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  • FORMAS DE POUPAR

  • Alternativas a um crédito consolidado não aprovado


    virneto

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    Viva,

    já me registei e sigo este fórum há algum tempo. Tenho andado mais a ler e aprender do que a manifestar a minha opinião.

    Neste momento preciso de ser aconselhado para o seguinte problema (desculpem a descrição longa):

    Não consegui que me aprovassem um crédito consolidado. Tentei várias instituições e mais de três destas empresas de consultores como partners finance e semelhantes. Nenhuma instituição me aprova um crédito consolidado com um valor de €30 000.

    Neste momento tenho uma taxa de esforço na ordem dos 80%, só no que respeita a prestações que pago. Os restantes 20% são praticamente o combustível para o carro..

    A dívida é composta por 1 crédito pessoal, plafond da conta à ordem e 3 cartões de crédito com taxas que vão dos 26% aos 33%. 

    Não tenho habitação ou bens para dar como garantia ou vender.

    Rendimento liquido na casa dos €1300.

    Compreendo que os bancos ao analisarem o meu caso vêm um risco que não querem assumir. (Para mais o meu mapa de responsabilidades do banco de portugal mostra que fui fiança dos meus pais para comprarem a sua casa.)

    Não consegui renegociação de créditos e não tenho bens para vender (Todas as instituições me responderam mas com a mesma resposta. Não seria possível renegociar.).

    No dia-a-dia já reduzi ao máximo os meus gastos que se cingem ao combustível e desgaste do carro. (não fumo e não almoço nem janto fora).

    Nunca tive incumprimentos, contudo se me deparar com algum imprevisto estou tramado. Sou uma bomba à espera de explodir.

    Uma consolidação de crédito permitia-me poupança mensal na ordem dos 60%, o que seria uma 2.º oportunidade para mim, contudo não encontro quem me aprove um crédito consolidado.

    A minha questão é:

    que alternativas me restam se não consigo um crédito consolidado? Não queria ir já para a insolvência. Eu tenho emprego estável e boa remuneração. Tenho a certeza que consigo ultrapassar esta situação, mas cada vez me parece mais difícil. Até mesmo para os bancos, a minha insolvência seria a pior solução. Não percebo a avaliação de risco que fazem as entidades bancárias... fico com a sensação que só me emprestaram crédito enquanto não viram risco algum...

    PS.: Já sei que é muito natural que a primeira coisa que vos venha à cabeça é aconselhar disciplina financeira. Mas relembro que nem todas as pessoas que passam por dificuldades têm culpa direta... Há desemprego... Doença... Acidentes... No meu caso houve uma fiança que assumi para com um familiar e que me foi accionada no valor de €22000.

    Mas enfim... a responsabilidade é minha já sei... A quem me puder aconselhar, agradeço.

    relembro a questão:

    Que soluções ao sobre endividamento/falta de liquidez posso ter para além do crédito consolidado que nenhuma instituição me aprova?

     

    Obrigado desde já.

     

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    Continue no bom caminho para o desendividamento e elimine logo que possa os cartões, é muita fruta gerir juros de 3 cartões.... 

    É inspirador ver alguém tão empenhado em resolver os problemas em vez de se vitimizar. Boa sorte e coragem.

    Ainda bem que lhe baixaram as taxas. O wizink parece esquizofrénico, mas o que interessa é que agora paga menos.

    o truque dos créditos consolidados é pegar nos vários créditos de prazos curtos, cartões de crédito, créditos pessoais, etc e diluídos num prazo longo juntamente com a prestação da casa, servindo a casa como garantia e se a avaliação da casa cobrir todos os créditos. Por isso é que fazer consolidação de créditos, sem ter um crédito habitação, de preferência à alguns anos, torna-se inviável.

