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  • FORMAS DE POUPAR

  • Credito Habitação: melhores condições


    YARA

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    Completamente de acordo ABCD.

    No meu caso, o CH no banco BIC a 2.9% fica mais barato que no Montepio a 2.8%

    Ambos estão anexados à euribor 3 meses. Mas o seguro do imóvel, seguro de vida, as próprias comissões de processamento e o facto de ter que ser associado montepio (2,05€ por mês) acaba por anular a vantagem do spread.

    O meu excel consiste em 2 tabelas, uma com os dados que referi. E outra para calcular o total dos encargos associados. Com a soma dos dois dá para efetuar uma boa comparação.

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    Euribor (Outubro 2015): 1 mês: -0,116% 3 meses: -0,054% 6 meses: 0,020% 12 meses: 0,128%   Boas notícias para quem tem a revisão do seu crédito, em Novembro. A euribor, continua a descer em todo

    Euribor (Janeiro 2016): 1 mês: -0,223% 3 meses: -0,146% 6 meses: -0,061% 12 meses: 0,042% Face ao "desenvolvimento" negativo das médias das euribores, os bancos deixam de conceder CH para prazos

    1. Assim, já faz sentido. Se mudar, aceitando as condições iniciais do banco, sempre se pode "defender" quando as obrigações mensais começarem a subir, fruto da idade (apenas)... 2. Faça-lhes um ult

    Se puderem aguardar, é o melhor que fazem pois é previsivel que os spread's baixem nos próximos tempos...

    Mas, não se limitem na procura do spread mais "baixo", pois o CH não se restringue a este elemento. Há outros, que normalmente compensam (para o banco) a aparente boa noticia de spread mais baixo da concorrência!...

    Sim... tive a prova disso ano passado.

    Tinha um spread de 2.35% no Popular e de 2.50% na CGD mas os seguros de vida e multi-riscos no Popular eram carissimos, e no final do CH ia pagar mais juros no Popular que na CGD (para o mesmo prazo)!

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    Se puderem aguardar, é o melhor que fazem pois é previsivel que os spread's baixem nos próximos tempos...

    Mas, não se limitem na procura do spread mais "baixo", pois o CH não se restringue a este elemento. Há outros, que normalmente compensam (para o banco) a aparente boa noticia de spread mais baixo da concorrência!...

    Pois, a dúvida que se coloca é quando será... Uma coisa é 15 dias ou 1 mês, outra é 3 ou 4 meses... Mas isso secalhar ninguém sabe..

    Obrigado, cumps

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    Pois, a dúvida que se coloca é quando será... Uma coisa é 15 dias ou 1 mês, outra é 3 ou 4 meses... Mas isso secalhar ninguém sabe..

    Obrigado, cumps

    Efetue algumas simulações, presencialmente, em duas ou três entidades bancárias.

    Disponibilize os dados essenciais, tal como já foi feito neste tópico, e depois logo se verá qual a melhor opção!

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    3. Só com valores "reais" se pode estimar a vantagem de efetuar o seguro fora do banco!...

    4. Acho que ainda pode descer mais...

    Atenção que o valor 0,05% é a taxa diretora da BCE (Banco Central Europeu). É esta taxa que indica aos bancos o "caminho" (de subida ou de descida) da euribor. A euribor a 6 meses, neste momento, está em 0,292%. É provável que continue a descer para o valor da taxa diretora como tem acontecido nos meses anteriores!...

    A taxa diretora estava em 0,15% e ontem desceu para 0,05%. A euribor não acompanha imediatamente esta descida. Fá-lo de forma mais "suave".

    Esta descida, na taxa diretora, que vem acontecendo desde 2008 surge como uma medida de estimulo ao investimento/crescimento económico, por partes das famílias e das empresas!...

    Esta descida da taxa diretora é "boa" para os créditos à habitação, mas é "má" para as taxas dos DP!...

    ...

    Se pretende-se, mera hipótese, sair do seguro agora, a penalização no spread seria de 0,2%.

    Se, mera hipótese, a revisão da euribor fosse a relativa a dezembro - 0,176% -, a prestação alterava-se para, 502,00€ (atualmente é de 496,73€, sem a comissão de processamento). Uma subida de 5,27€.

    Se, às condições anteriores, nova hipótese, efetuasse também uma amortização parcial de 5000€, a prestação alterava-se para, 483,28€. Uma descida de 18,72€.

    Para além desta poupança, fruto da descida da euribor, iria poupar no seguro de vida que entretanto arranjaria fora do banco... e estas contas relativas ao seguro de vida serão muito fáceis de fazer!...

    Mas, atenção, estes valores são meramente indicativos. Deve aguardar pela atualização da euribor quando perfizer 6 meses de pagamento da prestação do CH!...

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    A mim o que me irrita, é os seguro vida aumentarem, quando a divida diminui...

