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  • FORMAS DE POUPAR

  • Taxa de Poupança


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    há 10 minutos, atlas disse:

    Amigo @Cardoso24, antes de mais, as minhas saudações, porque é sempre um prazer ler o que escreves.

     

    Indo ao tema, é verdade que existiram várias opiniões que foram sendo expressadas. Mas o @Greedy disse que tinha um filho (vide tópico poupar na alimentação, publ. de 02/09). E neste tópico disse que poupava 75% a 80% do rendimento. Cardoso, já disseste que não tinhas filhos. Quando tiveres vais ver o sorvedouro que é. Eu só com as coisas do infantário largo cerca de 400 euros por mês...Ou o Greedy tem um ordenado brutal. Ou então tem mesmo um estilo de vida mesmo frugal.

     Em qualquer dos casos, rapidamente irá atingir os €100.000,00 e paga a casa (se a tiver) e o carro (se o tiver). Mesmo que não atinja os 100.000,00, pelo menos 50.000,00 não demora.

     

    O que me leva a concluir: uma vez atingido um nível de poupança decente para qualquer embate na vida, o estilo de extrema frugalidade serve, exatamente, que propósito? Morrer cheio de dinheiro? 

     

    Cada um que siga a vida que quiser. E acho que devemos ser regrados e poupar sempre. Muito ou pouco, chegar ao fim do mês e SEMPRE colocar algum de lado, é uma sensação maravilhosa. Mas poupar 75% ou 80% do rendimento disponível, e com um filho... a não ser que tenha ajuda dos pais ou que lhe tenham dado uma casa... hás-de concordar... é dose... 

    Obrigado amigo @atlas, retribuo esse elogio. (e reparo que estiveste muito tempo ausente deste fórum).

    É verdade que também fiquei surpreendido com aquela % de poupança do Greedy, ainda para mais tendo um filho que acarreta encargos brutais. Portanto a minha conclusão é a mesma que a tua. Eu não tendo filhos e não esbanjando chego a 75% Quando chegar à altura do infantário, roupas e alimentação até me vai dar uma coisa :P 

    Tens toda a razão quando referes que atingido um nível de poupança decente (falta definir "decente"), o nível de frugalidade deve ser diminuído porque estamos aqui de passagem e senão aproveitarmos a vida, não levamos nada...

    Concordo contigo é realmente um valor muito elevado mas pode ser que exista algum "truque" que desconhecemos :P Eu ainda estou naquela fase em que coloco algum de lado mas no inicio do mês, talvez isso mude quando tiver um filho ehehe

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    Parece que estamos a discutir uma "não questão".  Isto é muito simples: Quem começar a poupar mais cedo tem os juros compostos a seu favor e a taxa de poupança nos primeiros anos irá fazer t

    Se juntaste capital que te permite concretizar ambições, então força. Também já viajei bastante e não me arrependo das viagens que fiz. O meu ponto anterior é sobre pensar-se que o lazer só se co

    há 15 horas, atlas disse:

    O que me leva a concluir: uma vez atingido um nível de poupança decente para qualquer embate na vida, o estilo de extrema frugalidade serve, exatamente, que propósito? Morrer cheio de dinheiro?  

    Por exemplo,

    • Deixar de trabalhar ainda jovem e ficar a viver de capital e respetivos rendimentos.
    • Ter uma boa poupança para a velhice. Um bom lar hoje em dia anda pelos 1500€/2000€ mensais e sabe-se lá o que nos espera em termos de reforma da segurança social...

    Dito isto, não acho que seja preciso uma frugalidade extrema, como a maioria dos exemplos que deste anteriormente. Ter uma vida miserável para acumular dinheiro (rápidamente) parece-me injustificável. É uma questão de bom senso e de preferências pessoais.

    Editado por JRJordao
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    há 43 minutos, IceMan1910 disse:

    É ridiculo existirem pessoas em Portugal que recebem salários de 2000 euros e que se o patrão pagar atrasado este mês, eles não teem dinheiro para pagar os cartões de crédito do mês anterior! 

    Vejo muita gente com o último carro da moda, a melhor casa, casa de férias, férias nas maldivas, filhos nos melhores colégios... e depois o que fazem é trabalhar sobre stress o dia todo, sem tempo para ver os filhos, sem tempo para fazer as coisas que gostam. Tudo para ter o melhor estilo de vida possivel que na realidade os faz tudo menos felizes.