     

    eu gostava de o poder ajudar de alguma forma, mas com responsabilidades que lhe levam 80% dos seus rendimentos mensais, não existe forma de contornar o problema porque você não consegue viver com os outros 20%. É impossível viver apenas com 20% dos rendimentos, alias você não foi capaz de viver com bem mais do que os 20% dos seus rendimentos e foi por causa disso que você desequilibrou o seu orçamento familiar. Certamente que à uns anos/meses quando a folga era bem maior do que os 20%, talvez 50% ou 60% começou a recorrer ao crédito para manter o seu nivel de vida. Nessa altura, quando a folga era maior, com sacrificio, ainda conseguia dar a volta por cima. Mas foi usando cada vez mais crédito e chegou agora ao limite. Se dentro do seu ambiente familiar, não for possível ninguém o ajudar financeiramente, resta-lhe a insolvência. Vai sofrer durante 5 anos, mas pelo menos vai apreender uma lição muito importante para o resto da vida.

    pense assim agora você tem 20% dos 1300 que ganha, tem cerca de 260€. Com a insolvência, fica pelo menos com o ordenado mínimo durante 5 anos. O ordenado minimo para quem ganha 1300 limpos, pode parecer pouco, mas para quem tem 260€, já parece bem melhor. O senão é se tiver fiadores de algum desses créditos... 

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    Essa dos 3 cartões de crédito com taxas de até 33% é que acho estranho. Não foi imposto que a TAEG máxima dos cartões de crédito não podia ser superior a 16%? Tinha a vaga ideia que é possível invocar isso para baixarem as taxas. Embora realmente não me pareça que no seu caso isso evite ir à insolvência.

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    Agradeço as vossas respostas, @pauloagsantos e @ruicarlov.

    Fui confirmar os cartões.

    O cartão Cetelem está com TAN de 26.500% e TAEG de 33.6%.

    os do Barclays com TAN de 26.99@

    Talvez seja melhor começar a mentalizar-me para a insolvência, pelo que dizem. Não tenho fianças em nenhum dos créditos. De qualquer forma ao ficar insolvente vou, no fundo, quebrar com as minhas responsabilidades.... Daí não perceber a avaliação das entidades. Assim ficam sem ver o seu dinheiro, mas enfim...

    Para tentar melhorar o meu rendimento iniciei atividade em informática mas não tenho conseguido o retorno que esperava. Estou a aguardar uma resposta para um part time que me poderá trazer mais alguns rendimentos, mas já procuro há algum tempo sem sucesso.Obrigado mais uma vez pelas vossas respostas. Vou refletir e tentar informar-me/preparar-me para a opção da insolvência... Isto vai ser terrível..

    Editado por virneto
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    Depois de ir aos sites, confirmei que todos os cartões que falou estão atualmente com taxas de 16,4% TAEG, o que é o máximo imposto por lei. O seu contrato, por ser mais antigo, ainda tem as taxas mais altas, mas penso que é possível baixar isso. Quanto menos dívida for acumulada, melhor.

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    Obrigado @ruicarlov.

    Já terá sido com estas taxas (as que referi) que me negaram uma renegociação. Mas mesmo assim vou questionar cada uma das empresas porque tenho um desfasamento tão grande para as taxas anunciadas nos sites. Se conseguisse renegociar a taxa seria um passo excelente.

    Obrigado mais uma vez.

    Melhores cumprimentos.

     

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    Update:

    acabei de ligar ao Wizink (adquiriu o Barclays) e Cetelem.

    As taxas praticadas no cartão estão indexadas à data de adesão ao cartão.

    Questionei sobre o facto de não ter utilizado o crédito durante muito tempo após aderir, mas disseram logo que não se aplica a taxa consoante a data de utilização do crédito mas sim consoante a adesão ao cartão. Sei por exemplo que o cartão cetelem só utilizei crédito no ano passado... Se eu fosse irresponsável partia já para a insolvência.

    Deixei uma sugestão (não reclamação) de que esta modalidade prejudica gravemente os clientes com mais antiguidade. Mesmo que tivesse utilizado os montantes dos cartões de crédito eu estava a poupar dinheiro se tivesse cancelado os meus cartões e feito outros no ano passado ou há dois anos...

    na sequência do comentário do @ruicarlov fui também ver o histórico das taxas máximas publicadas pelo banco de portugal. Todas as taxas têm vindo a descer pelo menos desde 2010.

    Melhores cumprimentos.

