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  • FORMAS DE POUPAR

  • Principais medidas para o OE 2011 e reforço da execução orçamental de 2010


    hsfarao

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    Quando falava em 10% estou a falar em 10% do salário liquido...

    "espero que não o recebas quando estás de férias, isso seria o máximo..." - isto só pode ser gozo...mas quem recebe sub de alimentação quando não trabalha???

    Não fumo...não bebo (a não ser uma vez ou outra com amigo(s))...não vou ao ginásio...não tenho SportTV...

    "Nas empresas públicas eu só sei que 10 milhões de portugueses (menos, talvez, os que lá trabalham) acham que elas são uma das razões de todos os nossos males" - a organização onde trabalho, até é daquelas que tem apresentado sempre proveitos nos últimos anos; Lucros? Dizem que sim...eu não sei...não sei que tipo de engenharias financeiras fazem para chegar a tais resultados; mas o que é certo é que ultimamente são sempre entregues elevados montantes ao accionista (o estado).

    Começaram a dizer que iria haver um corte de 3,5% a funcionários públicos que tivessem um salário superior a 1500 euros!

    No meu caso já estive a fazer as contas (tendo em conta o corte no sub de alimentação, mais IRS, maiores retenções e menores deduções) vou levar uma "chimbalada" de 13 a 14%!!! O meu salário liquido anda entre os 900 e os 1000!!!

    ...o povo mais cedo ou mais tarde vai revoltar-se!!

    O que mais me indigna é que andamos todos muito mansos!! Mansinhos, como eles nos querem...controladinhos - a situação das portagens é bem imagem disso! Vergonhosa a atitude do povo português...Tudo com a pressa e preocupado de comprar os FDP dos chips/dispositivos para enfiar na pu*a da testa!

    Vive la France!

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    Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros  - RTP Noticias

    http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Reformas-na-Suica-com-tecto-maximo-de-1700-euros.rtp&headline=20&visual=9&article=390426&tm=7

    Vejam esta notícia e depois comparem com o que se passa efectivamente em Portugal, para identificarem as diferenças!

       

    Nota: Esta notícia só passou na RTP2. Nenhum dos canais nacionais de maior audiência (RTP1, SIC, SIC Notícias, TVI, etc.) lhe deu qualquer tempo de antena. Porque será?

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    Eu acho que devemos ter o máximo cuidado com estas comparações, sem prejuízo de estar de acordo com o sistema suiço que me parece razoavelmente bom, mas os países não são todos iguais e existem inúmeros sistemas de SSocial em diferentes países e todos eles têm algo de bom e de menos bom.

    Eu recuso fazer demagogia sobre estas questões (e não digo que tu estejas a fazê-la) e recuso totalmente a "visão" de que os reformados com altas reformas (desde que provenientes de descontos ao longo da vida) devam ser espoliados delas ou devam dá-las para caridade: quem tem uma carreira contributiva com altos vencimentos e descontou toda a vida sobre esses vencimentos deve ter direito à sua pensão de acordo com esses descontos e com as regras vigentes e discordo totalmente que se limite o valor dessa pensão.

    Se o Estado quer limitar o valor das pensões deve 1º fazer como na Suiça: limitar os descontos, criar um 2º pilar de descontos obrigatórios para Fundos de Pensões privados e depois reformar as pessoas de acordo com os descontos que fizeram - coloquem o limite que quiserem, 1.000 euros p.ex., permitindo que os "ricos" programem a sua vida e a sua reforma através dos PPR privados para os quais passariam a descontar a % que muito bem entendessem dos seus rendimentos.

    Parece começar a estar muito na "moda", agora, atacar as "reformas douradas" por parte de uma certa ala liberal que está a ver cheiro do poder chegar-lhe ao nariz - dando ideia de que se prepara para atacar essa franja social - que por acaso é a franja que ao longo da sua vida activa - como reconhece p.ex. o PCP - alimentou com os seus descontos as reformas de valor mais baixo: a acontecer isso seria pura e simplesmente um roubo, acho eu.

    Só que o Estado nunca teve coragem de fazer como na Suiça porque sabe quem paga, tal como nunca teve coragem de fazer como na Suiça em outras coisas, nas rendas de casa p.ex., porque sabe que centenas de milhares de inquilinos vivem em casas arrendadas por valores irrisórios à custa dos senhorios e à custa de o Estado ter passado para estes a sua obrigação de dar casa aos portugueses espoliando os proprietários das suas propriedades - e o resultado vê-se agora com prédios a ruírem nas principais avenidas de Lisboa....

    Portanto estas comparações é bom que se façam mas devem ter-se todas as cautelas e não podem ser aplicadas como "chapa três" pois senão isso poderia dar grandes convulsões sociais.

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    Eu acho que devemos ter o máximo cuidado com estas comparações, sem prejuízo de estar de acordo com o sistema suiço que me parece razoavelmente bom, mas os países não são todos iguais e existem inúmeros sistemas de SSocial em diferentes países e todos eles têm algo de bom e de menos bom.

    Eu recuso fazer demagogia sobre estas questões (e não digo que tu estejas a fazê-la) e recuso totalmente a "visão" de que os reformados com altas reformas (desde que provenientes de descontos ao longo da vida) devam ser espoliados delas ou devam dá-las para caridade: quem tem uma carreira contributiva com altos vencimentos e descontou toda a vida sobre esses vencimentos deve ter direito à sua pensão de acordo com esses descontos e com as regras vigentes e discordo totalmente que se limite o valor dessa pensão.