     

    Gostei caro IceMan1910 :)

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    há 1 hora, IceMan1910 disse:

    E portanto o objetivo fundamental que tenho é poder ser independente financeiramente. Não sei o que a vida me espera amanha, o que eu sei é que não quero passar a vida a fazer uma coisa que não me faça feliz (hoje posso ser feliz aqui, amanha posso não ser) e portanto eu prefiro passear barato hoje, ter só uma casa, ter um caro mais antigo, comprar coisas em promoção etc... e fazer o meu pé de meia, investir, diversificar, juntar para amanha poder fazer aquilo que realmente me apeteça fazer sem qualquer pressão externa.

    Porque enquanto eu me andar a levantar às 8 e a voltar para casa às 19, não porque eu quero, mas porque o horário de trabalho assim o dita, a meu ver, não sou 100% feliz.

    É apenas e só esse o meu objectivo pessoal. Cada um tem o seu.

    Idem

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    há 22 horas, atlas disse:

    No demais, é muito fácil poupar. Basta privarmo-nos de algumas despesas que não são essenciais.

     

    No meu caso, se:

    Faço tudo isso e não ganho 2000€, basta um pouco de organização. Uma boa taxa de poupança não é de todo sinonimo de não "viver", tudo se resume a qual o significado de "viver" faz mais sentido para vocês. As hipóteses aí descritas são radicais e mesmo assim acredito que 500€ não chegassem ;)

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    Acho que já foi referido por diversas vezes que há vários factores que pesam bastante na altura de poupar ..

    Se o vencimento líquido é porreiro ou não .... se trabalha por conta de outrem ou tem empresa própria .. se tem Crédito(s) (casa/carro/pessoal) ou não ... se a casa/carro está pago ou não ..

    Nenhum de nós vai expor na totalidade a sua vida aqui em foruns .. por isso é que dizermos as nossas taxas de poupança não valem de muito como exemplo para terceiros ..

    Depois há a questão dos objectivos ... há pessoas que consideram que o dinheiro deve ser gasto e que a poupança deve apenas corresponder a um período de emergência de X meses ... há outros que poupam a pensar no aforro + aquisição de um bem "caro" ( automóvel desportivo específico que sempre foi sonho de criança, ou um barco etc ) ... outros que querem uma poupança grande para deixar aos filhos para não terem que fazer tantos sacrifícios na vida adulta ..... outros que querem poupar bastante para fazer um investimento imobiliário que não só vai render à pessoa como às suas próximas gerações ( filhos, netos etc ) ...

    Há quem tenha actualmente 20-30K de poupança e ache pouco .... outros achariam isso um exagero de poupança .... e que essa pessoa deveria gastar mais e não pensar tanto em poupar ... 

    Depois há quem tenha 50 e queira 250 .... há quem tenha 250 e ache pouco e queira 500 ou 1 milhão ....

    Acho que não se deve julgar quem poupa, quer seja muito ou pouco ... o acto em si de poupar já é louvável .... acho que se deve julgar é quem vive acima das suas possibilidades, muitos deles fazem-no conscientemente na onda do " logo se vê " .... isso é que acho mais perigoso .. viver na corda bamba .. mas pronto cada um sabe de si ..

    Editado por Greedy
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    A 01/10/2017 às 14:56, atlas disse:

    Também é uma questão de perspetiva e cada um sabe de si.

     

    Não me levem a mal, mas eu leio aqui algumas formas de estar na vida que me parecem ser desequilibradas. Ou então, como não são ideias completas, eu poderei também poderei estar a ver mal.

     

    Para quem tem um ordenado decente (de 2000 limpos para cima), não é difícil poupar. Para quem ganha 500 euros mensais, todos os euros mensais poupados custam horrores. Portanto, a taxa de poupança é totalmente condicionada por este factor.

     

    No demais, é muito fácil poupar. Basta privarmo-nos de algumas despesas que não são essenciais.

     

    No meu caso, se:

    - em vez de comprar três casas, comprasse só uma, mais pequena e mais afastada do centro;

    - em vez de ter dois carros, não tivesse nenhum;

    - em vez de gastar 1/2 hora (ida e volta) de carro para o trabalho, fosse de transportes públicos pagando o passe (mesmo demorando 2 horas, ida e volta);

    - em vez de gastar dinheiro no ginásio, não fosse ao ginásio;

    - em vez de gastar dinheiro em coisas que me dão prazer (ipad, iphone, go pro, gps de bicicleta, bicicleta de €2000, etc.), não tivesse nada disso;

    - em vez de instalar um sistema de ar condicionado cá em casa, usasse uma ventoinha ou até mesmo nada, e se tivesse de suar como um suino, paciência;

    - em vez de colocar o miúdo num bom infantário privado, o colocasse numa ama manhosa;

    - em vez de pagar as atividades extras do miúdo, não pagasse nada disso;

    - melhor ainda, nem sequer tivesse nenhum filho;