    O "problema" com os seguros indexados a um crédito à habitação através do banco, relaciona-se com o facto destes terem duas componentes, o capital e a idade do proponente. Se por um lado o valor do seguro pode diminuir com a diminuição do capital em divida, por outro lado, aumenta com a idade. Normalmente, a parcela da idade sobrepõe-se à parcela do capital. Só consegue fazer diminuir o valor do seguro mediante amortização parcial "extra", quando entrega um determinado montante para abater no capital em divida. Aqui o valor diminui, mais ou menos, consoante o valor do capital entregue para efetuar a amortização "extra".

    Uma das soluções, para quem não se deixa "amarrar" contratualmente nas companhias seguradoras parceiras dos bancos, é averiguar na concorrência relacionada com companhias de seguro qual a que "oferece" um prémio menor para as mesmas coberturas e averiguar se há algum desconto caso efetue pagamento por débito ou pagamento semestral ou anual. Esta estratégia, pode levar a, por vezes, contratar um seguro mais completo e ainda poupar alguns euros face ao padrão (contratar seguros de vida através do banco onde se pede o crédito com a perspectiva de ter uma redução no spread). Mas, cada caso, é um caso!...

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    Excertos de um artigo de opinião:

    "“O dia em que o banco lhe começou a pagar juros pelo empréstimo que lhe concedeu“?

    - ...  chamar a atenção para o nível historicamente muito baixo ou mesmo negativo a que estão a ser fixadas as taxas euribor no mercado (pelos bancos que determinam o seu valor).

    - Esta semana, pela primeira vez na história, a euribor a 1 mês passou a ser negativa, por exemplo (-0,005% a 20 de janeiro). Eventualmente tivesse um crédito indexado à euribor a um mês, se tivesse um spread zero, uma moratória no pagamento do capital emprestado e não existisse no contrato nenhuma cláusula travão que impeça “cobrar” valores negativos, teria começado a receber dinheiro do banco em vez de o pagar.

    - Já há bancos a “pagar” juros nominais negativos em alguns países da Zona Euro, pelo que tudo bate certo, a normalidade histórica parece está longe de regressar.

    - Os valores negativos ainda não chegaram às taxas euribor mais usadas mas não andam longe.

    Euribor (20 janeiro de 2015):

    1 mês: -0,005%

    3 meses: 0,055%

    6 meses: 0,142%.

    Não é impossível que passem a valores negativos como se vê.

    As justificações são complexas e as consequências a médio prazo não são seguras, em boa medida navega-se por mares desconhecidos no mundo das finanças internacionais.

    Parece-nos difícil imaginar que haja sustentabilidade no sector financeiro (ou na economia) com a manutenção de um cenário de retorno negativo, deflação, dívidas elevadas entre particulares, empresas e estados, manutenção ou reforço da desigualdade na distribuição dos rendimentos, tudo isto no meio daquilo que é já uma guerra cambial entre zonas monetárias.

    Da perspetiva dos que conseguirem manter o emprego e o rendimento mensal, para já, são boas notícias, folgam as costas, mas os motivos para grandes celebrações podem ser exagerados.

    O futuro da economia mundial continua muito incerto e o potencial para catástrofe elevado. Hoje, por exemplo, o FMI vai, mais uma vez, dizendo que as perspetivas de crescimento mundial que haviam enunciado há três meses para os próximos anos foram de novo revistas em baixa. E andamos nisto."

    Juros negativos preocupam bancos...

    As taxas Euribor, que determinam o juro num empréstimo para comprar casa, nunca estiveram tão baixas:

    Três meses: 0,052%

    Seis meses: 0,132%

    Estas irão refletir-se aquando da atualização nas prestações dos créditos à habitação.

    Na semana passada, a taxa a um mês ficou negativa, obrigando os bancos a pensar na forma como irão refletir as Euribor negativas nos empréstimos.

    Para prevenir situações futuras, o BCP acrescentou uma cláusula aos novos contratos: quando a taxa for negativa "considera-se que corresponde a 0%", aplicando-se apenas o spread - lucro do banco (tal como previ algumas semanas atrás).

    Mas para os créditos em vigor não há solução. A Deco defende que não se pode alterar contratos unilateralmente, por isso os bancos têm de descontar o valor negativo da Euribor na sua margem. Ou seja, num crédito com 0,29% de spread e uma Euribor em -0,2% haveria um desconto de 0,2 pontos, baixando a prestação do cliente.

    Esta deveria ser a realidade face às taxas em vigor, mas... na realidade os bancos não existem para perder dinheiro. Dai que devem entrar os "pesos pesados" para dar a volta à situação... Aguardemos!...

    O Banco de Portugal está a analisar o impacto da evolução das Euribor, mas a solução pode ter de vir do BCE.

    Mais informações no DN!...

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    Na semana passada, a taxa a um mês ficou negativa, obrigando os bancos a pensar na forma como irão refletir as Euribor negativas nos empréstimos.

