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  • FORMAS DE POUPAR

  • A minha casa própria onde habito é ou NÂO É um activo?


    givemethemoney

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    @CS,

    Não estarás a fazer confusão entre "activo" e "bem"?

    Comprar uma casa a crédito nunca é um "activo", mas sim um "bem" já que a casa é tua enquanto pagares a prestação todos os meses, caso contrário o Banco activa a hipoteca...

    Eu próprio aderir ao crédito à habitação, no mês passado, para ter esse "bem", mas esse crédito foi feito com cabeça tronco e membros, ao contrário daquilo que vejo com muitas pessoas, colegas e amigos...

    Infelizmente vivemos numa sociedade em que parece que só se é alguém quando se tem casa própria, e como somos uma sociedade com poucos recursos, andamos sempre endividados, o que trás enumeros problemas a todos nós.

    Basta fazer umas simples contas...

    No meu ponto de vista e resumindo, uma casa a crédito é um "bem" que "temos" e financeiramente é um mau investimento e um passivo enquanto não acabamos de a pagar, a vendemos ou arrendamos...

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    Quanto ao credito, posso dizer que vão paga-lo em 25 anos e o custo final vai ser inferior ao da avaliação da moradia depois de pronta e licenciada pela câmara. Conseguirei isso, pelo recurso a algum capital que fui reunindo (mas que não chega aos 20% do capital necessário para a empreitada).

    Não percebo como é que fica mais barato o recurso ao crédito do que pagar a construção a pronto. Mesmo com algum capital de entrada e prazos mais curtos, qualquer crédito tem juros e encargos.

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    • 5 weeks later...

    aqui só posso dizer uma coisa e concordar q é um passivo mas tb um activo.

    Por mais que se diga e concorde ou discorde , cada caso é um caso.

    Eu pessoalmente ponderei a hipotese de arrendar uma casa t2 , mas ao verificar o existente no mercado na zona onde pretendia, não encontrava casas t2 mesmo que usadas por menos de 600,00€ à 6 anos atras ou seja fiz uma simulação no banco de um apartamento t2 na mesma zona e com as mesmas caracteristicas do arrendado e fiquei na altura com uma prestação de cerca de 350,00€, e claro que esses 350,00 tou a pagar precisamente por uma coisa que vai ser um dia minha.

    Conclusão: se arrenda-se a casa pagava mais 250,00 € todos os meses o que representa 3000,00 euros a mais ao final do ano, nem mesmo com as despesas que a casa dá compensava para mim arrendar uma...

    Com  o dinheiro que eu ia dar  a mais se em vez de comprar a casa aluga-se é preferivel junta-lo e fazer amortizações antecipadas do emprestimo.

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    • 2 months later...

    Não percebo como é que fica mais barato o recurso ao crédito do que pagar a construção a pronto. Mesmo com algum capital de entrada e prazos mais curtos, qualquer crédito tem juros e encargos.

    Desculpa, só agora responder, mas por motivos pessoais ando alheado destas lides.

    Quanto ao assunto, conheço quem tenha comprado moradia sem recorrer ao regime de hipoteca.

    Optou pelo penhor sobre investimentos de capital garantido e com isso conseguiu taxas fabulosas no credito habitação.

    Como é óbvio estamos perante uma moradia que orça em mais de meio milhão de euros.

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    Comprar uma casa a crédito nunca é um "activo", mas sim um "bem" já que a casa é tua enquanto pagares a prestação todos os meses, caso contrário o Banco activa a hipoteca...

    Não podemos classificar as coisas como queremos ou como nos convém. Não vamos meter os bens na conversa, pois que uma casa é um bem, ninguém o nega.

    Agora, a mesma casa pode ser classificada como activo ou como passivo.

    Eu entendo como um activo. Da mesma maneira que se fosse empresário e tivesse uma empresa com colaboradores, esses seriam um activo importante da empresa. Mesmo tendo custos com eles e sabendo que no futuro já não poderão fazer parte do activo da empresa.

    Ou exemplo sintomático é o dos jogadores de futebol. Podes ter jogadores (que são activos de um clube) a darem imenso prejuízo. Como é óbvio não deixam de ser activos desse clube.

    Há que saber rentabilizar esses activos.

    A mesma casa que segundo alguns de vós só traz prejuízo, pode ser rentabilizada de forma a trazer-vos proveitos.

    Não avaliem um bem como activo ou passivo, só porque gera custos ou proveitos.

