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    Rick Lusitano

    @IceMan1910

    Checka a História de uma Fintech criada em 2005, a BATS, que criou uma bolsa alternativa e foi comprada. É um bom relato sobre o mercado das bolsas, os novos concorrentes, a concentração, etc.

    https://en.wikipedia.org/wiki/BATS_Global_Markets

     

    O que aconteceu a uma outra bolsa alternativa no US (Fintech) :

    Citação

    Investors Exchange (IEX) is a stock exchange based in the United States. It was founded in 2012 and launched as a national securities exchange in September 2016. On October 24, 2017, IEX received regulatory approval from the SEC to list companies. IEX listed its first public company, Interactive Brokers, on October 5, 2018. The exchange said that companies would be able to list for free for the first five years, before a flat annual rate of $50,000.[1] On September 23, 2019 it announced it was exiting its listing business.[2]

    https://en.wikipedia.org/wiki/IEX

     

    Houve mais bolsas mais pequenas, algumas antigas e centenárias, e de cariz regional nos EUA, que foram sendo fundidas umas com as outras e que foram sendo compradas tanto pela NASDAQ como a ICE (dona da NYSE e de bolsas de derivados), com o CBOE e o CME Group a comprar também bolsas mais pequenas, mas maioritariamente de derivados (futuros e opções).

    https://en.wikipedia.org/wiki/Regional_stock_exchange

     

    Estes 4 grupos US controlam todo ou quase todo o mercado de bolsas (acções, ETF, derivados, etc) nos US e são donos de outras bolsas em vários países.

    Quando aparecem novos competidores que criam concorrência, os 4 US compram-os. Possivelmente a Euronext também fará o mesmo.

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    Como eu queria Mid Caps Growth Tech, tive que pesquisar algum tempo, porque as Mid Caps pela sua natureza são pouco conhecidas, mesmo dentro do seu país, elas começam a ser conhecidas quando já são ma

    Isso não é verdade!! Tens aqui mais pessoas que não se importam de ajudar ou até de falar da empresa X ou Z. Eu proprio já aqui escarrapachei o meu portfolio..... O @Cardoso24 é outra pessoa

    Deixa subir enquanto tiver aquele rácio de shorts.  but I´m out  Para mim atingiu o topo. Contudo cuidado porque estou mesmo a ver o dia em que abre a -50%. No entanto nunca é demais avisar

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    @Rick Lusitano sabes porque é que o grupo NYSE Euronext se separou? Sei que a NyYSE ficou com a Bolsa americana e com as bolsas do leste e norte da Europa e a Euronext com a possibilidade de adquirir o resto, mas não percebi foi a separação (terá sido a pressão politica dos dois blocos comerciais?).

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    Rick Lusitano

    Também existiram tentativas da Deustche Börse comprar a LSE que tinha comprado a Bolsa Italiana recentemente, mas os reguladores europeus tinham receio de um possível monopólio europeu nas obrigações e queriam que a LSE vendesse uma bolsa italiana de obrigações, a LSE recusou e a fusão caiu.

    As bolsas da Europa de leste acabaram por se agregar num grupo à parte.

    A NASDAQ comprou as bolsas isoladas da Escandinávia (SE, DK, FI, IS) e dos Bálticos (LT, LV, EE) e recentemente comprou a Bolsa da Arménia (deve ser uma grande bolsa :P).

     

    Editado por Rick Lusitano
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    Uma das coisas que deveria acontecer, ainda de forma mais urgênte com o Brexit é a criação de um mercado unico de capitais na UE.

    A UE apesar da saida do UK continua a ser a segunda maior economia mundial, e não tem nem de perto nem de longe o segundo maior mercado de capitais. 

    Na minha opinião um dos motivos para isso acontecer é que, ao estarem os mercados agrupados por cada nação individual perde-se o efeito de escala e a capacidade de atrair mais e mais empresas como acontece com as bolsas americanas. Se cada estado nos estados unidos tivesse a sua própria bolsa o mercado de capital deles não era o que é.

    Existem varias iniciativas para isso acontecer, mas ainda não vi nada no papel. Na realidade a Euronext acaba por estar quase a faze-lo por aquisições e não por regulação, no entanto tinha que existir uma forma de negociar na Euronext global e estarem lá todas as acções individuais. Um verdadeiro mercado de capitais unificado. 

