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  • FORMAS DE POUPAR

  • Como funcionam os Certificados de afforo na prática?


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    Digam-me uma coisa. Eu da primeira vez que subscrevi CA fui aos CTT e fiz tudo ao balcao de uma vez após transferencia multibanco.

    Posso continuar a fazer assim, ou so da da primeira vez? Prefiro fazer presencialmente, nao tenho paciencia para andar a explorar o site.

    Pessoalmente, acho que pelo site é muito mais rápido mas podes continuar a fazer como da primeira vez, sim...
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    Se calhar porque o IGCP não é nenhum banco?  E os seguros de vida do defunto? E os imóveis? Os herdeiros têm que se "mexer".

    Os herdeiros não precisam de contactar. O cabeça de casal passa logo a saber os imóveis todos porque é ele que passa logo a dever o IMI da herança 😉

    Pois é, os imóveis ficam associados ao NIF especial criado para cabeça de casal / herança indevisa.

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    Visitante Rui Oliveira

    Boa tarde,

    Subscrevi alguns CA em Setembro, mais propriamente o primeiro nos CTT a 1-9-2014 e os 2 seguintes a 16-9-2014 e 18-9-2014 (data valor), estes últimos no Aforronet.

    Acontece que ainda não me foram creditados quaisquer juros de nenhum dos CA mencionados.

    No Aforronet o NIB está correcto.

    Haverá algum problema? Como se passou com vocês? É comum estes atrasos?

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    Subscrevi alguns CA em Setembro, mais propriamente o primeiro nos CTT a 1-9-2014 e os 2 seguintes a 16-9-2014 e 18-9-2014 (data valor), estes últimos no Aforronet.

    Acontece que ainda não me foram creditados quaisquer juros de nenhum dos CA mencionados.

    Os CAs não creditam juros na conta à ordem, estes são capitalizados - só quando fores levantar os certificados é que te é pago o montante lá investido, acrescido dos juros que renderam entretanto...
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    Visitante Rui Oliveira
    Os CAs não creditam juros na conta à ordem, estes são capitalizados - só quando fores levantar os certificados é que te é pago o montante lá investido, acrescido dos juros que renderam entretanto...

    Muito obrigado pela informação. Devo ter feito confusão com os CTPM...

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    Há o problema da dívida pública estar acima de 130% do PIB, continuar a crescer e existir o limite europeu de 60% do PIB.Como é que os 130% vão passar a 60% se não houver reestruturação daquelas fortes onde há perdão?O problema é que mesmo que o perdão seja de 50% não é suficiente.Por esses motivos prevejo que vai ter que haver cortes e dos grandes em quem investiu em divida publica (certificados de aforro, certificados do tesouro poupa mais).Não estou a ver outra forma de reduzirem a divida visto ela estar sempre a subir e ter que cumprir o máximo de 60% (limite europeu).Era bom dizerem o que puderem acerca deste assunto delicado.

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    Há o problema da dívida pública estar acima de 130% do PIB, continuar a crescer e existir o limite europeu de 60% do PIB.Como é que os 130% vão passar a 60% se não houver reestruturação daquelas fortes onde há perdão?O problema é que mesmo que o perdão seja de 50% não é suficiente.Por esses motivos prevejo que vai ter que haver cortes e dos grandes em quem investiu em divida publica (certificados de aforro, certificados do tesouro poupa mais).Não estou a ver outra forma de reduzirem a divida visto ela estar sempre a subir e ter que cumprir o máximo de 60% (limite europeu).Era bom dizerem o que puderem acerca deste assunto delicado.

    Antes dos CTPM e dos CA, seriam afetadas as obrigações emitidas pela República.

    Como, ao que parece, um dos investidores da dívida portuguesa é a própria Segurança Social, a restruturação da dívida significa que o corte da dívida iria provocar uma redução generalizada nas reformas.