    - em vez de comprar roupa nova, só comprasse roupa em 2ª mão aqui para casa;

    - nunca fosse comer fora;

    - não fizesse férias ou então fizesse as figuras tristes do turista do pé descalço, a contar tostões e a dormir onde calha;

    - se bebesse sempre água, e nunca abrisse uma garrafa de vinho como deve ser;

    - se nunca provasse Whisky, Whiskey ou Conhaque;

    - se em vez de tomar banho 2 vezes por dia, tomasse só uma por semana e assim poupar água (se bem que tomando banho no ginásio, pouca gasto agora em casa...);

    - se em vez de usar um bom perfume, usasse dos chineses;

    - se em vez de ter internet, não tivesse;

    - se em vez de ter um pacote de canais de tv, não tivesse sequer televisão, nem desktop ou portatil;

    - se fizesse racionamento de horas de eletricidade;

    - se não tivesse telemóvel;

    - se me alimentasse maioritariamente a batatas com cebola, com um fio de azeite em cima (e do mais manhoso...);

    - e se fizesse assim mais uns quantos ajustes (que eu agora não me estou a lembrar, mas com o tempo lá chegaria)

    se fizesse isto tudo, a minha taxa de poupança seria brutal. 500 euros chegavam e sobravam.

    E lá está, se um dia tiver mesmo necessidade, terei de me resignar e terei mesmo de colocar em prática algumas destas poupanças.

    Mas não estou para isso.

    Eu gosto de poupar. Gosto de investir. Mas não estou disponível para tudo. Nem preciso, graças a Deus. 

    Pode parecer um cliché, mas eu vivo para ser feliz. Em abstrato, um tipo que tenha carro pago, casa paga, um bom emprego e uma reserva de, pelo menos, €100.000 no banco (não estou a dizer que é o meu caso, porque eu ainda preciso de pagar as casas ao banco), precisa de se sacrificar exatamente para quê? E mesmo que não tenha tamanha quantia, desde que possua o suficiente para se aguentar uns 2 anos sem entrar novo rendimento, precisa de fazer tantos sacrifícios como aqui apregoam?

     

    Não me parece. Respeito a vossa opinião, mas não pensem que é isenta de críticas ou que inexistem opiniões alternativas (e que até me parecem muito mais equilibradas) tão válidas como as vossas. Mas tudo bem... sigam o vosso caminho, que eu seguirei o meu.

    Concordo. Muito menos dinheiro é mais difícil, mas não é impossível. Mas há sempre esta questão da taxa de esforço...

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    A 02/10/2017 às 09:58, JRJordao disse:

    Por exemplo,

    • Deixar de trabalhar ainda jovem e ficar a viver de capital e respetivos rendimentos.
    • Ter uma boa poupança para a velhice. Um bom lar hoje em dia anda pelos 1500€/2000€ mensais e sabe-se lá o que nos espera em termos de reforma da segurança social...

    Dito isto, não acho que seja preciso uma frugalidade extrema, como a maioria dos exemplos que deste anteriormente. Ter uma vida miserável para acumular dinheiro (rápidamente) parece-me injustificável. É uma questão de bom senso e de preferências pessoais.

    Pessoalmente, prefiro cortar e privar hoje quando novo, para um dia ter e estar mais calmo e tranquilo. Mas isso sou eu, até porque desemprego e baixas ou nenhumas reformas em Portugal são o pão nosso de cada dia...

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    Boa tarde a todos, 

     

    As minhas desculpas por não ter aqui vindo antes, mas tenho tido tanto que fazer...

     

    A 02/10/2017 às 09:58, JRJordao disse:

    ...

    Dito isto, não acho que seja preciso uma frugalidade extrema, como a maioria dos exemplos que deste anteriormente. Ter uma vida miserável para acumular dinheiro (rápidamente) parece-me injustificável. É uma questão de bom senso e de preferências pessoais.

    @JRJordao 

     

    Num post de 21 de setembro, neste mesmo tópico, o @Greedy afirmou isto "Há meses que consigo poupar ~90% ..". Não estamos a falar de 40% ou 50% do rendimento disponível. Estamos a falar de 90%!

     

    Pois bem, se me derem um carro, casa e me pagarem todas as minhas despesas, eu até poupo 100%. Ou se eu ganhasse 20k limpos mensais, eu conseguiria poupar 90% nas calmas. Caso contrário,

    - pagar casa (seja renda, seja prestação ao banco),

    - comprar carro (a pronto como eu fiz ou pagar a prestação),

    - pagar as despesas de um filho e

    - pagar as despesas quotidianas (alimentação, combustível, água, eletricidade, gás, telemóvel, Tv),  

    e mesmo assim poupar 90% do rendimento, será um frugalidade suavezinha? ou extrema? O que é que te parece? 

