proposito deste forum a meu ver é aprofundar os nossos conhecimentos financeiros e tem servido para isso. Mas por vezes parace que leio sempre o mesmo tipo de comentários:

    • Taxa de juro dos dep. prazo
    • Será que o banco é seguro?
    • Obrigações - com n topicos a repetir quase sempre a mesma pergunta : Se é um bom investimento? Com a resposta a dizer que no mercado secundário é melhor actualmente.

    Isto é somente um desagafo, mas por vezes sinto que deviamos comentar também sobre outros assuntos financeiros como:

    • Acções
    • Fundos de Investimento Mobiliario e Imobiliario
    • Dividendos
    • Fiscalidade sobre investimentos detidos em Portugal e no estrangeiro
    • Derivados
    • Constituição de Portfolios Financeiros (% a em periodo temporal, % por tipo de investimento)

    Não digo que amanhã vou investir nesse produto, mas gostava de saber mais sobre eles. Porque alguns meses atrás ninguém sabia o que eram Certificados de Deposito e agora já há mais pessoas a saberem sobre esse produto.

    A minha intenção neste momento neste topico, é saber a opinão de outras pessoas sobre o que acham que vai ocorrer no mercado para daqui a 6 meses, porque por vezes posso pensar que um determinado investimento é mau ou bom porque estou a ver na perspectiva pessoal e por vezes eu comento enganos, por isso coloco algumas perguntas que iram influenciar os nossos investimentos tais como:

    • Uma gradual redução dos juros dos dep. prazo OU NÃO?
    • Se as yields das obrigações vão continuar a dimuir ou vão estabilizar numa banda (entre 6% a 8%) durante alguns meses
    • Se mercado accionista irá reagir em positiva (estudos economicos referem que o mercado accionista antecipa os movimentos da economia) ou será que corre um risco de voltar outro crash por volta de Setembro?

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    Desculpem estar a ressuscitar um topico antigo, mas acho que tem até algum interesse.

    Passaram alguns meses, e muitos factores alteram pelo menos a minha perspectiva de investimento.

    Nas acções portuguesas só vejo 4 com algum interesse:

    • Portugal Telecom  (dividendo previsto para pagar em 2013 = 0.325 € por acção)
    • EDP  (dividendo previsto para pagar em 2013 = 0.20 € por acção)
    • Jeronimo Martins (simular um dividendo igual ao exercicio 2011 = 0.275 € por acção)
    • Galp  (simular um dividendo igual ao exercicio 2011 = 0.20 € por acção)

    Todas elas distribuem dividendos, as duas primeiros apresentam uma rentabilidade de dividendo actual perto dos 10%: portugal telecom (9.4% bruto) e edp (10.72% bruto). A Jeronimo Martins parece-me sobreavaliada e Galp está muito condicionada ao preço do petroleo (que actualmente tem verificado uma desvalorização nos ultimos tempo). A banca portuguesa é para esquecer para os proximos tempos.

    Pessoalmente penso começar a investir em acções PT e na Edp, e investir em fundos de investimento de acções e esquecer dep. prazo e as obrigações.

    Fizeste muito bem em ressuscitar este tópico ;) (Eu que não queria falar... :P )

    Quando te referes a que só existem 4 acções portuguesas com algum interesse, qual é o teu critério?

    1) Longo prazo? Supostamente deve ser essa a tua análise para falares em dividendos. Sinceramente não acho que para pequenos investidores os dividendos façam grande diferença, aliás até os acho uma desvantagem. A razão pela qual digo isto é que a acção irá descontar o valor do dividendo e o que recebes nem te dará para comprar de forma a te permitir comprar mais acções (o valor mínimo seria de 1.000€ para investir senão as comissões...)

    2) Eu acrescentaria nessa lista duas/três acções: Portucel/Mota Engil/Corticeira Amorim (que não faz parte do PSI19 :P ) Até acrescentaria nesta lista o BPI que continua a sua escalada.

    3) Se for para shortar existem muitas acções boas para tal.

    4) Porquê a PT? Para mim a PT vem desde há um 1 ano com uma linha de tendência de queda apesar da sua recente recuperação.

    ;)

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    Quando te referes a que só existem 4 acções portuguesas com algum interesse, qual é o teu critério?

    • Liquidez
    • Politica de Dividendos regular
    • Internacionalização
    • Utilities ou mercados em que tem um grande dominio (por norma existe uma maior estabilidade na obtenção de lucros)

    Não recomendo a banca, porque existe muita incerteza.

