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  • FORMAS DE POUPAR

  • Certificados de Aforro ou Certificados do Tesouro para 10K


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    JRJordao
    há 1 minuto, rui_marreiros disse:

    podes atingir no final de 30 anos os 800k, depois devolves os 28% e ficas com 500k.

    Vou "meter o bedelho" só para comentar que os 28% de retenção na fonte (creio que é a isso que te referes) podem ser minimizados ao

    1) Receber os rendimentos pouco a pouco (ex: tranches anuais/mensais).

    2) Fazer englobamento dos mesmos, quando os restantes rendimentos (ex: salários, pensões) são relativamente baixos.

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    Em março a euribor3 era -0,434 O rendimento líquido no primeiro trimestre é (1+e3)/100/4*0,72 ou seja, ~0,10% ... Quanto à comparação entre ambos, só mesmo por simulação com os possíveis val

    Certificado Aforro: pode movimentar após 3 meses. Mínimo 100€ Certificado Tesouro: pode movimentar após 12 meses. Mínimo 1000€ Se não precisa do dinheiro, opte por certificados do tesouro.

    Tive a curiosidade de também tentar fazer os cálculos. Assumindo o crescimento do pib <= 0, os ctpc dão 1,39% médios (brutos) durante os 7 anos. Após corrigir um erro na contabilização do

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    há 27 minutos, JRJordao disse:

    Na tabela dos ctpc, tens o mesmo valor de impostos para os dois primeiros anos, embora estejas a assumir taxas de juro bruto diferentes. Não faz sentido. O prémio por crescimento do pib é adicionado à taxa bruta, sendo depois retidos os (atuais) 28% do imposto. E estás a assumir os "40% do crescimento médio real do PIB" tal como descrito nas condições?

    Na tabela dos ca-e, comparei os valores dos juros brutos com os das minhas contas e bateram certo. Estamos ambos certos, ou ambos errados. ;)

    Update: No geral, os valores dos impostos estão estranhos. Não usaste 28% dos juros brutos?

    Investimento-tesouro-aforro-3.jpg

    Tens razão, foi erro meu. Sim, fiz os 40% das previsões de 0,7 e 3,1 ( que arredondei para 3 porque é o máximo que permitem). 831,38€ de colocar 9000€, que miséria.... 

    Por lapso simulei para 5000€ e outro para 9000€. Atualizando, simulei os dois para 9000€.

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    JRJordao
    há 3 minutos, tico_ocit disse:

    Investimento-tesouro-aforro-3.jpg

    Tens razão, foi erro meu. Sim, fiz os 40% das previsões de 0,7 e 3,1 ( que arredondei para 3 porque é o máximo que permitem). 831,38€ de colocar 9000€, que miséria.... 

    Por lapso simulei para 5000€ e outro para 9000€. Atualizando, simulei os dois para 9000€.

    Continuo sem perceber os teus cálculos.

    Por exemplo, no primeiro trimestre dos ca-e. 9000€ x 0,102% = 9,17€. O imposto deveria ser 9,17€ x 28% = 2,57€. E o capital 9000€ + 9,17€ - 2,57€ = 9006,6€.

    Sugestão: se o teu objetivo é comparar os dois produtos, usa os valores brutos e esquece o imposto retido. Até porque ao longo dos anos a taxa poderá mudar.

    • Obrigado 1
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    rui_marreiros
    há 22 minutos, JRJordao disse:

    Vou "meter o bedelho" só para comentar que os 28% de retenção na fonte

    Sim, mas era só um exemplo de teres uma atitude passiva, como alguém chamou de investidor cordeiro, escolher um ETF do indice S&P500 e com ele realizar um acréscimo à sua reforma, o que é feito muitas vezes com os certificados de aforro. 

    Depois como tu muito bem dizes, pode começar a levantar aos pouco e fazer englobamento no IRS.

     

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, rui_marreiros disse:

    Eu sou disse que se tivesse um etf de indice como o s&p 500 acc e se colocar 150 euros chegaria aos 500k ao fim de 30 anos. É claro que se tiveres inflação, não podes colocar os 150 euros, será 150+ inflação. Se no final de cada ano, adicionares 10 euros+ inflação, supostamente os teu rendimentos ao longo do tempo vão crescendo,  podes atingir no final de 30 anos os 800k, depois devolves os 28% e ficas com 500k.

