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  • FORMAS DE POUPAR

  • Como funcionam os Certificados de afforo na prática?


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    Como dizes (e muito bem) Se uma situação dessas acontecer decerto que não irá afectar apenas os pequenos credores. Então como e quando será pago o nosso depósito a prazo que temos no banco?

    Na grécia quem tinha dívida pública ficou a arder.

    Quem tinha dinheiro no banco ficou na mesma com tudo normal.

    A divida publica é uma coisa, os bancos é outra coisa.

    Os bancos vão buscar dinheiro ao BCE. O estado tem que ir buscar dinheiro aos bancos ou particulares ou quem quiser comprar divida publica.

    Desse modo não vejo qualquer problema em o estado ficar entalado e fazer adiamentos dos pagamentos e os bancos continuarem em funcionamento normal.

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    Se calhar porque o IGCP não é nenhum banco?  E os seguros de vida do defunto? E os imóveis? Os herdeiros têm que se "mexer".

    Os herdeiros não precisam de contactar. O cabeça de casal passa logo a saber os imóveis todos porque é ele que passa logo a dever o IMI da herança 😉

    Pois é, os imóveis ficam associados ao NIF especial criado para cabeça de casal / herança indevisa.

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    Mouro Emprestado

    Na grécia quem tinha dívida pública ficou a arder.

    Quem tinha dinheiro no banco ficou na mesma com tudo normal.

    A divida publica é uma coisa, os bancos é outra coisa.

    Isto não foi bem assim. Quem não aceitou a renegociação da dívida da Grécia, não foi obrigado.

    Pior foi o precedente aberto no Chipre, em que trocaram DP por acções de bancos falidos. Só não houve uma grande confusão no Chipre porque acabou por tocar, na grande maioria, a oligarcas e mafiosos Russos. Mas o precedente foi aberto para o resto dos países na UE.  :-[ :-X

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    Na grécia quem tinha dívida pública ficou a arder.

    Quem tinha dinheiro no banco ficou na mesma com tudo normal.

    A divida publica é uma coisa, os bancos é outra coisa.

    Os bancos vão buscar dinheiro ao BCE. O estado tem que ir buscar dinheiro aos bancos ou particulares ou quem quiser comprar divida publica.

    Desse modo não vejo qualquer problema em o estado ficar entalado e fazer adiamentos dos pagamentos e os bancos continuarem em funcionamento normal.

    Percebo muito pouco disto, por isso continuo a ter as minhas dúvidas; Ora se os bancos são grandes credores do estado logo os nossos depositos bancários estão indirectamente ligados à divida pública certo? Se o estado deixar de cumprir com os bancos será que o BCE virá em socorro da banca para que esta cumpra com as suas obrigações perante os clientes? 
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    O que se tá a falar é em o estado congelar o dinheiro de quem tiver comprado divida publica (bancos, pessoas, etc) e só devolver passado muitos anos.

    Para todos os efeitos os bancos e as pessoas continuam a ter o dinheiro todo, o que não têm é liquidez imediata.

    Imagina que fazes agora um depósito a prazo de 1 milhão de euros NÃO MOBILIZAVEL a 20 anos com taxa de 0,5%.

    Tens dinheiro só que não tens acesso a ele.

    Se o estado entalar a divida publica de toda a gente, dos bancos, etc e ficar NÃO MOBILIZAVEL durante 20 anos, os bancos continuam a ter aquele valor todo (que investiram em divida publica) para meter nas suas contas, rácios de capital, etc.

    Os bancos só precisam de ter liquidez se as pessoas quiserem ir buscar o seu dinheiro. Os bancos, seja em que altura for nunca têm liquidez imediata para toda a gente porque investem o dinheiro das pessoas em produtos que só podem resgatar passado alguns anos.

    Por isso é que se diz para investir pouca percentagem em divida publica (máximo 25%). Em caso de haver entalanços as pessoas podem ir aos outros lados buscar dinheiro enquanto que o que tá no estado fica entalado ou leva um corte (ou as duas coisas ao mesmo tempo).

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    Pois, mas se o que as pessoas tiverem em dívida pública ficar congelado, também haverá uma corrida maior aos depósitos bancários, o que por sua vez poderá deixar alguns bancos em má situação. Está tudo ligado.

    Isso dos 25% em dívida pública é um número que está sempre a vir à baila, mais ainda não li uma boa fundamentação para o mesmo. Há que dividir o capital, claro, mas quando os CTPM dão o dobro dos DPs, as obrigações já não dão nada de jeito, e não tendo necessidade de liquidez a curto prazo (< 5 anos), pessoalmente não tenho problema em investir mais que isso em dívida pública.

    Acho que viver constantemente em medo também nos faz perder oportunidades de rentabilizar o nosso dinheiro. Lembro-me de colegas aqui no fórum bem arrependidos de ter resgatado CT originais (7,10%) devido a receios semelhantes. A mim, o risco de desperdiçar oportunidades também incomoda.

