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  • FORMAS DE POUPAR

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    há 11 horas, Rick Lusitano disse:

    No caso de rendimentos de juros/dividendos, graças ao W8-BEN, os investidores em Portugal pagaram 15% ao IRS (a AT dos US, não confundir com o imposto IRS Português) e visto que teriam de pagar 28% em Portugal, a AT vai fazer a diferença entre as duas taxas de impostos e cobrar o que falta pagar, que neste caso é 13%.

    Eu julgo que isso só tem um "pequeno" senão, é que nas instruções do anexo J diz o seguinte, no preenchimento do quadro 8:

    "Na quarta coluna (Imposto pago no estrangeiro – No país da Fonte) deve ser indicado o montante correspondente
    ao imposto pago no estrangeiro, devidamente comprovado por documento emitido pela autoridade fiscal do país de
    origem dos rendimentos mencionado na segunda coluna."

    Ora eu nunca recebi qualquer "documento emitido pela autoridade fiscal do país de origem dos rendimento", nem da Degiro, nem dos USA. Assim tenho pago sempre 15+28=43%, porque não quero chatisses com o fisco, não compensam por uns euros.

    Acham que é assim ou estou a perder €€ porque estou a cometer algum erro quando declaro irs?

    abraços

    vdu

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    Como eu queria Mid Caps Growth Tech, tive que pesquisar algum tempo, porque as Mid Caps pela sua natureza são pouco conhecidas, mesmo dentro do seu país, elas começam a ser conhecidas quando já são ma

    Isso não é verdade!! Tens aqui mais pessoas que não se importam de ajudar ou até de falar da empresa X ou Z. Eu proprio já aqui escarrapachei o meu portfolio..... O @Cardoso24 é outra pessoa

    Deixa subir enquanto tiver aquele rácio de shorts.  but I´m out  Para mim atingiu o topo. Contudo cuidado porque estou mesmo a ver o dia em que abre a -50%. No entanto nunca é demais avisar

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    Rick Lusitano
    há 13 horas, pge disse:

     

    Daqui a nada tiro um MBA disto. :)

    Obrigado pela paciência :)

     

     

    Podia dar logo o peixe, mas ficavas sem saber pescar e iria ficar possíveis dúvidas noutros tipos de investimento, países ou intermediários financeiros.

    Assim, se as pessoas perceberem a lógica, podem usar esse conhecimento em diversas situações. E não irem atrás do que apenas leem na Internet.

    Porque se perguntares à alguém da AT, a resposta será sempre. pague primeiro, depois reclame e se tiver razão a AT devolve o excesso. 😈

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    Rick Lusitano
    há 13 horas, rui_marreiros disse:

    Talvez ... mas na Europa existem umas similares, dos países do leste, e só venderam meia dúzia até falir. Na Índia o sucesso deve-se à particularidade de ser uma mota que era utilizada pelos ricos ingleses e ricos indianos no tempo do domínio inglês (importadas).

    Se a América Latina for igual a África não vinga, porque em África eles adoram os japoneses, Toyota. Em motas os brasileiros adoram as motas japonesas e utilizam algumas chinesas. O estilo retro é um nicho muito pequeno que na Europa tem crescido mas nos USA já não, já há vários anos que o número de vendas da HD está parado..

    O mercado indiano é um mercado especial, seja nos carros seja nas motos.

     

    E as Scooter electricas da NIU? (Sorry, para um motard pode soar a provocação. :))

    Citação

    NIU is the world’s leading provider of smart urban mobility solutions.

    https://ir.niu.com/

     

    China é um mercado enorme. Como são eléctricas, os millenials e quem se preocupa com o ambiente, devem ter muita procura.


    Nota: Não confundir com a igualmente Chinesa e de veículos eléctricos, NIO.

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    Rick Lusitano
    há 5 horas, F88 disse:

    Caro @Rick Lusitano não encontrei...podes ser mais específico? Se calhar pelo telemóvel não dá para aceder 🤷🏻‍♂️  
     

    Obg

     

    https://financialawarenessforall.wordpress.com/2018/07/11/p2p-lending-real-estate-crowdfunding-promo-codes/

    Tem um menu no topo, na secção Extras.