    Volto a perguntar, esses 10% ao ano é com base em que histórico?

    É porque se for com base no histórico dos últimos 40 anos, temos de corrigir face à inflação desses anos. Caso contrário, alguém pensa mesmo que o SP500 vai ter um retorno de 10% ao ano em 30 anos após inflação?

    Se calhar mais vale diminuir para uns 5/6%, para as expectativas futuras não saírem defraudadas.

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    rui_marreiros
    há 12 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Se calhar mais vale diminuir para uns 5/6%, para as expectativas futuras não saírem defraudadas.

    Mas é claro sem inflação. Mas se tu todos os anos acrescentares ao teu investimento, aos 150 euros, a inflação tens um cancelamento.  Se a inflação estimada for de 10%, em vez dos 150 colocas 165 euros, e assim sucessivamente. Também convém todos os anos, fazer um reforço, como recebes 14 meses, colocar 300+ inflação. As previsões da inflação saem no orçamento de estado é só acompanhar.

    O importante é perceber que com uma pequena quantia podemos alcançar um bom pé de meia. 

    Para alguém que acompanhe a bolsa pela televisão, também quando ouvir falar de uma queda, pode ser a altura ideal para fazer o tal reforço dos 300+ inflação.

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    há 1 hora, JRJordao disse:

    Continuo sem perceber os teus cálculos.

    Por exemplo, no primeiro trimestre dos ca-e. 9000€ x 0,102% = 9,17€. O imposto deveria ser 9,17€ x 28% = 2,57€. E o capital 9000€ + 9,17€ - 2,57€ = 9006,6€.

    Sugestão: se o teu objetivo é comparar os dois produtos, usa os valores brutos e esquece o imposto retido. Até porque ao longo dos anos a taxa poderá mudar.

    Mas eu para chegar aos 0,102% já utilizei os 72%. Fiz Juro Anuais: E3+1%=-0,434%+1%. Depois para os juros líquidos: (Juros Anuais/4)*0.72=0,102%.

    Onde realmente tenho mal é a partir do 2º período! Desce a euribor e sobe os juros não podia ser!!!! Obrigado!!!

    há 55 minutos, rui_marreiros disse:

    Mas é claro sem inflação. Mas se tu todos os anos acrescentares ao teu investimento, aos 150 euros, a inflação tens um cancelamento.  Se a inflação estimada for de 10%, em vez dos 150 colocas 165 euros, e assim sucessivamente. Também convém todos os anos, fazer um reforço, como recebes 14 meses, colocar 300+ inflação. As previsões da inflação saem no orçamento de estado é só acompanhar.

    O importante é perceber que com uma pequena quantia podemos alcançar um bom pé de meia. 

    Para alguém que acompanhe a bolsa pela televisão, também quando ouvir falar de uma queda, pode ser a altura ideal para fazer o tal reforço dos 300+ inflação.

    Ouvi/Li muito o Tony Robbins (vale o que vale) falar sobre apostar nos índices a longo prazo, sistematicamente. Falou realmente do S&P500.

    Neste momento estou desempregado, mas estou a ponderar num pequeno investimento desses. Começar com 100/200€ e ir colocando 20/30€. Não dará muito, mas no começo será o possível. Parece ridículo?

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    rui_marreiros
    há 1 hora, tico_ocit disse:

    Começar com 100/200€ e ir colocando 20/30€. Não dará muito, mas no começo será o possível. Parece ridículo?

    Olha ridículo é não poupar. Aprendes a ser disciplinado e começas a explorar este mundo de etf, mutual funds, acções. 

    Tem aqui no forum a parte dos etf e dos fundos, lê qualquer coisa. 