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    Pois, mas se o que as pessoas tiverem em dívida pública ficar congelado, também haverá uma corrida maior aos depósitos bancários, o que por sua vez poderá deixar alguns bancos em má situação. Está tudo ligado.

    Isso dos 25% em dívida pública é um número que está sempre a vir à baila, mais ainda não li uma boa fundamentação para o mesmo. Há que dividir o capital, claro, mas quando os CTPM dão o dobro dos DPs, as obrigações já não dão nada de jeito, e não tendo necessidade de liquidez a curto prazo (< 5 anos), pessoalmente não tenho problema em investir mais que isso em dívida pública.

    Acho que viver constantemente em medo também nos faz perder oportunidades de rentabilizar o nosso dinheiro. Lembro-me de colegas aqui no fórum bem arrependidos de ter resgatado CT originais (7,10%) devido a receios semelhantes. A mim, o risco de desperdiçar oportunidades também incomoda.

    Na frase (Está tudo ligado) que colocaste acima disseste tudo; na minha  opinião se mais um banco ou outro falharem acredito que o estado irá respeitar os seus depositantes e tudo continuará;  mas já o contrário, ou seja, se o estado falhar duvido que algum banco consiga capacidades para respeitar os seus próprios clientes. Quanto ao estado vir dizer que sim senhor paga mas só daqui a 20 ou 50 anos não acredito; acredito mais que diga que paga ou não paga, porque como sabemos, falar em 20 ou 50 anos para a maioria dos investidores em certificados é o mesmo que dizer pagamos sim mas numa proxima reencarnação.
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    Mouro Emprestado

    Parece-me que o documento pouco ou nada menciona os CAs, CTPM e etcs...

    IMHO não vale a pena equiparar obrigações do tesouro, transaccionadas em mercado secundário, com outros tipos de dívidas em que o seu valor facial é sempre igual ao seu valor real, nem vale a pena neste momento estarmos a pensar em catástrofes financeiras.

    Caso contrário, é para isso que os fundos e os ETFs existem  8)

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    Bom, temos 4 economistas que achavam em Julho 2014 a reestruturação da dívida inevitável. Não pondo em causa a experiência dos mesmos, nao me parece que o estudo constitua por si grande garantia de que venha a acontecer.

    Há outras opiniões: http://expresso.sapo.pt/um-programa-implausivel-para-a-reestruturacao-da-divida-portuguesa=f880270

    De notar que mesmo assim há divergências entre os autores sobre o que fazer com os CA e CT. A opinião da maioria parece ter sido

    - Os Certificados de Aforro e os Certificados de Tesouro existentes seriam declarados nulos;

    - Seriam emitidos Novos Certificados de Aforro (NCT), com cupão de 1% e maturidade de 3 anos (40% do valor facial total de Certificados de Aforro e de Certificados de Tesouro) e de 6 anos (60% do valor facial total de Certificados de Aforro e de Certificados de Tesouro).

    - Aos detentores de Certificados de Aforro e de Tesouro seria oferecido a troca pelos Novos Certificados de Aforro (NCT).

    - Aos pequenos aforradores que decidam reinvestir os NCT de maturidade a 3 anos por mais 3 anos será oferecido um prémio de permanência, sempre que a taxa de crescimento real do PIB for superior a 1.5%, equivalente ao diferencial entre a taxa de crescimento do PIB e aquele limiar mínimo, até um máximo de 2% (“cap”).

    Portanto em vez do rendimento esperado ficaríamos 3 ou 6 anos a receber 1%.

    As OTs claro eram massacradas, pois estão todas nas mãos de "porcos capitalistas" :)

    Para quem apreciar leituras deste género, há também a saída do euro e da UE a completar a "trilogia"

    http://www.publico.pt/politica/noticia/antonio-arnaut-admite-em-livro-saida-de-portugal-do-euro-e-da-uniao-europeia-1675372

    http://www.publico.pt/politica/noticia/eurodeputados-do-pcp-querem-discutir-saida-de-portugal-do-euro-1668037

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    Bem, a Grecia este mês já vai dar caminhos  e exemplos a seguir ou não, provavelmente nacionalizar banca, deixar de pagar e sair do Euro, resta saber se em termos de maioria da população fica melhor e não se embrulham todos á porrada o que pode gerar uma introdução de ditadura para arrumar a casa.... vamos ver.... mas o filme não será muito animador nem difícil de adivinhar.

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    Bem, a Grecia este mês já vai dar caminhos  e exemplos a seguir ou não, provavelmente nacionalizar banca, deixar de pagar e sair do Euro, resta saber se em termos de maioria da população fica melhor e não se embrulham todos á porrada o que pode gerar uma introdução de ditadura para arrumar a casa.... vamos ver.... mas o filme não será muito animador nem difícil de adivinhar.

    Ok, vamos supor. Os gregos deixam de pagar. E depois? A argentina tambem deixou, e ainda hoje tem os credores a perna, e o ano passado esteve novamente em default e anteriormente em acordos com o clube de credores de paris. A divida deles, gregos, esta em euros, do que é que lhes adianta sair do euro, voltar a moeda local, etc? Vai haver sempre quem não aceite o perdao da divida, o que vai dar problemas ao pontapé e vai parar tudo a tribunal, e no caso argentino com a "razão" dada pelo tribunal para quem não aceitou o perdao.

