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    • Greedy
      Li no ano passado, mas a versão inglesa ( Millionaire Next Door ) e realmente é isso, quem tem um estilo de vida mais comedido e sabe poupar / investir faz crescer o nest egg em relativamente pouco tempo e pode acumular uma riqueza engraçada. O grande problema é o Lifestyle e a cortina que mascara determinados lifestyles .... há muita gente que aparenta ser "rico" mas são alimentados a crédito / cartões de crédito ( EUA ) ... o mesmo se passa no mundo dos negócios / empresas .. basta ver que a ALTICE é dos conglomerados mais endividados a par da FOSUN ... as suas aquisições e fusões não são fruto de capitais próprios mas sim de dinheiro emprestado ... Ou seja, viver com o dinheiro dos outros sem receio de penúria, assim qualquer um de nós faria vida de Lord ( vide Sócrates ) ..  Saber poupar, saber discernir entre despesas supérfluas e necessárias, saber investir, saber minimizar a tributação / Impostos sobre os rendimentos de forma legal tudo isso é meio caminho andado para a "acumulação" de riqueza .. Há malta que anda de Mercedes, que gasta não sei quantos K€ por mês em "luxos" e afins .. mas depois ao analisarmos detalhadamente essas pessoas percebe-se que o Mercedes é da empresa para o qual trabalha ( conta de outrém na maioria das vezes ), que o dinheiro que gasta por mês é do cartão de crédito da empresa .. e que a casa secundária que adquiriu numa zona porreira ainda vai no 5º ano de 35 anos onde o Spread foi aligeirado por ser um Director ou cargo equivalente ... Basta essa pessoa ser despedida numa restruturação que essa vida diária dá uma volta de 180º ... perde logo o carro .... a casinha secundária tem que a meter na REMAX / ERA à venda pois já não pode sustentar a prestação mensal .... e já não vai ter plafond de K€ / mês para "luxos" ...
    • parm
      Eu costumo dizer: O importante não é o que se ganha. É o que se gasta. O meu pai, tem uma frase mais curiosa: Se tiveres uma galinha a rapar (juntar milho) e outra a espalhar, a 2ª espalha mais do que a 1ª consegue rapar. Espero conseguir passar estas mensagens às minhas filhas.
    • 5coroas
      Não é bem assim; para fazer uma ideia de como os autenticos milionários (não os que aparentam ser ricos - mas que estão cheios de dividas, mas sim os que são mesmo ricos) vivem leia este livro e ficará surpreendido: Evidentemente os Ronaldos já estão noutro nível e quanto a mim o estilo de vida que estes levam é algo execpcional e não representa o modo de vida habitual aos milionários comuns.   Um resumo das conclusões do livro: Ele não age como milionário, não viaja como milionário, nem ostenta como milionário. Mas ele é. Veja aqui quem é e como vive o verdadeiro ricaço americano Por Laura Somoggi Imagine que você está cara a cara com um milionário americano de verdade. Não é só isso. Você pode perguntar a ele tudo o que gostaria de saber sobre o seu estilo de vida. Pergunte, por exemplo, quanto ele pagou pelo carro último tipo que comprou este ano... Quanto desembolsa no seu terno Armani ou no seu Rolex... Que posição ocupa na poderosa multinacional em que trabalha... Qual é o seu espetacular rendimento anual... Quantas vezes por ano vai a Gstaad (nos Alpes suíços), a Cap d'Antibes ou à sua vila na Toscana... Quantos pés tem o seu iate... Quanto vale a sua mansão... Prepare-se, agora, para as respostas: ! Ele não troca de carro há pelo menos quatro anos. A última vez que fez isso, desembolsou 24 800 dólares e comprou uma caminhonete Ford. ! O seu terno não é Armani nem de nenhuma grife conhecida. Não custou mais do que 400 dólares. ! Nada de gastar 2 000 dólares - ou mais - num Rolex, num Cartier ou em alguma outra preciosidade. O relógio do milionário americano de verdade não custa mais do que 235 dólares. ! Ele é, tipicamente, um pequeno empreendedor. Pode ser o dono de uma lanchonete, de uma frota de ambulâncias ou de um serviço de dedetização, um negociante de moedas e selos, um dono de estacionamento para camping... ! Sua renda familiar anual é de 247 000 dólares, em média. Está bem longe de milhões por ano. ! Ele mora na mesma casa há cerca de 20 anos. Ela fica num bairro de classe média e vale, em média, 320 000 dólares. Nada a ver com o que você pensava, não é mesmo? Bem-vindo, então, ao mundo real: os verdadeiros milionários americanos (e, pensando bem, provavelmente os brasileiros) não se parecem nada, absolutamente nada, com quem nós vemos como milionários. Eles não se vestem como milionários, não viajam como milionários, não agem como milionários. Eles não têm charme, não ostentam riqueza, não gastam fortunas. Eles não freqüentam resorts