    Para prevenir situações futuras, o BCP acrescentou uma cláusula aos novos contratos: quando a taxa for negativa "considera-se que corresponde a 0%", aplicando-se apenas o spread - lucro do banco (tal como previ algumas semanas atrás).

    Mas para os créditos em vigor não há solução. A Deco defende que não se pode alterar contratos unilateralmente, por isso os bancos têm de descontar o valor negativo da Euribor na sua margem. Ou seja, num crédito com 0,29% de spread e uma Euribor em -0,2% haveria um desconto de 0,2 pontos, baixando a prestação do cliente.

    Se tivesse um empréstimo, até era menino para ir ao banco e dizer que queria alterar o contrato para descer o spread em meio ponto percentual e, em troca, aceitava que o banco adicionasse essa cláusula. Só para ver se colava ;D (naturalmente sou da opinião que as Euribors nunca vão estar assim muito negativas - aliás, se o plano do BCE funcionar, até podem começar a subir, à medida que a inflação for aumentando).

    Por outro lado, muita atenção a quem for renegociar contratos para ver se uma cláusula do género não aparece lá pelo meio sem contarem...

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    Se a euribor se arrastar pelos mínimos históricos (mesmo que não negativos) que expetativa se pode ter quanto a diminuição dos SPREADs praticados? A minha ideia estava a ser de uma manutenção dos SPREADs enquanto a euribor assim continuar...

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    Juros negativos preocupam bancos...

    As taxas Euribor, que determinam o juro num empréstimo para comprar casa, nunca estiveram tão baixas:

    Três meses: 0,052%

    Seis meses: 0,132%

    Estas irão refletir-se aquando da atualização nas prestações dos créditos à habitação.

    Na semana passada, a taxa a um mês ficou negativa, obrigando os bancos a pensar na forma como irão refletir as Euribor negativas nos empréstimos.

    Para prevenir situações futuras, o BCP acrescentou uma cláusula aos novos contratos: quando a taxa for negativa "considera-se que corresponde a 0%", aplicando-se apenas o spread - lucro do banco (tal como previ algumas semanas atrás).

    Mas para os créditos em vigor não há solução. A Deco defende que não se pode alterar contratos unilateralmente, por isso os bancos têm de descontar o valor negativo da Euribor na sua margem. Ou seja, num crédito com 0,29% de spread e uma Euribor em -0,2% haveria um desconto de 0,2 pontos, baixando a prestação do cliente.

    Esta deveria ser a realidade face às taxas em vigor, mas... na realidade os bancos não existem para perder dinheiro. Dai que devem entrar os "pesos pesados" para dar a volta à situação... Aguardemos!...

    O Banco de Portugal está a analisar o impacto da evolução das Euribor, mas a solução pode ter de vir do BCE.

    Mais informações no DN!...

    Euribor (Janeiro 2015):

    1 mês: 0,005%

    3 meses: 0,063%

    6 meses: 0,152%

    12 meses: 0,298%

    A euribor desceu em todos os prazos!...

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    Empréstimo de 135000€; TAN=2,805% (0,305+2,500); 432 prestações

    Prestação mensal 1 = 496,73€ (juros-315,56€; 181,17€);

    ...

    Total de Juros = 79587,73€...

    Empréstimo de 135000€; TAN=3,005%; 432 prestações

    Prestação mensal 1 = 511,78€ (juros-338,06€; amortização-173,72€);

    ...

    Total de Juros = 86090,87€...

    Estes valores não correspondem à realidade por duas razões:

    1. o valor da divida já não será de 135000€ e

    2. a euribor a 6 meses deverá ser diferente na altura da atualização (6 em 6 meses)!...

    Para aproximar os valores à realidade é necessário dados concretos (exemplo: em janeiro retiro os seguros e já decorreram x meses desde que contrai o empréstimo...)!

    Não considero comissões e seguros para efeitos de cálculos.

    Atualizando estes valores à euribor atual, a prestação diminui para 485,51€.

    Caso efetue uma amortização parcial imediatamente, no valor de 5000€, a próxima prestação desce para 467,38€.

    Se, em simultâneo, decidir contratar seguros fora do banco porque encontra mais baratos (para a mesma cobertura ou melhor), então a prestação será de 481,53€ (já inclui uma penalização no spread de 0,2%).

    Falta verificar se o seguro fora do banco é mais competitivo do que o que tem atualmente... Caso contrário, também tem a indicação das prestações a pagar caso se limite a pagar a prestação ou efetua também uma amortização parcial do CH!...

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    ...

    Quando diz, se em simultâneo decidir contratar seguros fira do banco, a prestação será de 481.53€.

    Abatendo os 5000€ e s contratando seguros fora do banco e de 481.53€?