    Isto iria fazer depender menos da banca e mais do mercado as empresas europeias. A depedência da banca é um dos calcanhares de aquiles histórico das empresas europeias.

    Quando uma empresa Portuguesa queria angariar capital, era completamente diferente faze-lo em Portugal (com toda a falta de liquidez e desconfiança que existe no mercado nacional) vs faze-lo na bolsa Europeia. 10 milhões de investidores vs 447 milhões.

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    Rick Lusitano

    O LSE vai vender a Bolsa Italiana porque precisa de cash para comprar a Refinitiv (uma joint venture entre a Thomson-Reuters e a Blackstone). E os Chineses fizeram uma proposta de compra para comprarem o LSE Group.

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    Rick Lusitano
    há 21 minutos, IceMan1910 disse:

    Uma das coisas que deveria acontecer, ainda de forma mais urgênte com o Brexit é a criação de um mercado unico de capitais na UE.

    A UE apesar da saida do UK continua a ser a segunda maior economia mundial, e não tem nem de perto nem de longe o segundo maior mercado de capitais. 

    Na minha opinião um dos motivos para isso acontecer é que, ao estarem os mercados agrupados por cada nação individual perde-se o efeito de escala e a capacidade de atrair mais e mais empresas como acontece com as bolsas americanas. Se cada estado nos estados unidos tivesse a sua própria bolsa o mercado de capital deles não era o que é.

    Existem varias iniciativas para isso acontecer, mas ainda não vi nada no papel. Na realidade a Euronext acaba por estar quase a faze-lo por aquisições e não por regulação, no entanto tinha que existir uma forma de negociar na Euronext global e estarem lá todas as acções individuais. Um verdadeiro mercado de capitais unificado. 

    Isto iria fazer depender menos da banca e mais do mercado as empresas europeias. A depedência da banca é um dos calcanhares de aquiles histórico das empresas europeias.

    Quando uma empresa Portuguesa queria angariar capital, era completamente diferente faze-lo em Portugal (com toda a falta de liquidez e desconfiança que existe no mercado nacional) vs faze-lo na bolsa Europeia. 10 milhões de investidores vs 447 milhões.

    Já existiu dezenas de bolsas em vários estados dos US, foram se fundido durante o século passado e acabaram por ser compradas pelo ICE, NASDAQ, CME e CBOE.

    A UE não iria permitir muito mais união de mercado de capitais, com as concentrações. Já bloqueou várias tentativas da Deustche Börse com outras bolsas por ir criar quase monopólios. Imagina uma DB com a Euronext, agora a Euronext com a bolsa italiana fica com quota de 25%. (Mas a UE não se importou com isso, quando criou o Grupo Airbus, vai-se lá perceber. ;))

    Para o sector financeiro é muito bom as barreiras, por exemplo com a criação da moeda única (EUR), isso estragou muito negócio com o FOREX, desde do simples câmbio ao investimento e especulação. Se existisse por exemplo, um mercado único para empréstimos em EUR, os bancos perdiam muito dinheiro. As grandes empresas Portuguesas já emitem obrigações para investidores estrangeiros.

    Para qualquer empresa, os empresários tentam criar barreiras (entrada de novos concorrentes e saída de clientes) para tentar ter uma posição dominante no mercado e assim conseguir mais lucros. (Um facto curioso, os gestores de empresas procuram o monopólio, os economistas procuram o equilibrio, de preferência um equlibrio de Pareto.)

    Editado por Rick Lusitano
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    há 11 minutos, Rick Lusitano disse:

    Já existiu dezenas de bolsas em vários estados dos US, foram se fundido durante o século passado e acabaram por ser compradas pelo ICE, NASDAQ, CME e CBOE.

    A UE não iria permitir muito mais união de mercado de capitais, com as concentrações. Já bloqueou várias tentativas da Deustche Börse com outras bolsas por ir criar quase monopólios. Imagina uma DB com a Euronext, agora a Euronext com a bolsa italiana fica com quota de 25%. (Mas a UE não se importou com isso, quando criou o Grupo Airbus, vai-se lá perceber. ;))

    Para o sector financeiro é muito bom as barreiras, por exemplo com a criação da moeda única (EUR), isso estragou muito negócio com o FOREX, desde do simples câmbio ao investimento e especulação. Se existisse por exemplo, um mercado único para empréstimos em EUR, os bancos perdiam muito dinheiro. As grandes empresas Portuguesas já emitem obrigações para investidores estrangeiros.