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    Rick Lusitano
    há 5 horas, Cardoso24 disse:

    Boas @Rick Lusitano, sim tenho a 1, 2 e 5. (E ainda podes acrescentar a NTLA, apesar de estar mais "atrasada" em relação à CRSP e EDIT. Porque razão ter exposição às 3? Da mesma forma que na altura tive a KITE e JUNO (CAR-T) e que acabaram por ser compradas por outras pharmas.

    Costumo seguir com atenção as movimentações da carteira da ARK ;) 

     

    És o nosso Biotech guy. ;)

    Tens algumas Large Biotech? Amgen, Gilead, Biogen, Regeneron...

    Ou só mesmo as Mid Growth, que têm mais caminho para andar ou mesmo podendo ser compradas pelas as maiores?

    Um segmento da Saúde pouco falado, talvez não tão sexy, são os Medical Devices, não dão retornos foguetes, mas também não têm tanta volatilidade e os outros riscos. Exemplo: Thermo Fisher Scientific. Tens alguma Stock de Medical Devices?

    Queria aumentar as Medtech e Medical Devices (tenho 16, queria ter 20-25, no meu "RL Health Stable Gowth Fund"). Para longo prazo, são mais todo-terreno e não têm tanto ruído, risco legal, regulatório e político como as Biotech e as Pharmas.

    Editado por Rick Lusitano
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    há 19 minutos, Rick Lusitano disse:

    China é um mercado enorme. Como são eléctricas, os millenials e quem se preocupa com o ambiente, devem ter muita procura.

    Os veículos elétricos vieram para ficar mas o caminho não é o lítio e sim o hidrogénio. Os dispositivos com baterias de lítio têm um problema, o lítio é raro e a procura que existe irá esgotar as atuais reservas em 17 anos. Depois para a construção das baterias são precisos outros materiais raros e outros muito poluentes, portanto os ambientalistas dentro em breve começaram a fazer campanha contra este tipo de solução. O Elon Musk procura adquirir uma mina de lítio nos USA para ter alguma capacidade de resposta a este problema.

    O projecto da Nikola até faz algum sentido, e a parceria com a GM também, mas a Toyota está na frente, já tem carros e camiões a utilizar o H2 como combustível+ celula de combustivel. Não esquecer que o primeiro fabricante a introduzir carros eletricos no mercado foi a Toyota, mas verificou que não era viável. Os coreanos da Hyundai também estão nesse caminho, H2.

    Na Alemanha já existe uma rede de abastecimento de H2, a Daimler à uma decada pensou virar-se para o H2, mas teve pouca recepção. Muitas vezes uma determinada tecnologia, apesar de ser melhor , não vinga porque o mercado não a compreende.  O H2 nos veiculos irá ser armazenado em botijas de aço, como acontece com o GPL e metano, enquanto a gasolina e gasóleo é armazenado em depósitos de  plásticos.

    Assim, eu não me metia nisso, primeiro pelas razões apontadas e depois porque esse mercado é muito competitivo e as margens devem ser muito baixas.

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    Rick Lusitano
    há 5 horas, Lynch II disse:

    https://www.pwc.pt/pt/pwcinforfisco/codigos/circ/dl-442b-88.html#art47-A

    https://www.pwc.pt/pt/pwcinforfisco/codigos/circ/dl-442b-88.html#art47

    Sabendo o estado e governo que temos bem como a mudança em breve no panorama europeu no que toca a investimentos de longo prazo/reforma isto provavelmente será tudo alterado quando quiseres vender mas convém saber .Lê e informa-te . Em relação a investir nos USA , eu certificava me se poderia investir no mesmo produto em breve na Europa

    Isso é o Código do IRC, que é relevante para pessoas colectivas (empresas, IPSS, condomonios, etc), para o investidor particular (pessoa singular) o relevante é o IRS (Código do IRS).

     

    Editado por Rick Lusitano
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    Rick Lusitano

     

    há 23 minutos, rui_marreiros disse:

    Os veículos elétricos vieram para ficar mas o caminho não é o lítio e sim o hidrogénio. Os dispositivos com baterias de lítio têm um problema, o lítio é raro e a procura que existe irá esgotar as atuais reservas em 17 anos. Depois para a construção das baterias são precisos outros materiais raros e outros muito poluentes, portanto os ambientalistas dentro em breve começaram a fazer campanha contra este tipo de solução. O Elon Musk procura adquirir uma mina de lítio nos USA para ter alguma capacidade de resposta a este problema.

