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    tonecas

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    ( não esquecer do seguro de vida que aumenta conforme a idade)

    Aumenta com a  idade e diminui com a dívida, é uma questão de se actualizar todos os anos junto da seguradora, o meu tem estado a diminuir.

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    quais?? só conheço o caso do Lehmans Brothers em 2007.

    a maioria dos outros foram amparados pelo(s) respectivos estados (entre bail-outs e nacionalizações).

    http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376675

    Nao explorei a fundo mas noticias deste genero sairam ha dias em varios jornais...

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    Se os Estados fizessem como algumas pessoas pedem em fixar as taxas de juro agora que elas estão baixas, depois teríamos aquelas pessoas que não têm créditos e ganham juros dos depósitos a reclamar por os juros estarem baixos.

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    [ironia]

    Eu acho que nem deviam haver juros, e as casas até podiam ser de borla.. e porque não voltar ao tempo das trocas ? Toma lá 2 kg de peixe dá cá 1 casa e 3 hoteis mais a Rua Augusta...

    [/ironia]

    Acho que há aqui algumas pessoas que deviam deixar de olhar tanto para o seu umbigo e olhar mais para a economia...  mas pronto, é a minha opinião!

    Eu também gostava de pagar o minimo possivel pelo empréstimo que tenho ao banco, mas se eu tivesse dinheiro não tinha que pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar uma casa. Aceitamos as regras e temos que as cumprir, tudo que seja fora disso é puro lirismo baseado num descontrolo financeiro..

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    Como se pode ver neste gráfico:

    euribor.gif

    Nota-se claramente que a euribor anda acima da taxa directora, e com uma margem significativa.

    Pouco percebo de economia, msa tenho a noção que recber juros 1% acima da taxa directora, e pagar nos depositos 1% abaixo da mesma taxa, dá um belo lucro... depois disso, pode-se gerir o restante das despesas com os spread's...

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    Eu se tivesse um negócio qualquer, nem que fosse um banco, seria para ter lucro e nunca me ouviriam dizer que as coisas estão boas. Caridade é na Santa Casa da Misericórdia e mesmo aí tenho as minhas duvidas. Há pessoas que parece que vivem num conto de fadas.

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    Li descontrolo financeiro!!!!!

    Por parte de quem.

    Penso que 85% dos portugueses que têm crédito habitação, têm um ordenado fixo.

    Logo tudo o que se passou na evolução das taxas de juro, julgo que foi pura especulação.

    Senão o futuro me vai dar razão.

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    Descontrolo financeiro por quem quis viver acima das possibilidades sem ter rendimentos para isso. É a casa nova, o carro novo, o LCD, a PS3, tudo o que o menino pede, as férias num destino exótico, é tudo e mais alguma coisa, depois os juros sobem e é uma casa a arder... Grande parte da culpa é dos bancos que incentivaram e promoveram esta aparente facilidade em viver à custa dos créditos, mas como se viu recentemente não há bela sem senão...

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    penso que nem os bancos previam esses aumentos.

    Visto que numa simulação de crédito era previsto o aumento de 1% e 2%.

    Quem fez crédito a 6 e 1 ano, quanto perdeu e perde com estas subidas.

    è um risco ter taxa variável, mas era o que se mais usava, até já li comentários neste forum que nos dias de hoje compensa tê-as.

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    Nem nós nem os  bancos previam esta subido, mas há que ter consciência do que se vai contratar.

    Quando fiz o meu crédito, além de ver a mensalidade que ia ficar com 1 % ou 2 %, previ também uma subida acima disso e vi que dadas as condições na altura (spread 0.75% e indexante 2.25%) ainda conseguia pagar.

    Sei de quem não teve esse cuidado e já não sabia onde arranjar o dinheiro.

    Somos nós que temos que ver o que podemos pagar e não o banco, não é o banco que vai passar fome nem é o banco que vai ficar sem casa. O grande problema é que a maioria das pessoas quando fazem um crédito para habitação, fazem-no nas condições actuais para o limite que podem pagar, depois a euribor sobe e o barco começa a meter água.

    Basta uma doença, um desemprego, um acidente, qq coisa, para a realidade mudar e é preciso contar com isso.