     

    Não sei se o teu lençol é muito elástico. Mas o meu não estica.

     

    Caro @IceMan1910

    A 02/10/2017 às 11:24, IceMan1910 disse:

    A minha optica é é totalmente diferente. A minha optica é... eu estou a vender o meu tempo enquanto pessoa (porque enquanto trabalha... a não ser que tenha um negócio seu - e mesmo assim às vezes - , é exatamente isto que faz, vender o seu tempo) e, embora até goste daquilo que faço, estou a gastar a maior parte do meu tempo de vida a trabalhar para outra pessoa, em vez de estar a usar o meu tempo nas coisas que realmente gostava de fazer (fazer um negócio próprio, ler, passear, ver filmes, o que raio o faça feliz). E portanto o objetivo fundamental que tenho é poder ser independente financeiramente. 

     

    Porque enquanto eu me andar a levantar às 8 e a voltar para casa às 19, não porque eu quero, mas porque o horário de trabalho assim o dita, a meu ver, não sou 100% feliz.

    Se bem entendi, portanto, o seu grande objetivo é poupar o suficiente para, querendo, poder deixar de trabalhar. 

    Um objetivo tão nobre como qualquer outro. O ponto que me parece mais controvertido são os sacrifícios que está disposto a fazer para lá chegar.

    A 02/10/2017 às 11:24, IceMan1910 disse:

    É apenas e só esse o meu objectivo pessoal. Cada um tem o seu. Se voçê é feliz a consumir bastante e a trabalhar bastante, é uma opção sua. Mas não vamos confundir as coisas... quem tem 30 anos e poupa 50---60---70% acho que o que quer não é levar o dinheiro para a cova. É ter a sua casa, o seu carro, as suas coisas, acima de tudo... o seu tempo e poder fazer realmente aquilo que o faz feliz. E acima de tudo, tem que perceber que quando está a pagar uma coisa.. o que está a doar é o seu tempo.

    Não vamos distorcer as coisas. Quem tem 30 anos e poupa 50, 60 ou 70% (vá lá... já não estamos a falar de 80% ou 90%, já é um primeiro passo no consenso...) e gasta essa poupança a comprar as coisas que precisa para ter uma existência digna (nas suas palavras "a sua casa, o seu carro, as suas coisas"), não está a fazer nada demais. Mas tendo já todas essas coisas e mesmo assim mantendo a taxa de poupança exatamente igual como se ainda nada tivesse, é que me parece desequilibrado, entende? Não é uma questão de deixar de amealhar. É não ter qualquer despesa para além da alimentação, ter um bom pé de meia e mesmo assim prosseguir a fazer exatamente a mesma vida que fazia antes... é disto que estamos a falar. Veja que aí em cima já se discutiu o paralelismo de quem ganha 500 e quem ganha 1500. E quis-se fazer crer que se alguém se consegue sustentar com 500 deve fazer exatamente a mesma vida mesmo que passe a ganhar 1500. Sucede que há níveis de sacrifício que é a vida que nos impõe e que não decorrem de um estilo de vida por opção. E devemos equilibrar o nosso estilo de vida de acordo com as opções que a vida nos dá. Não é deixar de ser regrado. Não é deixar de poupar. E muito menos gastar o que não se tem. É ajustar os gastos e o estilo de vida aos rendimentos, fazendo um equilibrio. Ser poupado e regrado, mas não deixar de aproveitar também um pouco da vida. Mas é claro que é uma questão de perspectiva. O meu caro amigo vai a um restaurante e, naquele momento, nas suas palavras " está a doar o seu tempo" ao dono do restaurante. Já eu estou a comer um bom bife, a beber um bom vinho e a conviver com bons amigos. E quando saímos do restaurante, o meu caro amigo irá lamentar-se por agora "ter menos tempo", porque tem de trabalhar mais algum tempo para terceiros. E eu, estou apenas feliz com aquele momento.  E se à conta de momentos desses deixar a minha independência financeira atrasar por 5 anos, também não me importo. 

    Editado por atlas
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    há 20 minutos, atlas disse:

     

    @JRJordao 

    Num post de 21 de setembro, neste mesmo tópico, o @Greedy afirmou isto "Há meses que consigo poupar ~90% ..". Não estamos a falar de 40% ou 50% do rendimento disponível. Estamos a falar de 90%!