    De uma maneira simples podes ver o Vanguard 500, VUSA, existe na Degiro e gratis a subscrição.

    https://www.morningstar.co.uk/uk/etf/snapshot/snapshot.aspx?id=0P0000WAHG

    mas nunca te esqueças que o risco existente numa coisa destas é bem maior do que nos certificados, mas os ganhos também são superiores a longo prazo. Investir nestes produtos não é a pensar para amanhã mas para prazos superiores a 5  anos. O dinheiro que vais por de parte é dinheiro que não precisas para agora e não fazes intenção de utilizar nos próximos anos. Também deves contar e não entrar em pânico se num mês esse valor reduzir em mais de 30%, em vez de levantar é a altura de colocares lá mais dinheiro, aquele que só pensavas por lá para o final do ano. Quando a bolsa recuperar este último dinheiro investido teve um ganho de quase  50%. A bolsa recupera sempre, porque ela traduz a ambição do homem pelo dinheiro e lucro, é preciso é tempo, pode até demorar mais de dois anos.

    Boas leituras e estudo

     

    • Voto Positivo 1
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    JRJordao
    há 12 horas, tico_ocit disse:

    Neste momento estou desempregado, mas estou a ponderar num pequeno investimento desses. Começar com 100/200€ e ir colocando 20/30€. Não dará muito, mas no começo será o possível. Parece ridículo?

    Não é nada ridículo. Será uma experiência de aprendizagem que te poderá ser muito útil no futuro quando tiveres um capital superior e fores escolher produtos onde o investir.

    Falando em longo prazo, tens também os PPR com benefícios fiscais associados. E enquanto tiveres rendimentos de trabalho relativamente baixos (primeiros dois escalões do IRS), pode-te interessar englobar os juros de certificados, etc de forma a recuperar parte dos 28% retidos.

    Tem apenas o cuidado de conhecer os riscos associados a cada produto, de forma a não perderes (mesmo que temporáriamente) dinheiro que te faça falta para necessidades essenciais.

    Editado por JRJordao
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    A 05/06/2020 às 21:55, rui_marreiros disse:

    Olha ridículo é não poupar. Aprendes a ser disciplinado e começas a explorar este mundo de etf, mutual funds, acções. 

    Tem aqui no forum a parte dos etf e dos fundos, lê qualquer coisa. 

    De uma maneira simples podes ver o Vanguard 500, VUSA, existe na Degiro e gratis a subscrição.

    https://www.morningstar.co.uk/uk/etf/snapshot/snapshot.aspx?id=0P0000WAHG

    mas nunca te esqueças que o risco existente numa coisa destas é bem maior do que nos certificados, mas os ganhos também são superiores a longo prazo. Investir nestes produtos não é a pensar para amanhã mas para prazos superiores a 5  anos. O dinheiro que vais por de parte é dinheiro que não precisas para agora e não fazes intenção de utilizar nos próximos anos. Também deves contar e não entrar em pânico se num mês esse valor reduzir em mais de 30%, em vez de levantar é a altura de colocares lá mais dinheiro, aquele que só pensavas por lá para o final do ano. Quando a bolsa recuperar este último dinheiro investido teve um ganho de quase  50%. A bolsa recupera sempre, porque ela traduz a ambição do homem pelo dinheiro e lucro, é preciso é tempo, pode até demorar mais de dois anos.

    Boas leituras e estudo

     

    Pelo conhecimento que tenho (que é manifestamente pouco) estaria interessado em investir em índices, que se posicionam na bolsa passivamente. Por exemplo, não sabia que teria de adquiri posição numa ETF para poder entrar num índice, por exemplo S&P500. O que li foi que esses índices, apesar de grandes quedas, acabam sempre por recuperar e melhor que isso atingir máximos. Mas sobre isso irei ler melhor, mas era esse tipo de investimento, ter dinheiro a "trabalhar" nem que fosse 20/30 anos.

    Mas deixa-me contar-te algo, para perceberes a importância e o quanto disruptivo e difícil é para mim tomar este tipo de decisões nos meus pilares familiares. Se tens algum interesse literário sobre a excelência, um nível superior de desempenho ou até mesmo inteligência emocional irás perceber  claramente este "bond" que por vezes cria inércia ao nosso desenvolvimento.