    O projecto da Nikola até faz algum sentido, e a parceria com a GM também, mas a Toyota está na frente, já tem carros e camiões a utilizar o H2 como combustível+ celula de combustivel. Não esquecer que o primeiro fabricante a introduzir carros eletricos no mercado foi a Toyota, mas verificou que não era viável. Os coreanos da Hyundai também estão nesse caminho, H2.

    Na Alemanha já existe uma rede de abastecimento de H2, a Daimler à uma decada pensou virar-se para o H2, mas teve pouca recepção. Muitas vezes uma determinada tecnologia, apesar de ser melhor , não vinga porque o mercado não a compreende.  O H2 nos veiculos irá ser armazenado em botijas de aço, como acontece com o GPL e metano, enquanto a gasolina e gasóleo é armazenado em depósitos de  plásticos.

    Assim, eu não me metia nisso, primeiro pelas razões apontadas e depois porque esse mercado é muito competitivo e as margens devem ser muito baixas.

     

    Mas olha que os iluminados do Governo actual, querem construir uma central de H2 com investimento de milhares de milhões. Portanto deverá ser um bom investimento. :D

    E querem explorar o Lítio em vários locais em Portugal, incluindo em locais protegidos. 😈 

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    há 6 minutos, Rick Lusitano disse:

    Mas olha que os iluminados do Governo actual, querem construir uma central de H2 com investimento de milhares de milhões. Portanto deverá ser um bom investimento

    Se for utilizada a central para produzir H2, a eletrolise realizada em horas de vazio a partir das eólicas,  e depois gerar eletricidade para as horas de ponta acho muito bem. Mas eles querem é produzir H2 a partir do gás natural, logo mais CO2 e H2O  a contribuírem para o efeito de estufa. Produzir H2 para a industria pesada e para reabastecer navios e vender também está bem. Para a industria automóvel é mais complicado, ai a produção deve ser local, ou seja, cada bomba de combustível dever ter a capacidade de produzir localmente H2 e já existe unidade com capacidade de o fazer.

     

    há 12 minutos, Rick Lusitano disse:

    E querem explorar o Lítio em vários locais em Portugal, incluindo em locais protegidos

    O negocio do lítio é um negocio de curto prazo. Significa que as empresas exploradoras desse recurso entram e saem rapidamente, é claro, com a escassez que vai ocorrer o custo das baterias irá subir astronomicamente.

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    Rick Lusitano
    há 3 horas, Visitante vdu disse:

    Eu julgo que isso só tem um "pequeno" senão, é que nas instruções do anexo J diz o seguinte, no preenchimento do quadro 8:

    "Na quarta coluna (Imposto pago no estrangeiro – No país da Fonte) deve ser indicado o montante correspondente
    ao imposto pago no estrangeiro, devidamente comprovado por documento emitido pela autoridade fiscal do país de
    origem dos rendimentos mencionado na segunda coluna."

    Ora eu nunca recebi qualquer "documento emitido pela autoridade fiscal do país de origem dos rendimento", nem da Degiro, nem dos USA. Assim tenho pago sempre 15+28=43%, porque não quero chatisses com o fisco, não compensam por uns euros.

    Acham que é assim ou estou a perder €€ porque estou a cometer algum erro quando declaro irs?

    abraços

    vdu

    Não sou fiscalista e nem sou da AT.

    Os intermediários financeiros (IF) são obrigados todos os anos a enviar à AT, os movimentos de compra e venda, assim como os recebimentos de juros, dividendos e outros movimentos que gerem rendimentos dos seus clientes (rendimentos positivos e negativos). Se forem intermediários estrangeiros a operar no estrangeiro enviarão à sua autoridade fiscal que envia para a autoridade fiscal nacional de cada investidor (agora não sei se é automático ou se só enviam se a nossa AT pedir).