    Se o Estado quer limitar o valor das pensões deve 1º fazer como na Suiça: limitar os descontos, criar um 2º pilar de descontos obrigatórios para Fundos de Pensões privados e depois reformar as pessoas de acordo com os descontos que fizeram - coloquem o limite que quiserem, 1.000 euros p.ex., permitindo que os "ricos" programem a sua vida e a sua reforma através dos PPR privados para os quais passariam a descontar a % que muito bem entendessem dos seus rendimentos.

    Parece começar a estar muito na "moda", agora, atacar as "reformas douradas" por parte de uma certa ala liberal que está a ver cheiro do poder chegar-lhe ao nariz - dando ideia de que se prepara para atacar essa franja social - que por acaso é a franja que ao longo da sua vida activa - como reconhece p.ex. o PCP - alimentou com os seus descontos as reformas de valor mais baixo: a acontecer isso seria pura e simplesmente um roubo, acho eu.

    Só que o Estado nunca teve coragem de fazer como na Suiça porque sabe quem paga, tal como nunca teve coragem de fazer como na Suiça em outras coisas, nas rendas de casa p.ex., porque sabe que centenas de milhares de inquilinos vivem em casas arrendadas por valores irrisórios à custa dos senhorios e à custa de o Estado ter passado para estes a sua obrigação de dar casa aos portugueses espoliando os proprietários das suas propriedades - e o resultado vê-se agora com prédios a ruírem nas principais avenidas de Lisboa....

    Portanto estas comparações é bom que se façam mas devem ter-se todas as cautelas e não podem ser aplicadas como "chapa três" pois senão isso poderia dar grandes convulsões sociais.

    Não há qualquer "chapa três" ou "quatro" na informação que apresentei. Trata-se tão só de uma informação que foi transmitida "apenas" na RTP2 e que destaca um estado, neste caso a Suíça, que é previdente.

    Não vou entrar em considerações sobre o assunto, pois há ponto de concordância (quem descontou sobre um determinado vencimento, deve ter direito ao que lhe é devido) e de discordância no actual panorama social.

    Teremos todos de concordar que algo está mal, para haver tantos PEC's e o sistema estar praticamente falido, não se sabendo se daqui a uns anos haverá dinheiro para pagar reformas, quer estas sejam altas ou baixas!...

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    Eu, por coincidência, também vi essa peça na RTP2.

    Só que estas noticias transmitidas "a seco" podem dar origem a interpretações erradas ou erróneas por parte das pessoas, daí o meu comentário: existem também muitos países onde as regras para calcular pensões são como em Portugal e nem por isso são mais ou menos previdentes, funcionam bem.

    Aliás na última Legislatura foi concluído e aprovado na Assembleia da República por larga maioria um acordo de reforma da Segurança Social que supostamente garante o sistema por mais 35 anos. E foi aprovado por larga maioria, como disse.

    O problema de Portugal não são os pensionistas com carreira contributiva, sejam de altas ou baixas reformas.

    O problema de Portugal é um excesso de peso do Estado na economia: funcionários a mais, empresas públicas, municipais e outras a mais, autarquias a mais, tachos a mais para as clientelas partidárias pagos com vencimentos grandes demais, obras sem retorno a mais (p.ex. estádios de futebol que, agora, se pretendem demolir - Aveiro, Algarve... - por manifesta falta de uso e manifesta incapacidade económica para manter), etc. etc.

    Isto sem prejuízo de se dever olhar para a questão das pensões e serem possíveis outras soluções, tal como na saúde. Mas na saúde, p.ex., fala-se dos seguros privados: seria bom se eles fossem obrigados a manter as pessoas toda a vida - e não a despachá-las fora aos 65 anos... - e se pagassem as doenças graves sem limitação de plafonds - e não despachassem as pessoas para o hospital público quando a despesa da operação atingir os 10.000 euros do limite máximo....

    E olha que uma operação atingir honorários médicos de 5.000 euros e despesas hospitalares de 5 ou 6.000 não é dificil....

    Portanto todas as soluções são possiveis desde que exista Legislação que salvaguarde as pessoas destas coisas, caso contrário o chamado Estado Social - que nos garante hospital a baixo custo e pensão na velhice - ainda é a solução que nos dá mais garantias a todos.

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    Não há qualquer "chapa três" ou "quatro" na informação que apresentei. Trata-se tão só de uma informação que foi transmitida "apenas" na RTP2 e que destaca um estado, neste caso a Suíça, que é previdente.

    Se o que te causa estranheza é a peça só ter sido transmitida na 2, acho que isso se deve às alterações que a edição do jornal 2 sofreu recentemente. Agora o jornal das 22h00 procura sobretudo aprofundar 2 ou 3 temas do dia. Segundo a equipa editorial, quem quer ver o apanhado de todas as notícias já tem muito por onde escolher (e nos outros canais os telejornais até têm mais tempo), por isso a 2 procura dar mais destaque a alguns temas.

    Nesse contexto, é mais simples serem apresentadas peças como a que aqui foi referida - não é propriamente uma notícia, mas mais informação complementar a um tema que estava na boca de toda a gente nessa altura. Na RTP1, havendo tempo limite e tendo que falar de outras notícias, a abordagem feita não é tão profunda. Seguindo esta lógica de raciocínio, imagino (mas não confirmo pois não tenho tv por subscrição) que tenha passado na RTPN, por exemplo...

    O facto de não passar na SIC ou na TVI é por causa de ser uma peça da RTP ;)

    Quanto ao teor da peça, tive pena que as perguntas colocadas na entrevista tenham sido um pouco parciais e orientadas para comparar com os pontos que são criticados ao sistema português. Ficou subentendido em mais do que uma ocasião que há mais pontos que mal foram tocados (por exemplo, a tal questão de haver descontos para outros sistemas privados) e que não foram devidamente aprofundados para se poder fazer uma comparação em condições...

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