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    há 3 horas, virneto disse:

    De qualquer forma ao ficar insolvente vou, no fundo, quebrar com as minhas responsabilidades.... Daí não perceber a avaliação das entidades. Assim ficam sem ver o seu dinheiro, mas enfim...

    nim... porque só fica livre das dividas passado 5 anos. Será nomeado um gestor para a sua insolvência que irá estabelecer um valor mínimo para viver com dignidade, se não for casado e não tiver filhos poderá ser um valor equivalente ao ordenado minimo. Depois todos os rendimentos acima desse valor serão canalizados para pagar o que for possível das dividas.  

    vai sofrer um pouco nesses 5 anos mas depois as dividas desaparecem, no entanto o histórico não, será dificel obter um crédito depois disso, pelo menos durante uns anos.

    Mas entre isso e a sua situação actual....escolha você.

     

    é casado? tem filhos? mora onde? pode voltar a morar em casa dos pais para reduzir os custos e tentar amortizar a divida dos cartões de crédito? consegue arranjar um fiador e fazer um crédito pessoal para de certa fora converter essa divida para um prazo maior com juros menores? Ou ter um familiar que lhe emprestciuma boa quantia de dinheiro para amortizar parte dessa divida.   

    é que nessa situação você até tem que ponderar vender o carro e ir trabalhar de bicicleta, nem que isso lhe custe 2 a 3 horas a pedalar por dia. a situação é mesmo radical

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    há 9 minutos, pauloagsantos disse:

    é casado? tem filhos? mora onde? pode voltar a morar em casa dos pais para reduzir os custos e tentar amortizar a divida dos cartões de crédito? consegue arranjar um fiador e fazer um crédito pessoal para de certa fora converter essa divida para um prazo maior com juros menores? Ou ter um familiar que lhe emprestciuma boa quantia de dinheiro para amortizar parte dessa divida.   

    é que nessa situação você até tem que ponderar vender o carro e ir trabalhar de bicicleta, nem que isso lhe custe 2 a 3 horas a pedalar por dia. a situação é mesmo radical

    Solteiro. 

    Sem filhos.

    A viver em casa dos pais.

    Não tentei sequer arranjar um fiador por querer poupar quem quer que seja a esta responsabilidade. Sendo certo que geri mal os meus rendimentos, considero que a principal causa de estar na situação atual foi o facto de ter sido fiador de um familiar, cuja fiança me accionado no valor de €22 000. E assumi.

    Familiar a quem recorrer não é opção.

    Vivo nos Açores. Os 37km que me separam do trabalho levariam bem mais do que 4 horas a fazer de bicicleta. Mas mesmo assim é uma boa sugestão. Vou por o carro à venda e passo a ir de boleia/autocarro para o trabalho. Neste momento as despesas com transporte são as únicas que me dão alguma margem.

     

    Obrigado pelos contributos e sugestões.

     

    Melhores cumprimentos.

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    Quase que dá vontade de dizer para arranjar um 4º cartão de crédito, com taxas mais baixas, e que fosse pagando os outros a partir desse cartão - transferia a dívida dos outros para esse, mas pelo menos a taxas mais baixas. Deve é ser complicado conseguir a aprovação de um novo cartão de crédito nessa situação... E o processo de ir pagando um cartão com o outro teria de ser muito bem controlado para evitar cair novamente numa espiral de aumento da dívida.

    Essa opção de vender o carro parece uma óptima alternativa. Admitindo que não precisa dele para o trabalho, eventualmente até seria uma das propostas feitas pelo gestor de insolvência, uma vez que é um bem em seu nome de que pode dispor. Se o produto da venda for usado para amortizar (parte d)as dívidas com taxas mais altas, então até se pode reflectir num aumento de liquidez, conseguindo pôr mais algum dinheiro de lado todos os meses...

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    há 35 minutos, Visitante PJA disse:

    Quase que dá vontade de dizer para arranjar um 4º cartão de crédito, com taxas mais baixas, e que fosse pagando os outros a partir desse cartão - transferia a dívida dos outros para esse, mas pelo menos a taxas mais baixas. Deve é ser complicado conseguir a aprovação de um novo cartão de crédito nessa situação... E o processo de ir pagando um cartão com o outro teria de ser muito bem controlado para evitar cair novamente numa espiral de aumento da dívida.