    Também os empregadores retêm o IRS no nosso vencimento e a AT também não nos manda nenhum documento a comprovar isso. ;)

    Ou seja, a AT e outras autoridades fiscais  estrangeiras têm acesso a mais informação do que nós declaramos. Depois cruzam as fontes de informação, se existir dúvidas, pede mais informação, seja aos IF, aos contribuintes, ou a outras autoridades fiscais estrangeiras.

    Como é que pagas 15+28? A retenção dos 15% faz o IF e entrega aos US. Depois declaras o rendimento bruto que recebeste e quanto pagastes de imposto (para além de dizeres qual o país, tipo de rendimento e outra informação). A não ser que não ponhas na declaração de IRS que já retiveram 15% de imposto e aí a IRS deduz que não pagaste nenhum imposto anteriormente e cobra-te os 28%.

     

    PS: E já agora, regista-te no fórum, para poder ser mais fácil para todos poderem participar.

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    Rick Lusitano

    Sobre a comunicação dos rendimentos de investimentos nos países da UE:

     

    Citação

    REGIME GERAL: TROCA DE INFORMAÇÕES

    Comunicação de informações por parte do agente pagador

    Sempre que o beneficiário efetivo dos juros seja residente num país da UE distinto daquele em que se encontre estabelecido o agente pagador, a diretiva impõe a este último a comunicação à autoridade competente do seu país da UE de estabelecimento de um conteúdo mínimo de informações, nomeadamente, a identidade e residência do beneficiário efetivo, o nome ou denominação e endereço do agente pagador, o número de conta do beneficiário efetivo ou, na sua falta, identificação do crédito gerador dos juros, bem como informações relativas ao pagamento de juros.

    O conteúdo mínimo das informações a comunicar pelo agente pagador deve diferenciar os tipos de juros mencionados na diretiva. No entanto, os países da UE podem limitar o conteúdo mínimo das informações, por exemplo, ao montante total dos juros ou dos rendimentos.

    Troca automática de informações

    A diretiva impõe à autoridade competente do país da UE do agente pagador a comunicação das informações acima mencionadas, pelo menos uma vez por ano, à autoridade competente do país da UE de residência do beneficiário efetivo. Esta comunicação deve ser efetuada nos seis meses subsequentes ao termo do exercício fiscal do país da UE do agente pagador.

    https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=LEGISSUM%3Al31050

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    há 7 minutos, Rick Lusitano disse:

    Ou seja, a AT e outras autoridades fiscais  estrangeiras têm acesso a mais informação do que nós declaramos. Depois cruzam as fontes de informação, se existir dúvidas, pede mais informação

    Isso aconteceu-me precisamente este ano, diziam que a informação era incompleta no anexo G e J, mas não mencionavam o que faltava. Eu procurei justificar o melhor que pude, com os seguintes argumentos e verdadeiros:

    1.º   um PPR que levantei e transferi para outro;

    2.º  noutro caso a uma P2P, quando pedi a nota fiscal, a resposta foi consulta o quadro fornecido no site. Ainda por cima, essa P2P está associada a um banco. Este ano, vou insistir com eles mais cedo.

    Sabes como posso ter acesso a essa informação? dava-me jeito, não para escapar aos impostos mas para declarar tudo, não quero ter chatices com eles nem com a SS.

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    1 hour ago, Rick Lusitano said:

    Isso é o Código do IRC, que é relevante para pessoas colectivas (empresas, IPSS, condomonios, etc), para o investidor particular (pessoa singular) o relevante é o IRS (Código do IRS).

     

    Completamente distraído 😃

    Aqui :

    https://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/cirs_rep/Pages/irs50.aspx

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    Rick Lusitano
    há 54 minutos, rui_marreiros disse:

    Isso aconteceu-me precisamente este ano, diziam que a informação era incompleta no anexo G e J, mas não mencionavam o que faltava. Eu procurei justificar o melhor que pude, com os seguintes argumentos e verdadeiros:

    1.º   um PPR que levantei e transferi para outro;

    2.º  noutro caso a uma P2P, quando pedi a nota fiscal, a resposta foi consulta o quadro fornecido no site. Ainda por cima, essa P2P está associada a um banco. Este ano, vou insistir com eles mais cedo.

    Sabes como posso ter acesso a essa informação? dava-me jeito, não para escapar aos impostos mas para declarar tudo, não quero ter chatices com eles nem com a SS.