    Além de que não estamos a fazer um contrato de 4 ou 5 anos, é de 30 ou 40 anos.. é muito tempo para se tomar uma decisão destas de forma leviana..

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    Julgo que está na hora de repensar ás regras de crédito.

    Uma das ideias era:

    Se o ordenado não sobe, logo as prestações não podem subir.

    Claro.... a soluçao perfeita. Infelizmente, não me parece que os bancos estejam de acordo, pelo que a partir de agora os emprestimos passam a ser negociados na santa casa da misericordia.

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    Se queira ou não, a evolução das taxas de juro, vai depender da evolução dos ordenados.

    Lembro-me das primeiras vendas a crédito em que o comerciante dizia: se todos os meses cada cliente me entregar os mil escudos de prestação, eu vivo e os clientes têm os seus produtos.

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    Lembro-me das primeiras vendas a crédito em que o comerciante dizia: se todos os meses cada cliente me entregar os mil escudos de prestação, eu vivo e os clientes têm os seus produtos.

    e o que aconteceria caso o custo a pagar pelo comerciante pelos "produtos" subisse? ele iria continuar a pedir apenas os mil escudos aos clientes?

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    è claro novos produtos outras condições de venda mas os antigos continua na mesma, pois foram adquiridos a aquele preço. Já com ganhos.

    Às taxas de juro também já foram a 15% ...  20% e agora a 1% ...  2%.

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    Nem nós nem os  bancos previam esta subido, mas há que ter consciência do que se vai contratar.

    Quando fiz o meu crédito, além de ver a mensalidade que ia ficar com 1 % ou 2 %, previ também uma subida acima disso e vi que dadas as condições na altura (spread 0.75% e indexante 2.25%) ainda conseguia pagar.

    Sei de quem não teve esse cuidado e já não sabia onde arranjar o dinheiro.

    Somos nós que temos que ver o que podemos pagar e não o banco, não é o banco que vai passar fome nem é o banco que vai ficar sem casa. O grande problema é que a maioria das pessoas quando fazem um crédito para habitação, fazem-no nas condições actuais para o limite que podem pagar, depois a euribor sobe e o barco começa a meter água.

    Basta uma doença, um desemprego, um acidente, qq coisa, para a realidade mudar e é preciso contar com isso.

    Além de que não estamos a fazer um contrato de 4 ou 5 anos, é de 30 ou 40 anos.. é muito tempo para se tomar uma decisão destas de forma leviana..

    Pessoalmente acho normalíssimo um desemprego deitar tudo pelo cano abaixo... Imaginando um casal de rendimentos médios e repartidos (50% cada), se um dos elementos perder o emprego significa a médio para a perca de 50% do rendimento mensal, e no curto prazo a perca de cerca de 20% (enquanto receber o subs. de desemprego).

    Achas que é qualquer família que pode fazer face a uma caso em que perca 50% do rendimento? Mesmo que tenham feito um crédito em que a taxa de esforço não ultrapassasse os 30% (bastante razoável), ao perderem um ordenado ficam logo com a corda na garganta...

    Benditos aqueles que se podem dar ao luxo de um dos elementos perder o emprego e mesmo assim poderem continuar a pagar a casa sem dificuldades...

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    concordo a 100% com o Pedro

    Julgo até que ninguém fez contas do que poderia acontecer se um ficasse no desemprego.

    Julgo também que o seguro de vida deveria ser usado em caso de desemprego.

    Já sei que me vão dizer que existe seguros para isso, mas e o preço.

    Só sei que ninguém quer deixar de pagar a casa e que vai fazer das tripas coração para conseguir.

    Não viviamos todos bem entre 2000 e 2005?

    Que se passou para o nosso mundo (dos que têm créditos pedentes da euribor) virar de cabeça para baixo?

    Somos só nós que temos créditos?

    E o governo, as camaras endividadas até a raiz dos cabelos.

    E os bancos que entre si alteram a euribor, dizendo que é por falta de confiança.

    Mas só nos os comuns dos mortais é que devemos.