    Portucel é controlada pela Semapa em mais 75%, e eu não gosto adquirir acções sobre uma sociedade que é dominada completamente por um grupo. Se houver uma alteração futura na sua politica como por exemplo da Brisa de dizer que nos proximos anos não haverá distribuição de dividendos de modo a incentivar as pessoas aderirem a uma OPA.

    Mota Engil tem se internacionalizado, mas não tenho algum receio da construção, porque não considero que traga valor acrescentado (industrias ou utilities). Depois é sector muito dependente de novos contratos. Muito arriscado para mim.

    Corticeira Amorim tem uma liquidez muito baixa.

    1) Longo prazo? Supostamente deve ser essa a tua análise para falares em dividendos. Sinceramente não acho que para pequenos investidores os dividendos façam grande diferença, aliás até os acho uma desvantagem. A razão pela qual digo isto é que a acção irá descontar o valor do dividendo e o que recebes nem te dará para comprar de forma a te permitir comprar mais acções (o valor mínimo seria de 1.000€ para investir senão as comissões...)

    A 3 Anos. Valor minimo de 5000 € a investir.

    3) Se for para shortar existem muitas acções boas para tal.

    Percebo o conceito mas nem sei como fazer isso no homebanking... e pessoalmente acho uma pratica que deveria ser repudiada por parte dos investidores.

    4) Porquê a PT? Para mim a PT vem desde há um 1 ano com uma linha de tendência de queda apesar da sua recente recuperação.

    Eu não estou a pensar na PT só pelo facto que agora começou a subir. A realidade é que a mudança na politica de dividendos, a reorganização na Oi e ter os seus financiamentos garantidos até 2015. Uma dividend yield perto de 10%,

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    Percebo a questão da Portucel mas eu até a considero uma acção forte no PSI 19. O facto de ser uma marca forte a nível internacional num sector em que é a referência tem de ter credibilidade. Se eu investisse seria nesta empresa pelos lucros que apresenta e que tem tendência no longo prazo a criar valor.

    A Mota Engil não sei se concordas comigo mas acho que está sobrevalorizada. Mas concordo com a tua opinião.

    Corticeira Amorim tem espaço para crescer peca pelo seu volume.

    1) Percebo o valor a investir (faria o mesmo) mas mesmo assim acho-o baixo para pensar em dividendos. A tua perspectiva é manter as acções independentemente de valorizações que tenham?

    3) Sei que não é o propósito do tópico mas não podemos pensar assim. Há quem aposte na subida e quem aposta na queda ... as duas opções são igualmente válidas.

    4) Sabes se existe alguma forma de saber qual será o dividendo de uma determinada acção para o ano seguinte?Sei que a data do ex-dividendo costuma ser "parecida"com a dos anos anteriores.

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    Encontrei este site alguns atrás, está direccionado para Psi-20, mas também é possivel ver doutros mercados.

    http://www.topyields.nl/Top-dividend-yields-of-PSI20.php

    Não está actualizado para o efeito de futuros dividendos.

    1) Percebo o valor a investir (faria o mesmo) mas mesmo assim acho-o baixo para pensar em dividendos. A tua perspectiva é manter as acções independentemente de valorizações que tenham?

    É claro que não. Se achar que é uma boa oportunidade para vender então vendo mesmo que não receba dividendos. Qual seria o meu limite para vender vai sempre depender pode ser 10%, 20%...

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    Não está actualizado a começar pelo nome ;)

    1) Da mesma forma usarás stops se tiveres a perder 10%/20% por exemplo?

    Eu sei que o indice bolsista português é composto neste momento por 19 empresas, mas prefiro continuar chamar PSI-20. Mas também há empresas nesse indice que quase não tem nenhum peso.

    Não meto stops automaticos (para perdas ou ganhos), mas defino logo à partida uma cotação base para vender (quer em ganho ou perda). Negociar na bolsa é como no poker é preciso ter muito sangue frio e muita calma, e por vezes é necessário saber sair para evitar uma perda maior. Para já tenho tido sorte :laugh:

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    Eu sei que o indice bolsista português é composto neste momento por 19 empresas, mas prefiro continuar chamar PSI-20. Mas também há empresas nesse indice que quase não tem nenhum peso.