    Outros grandes afetados seriam os bancos, que têm montes de dívida pública portuguesa nos seus balanços. Um corte da dívida em larga escala iria provocar a insolvência imediata de TODOS os bancos. Com a insolvência de TODOS os bancos, nenhum deles conseguiria pagar os depósitos e seria impossível ao Estado garantir os depósitos bancários de todos os bancos.

    Então o resultado seria: redução generalizada das reformas dos velhotes; redução generalizada dos depósitos bancários.

    Não sendo um cenário impossível, pago para ver.

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    Antes dos CTPM e dos CA, seriam afetadas as obrigações emitidas pela República.

    Como, ao que parece, um dos investidores da dívida portuguesa é a própria Segurança Social, a restruturação da dívida significa que o corte da dívida iria provocar uma redução generalizada nas reformas.

    Outros grandes afetados seriam os bancos, que têm montes de dívida pública portuguesa nos seus balanços. Um corte da dívida em larga escala iria provocar a insolvência imediata de TODOS os bancos. Com a insolvência de TODOS os bancos, nenhum deles conseguiria pagar os depósitos e seria impossível ao Estado garantir os depósitos bancários de todos os bancos.

    Então o resultado seria: redução generalizada das reformas dos velhotes; redução generalizada dos depósitos bancários.

    Não sendo um cenário impossível, pago para ver.

    Na grécia como é que foi em relação ao perdão de dívida?

    Os certificados de aforro e certificados do tesouro levaram todos corte de igual forma?

    Ou houve algumas coisas dessas que foram poupadas e só algumas é que levaram os cortes?

    Na grécia não houve esse problema que falas de os bancos terem muita dívida pública e de serem afectados?

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    Quando se resgata PARCIALMENTE os certificados de aforro o que acontece ao prémio de permanência?

    Já que os juros são capitalizados automaticamente, quando se faz esse resgate PARCIAL recebe-se a parte dos juros correspondente ao valor resgatado, recebe-se os juros todos acumulados (do valor total) ou não se recebe juros nenhuns (nesse caso só se receberia os juros quando fosse efectuado o resgate total).

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    Na grécia como é que foi em relação ao perdão de dívida?

    Os certificados de aforro e certificados do tesouro levaram todos corte de igual forma?

    Ou houve algumas coisas dessas que foram poupadas e só algumas é que levaram os cortes?

    Na grécia não houve esse problema que falas de os bancos terem muita dívida pública e de serem afectados?

    Desconheço se na Grécia existem certificados de aforro, CTPM ou similares.

    Mas entendes que a nossa situação é igual à Grega?

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    Desconheço se na Grécia existem certificados de aforro, CTPM ou similares.

    Mas entendes que a nossa situação é igual à Grega?

    Não estou muito dentro disso, gostava que me pudessem ajudar a tirar estas dúvidas que tenho. Toda a informação que me puderem dar será útil e agradeço desde já.

    O que já me têm dito nos bancos é para não meter dinheiro nenhum nos CA ou CTPM porque na grécia isso foi tudo afectado.

    Eles (bancos) usam os argumentos que podem para tentar que as pessoas metam o dinheiro em depósitos e não nos CTT. Se os argumentos são verdadeiros ou não não sei e é isso que gostava que me esclarecessem.

    Pelo que dizes entendo que a situação da grécia é diferente da portuguesa, quais as principais diferenças para que a situação portuguesa seja melhor e não tão "perigosa"?

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    A situacao grega e diferente, quanto mais nao seja ao nivel de permanente incerteza politica.

    Se interessar a alguem, escrevi a tempos sobre isso da divida publica, onde falo do caso grego, e do nosso. Ja agora da proxima vez que lhe disserem que divida publica e arriscada e que vai rebentar tudo, pergunte entao porque razao o banco esta tao exposto a mesma. Como o atlas disse, praticamente a banca toda esta.

    http://baixorisco.blogspot.pt/2014/09/titulo.html

    Os bancos gregos foram recapitalizados atraves do fundo europeu de estabilidade financeira, como compensacao do hair cut

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    Na minha opinião os bancos estão todos expostos a dividas publicas e a aplicações de risco porque os bancos não são dos funcionários e eles ganham as famosas comissões por essas operações.

