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    • JRJordao
      @IceMan1910 Já paguei o Black com diversos pagamentos, uns com cartão de crédito outros com dinheiro. Foi após sair o extrato, pois trato sempre dos pagamentos do mês a partir do dia 20. No site mencionam claramente  
    • IceMan1910
      Pessoal que tem cartões da Cetelem (sem ser universo), por exemplo IKEA, Black, etc.. O cartão também funciona em modo de conta corrente? Ou seja eu com o Cofidis consigo ir fazendo os carregamentos de ATM que bem me apetecer... e vou carregando o saldo ou descarregando conforme utilizações. Posso fazer em teoria 10 carregamentos de ATM diferentes de 10 cartões diferentes que eles vão todos somar ao saldo. No caso dos da Cetelem funcionam da mesma maneira? Ou seja, se quiser posso pagar 1000 euros de saldo em divida no mês de dois cartões diferentes pagando 500€ de cada? No cartão IKEA da cetelem custumam pagar como o Black assim que sai o extracto? Ou custumam pagar antes como no do continente? Tal com o @JRJordao estou a implementar a estratégia de apenas ter 2 movimentos na conta bancária por ano, sendo que, no limite e se realmente todos os cartões que uso (black, cofidis, ikea, unibanco classico) se dão para pagar uns aos outros (excepto os da cetelem um ao outro) e se em todos se podem fazer pequenos carregamentos desde que fique tudo pago, então na realidade consigo viver muito tempo (tenho bons plafonds no cartao) sem fazer movimentos na conta à ordem. Conseguem ilucidar se o ikea/black se podem fazer pagamentos multiplos desde que no final da data limite de pagamento esteja tudo saldado? Acham melhor carregar antes ou depois? Por exemplo... o IKEA fecha a 17, quase que tanto me faz pagar a 20 depois de sair o extracto como a 13 ou 14 antes de sair o mesmo. Qual é a melhor estrategia? Mesmo depois de sair o saldo podem ser feitos pagamentos multiplos desde que o valor atinja o total do valor em divida e o débito já não sai? Cumprimentos,
    • IceMan1910
      Eu acima de tudo acho que deviam premiar algumas coisas, por exemplo: - Quem investe na economia e cria valor para o futuro, por exemplo como fazendo buy and hold como dizes, deveria ter um beneficio. Para tentar penalizar mais quem compra para vender aseguir, no lucro rápido e beneficiar quem compra para investir na economia no longo prazo e fomentar o emprego. Por exemplo uma taxa de 15% para quem compra ativos a mais de 2 anos, e uma de 25 para quem os detem menos tempo seria a meu ver uma boa escolha. - Fomentar quem poupa para a reforma, beneficiar mais os PPRs (por exemplo os modelos de 401K dos estados unidos são interessantes em que eles retiram do valor anual tributável o valor investido nestas contas de investimento, se tens 30 000 euros de rendimento e investes 10 000 num produtivo de reforma, é como se só tivesses 20 000 euros de rendimento). Este rendimento fica depois numa conta expecifica que pode ser investido em vários produtos financeiros e não apenas em fundos denominados PPRs como em Portugal.  - Criar um plafond minimo em que a tributação não ocorre como dizes para fomentar que os agregados com menos rendimento tenham maior incentivo a poupar. Exemplo como dizes de os primeiros 500€ de rendimentos de capitais não pagarem IRS, uma pessoa que tenha 1 milhão de euros a render, os 500 euros não significam quase nada e a taxa de imposto seria perto dos 28% na mesma, mas quem tenha um pequeno aforro de 10 000 euros seria beneficiado. Seriam algumas coisas que podiam ser feitas.
    • Cardoso24
      Eu gostava de perceber apenas três pontos: 1) Porque é que até 2012 a taxa era de 21,5%, salvo erro, e agora estamos em 28% decorridos apenas 5 anos, ou seja, um aumento de + de 30%... 2) Antigamente ainda havia isenção para as mais-valias até 500€ foi também eliminada esta condição. 3) Quem detivesse acções por mais de 12 meses (estava isento ou pagava menos). Nem sequer "beneficiam" aqueles que pretendem fazer buy&hold (que no nosso mercado, salvo umas 5 empresas, tem se revelado uma péssima decisão lolol) Eu também não quero que a taxa seja de 0%, mas que exista justiça. A situação dos escalões como em Espanha faz todo o sentido. Eu sei que esta "discussão" pouco ou nada vai alterar (infelizmente) mas quem faz estas leis esquece-se, que os que tem dinheiro e que deviam ser atraídos, nestas condições, nem pensar. O que não faltam são países europeus que oferecem melhores condições. Um artigo sobre isto "http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/rendimentos_de_capital_entre_os_mais_tributados_da_europa"

      Citando " "Aplicar esta tributação sobre taxas de juro [dos depósitos], já de si rastejantes, não fomenta a poupança", afirmou ao Negócios Luís Natal Marques, presidente da Sefin (Associação Portuguesa dos Utilizadores e Consumidores de Serviços e Produtos Financeiros). Esta é uma crítica que tem sido frequente, nomeadamente da parte das instituições de defesa dos consumidores. O presidente da Sefin defende mesmo que "faz sentido que, numa lógica de promoção da poupança interna e dos pequenos aforradores se diferencie, através de uma discriminação positiva, as taxas de imposto dos rendimentos das pequenas poupanças." 

      O que nós estamos a debater é isto mesmo. Não se faz distinção entre grandes, médios e pequenos aforradores. O que leva a que a maior parte da população prefira gastar do que poupar.  
    • JRJordao
      Em https://www.igcp.pt/fotos/editor2/2017/CPTM_Taxas_de_Juro/10_TAXA_JURO_CTPM.pdf já se vê uma taxa de 6,88% (acréscimo de 1,88%) para as subscrições de Outubro 2013.
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