exclusivos no exterior, não viajam de primeira classe, não se movimentam regularmente de helicóptero. Haverá, é óbvio, muita gente rica cujas vidas correspondem perfeitamente ao modelo que temos na cabeça - astros do entretenimento, barões da indústria ou finanças, executivos turbinados das megacorporações internacionais. Mas trata-se, apenas, de uma pequena minoria, altamente visível e estatisticamente irrelevante. A imensa maioria, na média, se encaixa no desenho apresentado anteriormente - e que resultou de uma formidável pesquisa realizada, durante 20 anos, com 11 000 milionários de carne e osso que vivem nos Estados Unidos, pelos americanos Thomas Stanley e William Danko. As conclusões aparecem em seu livro The Millionaire Next Door - The Surprising Secrets of America's Wealthy (algo como "O Milionário Mora ao Lado - Os Surpreendentes Segredos dos Americanos Ricos"), que está no topo das listas dos mais vendidos nos Estados Unidos há meses. Stanley e Danko são especialistas em marketing e estudam os chamados afluentes desde 1973. E, tanto quanto qualquer pessoa, também eles se surpreenderam ao perceber quem são e como vivem, na realidade, os afortunados americanos.   Uma de suas primeiras constatações: riqueza não é o mesmo que alta renda. Se você ganha bem a cada ano e gasta tudo, você não está enriquecendo. Riqueza é o que você acumula, não o que você gasta. E, para acumular, há necessidade de muita disciplina e determinação. Os ricos, revela a pesquisa, são poupadores e investidores compulsivos. Não são herdeiros: 80% dos milionários americanos fizeram a sua fortuna sozinhos, numa única geração. Tanta eficiência na arte de acumular riqueza tem origem num estilo de vida muito característico (veja quadro na página 96). Ser milionário não tem nada a ver, igualmente, com gastar fábulas para viver bem. Significa, em vez disso, poder parar de trabalhar amanhã e, sem ganhar mais nada, manter seu estilo de vida atual por anos e anos. É ter dinheiro para pagar a escola e a universidade dos filhos. Não é viajar três vezes ao ano para o exterior de primeira classe. Entende a diferença? O livro, em suma, mostra que os ricos americanos têm valores diferentes do que nós sempre acreditamos que eles tivessem. Os autores definem riqueza de uma forma diferente da maioria dos dicionários. Muitas pessoas que parecem ser ricas, por seu nível de consumo, estilo de vida e rendimentos altos, não têm reserva financeira nenhuma - e, portanto, não podem ser realmente consideradas ricas, sustentam Stanley e Danko. Os milionários descritos no livro, ao contrário, sentem muito mais prazer em ter uma poupança substancial que lhes garanta independência e tranqüilidade financeira do que um padrão de vida cinematográfico, em termos de moradia, carro, ou posse de bens caros. Padrão que existe hoje, mas talvez não exista amanhã, pois pode ser súbita e drasticamente reduzido a qualquer queda nos altos rendimentos que exige para ser mantido. Muito bem, mas de quanto dinheiro, exatamente, estamos falando aqui? Afinal de contas, quem é considerado milionário para os autores do livro? Muito simples. Milionário é quem tem um patrimônio líquido de 1 milhão de dólares, ou mais. Com base nessa definição, somente 3,5% dos americanos podem ser considerados milionários. E, desses, 95% têm patrimônio líquido entre 1 milhão e 10 milhões de dólares - ou seja, gente que tem mais que isso é a minoria da minoria. O passo seguinte é qualificar melhor a definição dada acima. Sim, porque todo mundo precisa ter no mínimo 1 milhão de dólares para ser considerado milionário, mas nem todo mundo que tem 1 milhão de dólares pode ser considerado um milionário. Está confuso? Calma. Segundo Stanley e Danko, o que define mais precisamente se uma pessoa é milionária é o tamanho do seu patrimônio líquido de acordo com sua renda e sua idade atuais. Outra maneira, talvez mais correta, de olhar para essa observação, é considerá-la não tanto como uma definição de quem é ou não é um milionário, e sim como uma definição de quem é ou não um bom construtor de riqueza. Entende-se por patrimônio líquido o total acumulado de todas as suas propriedades, poupança ou investimentos, menos as suas dívidas (veja como calcular seu patrimônio líquido na reportagem da página 100). Quanto maior for a sua renda, maior deve ser o seu patrimônio líquido; idem, com batatas, quanto maior for a sua idade, pois você está há mais tempo ganhando dinheiro. Parece óbvio? É óbvio. Só que nem sempre isso acontece. É comum que pessoas de alta renda tenham um estilo de vida tão caro que só conseguem poupar muito pouco, ou nada - e seu patrimônio, em conseqüência disso, está muito aquém do que deveria estar, levando-se em conta o dinheiro todo que estão ganhando. Da mesma forma, uma pessoa mais jovem e com um patrimônio inferior ao de uma pessoa mais velha pode, dependendo de quanto ganha e do que já acumulou, ser potencialmente mais rica que ela - pois terá mais tempo disponível para ganhar.   