    Embora tendo sido uma história que me vem sendo contada com pouco detalhe, um dos meus avôs ( que infelizmente não conheci), pai da minha mãe, supostamente mal influenciado, investiu quase todas as suas poupanças em ações, tendo resultado na perda de tudo. Obviamente este acontecimento cria raízes que seguem na geração e como tal,  como prevês, todo o tipo de investimento é visto como algo atormentador. Não obstante, o meu pai é reformado do setor bancário, que além de ter tido de vender muitos investimentos, ao longo da sua vida profissional assistiu à falência de muitas famílias. Imagina agora inércia intelectual que me assombra e como o tema "dinheiro" é difícil de digerir.

    No entanto, acredito, que é legítimo para os filhos, não desrespeitando a espectacular educação que tivemos, quebrar essa ligação, que a meu entender, me tornou uma pessoa que NUNCA arrisca e que por vezes fico parado no meu desenvolvimento pessoal e profissional por causa exactamente desse "bond".

    Respondendo directamente à questão, posso não conseguir neste momento por muito de parte todos os meses, 20/30 € + 100€ iniciais, mas o maior passo é começar o caminho, ou não?

     

    A 06/06/2020 às 09:16, JRJordao disse:

    Não é nada ridículo. Será uma experiência de aprendizagem que te poderá ser muito útil no futuro quando tiveres um capital superior e fores escolher produtos onde o investir.

    Falando em longo prazo, tens também os PPR com benefícios fiscais associados. E enquanto tiveres rendimentos de trabalho relativamente baixos (primeiros dois escalões do IRS), pode-te interessar englobar os juros de certificados, etc de forma a recuperar parte dos 28% retidos.

    Tem apenas o cuidado de conhecer os riscos associados a cada produto, de forma a não perderes (mesmo que temporáriamente) dinheiro que te faça falta para necessidades essenciais.

    Meu caro, obrigado pelo que me tens ajudado. Pelo que percebi das PPRs, os juros estão tão baixos que nem compensará, será? Este ano que passou, por acaso não valeria a pena porque situava-se nos 28,5%, este ano, como a situação é diferente, pode-me mesmo ajudar! Este tipo de informação é que deveria ser mais divulgada, porque eu não fazia a mínima ideia, mas talvez se recorresse a um contabilista, ele o saberia.

    Quanto ao Tesouro, como é à partida seguro, não me preocupo.

    O investimento em ETFs é dinheiro, que verei com desapego e "sem retorno", e depois logo se verá.

    Voltando à história que contei a acima, o meu pai diria mete todos os meses na PPR, dá pouco mas é seguro. Não te metas nos fundos! ;)

    Entretanto, vou visualizar o forum das ETFs.

    Btw, este artigo, parece-vos bem para conseguir investir nas ETFs?

    https://www.investirnabolsa.pt/como-investir-no-sp-500/

    Muito obrigado, pode ser que ter vindo a este forum tenha sido a melhor coisa que tenha feito!

    Editado por tico_ocit
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    JRJordao
    há 7 horas, tico_ocit disse:

    Pelo que percebi das PPRs, os juros estão tão baixos que nem compensará, será?

    O benefício fiscal é de 20% sobre o montante aplicado no PPR, limitado a 300€ a 400€ dependendo da tua idade. Se tiveres 40 anos e pretenderes resgatar o produto aos 60, equivale a (20% / 20 anos) 1% líquido ao ano, o mesmo que os certificados de tesouro sem prémio pib. Depois acresce a rentabilidade líquida do seguro ou fundo. Por exemplo, o seguro Lusitânia Poupança Reforma PPR deu 2,48% em 2019. Nos fundos, o Alves Ribeiro PPR tem tido os melhores resultados. Além disso, podes usar o montante investido para mais tarde pagar prestações de casa, bem como resgatar mais cedo se ficares desempregado de longa duração (esperemos que não!). Tens aqui vários artigos elucidativos sobre PPR em linguagem corrente: https://contaspoupanca.pt/search/s?s=ppr

    há 7 horas, tico_ocit disse:

    Este ano que passou, por acaso não valeria a pena porque situava-se nos 28,5%, este ano, como a situação é diferente, pode-me mesmo ajudar! Este tipo de informação é que deveria ser mais divulgada, porque eu não fazia a mínima ideia, mas talvez se recorresse a um contabilista, ele o saberia.