    Essa opção de vender o carro parece uma óptima alternativa. Admitindo que não precisa dele para o trabalho, eventualmente até seria uma das propostas feitas pelo gestor de insolvência, uma vez que é um bem em seu nome de que pode dispor. Se o produto da venda for usado para amortizar (parte d)as dívidas com taxas mais altas, então até se pode reflectir num aumento de liquidez, conseguindo pôr mais algum dinheiro de lado todos os meses...

    Fazia-me muito mais sentido que as atuais empresas dos Cartões que tenho, atualizassem a taxa para as taxas atuais, atendendo à antiguidade do cliente. Mas, para isso, já vi que não estão disponíveis. Interessante a avaliação de risco que fazem porque acabam por contribuir para que aumente a probabilidade de insolvência. E aí, o meu ordenado menos um ordenado mínimo durante 5 anos é escandalosamente menos do que pago agora, estando também disposto a pagar até ao final da dívida em mais de 5 anos...

    Estou claramente a considerar a insolvência como opção.. Mas antes vou vender o carro. Abater nos cartões e perceber se compensa o aumento de liquidez para continuar a abater.

    Obrigado pelo contributo.

    Cumprimentos.

     

     

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    que carro tens?  vale alguma coisa? pode estar ai uma solução, para abater parte do crédito. escolhe o cartão com os juros maiores

    recebes o subs. de ferias e de natal em duodécimos? se não, pede isso à tua empresa e usa esse extra para abater tb a divida. o objectivo neste momento é usar todo o dinheiro que conseguires arranjar para diminuir a divida, aumentando assim o dinheiro disponível para continuar a diminuir a divida.

    e já agora que paga a tua internet? isso tb é um extra dispensável neste momento.

      

     

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    Parece que isto da baixar as taxas dos cartões de crédito é possível, como me lembrei de ver relatado noutro tópico: 

     

    Mas é claro que as instituições podem dificultar, e acaba por se tornar um jogo:http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cartao-de-credito-como-baixar-a-taxa-de-juro-dicas-para-negociar-com-o-banco-202932

     

     

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    Viva,

    coloquei o carro no CustoJusto.

    É um carro de 2 lugares de 2000, peugeot 206. Estou a pedir 1900€.. Vamos ver.

    Não tenho despesas com casa, internet ou alimentação, o que é uma grande ajuda. Como vivo em casa dos pais também ajudo no quintal e num terreno o que acaba por compensar.

    Já estou a receber por duodécimos mas mesmo assim em junho e novembro recebo metade do subsídio, que vai também canalizada para os cartões.  

    No que respeita à redução das taxas, enviei reclamação por escrito. Vou aguardar resposta e, possivelmente reencainhar a minha reclamação e resposta ao regulador. Não faz sentido que o crédito utilizado hoje seja taxado com a taxa em vigor à data de adesão do cartão... digo eu. Pelo menos é esta a base da minha reclamação..

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    Faça uma exposição do seu caso e remeta-a para o Banco de Portugal, Provedor de Justiça e uma ou outra bancada partidária da sua preferência.

    Envie também para algumas redações de jornais ou televisões. E pode ser que algum pegue no tema e se comece a mexer para mudar a lei para algo que faça mais sentido.

    Como essas coisas levam tempo, provavelmente já não irá beneficiar grande coisa de uma eventual mudança da lei... Mas pode também ser que as empresas de crédito em causa, ao ser questionadas pelas autoridades competentes sobre um caso em particular, tentem sacudir a água do capote anulando o problema e já lhe façam uma proposta.

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    há 44 minutos, virneto disse:

    Viva,

    coloquei o carro no CustoJusto.

    É um carro de 2 lugares de 2000, peugeot 206. Estou a pedir 1900€.. Vamos ver.

    Não tenho despesas com casa, internet ou alimentação, o que é uma grande ajuda. Como vivo em casa dos pais também ajudo no quintal e num terreno o que acaba por compensar.

    Já estou a receber por duodécimos mas mesmo assim em junho e novembro recebo metade do subsídio, que vai também canalizada para os cartões.  