     

    Quando a AT chama os contribuintes para justificar os rendimentos/declaração de rendimentos:

    Steve Kelley's Editorial Cartoons - Auditor Comics And Cartoons | The  Cartoonist Group

     

    Já soube de mais situações em que a AT diz que há incorrecções, mas não informa aonde e quais são. Ou não têm a informação completa ou querem ver se o contribuinte declara mais coisas do que a AT sabe, porque o contribuinte pode estar a esconder alguma coisa, ou então as 2 coisas ao mesmo tempo.

    A mim aconteceu que o meu banco declarou à AT rendimentos na data de liquidação que era em Janeiro, mas eu tinha colocado a data-valor que era em Dezembro (o banco ou o agente pagador atrasou-se a pagar, pois meteu-se os feriados de Dezembro). Logo havia discrepâncias. Eu já estava à espera que poderia existir diferenças de interpretação do banco e minhas.

    A AT deixou-me a minha declaração em standy a dizer a declaração não estava válida durante mais tempo, fui lá me informar, e me disseram que pediram mais informações ao meu banco para confirmar, a AT viu que o erro era do banco e autorizou a minha declaração, mas isto tudo fez demorar mais tempo, a liquidação.

    Eu detectei essa diferença de datas porque os emails que me são enviados pelo banco a informar dos movimentos tinham várias datas, a data do dia depois da data de liquidação que era a data do email (que não é relevante fiscalmente), a data de liquidação e a data-valor. Eu faço os meus registos com essas informações que vem no email (datas, valores, custos, impostos retidos, taxas de cambio) e depois cruzo com a declaração anual que o banco me disponibiliza no site.

    Relativamente à tua questão, faz os teus registos e depois cruza com a declaração anual que o teu IF te disponibiliza. Se o teu IF não disponibiliza a declaração anual que penso é obrigatória, podes solicitar a eles (o mais cedo possível, antes tinha que se pedir até 31/Janeiro em Portugal), e em último caso tens o teu backup, os teus registos. É provável que possa existir diferenças, entre os teus dados e os do teu IF, por exemplo, o meu banco de FI coloca datas diferentes nos movimentos, devido ás datas diferentes de compra/cotação dos FI e a sua liquidação, mas desde que fique tudo dentro do mesmo ano civil/fiscal, não há stress, dou de barato para as datas do banco.

    Dica: Evitar receber rendimentos ou fazer mais-valias ou fazer outros movimentos (compras) no final do mês de Dezembro, pois os IF e outros agentes envolvidos podem se atrasar por n motivos e depois pagam em Janeiro e metem a data-valor de um dia em Dezembro. Isso pode trazer discrepâncias nas declarações e depois não sabemos qual é a transacção mal declarada e atrasa a liquidação do IRS.

    Editado por Rick Lusitano
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    Rick Lusitano

    Por exemplo, quem comprou obrigações/CLN e recebeu o reembolso na maturidade, mesmo que tenha comprado na OPS e não tenha ganho rendimentos de capitais com a compra e reembolso (comprou-se a 100% e foi-se reembolsado a 100%), tem de declarar.

    Parece que é um desperdício de tempo e excesso de informação, pois não há rendimentos de capital, mas porque a AT quer saber tudo, vai se lixar, porque assim pode-se declarar as despesas. ;)

    Por isso, se a AT quer saber tudo e par de botas, anotar todas as despesas de negociação (acções, obrigações, ETF, FI, etc) para depois meter tudo para reduzir os impostos a pagar.

    Até meto os meus pagamentos à Ordem dos Economistas, quem pertence a Ordens Profissionais (engenheiros, médicos, enfermeiros, etc) e a sindicatos, dá para deduzir os pagamentos nos impostos a pagar. Se a AT não perdoa nada e quer saber tudo, temos que os martelar, só têm o que merecem. :)

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    há 3 horas, Rick Lusitano disse:

    És o nosso Biotech guy. ;)

    Tens algumas Large Biotech? Amgen, Gilead, Biogen, Regeneron...

    Ou só mesmo as Mid Growth, que têm mais caminho para andar ou mesmo podendo ser compradas pelas as maiores?