    Mesmo no escalão 3 do IRS pode ainda valer a pena englobar rendimentos de capital. Nesse escalão não pagas realmente 28,5% sobre a totalidade dos rendimentos. Isto porque aos rendimentos brutos é subtraída a dedução específica (4101€) e a parcela a abater (1191,24€). Sobre esse resultado são calculados os 28,5% e a esse valor são ainda subtraídas as despesas (gerais, educação, saúde, PPR, etc). O que sobra é então finalmente o montante do imposto.

    Nem sempre os contabilistas alertam para esta possibilidade. Nada substitui o conhecimento próprio, é a minha opinião.

    Editado por JRJordao
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    rui_marreiros
    há 11 horas, tico_ocit disse:

    Meu caro, obrigado pelo que me tens ajudado. Pelo que percebi das PPRs, os juros estão tão baixos que nem compensará, será?

    Existem PPR de acções, basicamente são uma mistura de obrigações e acções. As acções nesses PPR são em geral ETFs. O risco é mais reduzido (risco 3) que os ETFs (risco 4) mas têm mais retorno que os PPR normais(risco 2). Existem dois PPR muitos famosos pelos seus retornos, um no Banco Best e outro no Banco Invest - já agora estes PPRs são na realidade fundos de investimento.

    Os ETFs é um bom começo e vais ver que é um mundo, funcionam como acções, mas com menos riscos. Um ETF por dia dificilmente perde mais do que 5%, agora uma acção pode perder 80%, mas depois também tens o inverso, em que um ETFs não sobe mais do que 5% e uma acção pode subir mais de 200%. Em geral os ETFs têm oscilações diárias até 1% e depois verificas que no final daquele mês ele subiu 1%.

    Depois de teres o ETF do S&P 500 começa a ver os outros, temáticos, e a sua composição. Irás ver que nenhum deles está mais do que 8% exposto a uma acção. Os ETFs são o bom caminho para depois investigares os fundos que muitas vezes têm composições semelhantes mas com mais risco a um conjunto de acções e por isso, em alguns casos, maior rentabilidade.

    • Obrigado 1
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    rui_marreiros
    há 11 horas, tico_ocit disse:

    Btw, este artigo, parece-vos bem para conseguir investir nas ETFs?

    Olha para iniciar tudo bem, mas se tu abrires o ETF vais ver a composição como refere o artigo, vê este ETF

    https://www.blackrock.com/pt/products/253743/ishares-sp-500-b-ucits-etf-acc-fund

    podes depois usar e comparar com outros.

    Explora um ETF global e da area da tecnologia, uma carteira conservadora e de  risco controlado deveria ter os dois.

    https://www.investidorinternacional.com/os-melhores-etfs-de-tecnologia/

     

    Bom estudo

     

    • Obrigado 1
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    A 08/06/2020 às 14:25, JRJordao disse:

    O benefício fiscal é de 20% sobre o montante aplicado no PPR, limitado a 300€ a 400€ dependendo da tua idade. Se tiveres 40 anos e pretenderes resgatar o produto aos 60, equivale a (20% / 20 anos) 1% líquido ao ano, o mesmo que os certificados de tesouro sem prémio pib. Depois acresce a rentabilidade líquida do seguro ou fundo. Por exemplo, o seguro Lusitânia Poupança Reforma PPR deu 2,48% em 2019. Nos fundos, o Alves Ribeiro PPR tem tido os melhores resultados. Além disso, podes usar o montante investido para mais tarde pagar prestações de casa, bem como resgatar mais cedo se ficares desempregado de longa duração (esperemos que não!). Tens aqui vários artigos elucidativos sobre PPR em linguagem corrente: https://contaspoupanca.pt/search/s?s=ppr

    Mesmo no escalão 3 do IRS pode ainda valer a pena englobar rendimentos de capital. Nesse escalão não pagas realmente 28,5% sobre a totalidade dos rendimentos. Isto porque aos rendimentos brutos é subtraída a dedução específica (4101€) e a parcela a abater (1191,24€). Sobre esse resultado são calculados os 28,5% e a esse valor são ainda subtraídas as despesas (gerais, educação, saúde, PPR, etc). O que sobra é então finalmente o montante do imposto.