    No que respeita à redução das taxas, enviei reclamação por escrito. Vou aguardar resposta e, possivelmente reencainhar a minha reclamação e resposta ao regulador. Não faz sentido que o crédito utilizado hoje seja taxado com a taxa em vigor à data de adesão do cartão... digo eu. Pelo menos é esta a base da minha reclamação..

    Boa Tarde, 

    Tenho andado acompanhar as suas duvidas e as dicas que vão falando mas infelizmente é um tema que não tenho muito para ajudar com dicas.... 

    Entretanto lembrei me de uma situação...relativamente aos cartões de crédito, o plafon de utilização é elevado ? tem mais que 1 cartão de crédito ? A divida dos cartões transita mês para mês? 

    Não dá para limpar um cartão de crédito com um valor mais pequeno? com a venda do carro ou mesmo que atrase alguns pagamentos do outro cartão ? Pergunto isso, tenho ideia relativamente aos cartões de crédito quando a divida transita para o mês seguinte é uma média de 25€ acresce para o mês seguinte, tendo 2 cartões são 50€ sempre acrescer todos os meses.... 

    Espero ter ajudado....

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    há 2 horas, virneto disse:

    Viva,

    coloquei o carro no CustoJusto.

    É um carro de 2 lugares de 2000, peugeot 206. Estou a pedir 1900€.. Vamos ver.

    Não tenho despesas com casa, internet ou alimentação, o que é uma grande ajuda. Como vivo em casa dos pais também ajudo no quintal e num terreno o que acaba por compensar.

    Já estou a receber por duodécimos mas mesmo assim em junho e novembro recebo metade do subsídio, que vai também canalizada para os cartões.  

    No que respeita à redução das taxas, enviei reclamação por escrito. Vou aguardar resposta e, possivelmente reencainhar a minha reclamação e resposta ao regulador. Não faz sentido que o crédito utilizado hoje seja taxado com a taxa em vigor à data de adesão do cartão... digo eu. Pelo menos é esta a base da minha reclamação..

    ora bolas.... o carro já é um chaço, podia ser uma carro mais recente que ainda rendesse uma quantidade maior.

    no entanto ai ir embora o carro, poupas no gasoleo, na manutenção, nos impostos, etc.

    tenta receber a totalidade dos subs. em duodécimos e não apenas 50%. não te podes dar ao luxo de estares à espera, quanto mais tempo esperares, maiores são os juros

     

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    há 2 horas, pauloagsantos disse:

    tenta receber a totalidade dos subs. em duodécimos e não apenas 50%. não te podes dar ao luxo de estares à espera, quanto mais tempo esperares, maiores são os juros

    essa modalidade não existe. Aliás, com o fim da sobretaxa, em teoria, os duodécimos deviam acabar (pois foi para suavizar o impacto desta que aqueles foram criados)

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    Muito  obrigado a todos pela ajuda na reflexão e em encontrar soluções.

    @Visitante PJA, ainda nenhuma empresa me respondeu. Já depois de ler lido e relido os links do @ruicarlov, conto com uma resposta negativa e de seguida encaminhar para o regulador, reforçando o argumento de que as empresas estão a prejudicar significativamente os clientes com maior antiguidade.

    @gustaferra, obrigado por participar no BrainStorming. Só agradeço, pois estou desesperado. Não vou conseguir limpar um cartão com o outro porque estou no limite de crédito de ambos. Estão à volta dos €7000 um e  um pouco mais o outro. E como os tenho na modalidade de pagamento mínimo o que acontece é que a dívida não aumenta, mas também não diminui. Preciso de reverter e, mesmo que inicialmente pagando o mesmo, fazer com que os valores regridam a cada mês. São valores absurdos, eu sei. O grande problema foi começar a recorrer aos cartões para consumo mensal quando comecei a pagar a fiança à velocidade de €500/mês. Pensei que ao terminar a fiança recuperaria os cartões mas o que aconteceu foi que ao terminar a fiança o dinheiro disponível já não o era porque estava todo direcionado para os cartões.