    É como a onda de créditos que deram a toda a gente e até acima do valor que as pessoas queriam para comprar principalmente habitação.

    Em muitos casos era fácil ver que as pessoas não iriam conseguir pagar o crédito mais tarde mas como as comissões falavam mais alto deram crédito como se não houvesse amanhã.

    Quando a situação rebenta eles já têm as comissões no bolso e os bancos logo hão-de ser salvos pelos mesmos do costume e depois podem voltar a fazer o mesmo.

    Agora os pobres (pessoas particulares) que estão no fim da linha e que têm as poucas poupanças para meter em qualquer lado têm que ter algum/muito cuidado onde se metem.

    Por isso em meu nome e certamente em nome de muitas outras pessoas vim a este fórum procurar ajuda para esclarecer essas dúvidas.

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    Nos certificados de aforro é possível indicar uma pessoa para ficar como movimentador.

    Se eu for fazer certificados de aforro e quiser colocar uma pessoa como movimentador então basta eu indicar os dados da pessoa ou é necessário levar os documentos dessa pessoa?

    Ou ainda, é preciso que a pessoa esteja presente e leve os documentos?

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    Antes dos CTPM e dos CA, seriam afetadas as obrigações emitidas pela República.
    Concordo com tudo o resto mas quanto a esta frase já tenho as minhas dúvidas... Salvo erro (mas sem certezas), estes instrumentos de dívida têm todos o mesmo nível - o que quer dizer que, num cenário de reestruturação, se os credores das obrigações fizerem finca pé, os credores dos CAs e CTPMs serão igualmente afetados.

    Agora, também não acredito muito num cenário desses a curto prazo. A dívida aumentou estupidamente nos últimos, é certo, mas está a abrandar e acho mesmo que já se falava de uma diminuição ligeira para breve. Vai demorar muitos anos a voltar aos níveis aceitáveis e mesmo aí, precisa da ajuda do crescimento da economia (uma subida do PIB implica automaticamente uma descida da dívida expressa em percentagem do PIB). Vamos andar uma ou duas décadas no fio da navalha, mesmo que a dívida entre numa trajetória descendente - é preciso manter estes investimento debaixo de olho, mas não acredito que venha aí a bancarrota que seria precisa para deixar de pagar as dívidas - mas claro, no estado em que estamos, não depende só de nós...

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    Concordo com tudo o resto mas quanto a esta frase já tenho as minhas dúvidas... Salvo erro (mas sem certezas), estes instrumentos de dívida têm todos o mesmo nível - o que quer dizer que, num cenário de reestruturação, se os credores das obrigações fizerem finca pé, os credores dos CAs e CTPMs serão igualmente afetados.

    Julgo que não têm o mesmo nivel,

    Foi publicado em diario da republica o seguinte em relacao aos CTPM por exemplo:

    Garantia de capital: Garantia da totalidade do capital investido.

    Uma obrigação, por defeito, nunca garante nada, nomeadamente o valor a que cota vai variando.. Já agora é curioso que não encontro a mesma afirmação para CA.

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    Julgo que não têm o mesmo nivel,

    Foi publicado em diario da republica o seguinte em relacao aos CTPM por exemplo:

    Garantia de capital: Garantia da totalidade do capital investido.

    Uma obrigação, por defeito, nunca garante nada, nomeadamente o valor a que cota vai variando.. Já agora é curioso que não encontro a mesma afirmação para CA.

    Pode ter o capital 100% garantido mas, como já se falou algures, no caso de haver uma reestruturação da dívida, imagina que congelam os CTPM todos por 50 anos (só os devolvem passado 50 anos) e até lá vão pagando uma taxa de juro miserável (tipo 0,50%).