    Vou apresentar as hipóteses por pontos. Estas hipóteses só consideram a prestação devida face ao capital em divida. Não incluem comissões nem seguros.

    1. Se nada fizer, por efeito da atualização da euribor, a prestação diminui para 485,51€.

    2. Se decidir efetuar uma amortização parcial no valor de 5000€, de imediato, a prestação diminui para 467,38€.

    3. Se, em simultâneo, decidir efetuar uma amortização parcial no valor da hipótese 2 e sair do seguro de vida através do banco tem uma penalização no spread de 0,2%. A prestação será de 481,53€.

    4. Ignorando as hipóteses 2 e 3, se decidir sair do seguro de vida tem uma penalização de 0,2%. A prestação, que desceu para 485,51€ fruto da atualização da euribor, aumenta para 500,21€.

    Assim, deverá ter consigo algumas simulações de seguro de vida em companhias fora do banco, que cumpram as mesmas garantias ou sejam melhores, para verificar se lhe compensa retirar o seguro de vida do banco ou se vale a pena continuar!...

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    Vou apresentar as hipóteses por pontos. Estas hipóteses só consideram a prestação devida face ao capital em divida. Não incluem comissões nem seguros.

    1. Se nada fizer, por efeito da atualização da euribor, a prestação diminui para 485,51€.

    2. Se decidir efetuar uma amortização parcial no valor de 5000€, de imediato, a prestação diminui para 467,38€.

    3. Se, em simultâneo, decidir efetuar uma amortização parcial no valor da hipótese 2 e sair do seguro de vida através do banco tem uma penalização no spread de 0,2%. A prestação será de 481,53€.

    4. Ignorando as hipóteses 2 e 3, se decidir sair do seguro de vida tem uma penalização de 0,2%. A prestação, que desceu para 485,51€ fruto da atualização da euribor, aumenta para 500,21€.

    Assim, deverá ter consigo algumas simulações de seguro de vida em companhias fora do banco, que cumpram as mesmas garantias ou sejam melhores, para verificar se lhe compensa retirar o seguro de vida do banco ou se vale a pena continuar!...

    1. A prestação vai de 496.73€ para 485.51€ (menos 11,22€) pela descida da Euribor que só vou sentir em Março com referencia à média Euribor 6M registada no fim do mês de Fevereiro, certo? Pelo agendamento da CGD parece que só vou sentir a descida na prestação de Março.

    2. Se efectuar a amortização e juntando a descida da Euribor, se se fosse reflectir em Fevereiro, a prestação passaria a 467,38€ (menos 29.35€ do que pago agora) mas devido a 2 factores (descida Euribor + amortização). é como se fosse 11.22€ devido à descida da Euribor e 18,13€ pela amortização.

    3. Se efectuar a amortização e juntando a descida da Euribor mas ficar com o agravamento do spread (0.20%) a prestação é de 481.53€ (aumenta 14,15€ em relação à hipotese anterior).

    4. Se apenas sair do seguro e ficar com o agravamento de 0.20%, a prestação aumenta para 500.21€...

    Tendo em conta que prevê.se que desça 11.22€ pela descida da Euribor, se ainda ia de 496,73€ para 500.21€ (+ 3,48€), chega-se à conclusão que a diferença do seguro é 14,70€/mês.

    Não entendo bem porquê mas quando estive na agência, a minha gfestora fez a conta no simulador se eu saisse do seguro e a prestação passava já este mês (sem actualização Euribor) para 500€, dando a sensação que eram só mais 4€... Será possível?

    Tenho de voltar lá ou sair do seguro apenas depois da actualização da Euribor 6M para "não se misturarem contas"...

    Posso ver no inicio de Março quanto vou pagar de prestação (agendamento) em Março.

    Depois de saber que vou pagar por exemplo, 485€, vou à agência e peço para calcular o agravamento do spread devido à saída do seguro e aí já dá para calcular pormenorizadamente qual "a subida" na prestação, sem ter outros factores em simultâneo (Euribor).

    Por mais 1 mês, será mais certo, não?

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    1. A prestação vai de 496.73€ para 485.51€ (menos 11,22€) pela descida da Euribor que só vou sentir em Março com referencia à média Euribor 6M registada no fim do mês de Fevereiro, certo? Pelo agendamento da CGD parece que só vou sentir a descida na prestação de Março.

    2. Se efectuar a amortização e juntando a descida da Euribor, se se fosse reflectir em Fevereiro, a prestação passaria a 467,38€ (menos 29.35€ do que pago agora) mas devido a 2 factores (descida Euribor + amortização). é como se fosse 11.22€ devido à descida da Euribor e 18,13€ pela amortização.

    3. Se efectuar a amortização e juntando a descida da Euribor mas ficar com o agravamento do spread (0.20%) a prestação é de 481.53€ (aumenta 14,15€ em relação à hipotese anterior).