    Nem sempre os contabilistas alertam para esta possibilidade. Nada substitui o conhecimento próprio, é a minha opinião.

    Concordo plenamente com os contabilistas não alertarem, no entanto, por exemplo o conhecimento próprio que tens vai muito além do que maioria das pessoas. Não fazia realmente ideia dessa situação do IRS, no entanto, PPR com fundos prefiro se calhar ir para as ETFs. Não são praticamente o mesmo?

    Tenho que deixar uma palavra, primeiro elogiar o vosso conhecimento da matéria, extendo ao @rui_marreiros, segundo elogiar a forma como ajudam e explicam, de forma muito elucidativa, sem principalmente não julgando, mas sim com prazer que o próximo cresça em conhecimento.

     

    há 18 horas, rui_marreiros disse:

    Existem PPR de acções, basicamente são uma mistura de obrigações e acções. As acções nesses PPR são em geral ETFs. O risco é mais reduzido (risco 3) que os ETFs (risco 4) mas têm mais retorno que os PPR normais(risco 2). Existem dois PPR muitos famosos pelos seus retornos, um no Banco Best e outro no Banco Invest - já agora estes PPRs são na realidade fundos de investimento.

    Os ETFs é um bom começo e vais ver que é um mundo, funcionam como acções, mas com menos riscos. Um ETF por dia dificilmente perde mais do que 5%, agora uma acção pode perder 80%, mas depois também tens o inverso, em que um ETFs não sobe mais do que 5% e uma acção pode subir mais de 200%. Em geral os ETFs têm oscilações diárias até 1% e depois verificas que no final daquele mês ele subiu 1%.

    Depois de teres o ETF do S&P 500 começa a ver os outros, temáticos, e a sua composição. Irás ver que nenhum deles está mais do que 8% exposto a uma acção. Os ETFs são o bom caminho para depois investigares os fundos que muitas vezes têm composições semelhantes mas com mais risco a um conjunto de acções e por isso, em alguns casos, maior rentabilidade.

    OK, estás-me a responder à minha dúvida em cima. Ainda assim não consigo estar tão seguro nas PPR, não sei, os fundos não parece credíveis. Mas isto é uma sensação, um feeling nada mais. Neste momento, tenho 80% do meu capital de emergência aplicado em Tesouro e os 20% restantes, de lado para algo muito urgente.

    A começar do 0 a construir os ETF parecem-me o meu caminho. Aliás o que neste momento estou a tentar fazer é criar é uma estratégia.

    há 17 horas, rui_marreiros disse:

    Olha para iniciar tudo bem, mas se tu abrires o ETF vais ver a composição como refere o artigo, vê este ETF

    https://www.blackrock.com/pt/products/253743/ishares-sp-500-b-ucits-etf-acc-fund

    podes depois usar e comparar com outros.

    Explora um ETF global e da area da tecnologia, uma carteira conservadora e de  risco controlado deveria ter os dois.

    https://www.investidorinternacional.com/os-melhores-etfs-de-tecnologia/

     

    Bom estudo

     

    Mas aí então aquele dinheiro mensal, os 30€ por exemplo, distribuís pelos ETF que subsreves?

    Vou ler e "apalpar" terreno primeiro! :)

    Uma vez mais, o meu muito obrigado!

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    rui_marreiros
    há 49 minutos, tico_ocit disse:

    Mas aí então aquele dinheiro mensal, os 30€ por exemplo, distribuís pelos ETF que subsreves?

    O ETF é como uma acção, podes num mês comprar um e no mês seguinte compravas o outro.