    Pois bem, se me derem um carro, casa e me pagarem todas as minhas despesas, eu até poupo 100%. Ou se eu ganhasse 20k limpos mensais, eu conseguiria poupar 90% nas calmas. Caso contrário,

    - pagar casa (seja renda, seja prestação ao banco),

    - comprar carro (a pronto como eu fiz ou pagar a prestação),

    - pagar as despesas de um filho e

    - pagar as despesas quotidianas (alimentação, combustível, água, eletricidade, gás, telemóvel, Tv),  

    e mesmo assim poupar 90% do rendimento, será um frugalidade suavezinha? ou extrema? O que é que te parece? 

     

    Não sei se o teu lençol é muito elástico. Mas o meu não estica.

    Pelo que percebi o habitual do Greedy são os 75% a 80%. Os 90% eram apenas em alguns meses, talvez quando recebe o subsídio de férias ou Natal. Só ele nos poderá esclarecer. @Greedy

    Estes são mais ou menos os meus valores também. Casal com 1 casa + 1 carro pagos e sem filhos.

    há 20 minutos, atlas disse:

    O meu caro amigo vai a um restaurante e, naquele momento, nas suas palavras " está a doar o seu tempo" ao dono do restaurante. Já eu estou a comer um bom bife, a beber um bom vinho e a conviver com bons amigos.

    Já eu faço isso em casa (minha ou de um dos amigos), estamos mais à vontade e gastamos muito menos. ;)

    Editado por JRJordao
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    A 02/10/2017 às 11:24, IceMan1910 disse:

     

    Imagine que tem um salário de 2000 euros, mas gasta tudo a manter 3 casas, a comprar sempre o melhor carro novo, a ir jantar todos os dias fora, a ter sempre as melhores roupas... na realidade está é a oferecer o seu tempo à sociedade, voce anda-se a matar a trabalhar e fica com 0 riqueza para si no final do dia. Tem que continuar a trabalhar nem que seja para ir ao supermercado! É ridiculo existirem pessoas em Portugal que recebem salários de 2000 euros e que se o patrão pagar atrasado este mês, eles não teem dinheiro para pagar os cartões de crédito do mês anterior! 

    Vejo muita gente com o último carro da moda, a melhor casa, casa de férias, férias nas maldivas, filhos nos melhores colégios... e depois o que fazem é trabalhar sobre stress o dia todo, sem tempo para ver os filhos, sem tempo para fazer as coisas que gostam. Tudo para ter o melhor estilo de vida possivel que na realidade os faz tudo menos felizes.

    Just my 2 cents.

     

    Eu não falei em gastar tudo o que se ganha. Eu falei até em amealhar 100.000 euros. o @IceMan1910 pague as suas casas, pague os seus carros, meta 100 k no banco e vamos ver se, depois disto, tem algum problema com atrasos do patrão...

     

    Sobre as profissões, é a vida. Há profissões que só existem com stress. Um cirurgião, um juiz, um controlador de tráfego aéreo ou um trader vivem todos os dias sob pressão e não há outra forma de poder exercer a profissão, sem stress. Também se pode ser feliz com a profissão que se exerce.

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    há 12 horas, atlas disse:

    Eu não falei em gastar tudo o que se ganha. Eu falei até em amealhar 100.000 euros. o @IceMan1910 pague as suas casas, pague os seus carros, meta 100 k no banco e vamos ver se, depois disto, tem algum problema com atrasos do patrão...

    Sobre as profissões, é a vida. Há profissões que só existem com stress. Um cirurgião, um juiz, um controlador de tráfego aéreo ou um trader vivem todos os dias sob pressão e não há outra forma de poder exercer a profissão, sem stress. Também se pode ser feliz com a profissão que se exerce.

    Com atrasos talvez não, embora nunca seja agradável não nos pagarem a tempo e horas. Mas essa poupança poderá não ser suficiente para situações mais críticas, que todos esperamos nunca acontecerem, que impossibilitem continuar a trabalhar ainda muito jovem, por exemplo.

    Ter 100k poupados é muito bom, mas não assegura independência financeira. Se, mantendo um estilo de vida agradável, conseguir continuar a aumentar esse montante, porque não? Até chegar ao ponto em que posso ficar a viver só da poupança contando com juros baixos (ex: 1.50% líquidos), até aos 100 anos, quanto mais melhor. :)

    Editado por JRJordao
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    há 16 horas, JRJordao disse:

    Pelo que percebi o habitual do Greedy são os 75% a 80%. Os 90% eram apenas em alguns meses, talvez quando recebe o subsídio de férias ou Natal. Só ele nos poderá esclarecer. @Greedy

    Estes são mais ou menos os meus valores também. Casal com 1 casa + 1 carro pagos e sem filhos.

    Já eu faço isso em casa (minha ou de um dos amigos), estamos mais à vontade e gastamos muito menos. ;)

    Sim, é isso mesmo.