    Um segmento da Saúde pouco falado, talvez não tão sexy, são os Medical Devices, não dão retornos foguetes, mas também não têm tanta volatilidade e os outros riscos. Exemplo: Thermo Fisher Scientific. Tens alguma Stock de Medical Devices?

    Queria aumentar as Medtech e Medical Devices (tenho 16, queria ter 20-25, no meu "RL Health Stable Gowth Fund"). Para longo prazo, são mais todo-terreno e não têm tanto ruído, risco legal, regulatório e político como as Biotech e as Pharmas.

    ehehe

    O meu foco é as mid growth em áreas específicas e sobretudo com uma "pipeline" vasta, "parcerias" com algumas grandes pharmas e com cash.

    Depois tenho também algumas long shots, que requerem mais paciência e estomago porque a volatilidade é máximo, no entanto o retorno é brutal :) 

    Das large tenho: ABBVIE e ABT (aproveitar os testes COVID) e cheguei a ter GILD.

    Também gosto muito desse segmento apesar do meu foco não o ser, reconheço que errei por deixar passar demasiadas oportunidades que existem. Por exemplo, a: ISRG.

    No meu caso tenho a INMD.

    (Como tinha dito, nos EUA o maior problema é não ter capital suficiente para as milhares de oportunidades que existem eheh)

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    Rick Lusitano
    há 2 horas, Cardoso24 disse:

    ehehe

    O meu foco é as mid growth em áreas específicas e sobretudo com uma "pipeline" vasta, "parcerias" com algumas grandes pharmas e com cash.

    Depois tenho também algumas long shots, que requerem mais paciência e estomago porque a volatilidade é máximo, no entanto o retorno é brutal :) 

    Das large tenho: ABBVIE e ABT (aproveitar os testes COVID) e cheguei a ter GILD.

    Segues as fases de teste e as aprovações também? Tens formação ou experiência médica para descodificar alguma da informação?

    Dessas eu só tenho a ABT (testes de diagnostico, nem era por serem do COVID, isso foi um extra)

     

    há 2 horas, Cardoso24 disse:

    Também gosto muito desse segmento apesar do meu foco não o ser, reconheço que errei por deixar passar demasiadas oportunidades que existem. Por exemplo, a: ISRG.

    No meu caso tenho a INMD.

    A ISRG está na minha lista também. A INMD não conhecia. Uma outra conhecida é a SWAV.

     

    há 2 horas, Cardoso24 disse:

    (Como tinha dito, nos EUA o maior problema é não ter capital suficiente para as milhares de oportunidades que existem eheh)

    Isso não é problema compra acções fraccionadas na Trading 212. Eu também não tenho uns milhões. Com pouco cash pode-se fazer uma carteira e ir reforçando. Eu estou a adoptar uma "estratégia P2P", compro fracções de accões como quem compra loans. Por exemplo, comprar várias com pouco cash (maior diversificação do risco e permite ter um maior número de investimentos). E se (não) gostar de alguma posso vender ou comprar sem custos. :)

     

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    há 6 horas, Rick Lusitano disse:

    Não sou fiscalista e nem sou da AT.

    Os intermediários financeiros (IF) são obrigados todos os anos a enviar à AT, os movimentos de compra e venda, assim como os recebimentos de juros, dividendos e outros movimentos que gerem rendimentos dos seus clientes (rendimentos positivos e negativos). Se forem intermediários estrangeiros a operar no estrangeiro enviarão à sua autoridade fiscal que envia para a autoridade fiscal nacional de cada investidor (agora não sei se é automático ou se só enviam se a nossa AT pedir).

    Também os empregadores retêm o IRS no nosso vencimento e a AT também não nos manda nenhum documento a comprovar isso. ;)

    Ou seja, a AT e outras autoridades fiscais  estrangeiras têm acesso a mais informação do que nós declaramos. Depois cruzam as fontes de informação, se existir dúvidas, pede mais informação, seja aos IF, aos contribuintes, ou a outras autoridades fiscais estrangeiras.

    Como é que pagas 15+28? A retenção dos 15% faz o IF e entrega aos US. Depois declaras o rendimento bruto que recebeste e quanto pagastes de imposto (para além de dizeres qual o país, tipo de rendimento e outra informação). A não ser que não ponhas na declaração de IRS que já retiveram 15% de imposto e aí a IRS deduz que não pagaste nenhum imposto anteriormente e cobra-te os 28%.