    Não meto stops automaticos (para perdas ou ganhos), mas defino logo à partida uma cotação base para vender (quer em ganho ou perda). Negociar na bolsa é como no poker é preciso ter muito sangue frio e muita calma, e por vezes é necessário saber sair para evitar uma perda maior. Para já tenho tido sorte :laugh:

    Para mim foi uma surpresa a saída da cimpor. Enfim, concordo contigo...se fossemos a chamar indice ao nosso PSI seria PSI 10 :P

    Concordo com a comparação (poker vs bolsa) não concordo é com andares sem stops. Muitas vezes é "chato" ser stopado e depois ver a cotação a subir mas muitas vezes também te evita de quedas maiores.

    Que percentagem da tua carteira está em RV?

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    Renda Variável (não sei se é uma expressão brasileira) mas os DP´s seriam renda fixa pois o risco é nulo e sabes com o que contar no final do prazo. Ainda que possa ocorrer o mesmo com outros produtos a verdade é que as acções por exemplo são uma renda variável, logicamente. Não é possível prever quanto se ganhará no final de um determinado período.

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    Renda Variável (não sei se é uma expressão brasileira) mas os DP´s seriam renda fixa pois o risco é nulo e sabes com o que contar no final do prazo. Ainda que possa ocorrer o mesmo com outros produtos a verdade é que as acções por exemplo são uma renda variável, logicamente. Não é possível prever quanto se ganhará no final de um determinado período.

    Se excluir obrigações... e outros investimentos detidos até maturidade ...

    Então o efeito de renda variavel está em 5%.

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    Fizeste muito bem em ressuscitar este tópico ;) (Eu que não queria falar... :P )

    Quando te referes a que só existem 4 acções portuguesas com algum interesse, qual é o teu critério?

    1) Longo prazo? Supostamente deve ser essa a tua análise para falares em dividendos. Sinceramente não acho que para pequenos investidores os dividendos façam grande diferença, aliás até os acho uma desvantagem. A razão pela qual digo isto é que a acção irá descontar o valor do dividendo e o que recebes nem te dará para comprar de forma a te permitir comprar mais acções (o valor mínimo seria de 1.000€ para investir senão as comissões...)

    2) Eu acrescentaria nessa lista duas/três acções: Portucel/Mota Engil/Corticeira Amorim (que não faz parte do PSI19 :P ) Até acrescentaria nesta lista o BPI que continua a sua escalada.

    3) Se for para shortar existem muitas acções boas para tal.

    4) Porquê a PT? Para mim a PT vem desde há um 1 ano com uma linha de tendência de queda apesar da sua recente recuperação.

    ;)

    Cotação a 29/06/2012 (fecho)

    PT = 3.455 €

    EDP = 1.864 €

    GALP = 10 €

    JER. MARTINS = 13.325 €

    Cotação a 12/07/2012 (fecho)

    PT = 3.597 € (valorizou 4.1%)

    EDP = 1.93 €  (valorizou 3.5%)

    GALP = 10.63 €  (valorizou 6.3%)

    JER. MARTINS = 13.295 €  (desvalorizou 0.2%)

    A minha recomendação na Edp e na PT tem recompensado. Já a Jeronimo Martins tem estado estagnada, embora pessoalmente continuo achar que está sobreavaliada. A Galp é provavelmente a mais volatil das quatros acções, e por isso pode ter grandes valorizações rapidamente, mas também pode ter grandes quedas.

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    • 2 weeks later...

    Cotação a 29/06/2012 (fecho)

    PT = 3.455 €

    EDP = 1.864 €

    GALP = 10 €

    JER. MARTINS = 13.325 €

    Cotação a 12/07/2012 (fecho)

    PT = 3.597 € (valorizou 4.1%)

    EDP = 1.93 €  (valorizou 3.5%)

    GALP = 10.63 €  (valorizou 6.3%)

    JER. MARTINS = 13.295 €  (desvalorizou 0.2%)

    A minha recomendação na Edp e na PT tem recompensado. Já a Jeronimo Martins tem estado estagnada, embora pessoalmente continuo achar que está sobreavaliada. A Galp é provavelmente a mais volatil das quatros acções, e por isso pode ter grandes valorizações rapidamente, mas também pode ter grandes quedas.

    Sei que já passou algum tempo. No entanto, tenho uma questão:

    Costumas usar stops móveis? Ou estás apenas a investir numa perspectiva de longo prazo? A razão pela qual digo isto é que algumas acções estão a um bom preço para vender e voltar a entrar novamente :P

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    • 1 month later...