    Este mês por exemplo, se calhar vai andar pelos 60% .. as tais despesas inesperadas .. :)

    Mas faço sempre um esforço para tentar poupar essas percentagens altas.

    Curiosamente ainda agora de manhã estava a dar um debate e entrevistas na rua no canal SKY NEWS ( UK ) relativamente ao excessivo endividamento da população derivado ao "dinheiro barato" dos bancos e que inclusive há imensa gente a pagar despesas essenciais com Cartões de Crédito ...

    E que os jovens estão cada vez mais preocupados com as suas dívidas e com receio de não as conseguir pagar num futuro próximo caso as taxas disparem ( Euribors, Taxas de Cartões Crédito, CH etc .. )

    Não vejo este tipo de debates nos canais de televisão portugueses ... só vi um mas num daqueles programas da manhã do Goucha / Cristina em que foi lá o Camilo Lourenço dar uns lamirés sobre o assunto ... de resto é como se não se passasse nada ...

    E em UK o poder de compra é muito maior que cá ... e mesmo assim andam preocupados ..

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    há 15 horas, JRJordao disse:

    Com atrasos talvez não, embora nunca seja agradável não nos pagarem a tempo e horas. Mas essa poupança poderá não ser suficiente para situações mais críticas, que todos esperamos nunca acontecerem, que impossibilitem continuar a trabalhar ainda muito jovem, por exemplo.

    Ter 100k poupados é muito bom, mas não assegura independência financeira. Se, mantendo um estilo de vida agradável, conseguir continuar a aumentar esse montante, porque não? Até chegar ao ponto em que posso ficar a viver só da poupança contando com juros baixos (ex: 1.50% líquidos), até aos 100 anos, quanto mais melhor. :)

    Sim, iludidos são aqueles que acham que 100K é algo de extraordinário para andar mais "relaxado / descontraído" no dia-a-dia ... isto falando de alguém que já tenha mulher / marido e filho(s) e as tais despesas fixas com CH / carro e afins ...

    É uma almofada muito boa, mas dando um simples exemplo ( que já assisti ), basta uma pessoa receber esse valor em herança para ver casos em que essa pessoa ( e a respectiva mulher / marido ) decidem trocar os seus carros por 2 carros razoáveis ( exemplo: Mercedes 200d + BMW 320d = ~70K ) e vão à Austrália 3 semanas de férias ( ~10K por 2 pessoas ) e estoiraram logo 80% dos 100K ...... sem falar de comprarem depois o último iPhone e outros pequenos luxos ... facilmente atingem os 90K ... sobram 10K no banco ...

    Como se pode ver, esses 100K esfumam-se em 6 meses - 1 ano se for preciso .. em coisas que aparentemente não são nada do outro mundo ... e lá tem que voltar para a Roleta do Hamster a trabalhar para pagar as contas / colégios e afins porque os 10K no banco não dão para muito tempo ..

    há 16 horas, atlas disse:

    Eu não falei em gastar tudo o que se ganha. Eu falei até em amealhar 100.000 euros. o @IceMan1910 pague as suas casas, pague os seus carros, meta 100 k no banco e vamos ver se, depois disto, tem algum problema com atrasos do patrão...

     

    Sobre as profissões, é a vida. Há profissões que só existem com stress. Um cirurgião, um juiz, um controlador de tráfego aéreo ou um trader vivem todos os dias sob pressão e não há outra forma de poder exercer a profissão, sem stress. Também se pode ser feliz com a profissão que se exerce.

    Independentemente da pessoa ter 500€ ou ter 500 000€ no banco, ninguém gosta de ficar à espera para receber o que lhe é devido .. 

    Quanto às profissões e exemplos que referiste, é verdade, há muitos casos que estão sob stress permanente .. mas só aceitam suportar esse stress mediante a remuneração adequada .... não é por acaso que nos últimos anos tem havido uma debandada de médicos cirurgiões para o estrangeiro ... ( e cá já não ganhavam propriamente mal )

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    há 1 hora, Greedy disse:

     ( mas também gozo a vida apesar de não ter que explicar como )

    Para alguns, ler um bom livro (requisitado gratuitamente numa biblioteca;)) ou dar uns passeios pelo campo ou fazer uma pescaria num rio perto de casa, dá-lhe tanta ou mais satisfação do que acumular objectos, ter hobbies caros ou fazer actividades que se fazem porque estão na moda. Para um solitário, não é dificil encontrar satisfações gratuitas ou baratas e manter uma atitude estoica no suprimento das suas necessidades. Mas quando se adicionam conjuges e filharada, outras necessidades e outras formas de satisfação surgem inevitavelmente, daí que para uns os 90% sejam viáveis e não impliquem grandes sacrifícios mas para outros os 90% sejam excessivos. Todos somos diferentes e vivemos sob diferentes circunstancias. No meu caso, facilmente dispensaria sem o considerar um sacrifício a maioria das opções que o Atlas considerou como sendo extremistas e sem hesitar as trocaria pela possibilidade de ter mais liberdade (ou seja, não ter que ser obrigado a trabalhar - não gosto do que faço, não pelo stress ou aborrecimento inerente, mas sim porque me impede de fazer outras coisas que eu preferiria fazer em vez de trabalhar, tais como ler mais livros, mais passeios ou mais pescarias). 