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    Eu acho é que alguns de voces não andam a interpretar la muito bem o livro "Pai Rico" que andam a ler pelo que percebi (talvez seja por causa da tradução brasileira :o)

    O autor diz que uma casa própria não é um activo mas sim um passivo! Vamos la ver uma coisa, um imovel é sempre um activo e passivo simultaneamente, isto é, a casa é tua, tudo porreiro tens um bem um activo. Por outro lado tens um empréstimo, que vais pagar em 20/30/40 anos. A verdadeira questão aqui é, quanto dinheiro vais conseguir fazer com a casa durante o período do empréstimo. Claramente se o valor da casa aumentar de acordo com a inflação perdes dinheiro, uma vez que as taxas de juro cobradas pelo banco são claramente superiores à taxa de inflação.

    A maioria das pessoas vai acabar perdendo dinheiro porque não comprarão casas em zonas que têm margem de evolução ou que estejam subavaliadas.

    Por isso o autor do "Pai Rico" alerta para o facto de a casa ser um passivo. O que ele quer dizer é que no longo prazo vais acabar por perder dinheiro, ou seja, a casa é tipicamente um destruidor de dinheiro no longo prazo.

    Agora a outra face da moeda. Este imóvel mesmo sendo habitado por ti pode ser um activo no conceito do autor, desde que no longo prazo ganhes dinheiro com isso, isto é, se conseguires uma valorização da casa superior ao que pagas ao banco (não é fácil), seja por comprares uma casa numa zona que vai evoluir bastante quer seja pelo facto de teres conseguido uma casa a um preço claramente inferior ao que vale realmente. (bons negocios em leilões conseguem-se por vezes).

    Obs. Se continuares com a leitura do livro, vais ver que o autor dedica-se a comprar casas deste tipo para habitar e vendendo-a mais tarde por mais dinheiro (Claramente um investimento Cash In e não Cash Out)

    Moral da história: Se és especialista em identificar boas zonas pa comprar casa ou mesmo avaliar casas, opta por comprar (sujeito a algumas dicas no momento que decides comprar, como por exemplo teres pelo menos 20% do valor da casa). Se não fores especialista aluga e guarda o dinheiro para investires em algo que percebas e que possas rentabilizá-lo, tipo acções, selos :)etc...). Se não perceberes de nada de negócios nem de acções nem publicidade, se calhar chegou a hora de começares a ler umas coisas, em vez de contares o teu dinheirinho todo certinho ao fim do mês para pagar ao banco (claramente esses sabem bem como fazer o negócio deles :D)

    Abraço 

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    O autor diz que uma casa própria não é um activo mas sim um passivo! Vamos la ver uma coisa, um imovel é sempre um activo e passivo simultaneamente, isto é, a casa é tua, tudo porreiro tens um bem um activo. Por outro lado tens um empréstimo, que vais pagar em 20/30/40 anos. A verdadeira questão aqui é, quanto dinheiro vais conseguir fazer com a casa durante o período do empréstimo. Claramente se o valor da casa aumentar de acordo com a inflação perdes dinheiro, uma vez que as taxas de juro cobradas pelo banco são claramente superiores à taxa de inflação.

    Eu acho que a questão se coloca independentemente de recorreres ao crédito para comprar a casa. Claro que recorrendo ao crédito aumentas as probabilidades de perder dinheiro com o negócio, mas mesmo que tenhas 1 milhão de euros para gastar num apartamento é igualmente legítimo poderar se o dinheiro rende mais gastando-o na casa ou arrendando uma...

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    Eu acho é que alguns de voces não andam a interpretar la muito bem o livro "Pai Rico" que andam a ler pelo que percebi (talvez seja por causa da tradução brasileira :o)

    O autor diz que uma casa própria não é um activo mas sim um passivo! Vamos la ver uma coisa, um imovel é sempre um activo e passivo simultaneamente, isto é, a casa é tua, tudo porreiro tens um bem um activo. Por outro lado tens um empréstimo, que vais pagar em 20/30/40 anos.

    Olá

    Não conheço tal publicação, mas por força da necessidade Universitária aprendi que a casa é um activo (valorizado ou não, é outra questão) e o empréstimo que assumimos para a aquisição desse activo, esse sim é um passivo.

    Não venham dizer que a casa é um passivo, pois então, todo o sistema contabilístico tem de ser repensado.

    No entanto, volto a frisar, entende-se que pensem a casa como um passivo, por força do enorme peso que os empréstimos associados às aquisições dos bens activos, têm nas nossas contabilidades pessoais.

    Mas este cenário é sempre encarado num prisma económico e não contabilístico.