    @pauloagsantos, é verdade. É um Chaço! ;-) Não tem sido um mau carro mas até o vendo por €1500, contando que este valor vai para o cartão com maiores juros e, é verdade, poupo no combustível. Já estive a ver como posso vir de boleia com um irmão. Mesmo que lhe pague, nunca é a mesma despesa do combustível que tenho hoje. Os duodécimos vão terminar já em janeiro. É algo com e tenho que me precaver, também. ;/

    tenho uma progressão de carreira pedida em 2011, e congelada desde então, que me dava mais €80/mês... Sem retroativos... Isso é que era. Mas a classe média/trabalhadora deste país está completamente esmagada.. Eu sinto-me esmagado. Enfim, Obrigado a todos pelos contributos!!!

    Editado por virneto
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    @5coroas, não. Esta hipótese já deixei de considerar porque só faz mal à cabeça e eles estão-se a marimbar.

    Para não falar de que em situações destas quando perdemos a calma perdemos também a razão e às tantas, já ninguém está a tentar encontrar uma solução, e depois são os pais que já têm a sua idade e ficam nervosos... Enfim. Pus um ponto final nesta opção. Nem sequer estou à procura de soluções junto dos meus irmãos. Toda gente sabe o que se passou e toda gente se faz de mouca.

    Eu preciso de uma solução que esteja dentro do meu raio de ação. Não peço a ninguém para ser minha fiança por uma questão de principio (e era isso que já deveria ter sido feito pelo familiar que me entalou), e vou tentar, honestamente, dar a volta. Caso contrário, parto para a insolvência.

    Editado por virneto
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    há 8 minutos, virneto disse:

    @5coroas, não. Esta hipótese já deixei de considerar porque só faz mal à cabeça e eles estão-se a marimbar.

    Para não falar de que em situações destas quando perdemos a calma perdemos também a razão e às tantas, já ninguém está a tentar encontrar uma solução, e depois são os pais que já têm a sua idade e ficam nervosos... Enfim. Pus um ponto final nesta opção.

    Eu preciso de uma solução que esteja dentro do meu raio de ação. Não peço a ninguém para ser minha fiança por uma questão de principio (e era isso que já deveria ter sido feito pelo familiar que me entalou), e vou tentar, honestamente, dar a volta. Caso contrário, parto para a insolvência.

    E não tem algum familiar que lhe possa emprestar o dinheiro que deve, eventualmente pagando-lhe você alguns juros? Se você tiver um emprego certinho talvez aceitem...tipo você pagar-lhes-ia 1000 euros + juros todos os meses. Talvez os seus pais...com o acordo dos irmãos se os tiver.

    Editado por 5coroas
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    Isso não vai funcionar. Nem vou experimentar. 

    Tudo o que envolve dinheiro é complicado. Eu até tenho um bom emprego, estável, bom rendimento e zero histórico de incumprimento. Daí não compreender a avaliação de risco que me fizeram quando recusaram um crédito consolidado. 

    Envolver outras pessoas, amigos ou familiares, na solução não me parece boa prática.

    Mas obrigado pela sugestão.

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    há 17 minutos, virneto disse:

    Para não falar de que em situações destas quando perdemos a calma perdemos também a razão e às tantas, já ninguém está a tentar encontrar uma solução, e depois são os pais que já têm a sua idade e ficam nervosos... Enfim. Pus um ponto final nesta opção. Nem sequer estou à procura de soluções junto dos meus irmãos. Toda gente sabe o que se passou e toda gente se faz de mouca.

    Eu preciso de uma solução que esteja dentro do meu raio de ação. Não peço a ninguém para ser minha fiança por uma questão de principio (e era isso que já deveria ter sido feito pelo familiar que me entalou), e vou tentar, honestamente, dar a volta. Caso contrário, parto para a insolvência.

    Pelo que fui percebendo, os cartões de crédito com taxas de crédito cerca 20% é o maior dos seus problemas que estão constantemente a gerar juros sobre juros a divida de fiador que lhe caiu é um mal menor..... 

    Já consultou aquelas entidades do género "doctor finanças " ou a Florbela Oliveira economista de analise de risco que de vez em quando vai a SIC com clientes na sua situação e consegue soluções tanto na consolidação se for possível ou mesmo na insolvência ? Penso que vai ter mesmo de optar por essa via e quando mais cedo melhor por causa dos cartões de crédito .... 

    Força para conseguir ultrapassar esta fase fácil difícil da sua vida  

    Editado por gustaferra
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