    Para qualquer empresa, os empresários tentam criar barreiras (entrada de novos concorrentes e saída de clientes) para tentar ter uma posição dominante no mercado e assim conseguir mais lucros. (Um facto curioso, os gestores de empresas procuram o monopólio, os economistas procuram o equilibrio, de preferência um equlibrio de Pareto.)

    O objetivo de muita da legislação feita na UE é exatamente terminar com essas barreiras. Porque o objetivo é nivelar o campo competitivo. O EUR aumentou a competitividade das empresas europeias ao poderem transacionar numa moeda forte e não ter que pagar as taxas e transferência que antes pagavam. Isso é bom para todos. A perda de receita das empresas financeiras é uma consequência irrelevante. Penso que a UE tem várias coisas em que necessita de ser reformada, mas continua a ser para os consumidores e empresas europeias o maior driver de promoção de competitividade, como se vê nas telecomunicações, no mercado energético, no software (impedindo monopolios por parte da Apple, Microsoft, etc..).

    Claro que os empresário tentam criar barreiras de entrada e forçar os consumidores a ficar. Cabe ao legislador perceber o que é uma barreira aceitável e uma barreira inaceitável. Se o mercado de capitais da UE não foi competitivo por causa dessas barreiras, certamente que mais tarde ou mais cedo alguem as vai tentar eliminar.

     

    Em relação ao comentário da permissão ou não da UE para mergers e concentração de mercado, existe uma escola antiga da UE e a nova escola.

    Escola antiga:

    - A competição de mercado é para ser analisar dentro da UE e nenhuma empresa dentro da UE pode ter monopolio ou uma posição claramente dominante. As instituições da UE servem para garantir que o mercado único tem competição equilibrada. Esta é a escola que esteve em vigência desde a incepção da UE até ao passado recente.

    Nova Escola:

    - Agora, começam a surgir vários pedidos por parte de politicos, empresários e sociedade civil em geral para que as instituições da UE não tentem criar um mercado perfeito interno mas sim tentar criar "campeões europeus". Ou seja, neste mundo tripartido, em que na realidade existem apenas 3 economias mundiais que realmente interessam: UE, USA, China, as empresas europeias, muitas vezes por falta de escala, perdem concursos internacionais e clientes que acabam por trabalhar com empresas americanas e Chinesas que são maiores, sendo que os reguladores deles internos não são tão exigêntes em relação à competição de mercado e permitem a criação muitas vezes de mono ou duopólios. Na China ainda mais, porque muitas das empresas são geridas pelo Estado.

    Existe então esta nova escola que defende que a UE deve permitir agrupamentos naturais de empresas para criar "european champions" que ganhem relevo no mundo.

    Exemplos de artigos:

    https://www.ft.com/content/d4000a96-4961-11e8-8ae9-4b5ddcca99b3

    https://www.cer.eu/insights/should-eu-develop-european-champions-fend-chinese-competition

    Exemplo prático de um negócio que não iria passar e acabou por passar no crivo:

    https://www.euractiv.com/section/railways/news/eu-clears-rail-merger-creation-of-worlds-second-largest-trainmaker/

     

    Na minha opinião a formação destas empresas grandes, europeias, para competir com os outros 2 blocos económicos vai continuar a acontecer cada vez mais.

    A união do mercado de capitais parece-me que também vai acabar mais cedo ou mais tarde por acontecer. Vamos ver de que forma.

    • Voto Positivo 1
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    Rick Lusitano
    há 9 minutos, IceMan1910 disse:

    O objetivo de muita da legislação feita na UE é exatamente terminar com essas barreiras. Porque o objetivo é nivelar o campo competitivo. O EUR aumentou a competitividade das empresas europeias ao poderem transacionar numa moeda forte e não ter que pagar as taxas e transferência que antes pagavam. Isso é bom para todos. A perda de receita das empresas financeiras é uma consequência irrelevante. Penso que a UE tem várias coisas em que necessita de ser reformada, mas continua a ser para os consumidores e empresas europeias o maior driver de promoção de competitividade, como se vê nas telecomunicações, no mercado energético, no software (impedindo monopolios por parte da Apple, Microsoft, etc..).

    Claro que os empresário tentam criar barreiras de entrada e forçar os consumidores a ficar. Cabe ao legislador perceber o que é uma barreira aceitável e uma barreira inaceitável. Se o mercado de capitais da UE não foi competitivo por causa dessas barreiras, certamente que mais tarde ou mais cedo alguem as vai tentar eliminar.