    Desculpem estar a ressuscitar um topico antigo, mas acho que tem até algum interesse.

    Passaram alguns meses, e muitos factores alteram pelo menos a minha perspectiva de investimento.

    - A divida publica portuguesa atingiu um maximo das yields em Janeiro 2012, mas desde desse momento tem vindo a ter uma tendência descendente, tendo as yields de 5 e 10 anos situarem actualmente nos 10%.

    - Os mercados bolsistas no primeiro semestre tiveram uma tendência decrescente, embora pessoalmente comece a ver sinais de alguma retoma para este segundo semestre.

    - As taxas dos depositos a prazo continuaram a diminuir como era previsivel alguns meses, e continuo achar que a tendência irá manter no segundo semestre. Mas ao mesmo tempo temos assistido cada vez mais obrigações de empresas portuguesas a serem comercializadas nos bancos a retalho.

    - Os certificados de tesouro continuam com as mesmas taxas desde Março 2011, mas se as obrigações da divida portuguesa a 5 e 10 anos baixar para niveis proximos das taxas dos certificados de tesouro, antevejo um aumento significativo das subscrições.

    - Os fundos de investimentos imobiliario vão continuar apresentar rentabilidades inferiores a investimentos de igual risco. Não recomendo subscrições deste tipo de fundos.

    Nas acções portuguesas só vejo 4 com algum interesse:

    • Portugal Telecom  (dividendo previsto para pagar em 2013 = 0.325 € por acção)
    • EDP  (dividendo previsto para pagar em 2013 = 0.20 € por acção)
    • Jeronimo Martins (simular um dividendo igual ao exercicio 2011 = 0.275 € por acção)
    • Galp  (simular um dividendo igual ao exercicio 2011 = 0.20 € por acção)

    Todas elas distribuem dividendos, as duas primeiros apresentam uma rentabilidade de dividendo actual perto dos 10%: portugal telecom (9.4% bruto) e edp (10.72% bruto). A Jeronimo Martins parece-me sobreavaliada e Galp está muito condicionada ao preço do petroleo (que actualmente tem verificado uma desvalorização nos ultimos tempo). A banca portuguesa é para esquecer para os proximos tempos.

    Pessoalmente penso começar a investir em acções PT e na Edp, e investir em fundos de investimento de acções e esquecer dep. prazo e as obrigações.

    Desculpem estar a ressuscitar um topico antigo, mas acho que tem até algum interesse.

    Passaram alguns meses, e muitos factores alteram pelo menos a minha perspectiva de investimento.

    - A divida publica portuguesa atingiu um maximo das yields em Janeiro 2012, mas desde desse momento tem vindo a ter uma tendência descendente, tendo as yields de 5 e 10 anos situarem actualmente nos 10%.

    - Os mercados bolsistas no primeiro semestre tiveram uma tendência decrescente, embora pessoalmente comece a ver sinais de alguma retoma para este segundo semestre.

    - As taxas dos depositos a prazo continuaram a diminuir como era previsivel alguns meses, e continuo achar que a tendência irá manter no segundo semestre. Mas ao mesmo tempo temos assistido cada vez mais obrigações de empresas portuguesas a serem comercializadas nos bancos a retalho.

    - Os certificados de tesouro continuam com as mesmas taxas desde Março 2011, mas se as obrigações da divida portuguesa a 5 e 10 anos baixar para niveis proximos das taxas dos certificados de tesouro, antevejo um aumento significativo das subscrições.

    - Os fundos de investimentos imobiliario vão continuar apresentar rentabilidades inferiores a investimentos de igual risco. Não recomendo subscrições deste tipo de fundos.

    Pessoalmente penso começar a investir em acções PT e na Edp, e investir em fundos de investimento de acções e esquecer dep. prazo e as obrigações.

    Antevia uma boa recuperação nas acções para este segundo semestre, mas não nunca pensei que o BPI ou o BES tivessem tais crescimentos. Quem investiu em fundos de investimento de acções teve um grande retorno em pouco menos de 2 meses, bem acima do melhor dep. prazo do mercado a um ano.

    Em relação às obrigações vejo duas hipoteses (para quem comprou a baixo do par):

    • Manter até a maturidade,
    • Ou vender e reinvestir o dinheiro noutras aplicações que possam promover uma rentabilidade superior.

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