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  • FORMAS DE POUPAR

  • Deposito prazo num banco estrangeiro com sucrusal em Portugal


    taranta

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    No caso hipotetico da haver uma bancarrota em Portugal e termos o nosso dinheiro depositado num banco estrangeiro (Barclays) com sucrusal em Portugal, o que acontecia.

    - O banco em Inglaterra respondia pelo dinheiro ?

    - Ou haveria restrições aos levantamentos ?

    - E no caso do banco fechar em Portugal ?

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    O Banco de Inglaterra não tem qualquer responsabilidade com o Banco Barclays de Portugal. As restrições podem acontecer. O banco fechando em Portugal já envolve o banco de Portugal visto que é o responsável pelo registo e regularização dos bancos em Portugal e o mesmo poderá então envolver o Banco de Inglaterra para responsabilizar a casa mãe caso o Barclays deixe de pagar ou algo do género...

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    taranta, o Barklays Portugal não é um banco inglês, é um banco de direito português, ou seja está abrangido pela Legislação Portuguesa e os seus depositantes estão protegidos pelo Fundo de Garantia português.

    Se tu tiveres um depósito na Caixa Geral de Depósitos em território espanhol isso não é um banco português, é um banco espanhol e se tiveres problemas é ao regulador espanhol que te deves dirigir e não ao Banco de Portugal.

    O facto de uma empresa (bancária, petrolifera, de automóveis, de computadores, artigos eléctricos ou aspiradores) ter uma sucursal em Portugal implica que essa sucursal seja uma empresa de direito português: tem que ter uma escritura de constituição, ter administradores, seguir as regras portuguesas de formação de uma empresa, e responde perante as autoridades portuguesas.

    A única diferença é a seguinte: se o Barklays Portugal falir ou defraudar é natural que a casa-mãe em Londres não deixe isso acontecer e é natural que o Governo português intervenha diplomáticamente com as autoridades inglesas no sentido de o evitar. Apenas isso, mais nada, de resto é exactamente o mesmo do que o BPN ou o BPP. Salvo uma diferença: nada impediria os depositantes de irem na EasyJet a Londres fazer uma manif à porta da sede do Barklays londrino, sempre dava nas vistas.

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    No caso hipotetico da haver uma bancarrota em Portugal e termos o nosso dinheiro depositado num banco estrangeiro (Barclays) com sucrusal em Portugal, o que acontecia.

    - O banco em Inglaterra respondia pelo dinheiro ?

    - Ou haveria restrições aos levantamentos ?

    - E no caso do banco fechar em Portugal ?

    Poderá consultar a FIN do produto para verificar se há garantia de capital e na eventualidade de acontecer a bancarrota o que acontece ao dinheiro investido (Fundo de Garantia de Depósito): http://www.barclays.pt/particulares/solucoes_investimento/depositos/documentos/fin_oportunidade4.pdf

    Assim torna-se mais fácil decidir!

    Boas escolhas!

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    taranta, o Barklays Portugal não é um banco inglês, é um banco de direito português, ou seja está abrangido pela Legislação Portuguesa e os seus depositantes estão protegidos pelo Fundo de Garantia português.

    Se tu tiveres um depósito na Caixa Geral de Depósitos em território espanhol isso não é um banco português, é um banco espanhol e se tiveres problemas é ao regulador espanhol que te deves dirigir e não ao Banco de Portugal.

    O facto de uma empresa (bancária, petrolifera, de automóveis, de computadores, artigos eléctricos ou aspiradores) ter uma sucursal em Portugal implica que essa sucursal seja uma empresa de direito português: tem que ter uma escritura de constituição, ter administradores, seguir as regras portuguesas de formação de uma empresa, e responde perante as autoridades portuguesas.

    A única diferença é a seguinte: se o Barklays Portugal falir ou defraudar é natural que a casa-mãe em Londres não deixe isso acontecer e é natural que o Governo português intervenha diplomáticamente com as autoridades inglesas no sentido de o evitar. Apenas isso, mais nada, de resto é exactamente o mesmo do que o BPN ou o BPP. Salvo uma diferença: nada impediria os depositantes de irem na EasyJet a Londres fazer uma manif à porta da sede do Barklays londrino, sempre dava nas vistas.

    Eu também pensava assim mas na FIN diz outra coisa. Por exemplo no deposito a prazo 4% 6M do Barclays indica que está seguro pelo fundo de garantia do Reino Unido  até um máximo de £50.000,00.