    4. Se apenas sair do seguro e ficar com o agravamento de 0.20%, a prestação aumenta para 500.21€...

    Tendo em conta que prevê.se que desça 11.22€ pela descida da Euribor, se ainda ia de 496,73€ para 500.21€ (+ 3,48€), chega-se à conclusão que a diferença do seguro é 14,70€/mês.

    5. Não entendo bem porquê mas quando estive na agência, a minha gfestora fez a conta no simulador se eu saisse do seguro e a prestação passava já este mês (sem actualização Euribor) para 500€, dando a sensação que eram só mais 4€... Será possível?

    6. Tenho de voltar lá ou sair do seguro apenas depois da actualização da Euribor 6M para "não se misturarem contas"...

    Posso ver no inicio de Março quanto vou pagar de prestação (agendamento) em Março.

    Depois de saber que vou pagar por exemplo, 485€, vou à agência e peço para calcular o agravamento do spread devido à saída do seguro e aí já dá para calcular pormenorizadamente qual "a subida" na prestação, sem ter outros factores em simultâneo (Euribor).

    Por mais 1 mês, será mais certo, não?

    1. ... com referência à média da euribor de Janeiro de 2015. Só irá "sentir" a nova prestação em março, é verdade.

    2. ... se efetuar a amortização antes de pagar a atual prestação, a próxima prestação irá refletir a amortização.

    3. Não "junta" a euribor. O que adiciona ao "efeito" da atualização da euribor é a amortização parcial. Se, para além disso, contratar seguro de vida fora do banco a próxima prestação será menor do que a prestação referida no ponto 1.

    4. Não sei onde foi buscar o valor 14,70€/mês... Só deve considerar o valor 3,48€, uma vez que neste ponto, referi bem as condições, só se atualiza a euribor e se sofre a penalização no spread de 0,20%!...

    O que deveria ter presente nesta altura, era uma ou duas simulações de seguros de vida (Generalli - têm atualmente uma campanha a passar nos comerciais com um ator de cinema português..., Prévoir, ...) com o valor do capital em divida atualmente... por forma a averiguar, mediante as hipóteses 1 a 4, se compensa sair do seguro de uma companhia associada ao banco ou não. Claro que também de comparar coberturas semelhantes... mas se lhe apresentarem um seguro com melhores coberturas a um preço mais em conta, também a deve ter em consideração!...

    5. A não ser que tenha lá ido ontem, ela não poderá ter efetuado uma simulação com a média da euribor referente a Janeiro de 2015... O que lhe interessa saber é do presente para para o futuro e não do passado para o presente... Basta que tenha lá ido no último dia útil de Janeiro para já ser considerado passado, estando por isso a simulação desatualizada!...

    6. Não me parece... mas a decisão é sua. Se fizer a "saída" do seguro ou a amortização apenas depois de prestação de março, então o reflexo dessas acções só se farão sentir em Abril ou Maio caso as efetue um pouco antes, ou imediatamente a seguir à prestação do próximo mês!...

    Não recebe um extrato mensal do banco com a descrição referente ao crédito à habitação? Se não recebe, deve perguntar à sua gestora o motivo de estar a pagar a comissão de processamento...

    Recebendo esse extrato, deve constar o valor da prestação atual e o valor da prestação do mês seguinte...

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    1. ... com referência à média da euribor de Janeiro de 2015. Só irá "sentir" a nova prestação em março, é verdade.

    2. ... se efetuar a amortização antes de pagar a atual prestação, a próxima prestação irá refletir a amortização.

    3. Não "junta" a euribor. O que adiciona ao "efeito" da atualização da euribor é a amortização parcial. Se, para além disso, contratar seguro de vida fora do banco a próxima prestação será menor do que a prestação referida no ponto 1.

    4. Não sei onde foi buscar o valor 14,70€/mês... Só deve considerar o valor 3,48€, uma vez que neste ponto, referi bem as condições, só se atualiza a euribor e se sofre a penalização no spread de 0,20%!...

    O que deveria ter presente nesta altura, era uma ou duas simulações de seguros de vida (Generalli - têm atualmente uma campanha a passar nos comerciais com um ator de cinema português..., Prévoir, ...) com o valor do capital em divida atualmente... por forma a averiguar, mediante as hipóteses 1 a 4, se compensa sair do seguro de uma companhia associada ao banco ou não. Claro que também de comparar coberturas semelhantes... mas se lhe apresentarem um seguro com melhores coberturas a um preço mais em conta, também a deve ter em consideração!...

    5. A não ser que tenha lá ido ontem, ela não poderá ter efetuado uma simulação com a média da euribor referente a Janeiro de 2015... O que lhe interessa saber é do presente para para o futuro e não do passado para o presente... Basta que tenha lá ido no último dia útil de Janeiro para já ser considerado passado, estando por isso a simulação desatualizada!...