    Mas mesmo neste cenário económico, quero lançar (ou melhor, tornar a lançar) para a discussão o factor "qualidade de vida", pois já que estamos aqui a ser tão incisivos nesta questão custo/proveito, devemos levar em consideração que a superior qualidade de vida proporcionada por uma casa própria (se moradia tanto melhor).

    Para exemplificar, vou deixar aqui um bocadinho da minha vida pessoal.

    Tenho defendido o bem, casa própria, como um activo, pois não tenho duvidas que a minha moradia será sempre uma mais valia para mim. Mesmo levando em conta todos os custos associados ao empréstimo, estimo que o valor da moradia será sempre superior a esse custo.

    Depois tenho o factor não mensurável, a referida qualidade de vida.

    Não me vejo a viver numa casa que não seja a minha, em que teria um senhorio ao qual teria de dar explicações de tudo e mais alguma coisa.

    Não me vejo a partilhar problemas de espaços comuns e outros com uma comissão de condomínio.

    Não me vejo a ter de pedir permissões ao meus vizinhos para fazer qualquer melhoramento na minha habitação.

    Em jeito de conclusão, queria deixar uma afirmação que não me recordo onde a ouvi nem quem a proferiu, mas que rezava mais ou menos assim...

    Se tens um bem que te dá prejuízo, oferece-mo.

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    Como é obvio quando estava a dizer que é activo e passivo ao mesmo tempo estava-me referindo ao facto de a compra de um imóvel gerar uma parte de activo e uma de passivo. E disse também que na generalidade a parte geradora de passivo é superior à parte geradora de activo, isto é, pagamento dos juros superior à valorização da casa.

    Claro que podes dizer que acabas por ter mais qualidade de vida e nao sei que por ter casa propria que compense a diferença monetaria. A questão é que não chega compensar pela diferença, tem de compensar também o custo de oportunidade do dinheiro a mais que la estas a investir, uma vez que poderias te-lo investido num activo com maior rentabilidade. (Sendo tu és da área da contabilidade não te será difícil perceber de algumas dessas oportunidades).

    "Se tens um bem que te dá prejuízo, oferece-mo"

    Óbvio que esta afirmação faz sentido mas após teres feito a asneira de comprar um bem que dê prejuízo, não antes de comprá-lo como é óbvio. ::)

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    Eu compreendo bem esta divergência de opinião, mas tenho sempre regateado e fugido ao facto de um mau negocio (entenda-se compra) ser fruto de um passivo muitas vezes insuportável, porque na essência a compra de casa própria quando de forma sustentável e sinonimo de geração de riqueza.

    O problema é que as famílias abriram os olhos para o facto de nem sempre essa compra sem sustentável e aí sim muito penosa para as bolsas familiares. Mas isto não justifica que agora todos nós venhamos dizer e apregoar que a compra de bem imóvel seja um passivo.

    Por vezes, faz-me lembrar o caso dos advogados que tentam defender partes culpadas. Acabam por tanto defender e argumentar que até eles em certa altura acreditam que os seus constituintes são inocentes.

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    E esqueci-me de escrever que nem sempre o dinheiro poupado numa aquisição/negócio que não fechamos (principalmente a credito) implica que aforremos esse capital ou melhor ainda que o multipliquemos via investimentos.

    Muitos portugueses dizem e bem que se não for desta maneira (credito) nem adquirem o bem, ficam com o dinheiro, pois cabam por gastar noutros bens.

    Mas compreendi a tua ideia. (alias é a que defendo)

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    Mas já agora, desafio alguém dominador da matemática financeira a por em numeros as duas situaçoes. Compra de casa versus Aluguer. Eu vou tentar, deixando como variaveis a serem introduzidas, o valor da compra da casa mais comissões, valor da prestação, valor médio da taxa de juro, valor da renda e taxa de valorização do imóvel e da renda paga. Alguém quer ajudar. ;D

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    • 1 month later...

    Há aqui quem justifique o arrendamento ser uma vantagem em relação ao crédito, porque no crédito ao fim dos 30/35/40 anos se pagam 2 vezes a casa, ou mais...

    Isto é certo, paga-se muito em juros. Mas no fim temos o valor da casa, certo?

    Dou o meu caso concreto, empréstimo de 125.000€ a 40 anos, prestação actual de 600€ (TAN=5%). A Euribor será revista muito em breve e vai-me baixar a prestação para valores na ordem dos 450€. Mas admitindo uma média de 5% durante os 40 anos, pagaria algo como 288.000€, mais de 2 vezes o valor da casa. Admitindo este valor dos 288.000€ como válido após os 40 anos, ficaria com 288.000-125.000=163.000€ de despesas durante os 40 anos. E atenção que estou a admitir que a casa não valoriza, o que na prática é impossível de acontecer, pelo que o dinheiro das despesas será bem inferior aos 163.000€.