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    Pessoalmente acho normalíssimo um desemprego deitar tudo pelo cano abaixo... Imaginando um casal de rendimentos médios e repartidos (50% cada), se um dos elementos perder o emprego significa a médio para a perca de 50% do rendimento mensal, e no curto prazo a perca de cerca de 20% (enquanto receber o subs. de desemprego).

    Achas que é qualquer família que pode fazer face a uma caso em que perca 50% do rendimento? Mesmo que tenham feito um crédito em que a taxa de esforço não ultrapassasse os 30% (bastante razoável), ao perderem um ordenado ficam logo com a corda na garganta...

    Benditos aqueles que se podem dar ao luxo de um dos elementos perder o emprego e mesmo assim poderem continuar a pagar a casa sem dificuldades...

    Eu vejo isto de forma simples ... muito simples..

    As pessoas precisam de uma casa para morar, a não ser que tenham uma de borla tem sempre que a pagar, seja aluguer ou ao banco, por isso de uma forma geral quem não pode comprar um T4 compra um T1, até porque a maioria dos T1 alugado fica bem mais caro do que um T2 comprado.

    O problema é que todos querem parecer ricos e terem grandes carros, mas se se precaverem para uma fatalidade dessas e fizerem as contas só com 1 ordenado é tudo mais simples. Até porque o outro ordenado é ganho e pode usar-se parte para amortizar na casa e baixar a prestação, e só isto é um passo para em pouco tempo se puder trocar de casa pagando o mesmo...

    concordo a 100% com o Pedro

    Julgo até que ninguém fez contas do que poderia acontecer se um ficasse no desemprego.

    Julgo também que o seguro de vida deveria ser usado em caso de desemprego.

    Já sei que me vão dizer que existe seguros para isso, mas e o preço.

    Eu também gosto muito de ir ao rodízio, mas não posso ir todos os dias, vou poupando para lá ir de vez em quando.

    Só sei que ninguém quer deixar de pagar a casa e que vai fazer das tripas coração para conseguir.

    Não viviamos todos bem entre 2000 e 2005?

    Que se passou para o nosso mundo (dos que têm créditos pedentes da euribor) virar de cabeça para baixo?

    Somos só nós que temos créditos?

    E o governo, as camaras endividadas até a raiz dos cabelos.

    E os bancos que entre si alteram a euribor, dizendo que é por falta de confiança.

    Mas só nos os comuns dos mortais é que devemos.

    O que se passou foi exactamente isso: Créditos a mais e segurança a menos.. As taxas sobem ligeiramente, o povinho deixa de pagar, a garantia não existia e afectou o mundo inteiro..

    Se o teu vizinho te pedisse dinheiro por 3 meses mas soubesses que ele nao os ia devolver dentro de 3 meses por nao ter capacidade para isso, emprestavas na boa na mesma ? :) Se calhar não, chama-se a isso, falta de confiança!! :D

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    Tenho a certeza absoluta, de que na hora de pedir um empréstimo ninguém pensou no que aconteceria se um deles ficasse desempregado.

    E mais se não entrasse o ordenado dos dois nas simulações, 90% dos créditos não eram aprovados.

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    Tenho a certeza absoluta, de que na hora de pedir um empréstimo ninguém pensou no que aconteceria se um deles ficasse desempregado.

    E mais se não entrasse o ordenado dos dois nas simulações, 90% dos créditos não eram aprovados.

    :)

    Nem todos se regem pela mesma bitola .. Já estou como o outro, não negues à partida uma ciencia que desconheces..

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    Tenho a certeza absoluta, de que na hora de pedir um empréstimo ninguém pensou no que aconteceria se um deles ficasse desempregado.

    E mais se não entrasse o ordenado dos dois nas simulações, 90% dos créditos não eram aprovados.

    Caro Toncas,

    Se me fosse possível não depender dos Bancos seria uma maravilha!

    Especulação ou não da Euribor, o que é certo é que temos de pagar as nossa prestações, de preferência que não pesem em demasia no orçamento familiar.

    Quando solicitei o meu empréstimo, claro que coloquei as hipóteses piores: desemprego e doença! Seria muita ingenuidade não o fazer, assim como aconselho sempre que se faça um pé de meia antes de partir para um pedido na ordem dos 90%!

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