     

    PS: E já agora, regista-te no fórum, para poder ser mais fácil para todos poderem participar.

    Obrigado pela tua resposta.

    Se o fisco pedir os documentos comprovativos de que paguei imposto aos USA, não os tenho. O mais provável é ficar com a declaração pendurada e por arrasto o respetivo reembolso, que costuma ser significativo, até aceitarem a minha justificação ou eu ter de fazer nova declaração sem o imposto que me foi retido.

    Isto só me tem acontecido nos dividendos usa através da Degiro. A diferença entre pagar 28% de 100 ou 28% de 100-15 são 4,2 (se não me enganei). Atendendo ao total de dividendos que tenho recebido continuo a achar que não compensa.

    abraço

    duarte

     

     

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    Rick Lusitano
    há 22 horas, vdu disse:

    Obrigado pela tua resposta.

    Se o fisco pedir os documentos comprovativos de que paguei imposto aos USA, não os tenho. O mais provável é ficar com a declaração pendurada e por arrasto o respetivo reembolso, que costuma ser significativo, até aceitarem a minha justificação ou eu ter de fazer nova declaração sem o imposto que me foi retido.

    Isto só me tem acontecido nos dividendos usa através da Degiro. A diferença entre pagar 28% de 100 ou 28% de 100-15 são 4,2 (se não me enganei). Atendendo ao total de dividendos que tenho recebido continuo a achar que não compensa.

    abraço

    duarte

    A Degiro envia à "AT Holandesa" as declarações dos movimentos dos seus clientes. E depois a nossa AT tem acesso a essas declarações.

    E se investires na Degiro em produtos financeiros que paguem dividendos/juros de outros países? ;)

    Se calhar para alguns trocos, pode ser insignificante, não declarar que já se pagou impostos... (A AT até pode saber que pagaste impostos, e não os declaraste, que eles não se importam, mais ganham.)

     

    Como fizestes a conta? A mim dá uma diferença de 15 EUR por cada 100 EUR:

    100 * 28% = 28 EUR -> Pagas 28 EUR em PT, mas pagaste antes 15 EUR -> Total = 43 EUR

    100 * 28% = 28 EUR - 15 EUR = 13 EUR - > Pagaste 15 EUR nos US e 13 EUR em PT -> Total = 28 EUR

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    há 23 horas, vdu disse:

    Obrigado pela tua resposta.

    Se o fisco pedir os documentos comprovativos de que paguei imposto aos USA, não os tenho. O mais provável é ficar com a declaração pendurada e por arrasto o respetivo reembolso, que costuma ser significativo, até aceitarem a minha justificação ou eu ter de fazer nova declaração sem o imposto que me foi retido.

    Isto só me tem acontecido nos dividendos usa através da Degiro. A diferença entre pagar 28% de 100 ou 28% de 100-15 são 4,2 (se não me enganei). Atendendo ao total de dividendos que tenho recebido continuo a achar que não compensa.

    abraço

    duarte

     

     

    No relatório da Degiro, na secção dos dividendos, tens o valor da retenção na fonte. Deves colocar esse valor na declaração do IRS.

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    há 37 minutos, Rick Lusitano disse:

    A Degiro envia à "AT Holandesa" as declarações dos movimentos dos seus clientes. E depois a nossa AT tem acesso a essas declarações.

    E se investires na Degiro em produtos financeiros que paguem dividendos/juros de outros países? ;)

    Se calhar para alguns trocos, pode ser insignificante, não declarar que já se pagou impostos... (A AT até pode saber que pagaste impostos, e não os declaraste, que eles não se importam, mais ganham.)

     

    Como fizestes a conta? A mim dá uma diferença de 15 EUR por cada 100 EUR:

    100 * 28% = 28 EUR -> Pagas 28 EUR em PT, mas pagaste antes 15 EUR -> Total = 43 EUR

    100 * 28% = 28 EUR - 15 EUR = 13 EUR - > Pagaste 15 EUR nos US e 13 EUR em PT -> Total = 28 EUR

    É claro que tens razão se partirmos do princípio que a AT tem conhecimento que eu já paguei 15 aos USA e aceita isso como provado. Se me pedir a prova a que a se referem as instruções do modelo J, eu não a tenho. O documento que a Degiro me envia não é da AT USA nem sequer da AT Holandesa. Eu em relação ao fisco sou completamente cético, e neste caso, duvido muito que apenas me cobrem 28-15=13.