    Basicamente, não pagar significa apenas que nao pagam, nao significa que os outros aceitem nao receber e que não lhes façam a vida negra.

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    Bom dia.

    Alguem me sabe dizer de forma breve e sucinta qual a diferença entre os certificados de afooro A B e C ?

    No que toca a reforços? Aceitam reforços regulares?

    Os da serie C sao com capitalizaçao composta e so podem ser resgatados ao fim de 10 anos? li bem?

    Os da B sao com capitalizaçao simples trimestral? E reforços?

    Obrigado.

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    Alguem me sabe dizer de forma breve e sucinta qual a diferença entre os certificados de afooro A B e C ?

    No que toca a reforços? Aceitam reforços regulares?

    Os da serie C sao com capitalizaçao composta e so podem ser resgatados ao fim de 10 anos? li bem?

    Os da B sao com capitalizaçao simples trimestral? E reforços?

    A julgar pelo teor das perguntas, acho que isto responde melhor: As diferentes séries foram comercializadas em alturas diferentes. Atualmente, o que se pode subscrever são os certificados de aforro da série C. As séries A e B estão fechadas, embora ainda haja alguns títulos por resgatar.

    Os da série C podem ser mantidos até 10 anos (altura em que o dinheiro é devolvido, com juros) mas podem ser resgatados após os primeiros 3 meses.

    Não admitem reforços mas pode-se sempre fazer nova subscrição.

    Mais informação nas páginas do IGCP: http://www.igcp.pt/gca/?id=63

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    Quando se faz certificados de aforro pela internet (aforronet) depois o certificado chega a casa por carta? Se sim, passado quanto tempo?

    No caso dos CTPM não se recebe nada por carta?

    Depois da primeira subscrição pode ser utilizado o AforroNet para novas subscrições. Para tal deve recorrer ao pagamento no multibanco ou no homebanking do seu banco, através da opção “Pagamentos/Pagamento de Serviços/Compras”. O documento que representa o certificado de aforro correspondente à subscrição efetuada será entregue na sua morada no prazo máximo de 10 dias úteis.

    Eu como tenho muito tempo livre decidi escrever um guia para as duvidas frequentes sobre certificados de aforro.  :)

    http://baixorisco.blogspot.pt/2015/01/certificados-de-aforro-duvidas.html

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    Eu como tenho muito tempo livre decidi escrever um guia para as duvidas frequentes sobre certificados de aforro.  :)

    http://baixorisco.blogspot.pt/2015/01/certificados-de-aforro-duvidas.html

    Antes de mais, dou-te os parabens pelo blog.

    Em relação ao teu guia para os CA só não percebi esta afirmação:

    No início de Fevereiro as taxas irão baixar, pelo que é provavel assistir-se a uma corrida ao produto até ao final deste mês.

    Não valerá de muito subscrever os CA agora se as taxas vão baixar. Ao contrário dos CTPM as taxas dos CA vão variando. Ou seja, mesmo subscrevendo durante este mês, no proximo mês baixam tambem.

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    Antes de mais, dou-te os parabens pelo blog.

    Em relação ao teu guia para os CA só não percebi esta afirmação:

    Não valerá de muito subscrever os CA agora se as taxas vão baixar. Ao contrário dos CTPM as taxas dos CA vão variando. Ou seja, mesmo subscrevendo durante este mês, no proximo mês baixam tambem.

    Obrigado.

    A afirmação prende-se com o facto de as taxas dos CA até fim de 2016 terem garantido o premio de 2.75% para subscrições antigas, ou seja até fim de Janeiro de 2014.

    Alias a propria deco ja esclareceu esta mesma interpretaçao:

    Aproveite até ao fim do mês

    Assim, se tem algumas poupanças para aplicar em produtos de capital garantido, siga o nosso conselho e aproveite as taxas e condições que ainda vigoram até ao final deste mês. Os Certificados de Aforro são ideais para aplicar até dois anos, com elevada liquidez e garantem um bónus de 2,75% até final de 2016. O mínimo de subscrição é de 100 euros.

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    Obrigado.

    A afirmação prende-se com o facto de as taxas dos CA até fim de 2016 terem garantido o premio de 2.75% para subscrições antigas, ou seja até fim de Janeiro de 2014.

    Alias a propria deco ja esclareceu esta mesma interpretaçao:

    É verdade, não me tinha apercebido disso.

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    • 8 years later...
    • 3 weeks later...
    • 4 weeks later...

    Alguém me explica a razão das contas aforro NÃO serem comunicadas ao BdP como todas as outras contas abertas em Portugal??

    É estratégia do estado para que muitos herdeiros não saibam que existem contas de aforro para resgatar?

    Não vejo uma razão para que as contas aforro não sejam comunicadas ao BdP!!!

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