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    na realidade eu também já tinha visto, anteriormente, um banco da Letónia - o PrivatBank, que utiliza na sua publicidade o Ismaelov do Sporting - que andava a dar 5 ou 6 %, salvo erro,  em depósitos a prazo, publicitar isso, que os depósitos estavam cobertos pelo fundo de garantia letão. Sinceramente não acreditei muito nisso, pois eles devem estar cobertos pelo (ou também ? ) Fundo de Garantia de Depositantes em Portugal. Ou haverá duplicação de garantias, o que não me parece normal ? Bom, mas dadas as dúvidas aqui levantadas e que são interessantes eu irei tentar aprofundar um pouco este tema e ver se chego a alguma conclusão, embora não tenha dúvidas sobre uma coisa: os depositantes portugueses em bancos com balcões (mesmo sucursais estrangeiras) em Portugal estão protegidos - até ao limite legal - pelo Fundo de Garantia em Portugal. Outra coisa não seria possível, o Banco (sucursal) não obteria autorização de funcionamento - ou então isto seria o faroeste, pois não imagino um investidor português a ter que ir à Letónia ou ao Brasil reclamar lá por perca de depósitos em Portugal!

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    Já se discutiu esse assunto aqui algures...

    Os bancos da União Europeia a funcionar noutro país da UE podem descontar para o fundo de garantia do seu país de origem ou do país em que operam. Caso seja necessário, é o fundo de garantia desse outro país que é accionado, se tiver sido essa a opção do banco.

    Tinha ideia que tinham que garantir os mesmos valores que o país onde operam (no caso, se o fundo inglês garante 57.000€, os Barclay teria que contribuir com o remanescente para o Funde de Garantia de Depósitos de cá). Talvez esteja enganado, afinal - vale a pena confirmar junto do BdP...

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    Está aqui o link do Banco de Portugal sobre garantias de depósitos.

    http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/DireitosdosClientes/GarantiadeDepositos/Paginas/default.aspx

    Na lista de entidades participantes não está o Barclays pelo que se aplica a garantia do Reino Unido que garante £50.000, menos do que os 100.000€ dos sistema nacional e não são obrigados a mais por se tratar de um banco com sede na UE.

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    excelente, isto clarifica as dúvidas. E para mim clarifica também uma coisa: eu não estaria interessado em ser cliente do Barklays Portugal, embora ele faça parte de um grupo sólido. Mas o Lehman também era sólido e aconteceu o que aconteceu, e seria muito chato alguém ter que lidar com situações destas no estrangeiro, mesmo que seja a UE. 

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    Gosto mt do que leio, mas será que alguem aqui realmente sabe do que fala? Alguem compreende a diferença entre banca de retalho e banca de investimento? Será que todos têm acesso ao GOOGLE?

    Na realidade prefiro a banca portuguesa, mas isso não faz com que seja completamente “tapado”. Tenho essa preferência porque acredito que devemos apostar no que é nosso, vocês não? Acham assim tão mal o BPI, BES ou BCP? Também são daqueles que lêem jornais e acreditam em tudo que estão a ler? Não se esqueçam de tomar a vacina para a gripe A, ou de ver se a casa ao lado da vossa é uma toca da ETA!!!

    Acho que devem ser mais críticos em relação ao que nos rodeia... tanto quanto sei, todos nós podíamos ter a idade do meu filho, mas mesmo assim temos a possibilidade de dizer a maior burrice como se fosse a maior das verdades.

    Não querendo particularizar, ainda não li um pedido de desculpas do Carlos2008 ou do CFinanceiro sobre a informação errada que prestada ao taranta…onde posso reclamar? Já temos livro de reclamações?

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    sanas, uma das vantagens do fórum é justamente essa - cada um pode expor os seus pontos de vista e/ou rebater informações erradas dadas por outros utilizadores. :)

    Concordo perfeitamente com o que dizes sobre o espírito crítico. Aliás, mesmo que este fosse um fórum onde predominassem os profissionais do ramo (o que não é o caso), é sempre boa ideia corroborar com outras fontes a informação que obtemos de locais onde qualquer um pode escrever. Isso é tão verdade para o Fórum do PedroPais como para a Wikipedia, por exemplo.