Compare e conclua qual dos dois personagens abaixo está melhor de vida: 1. Charles Bobbins tem 41 anos. Ele é bombeiro e sua esposa é secretária. Sua renda anual é de 55 000 dólares. Seu patrimônio líquido, segundo os autores, deveria ser de 225 500 dólares (veja quadro na página 94). Eles têm um patrimônio maior do que esse, conseguem poupar e investir todo ano. Bobbins poderia sustentar sua família por dez anos se parasse de trabalhar hoje. 2. John Ashton tem 56 anos e uma renda anual de 560 000 dólares, dez vezes mais que Bobbins. Seu patrimônio líquido é de 1,1 milhão de dólares. Mas, pela fórmula desenvolvida pelos autores, levando em consideração a idade e a renda, o patrimônio líquido de Ashton já deveria ser de 3 milhões de dólares. Com seu estilo de vida caro, ele acumulou pouco em relação ao que ganha, e hoje não conseguiria sustentar sua família por mais de três anos se parasse de trabalhar. Conclusão: Charles Bobbins tem uma situação financeira mais sólida do que John Ashton, e é mais independente do que ele. Esse exemplo reforça a tese dos autores de que ser milionário envolve uma filosofia de vida - só quem adota um estilo frugal nos seus hábitos pode ser candidato a se tornar alguém verdadeiramente rico algum dia. Em outras palavras, se o seu objetivo é se tornar independente do ponto de vista financeiro, há chances reais de você conseguir; mas, se a sua motivação é ganhar mais para gastar mais, você nunca vai chegar lá. Essa frugalidade surpreendeu Stanley e Danko enquanto realizavam a pesquisa. Os autores, em certo momento do seu trabalho, organizaram uma reunião para entrevistar dez chefes de família com patrimônio de 10 milhões de dólares ou mais. Queriam saber, basicamente, quais eram suas necessidades. Para deixar o grupo à vontade, alugaram uma cobertura em Manhattan e contrataram dois chefs de cozinha que serviram quatro tipos de patês e três de caviar. Para acompanhar, sugeriram vinhos Bordeaux de 1970 e Cabernet Sauvignon de 1973. O primeiro milionário, um grande proprietário de imóveis comerciais em Nova York, chegou. Quando lhe ofereceram o Bordeaux, olhou a garrafa com cara de interrogação e confessou só tomar scotch e dois tipos de cerveja. Nenhum dos milionários presentes tocou no caviar nem tomou um gole sequer de vinho. Eles apenas comeram as torradinhas. Os autores aprenderam a lição: depois desse episódio, todas as outras entrevistas foram regadas a refrigerantes e sanduíches. Como mostra o começo do texto, os milionários gastam bem menos do que nós imaginamos quando fazem as suas compras. Naturalmente, há pessoas capazes de gastar 64 100 dólares em 110 pares de sapato, em apenas duas horas. Don King, que foi empresário do pugilista Mike Tyson por dez anos, foi o autor dessa façanha numa tarde em Atlanta. O par mais caro custou 850 dólares. Você acredita que muitos milionários vivem fazendo esse tipo de coisa? Pois não fazem. Na verdade, menos de 1% dos americanos pesquisados já gastou 650 dólares ou mais num par de sapatos. A realidade está no extremo oposto. A maioria dos ricos americanos costuma guardar todos os cupons de desconto que vêm nos jornais. Fazem regularmente um orçamento doméstico e controlam suas despesas. Planejam com cuidado as decisões financeiras. Dedicam tempo a gerir seu dinheiro. E, o que faz toda a diferença, têm disciplina. Uma pessoa que tem dificuldade para acumular riqueza, revelam Stanley e Danko, gasta três vezes mais tempo por mês fazendo exercícios físicos do que organizando suas estratégias de investimento. Inversamente, dois terços dos milionários americanos pesquisados sabem exatamente quanto gastam com comida em casa, com roupas, com presentes, com carro, com educação. Eles têm objetivos de curto, médio e longo prazos bem definidos. Isso quer dizer: por dia, por semana, por mês, por ano e por toda a vida. Os milionários de verdade, em suma, sabem onde querem chegar.
    • JRJordao
      Exato, por isso é que entre pessoas que ganham o mesmo, a autonomia financeira para uns é possível e para outros uma miragem. Tão importante como quanto se ganha é quanto se gasta.
    • pauloagsantos
      a retenção é obrigatória para quem ganha mais que 10.000€ por ano. pelo que se ganha mais que esse valor, terá que continuar a fazer, se ganhar menos não tem que fazer.
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