    6. Não me parece... mas a decisão é sua. Se fizer a "saída" do seguro ou a amortização apenas depois de prestação de março, então o reflexo dessas acções só se farão sentir em Abril ou Maio caso as efetue um pouco antes, ou imediatamente a seguir à prestação do próximo mês!...

    Não recebe um extrato mensal do banco com a descrição referente ao crédito à habitação? Se não recebe, deve perguntar à sua gestora o motivo de estar a pagar a comissão de processamento...

    Recebendo esse extrato, deve constar o valor da prestação atual e o valor da prestação do mês seguinte...

    4. A prestação já ia descer pela axtualização da Euribor... Logo o seguro nao está so a aumentar 3.48€ mas sim 14,70€...

    Se já ia descer 11.22€ e eu pago mais 3.48€, quer dizer que o aumento do seguro (só do seguro são 14.70€).

    6. Realmente podia fazer tudo agora mas assim fico sem a noção das contas e o que aumentou porque e o que baixou porque...

    Se deixar actualizar, sei que a prestação por + 6 meses vai ser por exemplo 485€.

    Se depois fizer a simulação para a saida do seguro e der 500€, já sei que aumenta 15€.

    Se fizer a simulação da amortização e descer 20€, já sei quais as consequências de quê...

    Apanhando a actualização da Euribor fico sem a noção, entende?

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    ...

    4. A prestação já ia descer pela axtualização da Euribor... Logo o seguro nao está so a aumentar 3.48€ mas sim 14,70€...

    Se já ia descer 11.22€ e eu pago mais 3.48€, quer dizer que o aumento do seguro (só do seguro são 14.70€).

    6. Realmente podia fazer tudo agora mas assim fico sem a noção das contas e o que aumentou porque e o que baixou porque...

    Se deixar actualizar, sei que a prestação por + 6 meses vai ser por exemplo 485€.

    Se depois fizer a simulação para a saida do seguro e der 500€, já sei que aumenta 15€.

    Se fizer a simulação da amortização e descer 20€, já sei quais as consequências de quê...

    Apanhando a actualização da Euribor fico sem a noção, entende?

    4. Não deve somar mas sim subtrair. Um refere-se a descida e outro a subida.

    6. Apresentei-lhe os cenários todos.

    Pode ir ao banco e verificar se coincidem. Atenção às datas. Os resultados são estes se os desenvolver agora. Serão outros se os fizer após pagar a prestação de fevereiro e outros se os fizer após a prestação de março...

    O que já devia ter em seu poder, são as simulações para o capital em divida atual por forma a comparar o que paga com o que pagaria na concorrência, face às quatro hipóteses que lhe apresentei....

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    4. Não deve somar mas sim subtrair. Um refere-se a descida e outro a subida.

    6. Apresentei-lhe os cenários todos.

    Pode ir ao banco e verificar se coincidem. Atenção às datas. Os resultados são estes se os desenvolver agora. Serão outros se os fizer após pagar a prestação de fevereiro e outros se os fizer após a prestação de março...

    O que já devia ter em seu poder, são as simulações para o capital em divida atual por forma a comparar o que paga com o que pagaria na concorrência, face às quatro hipóteses que lhe apresentei....

    4. Sim, não devo somar mas subtrair.

    Mas estou a ver as coisas no geral...

    Se desce 11.22€ mas aumenta 3.48€, temos de analisar os cálculos como eles são.

    O aumento pelo seguro são 14.70€ e nao apenas 3.48€.

    E se a Euribor não descesse?

    Se se mantivesse igual?

    Se se mantivesse igualzinha ao que estava em Julho, aumentava 14.70€ pela saida do seguro...

    Para analisar as coisas, do ponto de vista que pretendo, tenho de ver o que sobe com o a saida do seguro, e o que desce com a Euribor e ver a diferença (mesmo assim ainda subia 3.48€).

    6. Sim, a simulação que eu tenho já está desactualizada porque foi feita a 28/1, logo a gestora ainda não tinha a Euribor 6M registada a 31/1...

    Se eu não avisar da amortização até 13/2, o efeito da amortização ainda não se reflectirá em Março.

    Estava à espera de uns recebimentos e pelo que vejo quem vai pagar, como em todo o lado, estão atrasados. Estando atrasados neste momento, não tenho data prevista quando poderei fazer a amortização.

    No entanto, vou tratar do seguro este mês, reunir as propostas para ver se compensa sair.

    Embora tenha dados das prestações que vejo na internet, so terei certeza da prestação de Março depois do dia 28/2, certo? Referente à media Euribor 6M de 28/2, certo?

    Nessa altura, vou ver na internet a prestação calculada para 14/3, já sei o impacto da actualização da Euribor e quanto vou pagar a 14/3.

    Depois vou à agência e peço para fazer a simulação se eu sair do seguro.