    Continua a ser capital garantido mas não agrada ninguém que tenha CTPM.

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    em caso de cortes muito mais severos os certificados e os CTPM serão uns dos ultimos a ser alterados porque quem investe normalmente nestes produtos são pessoas de classe média para baixo, neste momento estes produtos estão a substituir os DP, com taxas de 3% contra taxas de 2%.

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    em caso de cortes muito mais severos os certificados e os CTPM serão uns dos ultimos a ser alterados porque quem investe normalmente nestes produtos são pessoas de classe média para baixo, neste momento estes produtos estão a substituir os DP, com taxas de 3% contra taxas de 2%.

    As pessoas de classe média para baixo, caso sejam "assaltadas" dessa forma, não vão ter condições e conhecimento para se meterem em advogados e tribunais para tentar anular decisões do governo.

    Por isso essas pessoas sao vitimas fáceis. Estando o governo sedento de dinheiro possivelmente vai olhar para todo o lado de igual forma.

    O certo é que ninguém sabe dizer nada ao certo em relação ao que pode acontecer e tudo pode acontecer.

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    Bem, o meu palpite vai no sentido de levarem todos por tabela, é uma questão de tempo apesar de provavelmente salvarem os certific. af. do zé do pé descalço mas com valores condicionados e maximos que podem andar por os 50,000 euros por pessoa ou contribuinte á semelhança dos 100,000 dos depósitos a praso dos bancos. Mas é evidente que o pior seria sair do euro e aí é que seria uma terrivel restruturação com uma desvalorização do escudo de 50% a 80% / ano e com a consequência dos produtos importados(gasolina automóveis eletrodomésticos medicamentos e outros produtos) quase proibidos de usufruir para a maioria da população para não falar no ordenado mínimo que passaria para menos de metade do actual em termos de valor com moeda estrangeira, ou seja ninguém provavelmente comprava uma maquina de lavar roupa das mais baratas com um ordenada mínimo ,como por exemplo acontece ainda no Pais irmão (Brasil). Por isso mesmos amigos , a coisa está má e ainda vai piorar para a maioria da população , mas rezem é para isto se aguentar  assim nas próximas dezenas de anos sem se agravar e não acreditem nos políticos a não ser que apareça por aí um Robim dos bosques que tire aos ricos para dar as pobres ou seja que distribuem mais e melhor a riqueza deste Pais á semelhança da maioria dos países da europa...................

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    Condições de Subscrição de Certificados do Tesouro Poupança Mais

    CONDIÇÕES GERAIS

    Garantia de capital:

    Garantia da totalidade do capital investido.

    Acredito, que se isto falhar, não haverá banco nem colchão que resista

    O estado pode entrar em dificuldades e não conseguir reembolsar na data prevista e nesse caso dizer "agora não temos dinheiro para reembolsar, vamos adiar os reembolsos e daqui a 50 anos entregamos de volta o seu capital garantido".

    As pessoas e empresas/bancos continuam a ter o valor que investiram só que não está disponivel para reembolsar na data de vencimento ficando essa data adiada.

    Acho que é uma situação bastante possivel e provável de acontecer.

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    O estado pode entrar em dificuldades e não conseguir reembolsar na data prevista e nesse caso dizer "agora não temos dinheiro para reembolsar, vamos adiar os reembolsos e daqui a 50 anos entregamos de volta o seu capital garantido".

    As pessoas e empresas/bancos continuam a ter o valor que investiram só que não está disponivel para reembolsar na data de vencimento ficando essa data adiada.

    Acho que é uma situação bastante possivel e provável de acontecer.

    Como dizes (e muito bem) Se uma situação dessas acontecer decerto que não irá afectar apenas os pequenos credores. Então como e quando será pago o nosso depósito a prazo que temos no banco?
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