    O ETF que segue o indice seria para teres um rendimento igual a todos(equivalente a um PPR mais conservador em acções) e o da tecnologia para teres mais qualquer coisinha.(PPR com maior risco mas um maior ganho futuro, este seria aquele que nunca irias mexer e só o farias aos 65 anos e se a bolsa estiver em alta)

    Logo que começares a trabalhar começa a colocar mais qualquer coisa neles (150 euros mensais é o ideal ou 15% do que tu tiveres de ordenado). Se tens 20 anos e todos os anos actualizares o valor com a inflação aos 65 terás quase um milhão. Se quiseres poderás a partir dos 55 anos deixar de trabalhar.

     

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    há 20 horas, tico_ocit disse:

    Concordo plenamente com os contabilistas não alertarem, no entanto, por exemplo o conhecimento próprio que tens vai muito além do que maioria das pessoas. Não fazia realmente ideia dessa situação do IRS, no entanto, PPR com fundos prefiro se calhar ir para as ETFs. Não são praticamente o mesmo?

    O conhecimento vem do interesse, pesquisa e experiência.

    Quanto aos fundos vs ETFs, não são produtos em que invista logo não posso aconselhar. Mas as ETFs não te dão o benefício fiscal.

    Acho que vale sempre a pena investir num PPR seguro o máximo para o benefício fiscal (1500€ a 2000€ por ano, dependendo da idade), desde que não se conte vir a precisar desse capital e que os rendimentos e despesas permitam obter esse benefício (é uma questão de simular). E depois aplicar o resto no(s) tipo(s) de investimento que se preferir.

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    P2P Money Maker
    há 14 minutos, JRJordao disse:

    Obrigado, é mesmo relevante.

    Na verdade diria ser provavel que os instrumentos de poupança do Estado venham a aumentar as suas taxas. Não necessariamente nesta fase mas com 140% de dívida a obtenção de capital vai tornar-se mais cara. Aguardemos

     

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    há 16 minutos, P2P Money Maker disse:

    Na verdade diria ser provavel que os instrumentos de poupança do Estado venham a aumentar as suas taxas. Não necessariamente nesta fase mas com 140% de dívida a obtenção de capital vai tornar-se mais cara. Aguardemos

    Fizeste-me lembrar os 7,10% a 10 anos dos Certificados do Tesouro originais (2011/2012).

    https://www.igcp.pt/fotos/editor2/2012/CT_Taxa_de_Juro_Historico/08_GA_Taxa_Juro_Anual_CT_Net.pdf

    ^_^

    Editado por JRJordao
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    P2P Money Maker
    há 30 minutos, JRJordao disse:

    Fizeste-me lembrar os 7,10% a 10 anos dos Certificados do Tesouro originais (2011/2012).

    https://www.igcp.pt/fotos/editor2/2012/CT_Taxa_de_Juro_Historico/08_GA_Taxa_Juro_Anual_CT_Net.pdf

    ^_^

    We will get there. Como todos os ciclos, a impressão de dinheiro e quantitative easing não vao durar para sempre.

    A unica coisa que perdura é (em grosso modo) a % da dívida em função do PIB...

    Editado por P2P Money Maker
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    @CDCD Já aqui se tinham feito cálculos semelhantes ^_^

    A 04/06/2020 às 15:39, JRJordao disse:

    Assumindo o crescimento do pib <= 0, os ctpc dão 1,39% médios (brutos) durante os 7 anos.

    Após corrigir um erro na contabilização do prémio de permanência, dá-me os ca-e igualmente ou mais rentáveis a 7 anos com e3 >= -0,24%. Investindo os 10 anos, consegue-se um rendimento médio >= 1,39% com e3 >= -0,40%.

    O simples facto dos CTPC terem um prémio >=0, enquanto a taxa dos CA se baseia num valor que pode ser (e tem sido) negativo ou seja no limite a taxa final pode ser 0, não me deixa grandes dúvidas sobre que produto prefiro.

    Editado por JRJordao
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    A 09/06/2020 às 20:20, rui_marreiros disse:

    O ETF é como uma acção, podes num mês comprar um e no mês seguinte compravas o outro.

