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    • IceMan1910
      Eu acima de tudo acho que deviam premiar algumas coisas, por exemplo: - Quem investe na economia e cria valor para o futuro, por exemplo como fazendo buy and hold como dizes, deveria ter um beneficio. Para tentar penalizar mais quem compra para vender aseguir, no lucro rápido e beneficiar quem compra para investir na economia no longo prazo e fomentar o emprego. Por exemplo uma taxa de 15% para quem compra ativos a mais de 2 anos, e uma de 25 para quem os detem menos tempo seria a meu ver uma boa escolha. - Fomentar quem poupa para a reforma, beneficiar mais os PPRs (por exemplo os modelos de 401K dos estados unidos são interessantes em que eles retiram do valor anual tributável o valor investido nestas contas de investimento, se tens 30 000 euros de rendimento e investes 10 000 num produtivo de reforma, é como se só tivesses 20 000 euros de rendimento). Este rendimento fica depois numa conta expecifica que pode ser investido em vários produtos financeiros e não apenas em fundos denominados PPRs como em Portugal.  - Criar um plafond minimo em que a tributação não ocorre como dizes para fomentar que os agregados com menos rendimento tenham maior incentivo a poupar. Exemplo como dizes de os primeiros 500€ de rendimentos de capitais não pagarem IRS, uma pessoa que tenha 1 milhão de euros a render, os 500 euros não significam quase nada e a taxa de imposto seria perto dos 28% na mesma, mas quem tenha um pequeno aforro de 10 000 euros seria beneficiado. Seriam algumas coisas que podiam ser feitas.
    • Cardoso24
      Eu gostava de perceber apenas três pontos: 1) Porque é que até 2012 a taxa era de 21,5%, salvo erro, e agora estamos em 28% decorridos apenas 5 anos, ou seja, um aumento de + de 30%... 2) Antigamente ainda havia isenção para as mais-valias até 500€ foi também eliminada esta condição. 3) Quem detivesse acções por mais de 12 meses (estava isento ou pagava menos). Nem sequer "beneficiam" aqueles que pretendem fazer buy&hold (que no nosso mercado, salvo umas 5 empresas, tem se revelado uma péssima decisão lolol) Eu também não quero que a taxa seja de 0%, mas que exista justiça. A situação dos escalões como em Espanha faz todo o sentido. Eu sei que esta "discussão" pouco ou nada vai alterar (infelizmente) mas quem faz estas leis esquece-se, que os que tem dinheiro e que deviam ser atraídos, nestas condições, nem pensar. O que não faltam são países europeus que oferecem melhores condições. Um artigo sobre isto "http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/rendimentos_de_capital_entre_os_mais_tributados_da_europa"

      Citando " "Aplicar esta tributação sobre taxas de juro [dos depósitos], já de si rastejantes, não fomenta a poupança", afirmou ao Negócios Luís Natal Marques, presidente da Sefin (Associação Portuguesa dos Utilizadores e Consumidores de Serviços e Produtos Financeiros). Esta é uma crítica que tem sido frequente, nomeadamente da parte das instituições de defesa dos consumidores. O presidente da Sefin defende mesmo que "faz sentido que, numa lógica de promoção da poupança interna e dos pequenos aforradores se diferencie, através de uma discriminação positiva, as taxas de imposto dos rendimentos das pequenas poupanças." 

      O que nós estamos a debater é isto mesmo. Não se faz distinção entre grandes, médios e pequenos aforradores. O que leva a que a maior parte da população prefira gastar do que poupar.  
    • JRJordao
      Em https://www.igcp.pt/fotos/editor2/2017/CPTM_Taxas_de_Juro/10_TAXA_JURO_CTPM.pdf já se vê uma taxa de 6,88% (acréscimo de 1,88%) para as subscrições de Outubro 2013.
    • Visitante Viajante
      Se não quiser ser tributado em Portugal pelo que ganha em Angola, é importante que a sua morada no Portal das Finanças seja a de Angola. Não interessa o que tem no cartão de cidadão, na carta, no banco e noutros documentos. Sendo Angola (fora do espaço Europeu), vai ter de nomear um representante fiscal residente cá. Um irmão, uma avó ou, na ausência destes, um profissional. Se for cidadão Português, poderá também pedir na embaixada em Luanda, um documento que ateste que está em Angola a residir. Nunca se sabe! Tenha em atenção que, se beneficiar da dispensa do pagamento do IMI numa casa que declarou ser a sua residência habitual em Portugal, esta insenção entrará em contradição com a declaração de residência no estrangeiro, pelo que será melhor pedir o fim desse benefício. Se paga IMI no imobiliário que cá tem e não sabe o que é a insenção de IMI para habitação própria permanente ou se tiver nenhum imobiliário em seu nome, não se preocupe com esta parte.
    • IceMan1910
      Eu sei Greedy... e eu sinto a tua dor  porque também os pago e também me custa bastante a poupar.  A questão é que há muita gente que o tem e que não fez nada para o merecer... e eu prefiro pagar 30% de irs e 30% de imposto sobre capitais do que pagar 50% de irs e 0% sobre capitais... porque no final tinhamos de ir buscar esse dinheiro a qualquer lado. O que eu quero dizer é... custa sempre, seja sobre o trabalho ou sobre o capital, mas no final do dia se espalharmos a tributação sobre vários itens diferentes acaba por custar menos. Mas concordo que podiam ser mais baixos e medidas para pagar menos impostos vão ter sempre o meu apoio porque o estado tem muitas ineficiencias e poduia gerir bastante melhor o nosso dinheiro.  Cumps.
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