    Mas admitindo hipoteticamente os 163.000, e se eu vos disser que no meu prédio tenho um apartamento igual a ser arrendado por 450€? Admitindo que eu optaria por arrendar e ficaria na casa pelos 40 anos seguintes, significava que no final dos mesmos 40 anos tinha gasto qualquer coisa como 240.000€ em rendas, e no final dos 40 anos tinha zero. Continuava sem casa...

    Mesmo que a renda fosse de apenas uns 350€, dava na mesma qualquer coisa como 168.000€ gastos em renda durante os 40 anos.

    Posso estar a pensar mal, mas sinceramente não vejo como uma casa comprada não pode ser considerando um melhor investimento que uma casa igual arrendada. Atenção que falo em casas iguais/semelhantes.

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    ... Admitindo este valor dos 288.000€ como válido após os 40 anos, ficaria com 288.000-125.000=163.000€ de despesas durante os 40 anos. E atenção que estou a admitir que a casa não valoriza, o que na prática é impossível de acontecer, pelo que o dinheiro das despesas será bem inferior aos 163.000€.

    Em 40 anos não é nada impossível. A probabilidade até é relativamente grande. Em 40 anos podes ter um incêndio, inundações, terramotos e sei lá mais o quê (lagarto, lagarto, lagarto, bate na madeira e outros tantos). Daqui a 40 anos será que ainda há gás canalizado? Que consegues sobreviver a comprar TODA a electricidade que tu gastas a preços exorbitantes porque não produzes nenhuma? Será que as paredes não precisaram já de ser rebocadas mais de não sei quantas vezes, as telhas trocadas, será que não partes um único vidro? Tudo isto tem custos, umas coisas mais que outras. A verdade é que se não gastares mais um tostão na casa para além dos juros, daqui a 40 anos ela vai valer bem menos, acredita.

    Caso estejas numa casa arrendada a maior parte desses custos, já agora, competem ao senhorio.

    Posso estar a pensar mal, mas sinceramente não vejo como uma casa comprada não pode ser considerando um melhor investimento que uma casa igual arrendada. Atenção que falo em casas iguais/semelhantes.

    Se os teus planos são comprar casa para viver o resto da tua vida, concordo contigo - compra que é o melhor. Agora, se é para durar meia dúzia de anos, e depois mudares para uma casa melhor ou maior porque a família cresceu ou porque mudaste de emprego... acredita que vais chegar à conclusão que talvez tivesse sido melhor arrendá-la ;)

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    Acreditas mesmo que uma casa não valoriza no final de 40 anos?? Só podes estar a brincar...

    E se valorizar 100% é valorizar pouco...

    Conheces alguma casa actualmente com 40 anos e que não valha algumas vezes o que custou há 20 anos atrás?

    O 1º apartamento dos meus pais foi comprado em 1972 por 900 contos. Em 1994 venderam porque construíram uma vivenda. Sabes por quanto foi vendido o apartamento que na altura já tinha 22 anos? 8.000 contos. São quase 800% de valorização...

    Quanto às outras despesas existem é certo. Mas sabes tão bem como eu que numa casa arrendada é preciso um milagre para que o dono proceda a obras. O mais certo é se quiseres obras teres de ser tu a fazê-las...

    Claro que se quiseres andar a trocar de casa de 4 em 4 anos, então a compra pode não ser a melhor opção, mais que não seja pela trabalheira que dá passar a vida em bancos e cartórios a tratar de escrituras. Refiro-me a compra de casa para um prazo logo e comparo-a com o arrendamento para um prazo semelhante, de outra forma não faz muito sentido comparar situações.

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    Acreditas mesmo que uma casa não valoriza no final de 40 anos?? Só podes estar a brincar...

    E se valorizar 100% é valorizar pouco...

    Conheces alguma casa actualmente com 40 anos e que não valha algumas vezes o que custou há 20 anos atrás?

    O 1º apartamento dos meus pais foi comprado em 1972 por 900 contos. Em 1994 venderam porque construíram uma vivenda. Sabes por quanto foi vendido o apartamento que na altura já tinha 22 anos? 8.000 contos. São quase 800% de valorização...