    O ETF que segue o indice seria para teres um rendimento igual a todos(equivalente a um PPR mais conservador em acções) e o da tecnologia para teres mais qualquer coisinha.(PPR com maior risco mas um maior ganho futuro, este seria aquele que nunca irias mexer e só o farias aos 65 anos e se a bolsa estiver em alta)

    Logo que começares a trabalhar começa a colocar mais qualquer coisa neles (150 euros mensais é o ideal ou 15% do que tu tiveres de ordenado). Se tens 20 anos e todos os anos actualizares o valor com a inflação aos 65 terás quase um milhão. Se quiseres poderás a partir dos 55 anos deixar de trabalhar.

     

    Um índice na tecnologia seria qual, por exemplo? :)

    Sim conto, que não tarde muito a voltar ao ativo, se consigo 150€ duvido muito, se consigo 15%, isso consigo.

    A 10/06/2020 às 16:05, JRJordao disse:

    O conhecimento vem do interesse, pesquisa e experiência.

    Quanto aos fundos vs ETFs, não são produtos em que invista logo não posso aconselhar. Mas as ETFs não te dão o benefício fiscal.

    Acho que vale sempre a pena investir num PPR seguro o máximo para o benefício fiscal (1500€ a 2000€ por ano, dependendo da idade), desde que não se conte vir a precisar desse capital e que os rendimentos e despesas permitam obter esse benefício (é uma questão de simular). E depois aplicar o resto no(s) tipo(s) de investimento que se preferir.

    É verdade que o interesse é fundamental, por isso é que cá estou. A experiência, é mais ou menos pautada, dependendo da pessoa. Como expliquei em cima, existem alguns fantasmas que me assombram quando o tema é "dinheiro".

    Eu por exemplo tive a ver uma PPR Segura, que pelo que percebi nem é capital garantido, isso faz sentido?

    há 11 minutos, JRJordao disse:

    @CDCD Já aqui se tinham feito cálculos semelhantes ^_^

    O simples facto dos CTPC terem um prémio >=0, enquanto a taxa dos CA se baseia num valor que pode ser (e tem sido) negativo ou seja no limite a taxa final pode ser 0, não me deixa grandes dúvidas sobre que produto prefiro.

    Penso que fiz a escolha certa ao apostar no tesouro.

    Btw, se me registar no AforroNet consigo ter acesso a esses investimentos virtualmente?

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    há 12 minutos, JRJordao disse:

    @CDCD Já aqui se tinham feito cálculos semelhantes ^_^

    O simples facto dos CTPC terem um prémio >=0, enquanto a taxa dos CA se baseia num valor que pode ser (e tem sido) negativo ou seja no limite a taxa final pode ser 0, não me deixa grandes dúvidas sobre que produto prefiro.

    Sim, eu já tinha feito as contas antes - na verdade eu tenho um simulador para isto. Aqui pus em formato gráfico que permite fazer a comparação visual.

    São instrumentos diferentes, ambos com vantagens e desvantagens. Os ca-e são uma boa escolha para fundo de emergência, por exemplo. Os rendimentos dos ctpcs são sempre ligeiramente maiores na maturidade completa em cenários realistas a curto/médio prazo.

    há 7 minutos, tico_ocit disse:

    Btw, se me registar no AforroNet consigo ter acesso a esses investimentos virtualmente?

    Sim. Embora umas quantas operações só se possam fazer ao balcão, o acesso a extractos ou novas subscrições, por exemplo, podem ser feitos online.

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    @rui_marreiros Estive a simular, por exemplo uma transação na Degiro para um índice nos EUA, para 20€ cobram-me logo 10%, mas para por exemplo 60€ também já só cobram 3%. Praticamente cobram sempre 2€, no entanto para 20€ é dose 10%. Faz sentido, acumular "prestações" e investir de 3 em 3 meses, por exemplo?

    Ou seja:

    1- 20€ x 12 prestações = 240€ - Comissão total: 27,58€.

    1 - 60 x 4 prestações = 240 € - Comissão total: 11,58€.

     

    P.S. Devo passar este assunto para o tópico das ETFs?

     

    EDIT: Editado o nome da correctora.

    Acrescento que posso sempre procurar por ETFs que não tem comissão da Degiro, faz sentido?

    Editado por tico_ocit
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