    Imaginando que a prestação de Março é 485€, se ela fizer a simulação que saindo do seguro, passará a 499€, já sei que 14€ são o agravamento do spread e só me compensa ir para um seguro que seja pelo menos 14€ mais barato ou que tenha mais coberturas...

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    4. Sim, não devo somar mas subtrair.

    Mas estou a ver as coisas no geral...

    Se desce 11.22€ mas aumenta 3.48€, temos de analisar os cálculos como eles são.

    O aumento pelo seguro são 14.70€ e nao apenas 3.48€.

    E se a Euribor não descesse?

    Se se mantivesse igual?

    Se se mantivesse igualzinha ao que estava em Julho, aumentava 14.70€ pela saida do seguro...

    Para analisar as coisas, do ponto de vista que pretendo, tenho de ver o que sobe com o a saida do seguro, e o que desce com a Euribor e ver a diferença (mesmo assim ainda subia 3.48€).

    6. Sim, a simulação que eu tenho já está desactualizada porque foi feita a 28/1, logo a gestora ainda não tinha a Euribor 6M registada a 31/1...

    Se eu não avisar da amortização até 13/2, o efeito da amortização ainda não se reflectirá em Março.

    Estava à espera de uns recebimentos e pelo que vejo quem vai pagar, como em todo o lado, estão atrasados. Estando atrasados neste momento, não tenho data prevista quando poderei fazer a amortização.

    No entanto, vou tratar do seguro este mês, reunir as propostas para ver se compensa sair.

    Embora tenha dados das prestações que vejo na internet, so terei certeza da prestação de Março depois do dia 28/2, certo? Referente à media Euribor 6M de 28/2, certo?

    Nessa altura, vou ver na internet a prestação calculada para 14/3, já sei o impacto da actualização da Euribor e quanto vou pagar a 14/3.

    Depois vou à agência e peço para fazer a simulação se eu sair do seguro.

    Imaginando que a prestação de Março é 485€, se ela fizer a simulação que saindo do seguro, passará a 499€, já sei que 14€ são o agravamento do spread e só me compensa ir para um seguro que seja pelo menos 14€ mais barato ou que tenha mais coberturas...

    Confesso que tenho alguma dificuldade em "ver" as dúvidas que apresenta, uma vez que apresentei os 4 cenários possíveis umas mensagens atrás, no presente mês de fevereiro... Se pretender esperar para ver se bate certo, a penalização, embora sejam os mesmos 0,2%, irá refletir outro valor, ligeiramente inferior, para a prestação!...

    Vou apresentar as hipóteses por pontos. Estas hipóteses só consideram a prestação devida face ao capital em divida. Não incluem comissões nem seguros.

    1. Se nada fizer, por efeito da atualização da euribor, a prestação diminui para 485,51€.

    2. Se decidir efetuar uma amortização parcial no valor de 5000€, de imediato, a prestação diminui para 467,38€.

    3. Se, em simultâneo, decidir efetuar uma amortização parcial no valor da hipótese 2 e sair do seguro de vida através do banco tem uma penalização no spread de 0,2%. A prestação será de 481,53€.

    4. Ignorando as hipóteses 2 e 3, se decidir sair do seguro de vida tem uma penalização de 0,2%. A prestação, que desceu para 485,51€ fruto da atualização da euribor, aumenta para 500,21€.

    Assim, deverá ter consigo algumas simulações de seguro de vida em companhias fora do banco, que cumpram as mesmas garantias ou sejam melhores, para verificar se lhe compensa retirar o seguro de vida do banco ou se vale a pena continuar!...

    O que deveria estar a tentar saber agora, é se face ao valor do seguro de vida que paga agora e ao valor do seguro de vida (para o capital em divida após o pagamento da prestação de fevereiro) de simulações de outras companhias, valeria, ou não, a pena avançar para a hipótese 4... O que está em jogo na hipótese 4 é uma diferença de 3,48€ (500,21€-496,73€ da prestação de fevereiro). As contas que deveria fazer, por exemplo, deveriam ser as seguintes:

    Seguro de vida atual - 25€/mês

    Seguro de vida na concorrência (igual ou mais completo) - 19€/mês.

    Aqui, ganha: 6€ x 6 = 36€

    Na prestação paga mais: 3,48€ x 6 = 20,88€

    Só fiz contas para 6 meses porque é de acordo com o período temporal da euribor...

    Em 6 meses poupa 15,12€... mas atenção que estes números relativos aos seguros de vida são meros exemplos!...

    Assumindo, como está a fazer, que a diferença será de 14,70€ (500,21€-485,51€, da prestação de março), as contas já serão outras porque a prestação já não será 500,21€ mas algo ligeiramente inferior...

    Vale a pena fazer qualquer conta, mas com dados concretos!...

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    Euribor (Janeiro 2015):

    1 mês: 0,005%

    3 meses: 0,063%

    6 meses: 0,152%

    12 meses: 0,298%

    A euribor desceu em todos os prazos!...