    Editado por 5coroas
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    há 1 hora, 5coroas disse:

    Para alguns, ler um bom livro (requisitado gratuitamente numa biblioteca;)) ou dar uns passeios pelo campo ou fazer uma pescaria num rio perto de casa, dá-lhe tanta ou mais satisfação do que acumular objectos, ter hobbies caros ou fazer actividades que se fazem porque estão na moda. Para um solitário, não é dificil encontrar satisfações gratuitas ou baratas e manter uma atitude estoica no suprimento das suas necessidades. Mas quando se adicionam conjuges e filharada, outras necessidades e outras formas de satisfação surgem inevitavelmente, daí que para uns os 90% sejam viáveis e não impliquem grandes sacrifícios mas para outros os 90% sejam excessivos. Todos somos diferentes e vivemos sob diferentes circunstancias. No meu caso, facilmente dispensaria sem o considerar um sacrifício a maioria das opções que o Atlas considerou como sendo extremistas e sem hesitar as trocaria pela possibilidade de ter mais liberdade (ou seja, não ter que ser obrigado a trabalhar - não gosto do que faço, não pelo stress ou aborrecimento inerente, mas sim porque me impede de fazer outras coisas que eu preferiria fazer em vez de trabalhar, tais como ler mais livros, mais passeios ou mais pescarias). 

    Exacto, o conceito de satisfação / prazer na vida é muito subjectivo .. o que é válido para uns, outros podem achar inválido ou exagerado ..

    O que me faz confusão é ter lido agora numa revista o actor da TVI Pedro Cerdeira com 47 anos de idade ( que tem 2 filhos dele + 5 filhos da nova mulher ) dizer:

    " O dinheiro é para se gastar, não sou de 'arrebanhar' dinheiro "

    Depois ele que não se admire se aos 87 anos ainda tiver que estar a trabalhar para pagar contas ... como acontece com a Eunice Munoz ...... LOL

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    há 2 minutos, Greedy disse:

    Exacto, o conceito de satisfação / prazer na vida é muito subjectivo .. o que é válido para uns, outros podem achar inválido ou exagerado ..

    O que me faz confusão é ter lido agora numa revista o actor da TVI Pedro Cerdeira com 47 anos de idade ( que tem 2 filhos dele + 5 filhos da nova mulher ) dizer:

    " O dinheiro é para se gastar, não sou de 'arrebanhar' dinheiro "

    Depois ele que não se admire se aos 87 anos ainda tiver que estar a trabalhar para pagar contas ... como acontece com a Eunice Munoz ...... LOL

    Ou tiver que emigrar para o Brasil pois cá o Estado só dá 200 euros por mês aos grandes artistas do passado...:D

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    há 7 horas, Greedy disse:

    Sim, iludidos são aqueles que acham que 100K é algo de extraordinário para andar mais "relaxado / descontraído" no dia-a-dia ... isto falando de alguém que já tenha mulher / marido e filho(s) e as tais despesas fixas com CH / carro e afins ...

    É uma almofada muito boa, mas dando um simples exemplo ( que já assisti ), basta uma pessoa receber esse valor em herança para ver casos em que essa pessoa ( e a respectiva mulher / marido ) decidem trocar os seus carros por 2 carros razoáveis ( exemplo: Mercedes 200d + BMW 320d = ~70K ) e vão à Austrália 3 semanas de férias ( ~10K por 2 pessoas ) e estoiraram logo 80% dos 100K ...... sem falar de comprarem depois o último iPhone e outros pequenos luxos ... facilmente atingem os 90K ... sobram 10K no banco ...

    Como se pode ver, esses 100K esfumam-se em 6 meses - 1 ano se for preciso .. em coisas que aparentemente não são nada do outro mundo ... e lá tem que voltar para a Roleta do Hamster a trabalhar para pagar as contas / colégios e afins porque os 10K no banco não dão para muito tempo ..

    Independentemente da pessoa ter 500€ ou ter 500 000€ no banco, ninguém gosta de ficar à espera para receber o que lhe é devido .. 