     

    Em relação ao comentário da permissão ou não da UE para mergers e concentração de mercado, existe uma escola antiga da UE e a nova escola.

    Escola antiga:

    - A competição de mercado é para ser analisar dentro da UE e nenhuma empresa dentro da UE pode ter monopolio ou uma posição claramente dominante. As instituições da UE servem para garantir que o mercado único tem competição equilibrada. Esta é a escola que esteve em vigência desde a incepção da UE até ao passado recente.

    Nova Escola:

    - Agora, começam a surgir vários pedidos por parte de politicos, empresários e sociedade civil em geral para que as instituições da UE não tentem criar um mercado perfeito interno mas sim tentar criar "campeões europeus". Ou seja, neste mundo tripartido, em que na realidade existem apenas 3 economias mundiais que realmente interessam: UE, USA, China, as empresas europeias, muitas vezes por falta de escala, perdem concursos internacionais e clientes que acabam por trabalhar com empresas americanas e Chinesas que são maiores, sendo que os reguladores deles internos não são tão exigêntes em relação à competição de mercado e permitem a criação muitas vezes de mono ou duopólios. Na China ainda mais, porque muitas das empresas são geridas pelo Estado.

    Existe então esta nova escola que defende que a UE deve permitir agrupamentos naturais de empresas para criar "european champions" que ganhem relevo no mundo.

    Exemplos de artigos:

    https://www.ft.com/content/d4000a96-4961-11e8-8ae9-4b5ddcca99b3

    https://www.cer.eu/insights/should-eu-develop-european-champions-fend-chinese-competition

    Exemplo prático de um negócio que não iria passar e acabou por passar no crivo:

    https://www.euractiv.com/section/railways/news/eu-clears-rail-merger-creation-of-worlds-second-largest-trainmaker/

     

    Na minha opinião a formação destas empresas grandes, europeias, para competir com os outros 2 blocos económicos vai continuar a acontecer cada vez mais.

    A união do mercado de capitais parece-me que também vai acabar mais cedo ou mais tarde por acontecer. Vamos ver de que forma.

     

    Tens outro exemplo de "european champions", a banca, o BCE anda a fomentar a concentração da banca na Zona Euro. Repara no que está acontecer nas últimas semanas em Espanha, com vários bancos a quer se fundir. O Deutsche Bank também andou em conversas com o Commerzbank para se fundir (não sei como está as conversas). Pior do que a questão da concorrência, é que cria os famosos "Too big to fail", aumentando o risco sistémico.

    Da noticia dos TGV, a UE permitiu a fusão de Alstom (FR) com a Bombardier (CA) o que surpreendeu, mas não permitiu a criação dos "european champions"  com a fusão da Alstom (FR) com a Siemens (DE) por questões de concorrência...

    Citação

    Six takeaways from Siemens-Alstom rejection

    The European Commission decided on Wednesday (6 February) to block the merger of Siemens and Alstom, meant to create a European champion in the railway sector, due to the negative impact it would have on the European market and consumers.

     

    A UE precisa de criar maiores players europeus e por vezes é muito exigente na questão da concorrência. Podia realmente sacrificar parte da concorrência, mas iria trazer mais negócio para as empresas europeias e assim os Estados ganhariam mais dinheiro em impostos. E eliminaria ou tirava quota dos players doutros blocos económicos.

    Um bom exemplo, a Airbus a se bater com a Boeing pela liderança da construção aeronáutica. Até a UE tem dado ajudas de Estado à Airbus, com a OMC a multar a UE (queixas dos US), mas a UE retaliou na OMC com queixas contra os US e suas ajudas à Boeing, que a OMC iria decidir.

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    A 08/10/2020 às 19:00, Vidolz disse:

     

    ;)

    Pepsi faz parte dos 10k que quero meter em gigantes de vários sectores de mercado de modo a poder ter bons dividendos a longo termo.

     

    Com a crescente popularização da alimentação saudável (ou pseudo-saudável) achas que companhias como a Pepsi terão potencial para continuarem a crescer?

    • Voto Positivo 1
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    há 9 minutos, 5coroas disse:

    Com a crescente popularização da alimentação saudável (ou pseudo-saudável) achas que companhias como a Pepsi terão potencial para continuarem a crescer?