    Livro de reclamações não temos. 8-) Mas cada mensagem tem um "link de reclamações" (o que diz Denunciar ao moderador) onde podes expor perante um dos moderadores a tua opinião sobre alguma mensagem que careça de atenção urgente, sobretudo quando se trata de fraudes ou quando os ânimos se começam a exaltar. Mas, quando se trata do contraditório, o melhor mesmo é corrigir a informação em público (sem humilhar o outro, claro, até porque muitas vezes a informação é dada de boa fé). Assim toda a gente ganha a oportunidade de exercer o seu sentido crítico e aprender mais alguma coisa sobre o assunto. :)

    E, já que particularizaste, aproveito para chamar a atenção para o facto de que entre a primeira mensagem do CFinanceiro e a do piasca, com o link para o BdP, passaram menos de 10h - na maioria das vezes, os equívocos esclarecem-se depressa por aqui ;)

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    eu pensava que nós - os que frequentamos este blog - apenas estamos interessados em partilhar informação, aprender, ter acesso a algumas questões que podem interessar a todos. Não sabia que tínhamos que pedir desculpa por imprecisões cometidas de boa fé, erros ortográficos, cor da pele, sorrisos amarelos ou outras questões semelhantes: aliás, tal como diz o pauloguia, a vantagem disto é que logo aparece quem dê mais uma achega e corrija uma informação deficiente ou incompleta. Mas enfim, a cada um as suas manias e eu sou tolerante e aceito-as todas - é pá, desculpa lá a minha imprecisão dada de boa fé, eu, por mim, acabei por aprender que os depósitos no Barklays estão parcialmente cobertos pelo fundo de garantia inglês, mas não quero que te melindres com isso meu caro sanas, a única coisa que desejo é a tua completa sanidade física e mental e não seja eu o causador de quaisquer perturbações à tua paz de espírito. A propósito, eu por acaso sou cliente do BPI e da CGD, dois bancos portugueses, mas não tenho nada contra os outros - sou a favor de uma Europa Unida e não me chocam as sucursais de bancos estrangeiros em Portugal tal como as de bancos portugueses em países estrangeiros !  Aliás, até quero é que hajam muitas, quanto maior a escolha melhor !  Vá, boas ondas e desculpa lá os nervos que te provoquei !!!! Mas foi sem intenção, hem...!!! Agora se queres reclamar...olha, por mim vai ao Totta, talvez te atendam, mas duvido!  / um abraço amigo !  ;D

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    • 7 years later...
    A 05/02/2010 às 18:52, carlos2008 disse:

    na realidade eu também já tinha visto, anteriormente, um banco da Letónia - o PrivatBank, que utiliza na sua publicidade o Ismaelov do Sporting - que andava a dar 5 ou 6 %, salvo erro,  em depósitos a prazo, publicitar isso, que os depósitos estavam cobertos pelo fundo de garantia letão. Sinceramente não acreditei muito nisso, pois eles devem estar cobertos pelo (ou também ? ) Fundo de Garantia de Depositantes em Portugal. Ou haverá duplicação de garantias, o que não me parece normal ? Bom, mas dadas as dúvidas aqui levantadas e que são interessantes eu irei tentar aprofundar um pouco este tema e ver se chego a alguma conclusão, embora não tenha dúvidas sobre uma coisa: os depositantes portugueses em bancos com balcões (mesmo sucursais estrangeiras) em Portugal estão protegidos - até ao limite legal - pelo Fundo de Garantia em Portugal. Outra coisa não seria possível, o Banco (sucursal) não obteria autorização de funcionamento - ou então isto seria o faroeste, pois não imagino um investidor português a ter que ir à Letónia ou ao Brasil reclamar lá por perca de depósitos em Portugal!

    Uma sucursal dum banco estrangeiro a operar em Portugal não está abrangida pelo fundo de garantia de depósitos português porque o banco não é português. Tem é representação em Portugal através da sua sucursal. Assim, seria sempre activada a garantia de depósitos do país de origem da instituição financeira. No caso do Barclays, Inglaterra. Agora com o Bankinter, Espanha. E apenas seria activada caso o Barclays/Bankinter falissem.

    Assim mesmo que houvesse uma ruptura no sistema financeiro português (isto é, todos os bancos nacionais falissem) e o fundo de garantia de depósitos não tivesse a capacidade de repor o dinheiro dos depositantes em bancos nacionais, todos aqueles que tivessem dinheiro depositados em sucursais de bancos estrangeiros estariam a salvo.

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