    Quanto às profissões e exemplos que referiste, é verdade, há muitos casos que estão sob stress permanente .. mas só aceitam suportar esse stress mediante a remuneração adequada .... não é por acaso que nos últimos anos tem havido uma debandada de médicos cirurgiões para o estrangeiro ... ( e cá já não ganhavam propriamente mal )

    Tenho ideia que se falou dos 100k tendo casa e carro pagos. É claro que se alguém receber isso e adoptar essa postura, ainda ficará pior.

    Se alguém tiver isso no banco a render, sem outras obrigações, pode preparar-se para aproveitar melhor sem tantas restrições.

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    há 31 minutos, Cardoso24 disse:

    Tenho ideia que se falou dos 100k tendo casa e carro pagos. É claro que se alguém receber isso e adoptar essa postura, ainda ficará pior.

    Se alguém tiver isso no banco a render, sem outras obrigações, pode preparar-se para aproveitar melhor sem tantas restrições.

    Mas o que eu exemplifiquei era de alguém que já tinha casa e carro(s) pagos ... e que simplesmente ao receberem a hipotética herança de 100K o casal decidia trocar os respectivos carros por aqueles que referi ( totalizam cerca de 70K ) .. mais a tal hipotética viagem de 3 semanas de férias à Austrália ( ~10K ) e mais uns pequenos luxos acabavam por ficar apenas com 10K dessa herança no banco ...

    Ou seja, a casa continuaria paga, os carros também pagos ( trocados por outros que não são nada de especial ) e com 1 viagem feita ... são coisas absolutamente "standard" .. conheço várias pessoas que já foram à Austrália nessa situação daí ter referido os ~10K ... e os carros os preços andam ali nos 30K - 35K para aquela gama que referi ..

    Se optassem por não trocar de carro, teriam os 100K a render e passado uns 2 ou 3 anos poderiam ir à Austrália fazer as férias com os lucros / juros gerados ....

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    há 4 horas, Greedy disse:

    Mas o que eu exemplifiquei era de alguém que já tinha casa e carro(s) pagos ... e que simplesmente ao receberem a hipotética herança de 100K o casal decidia trocar os respectivos carros por aqueles que referi ( totalizam cerca de 70K ) .. mais a tal hipotética viagem de 3 semanas de férias à Austrália ( ~10K ) e mais uns pequenos luxos acabavam por ficar apenas com 10K dessa herança no banco ...

    Ou seja, a casa continuaria paga, os carros também pagos ( trocados por outros que não são nada de especial ) e com 1 viagem feita ... são coisas absolutamente "standard" .. conheço várias pessoas que já foram à Austrália nessa situação daí ter referido os ~10K ... e os carros os preços andam ali nos 30K - 35K para aquela gama que referi ..

    Se optassem por não trocar de carro, teriam os 100K a render e passado uns 2 ou 3 anos poderiam ir à Austrália fazer as férias com os lucros / juros gerados ....

    Então mas o atlas falou num caso específico, casa e carro pagos numa família que se priva de muitas coisas (adoptando uma frugalidade elevada). Não falou em ter 100k vindos do céu e começar a esbanjar e torrá-los ficando sem nada (10k). Falou que alguém depois de ter casa e carro e 100k num banco, não necessitaria de manter a a frugalidade tão elevada.

    Citando "Eu não falei em gastar tudo o que se ganha. Eu falei até em amealhar 100.000 euros. o @IceMan1910 pague as suas casas, pague os seus carros, meta 100 k no banco e vamos ver se, depois disto, tem algum problema com atrasos do patrão..."

     

     

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    há 12 horas, Greedy disse:

    Mas o que eu exemplifiquei era de alguém que já tinha casa e carro(s) pagos ... e que simplesmente ao receberem a hipotética herança de 100K o casal decidia trocar os respectivos carros por aqueles que referi ( totalizam cerca de 70K ) .. mais a tal hipotética viagem de 3 semanas de férias à Austrália ( ~10K ) e mais uns pequenos luxos acabavam por ficar apenas com 10K dessa herança no banco ...

    Ou seja, a casa continuaria paga, os carros também pagos ( trocados por outros que não são nada de especial ) e com 1 viagem feita ... são coisas absolutamente "standard" .. conheço várias pessoas que já foram à Austrália nessa situação daí ter referido os ~10K ... e os carros os preços andam ali nos 30K - 35K para aquela gama que referi ..

    Se optassem por não trocar de carro, teriam os 100K a render e passado uns 2 ou 3 anos poderiam ir à Austrália fazer as férias com os lucros / juros gerados ....

    Se optassem por não trocar de carro, teriam os 100K a render e passado uns 2 ou 3 anos poderiam ir à Austrália fazer as férias com os lucros / juros gerados ....

    Um bomr exemplo...

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