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  • FORMAS DE POUPAR


  • Visitante Pedrofinancas

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    Visitante Pedrofinancas

    Saudações, tentarei ser breve:

    O meu pai ficou endividado com diversas companhias, e desde há 3 anos que lhe tenho dado dinheiro mensalmente para ele poder pagar as suas dividas. Recentemente, devido à alterações no valor da reforma, tem sido mais dificil ele pagar os valores mensais e foi pedir um crédito, que caso seja aceite, lhe torna mais facil fazer estes pagamentos mensais.

    Acontece que a taxa de esforço dele é de 61% e a companhia quer falar comigo, para presumivelmente os meus rendimentos contribuirem para o calculo da taxa de esforço,o que me leva à questão:

    -para que os meus rendimentos contem para a TE, tenho de ficar englobado neste crédito? Ou seja, o meu nome e conta nele incluídos? Fico incluido como fiador, ou garantia caso o meu pai não consiga pagar mensalmente?

    -Posso ser incluido na TE, sem ficar associado a este crédito? quais são as responsabilidades de estar na TE? Eu não confio muito em créditos, e já lhe estou a pagar mensalmente, não quero ficar com mais uma divida caso ele não a consiga pagar.

    agradeço desde já o vosso tempo.

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    Se ele não consegue pagar as outras dívidas, de certeza que vai conseguir pagar o crédito? Como fizeram as contas para chegar à conclusão que compensa?

    Essa financeira provavelmente tem uma de duas hipóteses em mente: incluí-lo a si como titular do empréstimo ou como fiador. Em qualquer dos casos, na eventualidade de o seu pai não conseguir pagar as prestações, será responsável pelo pagamento das mesmas, sim.

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    Visitante Pedrofinancas

    Obrigado desde já pela resposta.

    É ele que está a tratar de tudo, não sei quais as contas/condições, e também não é do meu agrado ter mais um crédito, quando estamos nesta situação precisamente por ter pedido créditos anteriormente, ou não saber gerir-los.

    Não me agrada nenhuma das duas opções, uma vez que também não tenho trabalho estável, e não confio nele para conseguir gerir/pagar tudo, tendo em conta a situação em que estamos.Ficando eu com a divida, não tinha meio de a pagar.

    Do meu ordenado de 550 dou-lhe quase 900,todos os meses o qual ele devolve cerca de 600,(por vezes nem isso) ficando eu com cerca de 200€ até ao final do mês para mim. Ele devolver-me o dinheiro foi uma exigência da minha parte, para garantir que eu consiga poupar alguma coisa mensalmente, na eventualidade de alguma despesa extra.

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    há 16 horas, Visitante Pedrofinancas disse:

    É ele que está a tratar de tudo, não sei quais as contas/condições, e também não é do meu agrado ter mais um crédito, quando estamos nesta situação precisamente por ter pedido créditos anteriormente, ou não saber gerir-los.

    Se é você que o está a financiar pode aproveitar esse facto e fazer alguma força no sentido de ver as contas.

    Grosso modo, só compensará substituir os outros créditos por este novo se a taxa de juro for mais baixa e/ou a prestação descer. Caso contrário estará apenas a enterrar-se ainda mais e será do interesse de ambos que lhe diga que não.

    Citação

    Não me agrada nenhuma das duas opções, uma vez que também não tenho trabalho estável, e não confio nele para conseguir gerir/pagar tudo, tendo em conta a situação em que estamos.Ficando eu com a divida, não tinha meio de a pagar.

    Se a sua situação financeira não é boa provavelmente também não vai conseguir que atribuam o crédito ao seu pai quando fizerem a análise da sua situação de crédito. Mas isso depende do risco que a financeira estiver disposta a aceitar... Normalmente as que aceitam níveis de risco mais altos são também as que cobram juros mais altos e portanto, são menos interessantes para a operação que está em discussão.

    Citação

    Do meu ordenado de 550 dou-lhe quase 900,todos os meses o qual ele devolve cerca de 600,(por vez es nem isso) ficando eu com cerca de 200€ até ao final do mês para mim. Ele devolver-me o dinheiro foi uma exigência da minha parte, para garantir que eu consiga poupar alguma coisa mensalmente, na eventualidade de alguma despesa extra.

    Não percebi bem essas contas mas parece-me claro que está a perder dinheiro com o negócio. Talvez fosse interessante ver se é possível que o seu pai lhe fosse passando declarações de dívida. Imagine que ele morre entretanto, sem pagar as dívidas todas - se você puder aparecer como mais um credor, pode ser que ainda possa ver de volta uma pequena parte do dinheiro, juntamente com os restantes (admitindo que ele não tem bens que cheguem para pagar as dívidas todas, a herança será distribuída na totalidade pelos credores). Procura aconselhar-se junto de um contabilista a este respeito, para saber se é viável ou não (admito que possa haver restrições relativamente a dívidas entre familiares)

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