    "CGD defende juro zero quando taxa dos créditos for negativa"

    A justificação relaciona-se com a "simetria". Se por um lado os clientes que tenham depósitos a prazo não devem pagar ao banco, nos créditos também não devem receber do banco...

    Portanto, há mesmo fortes probabilidades de, nos próximos tempos, as taxas virem a ser negativas!...

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    "CGD defende juro zero quando taxa dos créditos for negativa"

    A justificação relaciona-se com a "simetria". Se por um lado os clientes que tenham depósitos a prazo não devem pagar ao banco, nos créditos também não devem receber do banco...

    Portanto, há mesmo fortes probabilidades de, nos próximos tempos, as taxas virem a ser negativas!...

    A diferença é que os depósitos a prazo normalmente têm taxas fixas, pelo que o facto da Euribor ficar negativa não vai ter impacto nenhum.

    Acho que há alguns produtos de poupança indexados à Euribor, mas até tenho uma certa curiosidade de saber se o banco iria aproveitar para sacar dinheiro ao cliente ou não...

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    A diferença é que os depósitos a prazo normalmente têm taxas fixas, pelo que o facto da Euribor ficar negativa não vai ter impacto nenhum.

    ...

    Tem mais a ver com a taxa diretora (esta por sua vez influência a subida, ou descida, das euribores). Findo o período relativo de certos depósitos a prazo com determinadas taxas fixas (ainda deve haver depósitos a prazo com taxas crescentes na casa de 5%...), os novos irão apresentar taxas muito menores, muito próximas do zero (basta consultar o preçário de determinadas instituições bancárias para constatar a evolução das taxas)!...

    A chamada de atenção, é para o futuro que está ai ao virar da "esquina" e não para o presente, onde ainda se encontram alguns DP com taxas razoáveis!...

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    • 2 weeks later...

    CGD passou a ter um spread minimo de 1,75%!...

    Em que condições se acede a essa taxa?

    Não basta observar o spread...

    A Caixa Geral de Depósitos (CGD) esmagou o "spread". Depois do corte do BCP, no arranque deste mês, o banco do Estado avançou esta semana com uma descida expressiva na margem mínima exigida aos seus clientes para a concessão de crédito à habitação. É o primeiro banco a apresentar uma taxa abaixo dos 2%, abrindo a porta, dizem os economistas, a que outros sigam o exemplo, na tentativa de reavivar um negócio que lhes permita gerar lucros.

    Até ao final da semana passada, o banco liderado por José de Matos apresentava no seu preçário uma margem mínima de 2,5%, sendo a máxima de 5,65%. Desde segunda-feira, a taxa mais baixa para operações com notação de risco favorável foi revista para 1,75% – a mais alta caiu para 4,25%. "A CGD sempre foi um banco com grande relevância no crédito à habitação. Quer continuar a sê-lo", diz fonte oficial, acrescentando que a "descida marca um reposicionamento no crédito à habitação". "Este corte significa que será mais fácil obter crédito para a casa", remata.

    Este é um corte expressivo que, contudo, não surge como uma surpresa tendo em conta a baixa taxa paga na emissão de obrigações hipotecárias realizada em Janeiro. "Financiando-se a CGD com estes ‘spreads’ [pagou 1,09%], podemos esperar que tenha condições para financiar tanto famílias como as empresas com ‘spreads’ mais baixos", disse João Nuno Palma, administrador financeiro da CGD, ao Negócios. "Este nível de financiamento vai permitir-nos sermos mais competitivos no crédito hipotecário", rematou.  Os cortes de "spreads" inserem-se num percurso de normalização, em linha com a melhoria das condições de financiamento da banca.

    Com a redução aplicada ao "spread", a CGD passa a ter a taxa mais baixa no mercado português. Destronou o Banco Popular, que tem um "spread" de 2,25%, mas também o BCP que nas últimas semanas tinha demonstrado a maior aposta no mercado do crédito à habitação com uma redução do "spread" para o mesmo patamar: 2,25%, de 2,5%.

    Esta semana, também o Santander Totta fez uma actualização da margem mínima que passou de 2,49% para 2,44%.

    "Os ‘spreads’ estavam elevados", diz Paula Carvalho.  Estes cortes "inserem-se num percurso de normalização, em linha com a melhoria das condições de financiamento da banca", nota a economista-chefe do BPI. Neste sentido, "atendendo à escassez de alternativas de aplicação de fundos e de realização de negócio, é possível que essa tendência [de redução de ‘spreads’] se estenda ao sector", diz Paula Carvalho.

    "É de esperar que os ‘spreads’ continuem a baixar", diz Filipe Garcia. "A dúvida é sobre as restantes condições de financiamento, nomeadamente indexantes, e nas percentagens de empréstimo concedido face ao valor dos imóveis", diz o economista da IMF.

    ...

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