    C8rTWkwUwAA7gXE.thumb.jpg.6fca928d4f3e36f4f0ddcd67641ee916.jpg7

     

    Conto com os fatties dos USA para manter o cash flow em grande :D

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    há 5 minutos, Vidolz disse:

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    Conto com os fatties dos USA para manter o cash flow em grande :D

    És capaz de ter razão; da mesma forma que as campanhas anti-tabágicas pouco se têm traduzido no decréscimo do consumo de cigarros, também este tipo de alimentação é muito bem capaz de vir a ter pela frente muitos anos de crescimento (talvez com excepção dos paises nórdicos europeus). 

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    Em relação às biotech/healthcare, na minha opinião, e apesar de sofrerem de vez em quando fortes oscilações, acho que enquanto a religião mundial predominante for o Socialismo, estas empresas serão sempre boas apostas de investimento pois têm "alavancagem" estatal. 

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    há 1 minuto, 5coroas disse:

    Em relação às biotech/healthcare, na minha opinião, e apesar de sofrerem de vez em quando fortes oscilações, acho que enquanto a religião mundial predominante for o Socialismo, estas empresas serão sempre boas apostas de investimento pois têm "alavancagem" estatal. 

    Aconselhavas uma JNJ?

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    há 15 minutos, Vidolz disse:

    E olha que a alimentação saudável também é mais cara.

    É muito mais dificil ter cadeias de fast food rentáveis com comida saudável do que com junk food.

    Até este gosta... e faz-lhe bem pois já passou dos 90.😋

    buffett.jpg

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    há 12 minutos, Vidolz disse:

    Aconselhavas uma JNJ?

    Porque não?!? Mas qualquer uma das grandes é boa para investir no longo prazo. Como são apadrinhadas/protegidas pelo poder politico, não me parece que possam vir a deixar de ter o monopólio sobre este sector nas próximas décadas. 

    PC1

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    Rick Lusitano
    há 4 minutos, Vidolz disse:

    Mas a bolsa também tomou os mesmos esteróides que o Trump?

    Já vou com +425€ hoje...

    Isso com quanto investido? 1 EUR ou 1 milhão EUR? :D

    O que interessa é o retorno em % e em dias.

    Usa o Excel que partilhei para calcular as XIRR do P2P, pois também dá para outros activos. Usas por plataformas de investimento/intermediário financeiro.

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    há 4 minutos, Rick Lusitano disse:

    Isso com quanto investido? 1 EUR ou 1 milhão EUR? :D

    O que interessa é o retorno em % e em dias.

    Usa o Excel que partilhei para calcular as XIRR do P2P, pois também dá para outros activos. Usas por plataformas de investimento/intermediário financeiro.

    Estou com 5,6% de lucro total passados estes 2 meses desde que começei.

    É bom? :P

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    há 8 minutos, 5coroas disse:

    Tens noção que de um momento para o outro, em 2 ou 3 dias podes perder tudo isso e muito mais?

    Claro.

    Mas isto depois de entrar, já há aquela baseline em que não precisas de te preocupar muito.

    Se subir ótimo, se descer muito compra-se mais.

    O dificil nisto é quando começa a subir a pique e tu ainda tens dinheiro para investir, ficas sempre a pensar "epá porque é que não investi mais".

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    há 6 minutos, Vidolz disse:

    Claro.

    Mas isto depois de entrar, já há aquela baseline em que não precisas de te preocupar muito.

    Se subir ótimo, se descer muito compra-se mais.

    O dificil nisto é quando começa a subir a pique e tu ainda tens dinheiro para investir, ficas sempre a pensar "epá porque é que não investi mais".

    mas é tudo para longo prazo ou é para resgatar e depois voltar a investir mais abaixo ?

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    há 3 minutos, superkinas disse:

    mas é tudo para longo prazo ou é para resgatar e depois voltar a investir mais abaixo ?

    10 Anos.

    Se vender alguma coisa, passado 1 ano já vai valer mais 10%, não se se compensa.

    Não vou conseguir prever quedas nem topos.

    Editado por Vidolz
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    Rick Lusitano
    há 10 minutos, Vidolz disse:

    Estou com 5,6% de lucro total passados estes 2 meses desde que começei.

    É bom? :P

    É péssimo. :P

    Á sério, anualizando a taxa de retorno à sapateiro, 5,6% * 12/2 = 33,6%. Se calculares com a XIRR é mais precisa.

     

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