    Quanto às outras despesas existem é certo. Mas sabes tão bem como eu que numa casa arrendada é preciso um milagre para que o dono proceda a obras. O mais certo é se quiseres obras teres de ser tu a fazê-las...

    Claro que se quiseres andar a trocar de casa de 4 em 4 anos, então a compra pode não ser a melhor opção, mais que não seja pela trabalheira que dá passar a vida em bancos e cartórios a tratar de escrituras. Refiro-me a compra de casa para um prazo logo e comparo-a com o arrendamento para um prazo semelhante, de outra forma não faz muito sentido comparar situações.

    Não percebo muito deste assuntos, mas não podes contar esse valor todo como valorização, é mais uma actualização, tal como em 1972 se ganhava por exemplo 1000 escudos e em 1994 se ganharia um ordenado de 70 cts

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    Visitante Michael Collins

    Não li todos os tópicos por falta de tempo, portanto se me estou a repetir, peço desculpa!

    No Direito das Sucessões (secção do Código Civil) e no Imposto de Selo sobre as Transmissões Gratuitas (antigo Imposto sobre a Sisa e as Sucessões e Doações), por exemplo, numa relação de bens por óbito ou doação de alguém, um prédio (casa) é considerado um activo pelo valor patrimónial e passivo pelo valor da hipoteca ao Banco.

    Espero ter ajudado a esclarecer!

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    Não li todos os tópicos por falta de tempo, portanto se me estou a repetir, peço desculpa!

    No Direito das Sucessões (secção do Código Civil) e no Imposto de Selo sobre as Transmissões Gratuitas (antigo Imposto sobre a Sisa e as Sucessões e Doações), por exemplo, numa relação de bens por óbito ou doação de alguém, um prédio (casa) é considerado um activo pelo valor patrimónial e passivo pelo valor da hipoteca ao Banco.

    Espero ter ajudado a esclarecer!

    Esta é a perspectiva que defendo.

    Contabilisticamente são duas coisas distintas, já o resto está a ser discutido.

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    Visitante Michael Collins

    Acabei de ler todos os "posts" deste tópico e penso que te compreendo e de que maneira!

    Apresento-te um caso real da minha família:

    Por falecimento de um tio (1971), casado e sem descendentes, a lei civil da altura, concretamente o direito das sucessões, mandava que, havendo irmãos, estes sucederiam na nua propriedade do prédio e que o cônjuge sobrevivo, sucederia no usufruto. A soma destas duas figuras jurídicas, é aquilo que se designa por propriedade plena. Hoje, revisto o Código Civil, as coisas já não se passam assim, já que, não havendo descendentes, sucede na herança, apenas o cônjuge (herdeiro legitimário).Não existindo outros herdeiros legitimários (cônjuge sobrevivo, descendentes ou ascendentes), sucedem os outros herdeiros legítimos (irmãos, sobrinhos e outros até ao 4º grau, na linha colateral).

    Voltando ao caso em análise: a tia por afinidade, ficando com o usufruto - usa e frui - a coisa (casa), há 38 anos - é tipicamente um activo, o meu pai e os irmãos, sendo os chamados proprietários da raíz (nús-proprietários), possuindo um activo, não o usufruiram (antes suportaram uma grande reparação), tendo vindo a constituir-se como proprietários de um passivo.

    O ponto actual da situação é o seguinte: o meu pai e os meus tios já faleceram e nada usufruiram da sua propriedade (antes pelo contrário). Os descendentes (eu e meus primos), continuamos a "saga", já que a senhora (com 75 anos), está viva e recomenda-se!

    Conclusão: é bom, nos dias que correm, pormos as questões em perspectiva (toda) e não sermos levados apenas pelo lado emotivo, esquecendo o racional e vice-versa, para ir de encontro ao caso que foi exposto no princípio do tópico, julgo que em Julho do ano passado!

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    Realmente uma excelente discussão. Na minha modesta opinião (e corrijam-me os colegas de forum) acho a aquisição de um imóvel um passivo em qualquer circunstância. apenas se torna um activo no instante em que se vende com lucro.

    até esse instante é um poço de despesas que, pelos impostos, despesas bancárias, condomínio, juros, manutenção, etc. não compensa a sua aquisição. sou a favor do arrendamento, acho que haverá no futuro proprietários "profissionais" e que ter casa própria é cada vez mais um luxo na medida em que, à partida, é um bem que não se venderá porque teremos sempre de ter um tecto.

    a única desvantagem do arrendamento é a incerteza de não sabermos se podemos contar com aquela casa daqui a 10, 15 ou 20 anos. em certas situações até isto pode ser uma vantagem...

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