    Relativamente a dividendos/juros de outros países o problema é o mesmo. O problema reside no que dizem as instruções/lei:

    "Na quarta coluna (Imposto pago no estrangeiro – No país da Fonte) deve ser indicado o montante correspondente ao imposto pago no estrangeiro, devidamente comprovado por documento emitido pela autoridade fiscal do país de origem dos rendimentos mencionado na segunda coluna."

    Se for imposto retido em PT eles já não exigem documento da AT, já serve o das instituições que fazem a retenção. Do meu ponto de visto isto não é inocente e leva.me a pensar que a AT não tem informação, pelo menos na maior parte dos casos das AT estrangeiras, nomeadamente das fora da UE.

    Posso estar enganado e estar a ser excessivamente cauteloso. Era bom saber como é que costumam fazer nestes casos e se alguém já teve que esclarecer/provar à AT este tipo de retenções, porque não é "agradável" pagar 43% em vez de 28%, sobre os dividendos.

    Relativamente às contas que fiz para concluir que não valia a pena são para esquecer. Baseavam-se em declarar 100 ou 85. Mas isso seria um erro grosseiro.

    abraço

    duarte

     

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    há 22 horas, vdu disse:

    É claro que tens razão se partirmos do princípio que a AT tem conhecimento que eu já paguei 15 aos USA e aceita isso como provado. Se me pedir a prova a que a se referem as instruções do modelo J, eu não a tenho. O documento que a Degiro me envia não é da AT USA nem sequer da AT Holandesa. Eu em relação ao fisco sou completamente cético, e neste caso, duvido muito que apenas me cobrem 28-15=13.

    Relativamente a dividendos/juros de outros países o problema é o mesmo. O problema reside no que dizem as instruções/lei:

    "Na quarta coluna (Imposto pago no estrangeiro – No país da Fonte) deve ser indicado o montante correspondente ao imposto pago no estrangeiro, devidamente comprovado por documento emitido pela autoridade fiscal do país de origem dos rendimentos mencionado na segunda coluna."

    Se for imposto retido em PT eles já não exigem documento da AT, já serve o das instituições que fazem a retenção. Do meu ponto de visto isto não é inocente e leva.me a pensar que a AT não tem informação, pelo menos na maior parte dos casos das AT estrangeiras, nomeadamente das fora da UE.

    Posso estar enganado e estar a ser excessivamente cauteloso. Era bom saber como é que costumam fazer nestes casos e se alguém já teve que esclarecer/provar à AT este tipo de retenções, porque não é "agradável" pagar 43% em vez de 28%, sobre os dividendos.

    Relativamente às contas que fiz para concluir que não valia a pena são para esquecer. Baseavam-se em declarar 100 ou 85. Mas isso seria um erro grosseiro.

    abraço

    duarte

     

    Eu até agora tenho declarado o imposto retido referente aos dividendos e nunca tive problemas. Por curiosidade, estive a procurar no site da Degiro se forneciam esse comprovativo e pelos visto não:

    Citação

    A DEGIRO emite comprovativos de impostos?

    Às vezes, as autoridades fiscais exigem um documento tributário, como um comprovativo de imposto, nota de dividendos ou outra declaração fiscal da sua corretora, a fim de processar reivindicações fiscais ou creditar o imposto retido na fonte em sua declaração de imposto de renda pessoal. Atualmente, a DEGIRO não pode emitir esses documentos fiscais. Tais documentos estão sujeitos a regras restritas. Como a DEGIRO é responsável pelo conteúdo dos documentos fiscais, é necessário garantir que os documentos sejam compatíveis e auditáveis, de acordo com os diferentes regulamentos relevantes. Além disso, a DEGIRO depende de informações de outras partes da cadeia de custódia. A DEGIRO está a trabalhar numa solução para poder emitir documentos fiscais no futuro.

    Fonte: https://www.degiro.pt/tax.html

     

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