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    • Ricardo Braga
      Em 2013 comprei um imóvel “A” por 165.000 Eur, sendo esse imóvel a minha residência fiscal actualmente. Em 2017 adquiri outro imóvel “B” por 186.500 Eur. Se optar por vender o imóvel “A” por 285.000 Eur, terei de pagar mais-valias sobre a venda do imóvel “A”? Dependendo de dois cenários que equaciono: Cenário 1: Investir parte do dinheiro proveniente da venda do imóvel “A”, montante a investir 225.000 Eur na compra de um imóvel “C”, neste caso seria tributado com mais-valias? E em que valor? Cenário 2: Ficar com a totalidade do dinheiro da venda do imóvel “A” 285.000 Eur, neste caso seria tributado com mais-valias? E em que valor? Tanto para o cenário 1 como para o 2, existe o facto de ter adquirido há menos de 24 meses o imóvel “B” (que poderá passar a ser o meu domicilio fiscal, (Habitação própria permanente)) Será que desde que venda o imóvel “A” no máximo até 24 meses após a data de escritura do imóvel “B” ficarei sempre isento de quaisquer mais-valias na venda do imóvel “A”? As mais valias são tributadas em 50% do resultado obtido, ou seja lucro, depois desdes 50% é que se abatem despesas ou as despesas são deduzidas do lucro e então depois sim são achados os 50% desse resultado? Considerações adicionais: ·         Existe um empréstimo de 100.000 para a aquisição do imovél “B” ·         Existem facturas de obras / remodelação do Imóvel “B”, perfazendo um total de 30.000 eur. (que facturas podem ser incluídas para abatimento das mais valias?) ·         Existe pagamento de impostos aquando da compra do imóvel “B”, IMT, imposto selo etc, que penso possam ser abatidos) ·         Haverá pagamento a uma imobiliária (comissão) para venda do imóvel “A”
    • IceMan1910
      Acho que a primeira pergunta que te posso fazer é... porquê 10K no mesmo investimento? A primeira regra do investimento financeiro e mais importante de longe do que qualquer uma das outras é diversificação. Sendo que parece que o seu portfolio é 17K, diria que pode existir uma alocação saudável, consoante a sua idade entre: - Accções, Obrigações, Liquidez, Imobiliário, Peer to Peer Lending Dentro destas categorias o investimento pode ser directo (mais tempo, e maior dificuldade), indirecto (Fundos, ETFs). Isto são os primeiros passos... identificar a percentagem do portfolio que quer alocar a cada tipo de ativo, e depois podemos tentar ajudar a escolher os ativos em si. Se não quiser ter qualquer tipo de trabalho mesmo... então o melhor é um daqueles fundos que fazem Alocação de Ativos por si próprio, ou se for mais agressivo um ETF por exemplo World Index, que repercuta os mercados de capitais por inteiro. Sinceramente... esse tipo de produtos dos bancos (depositos estruturados, fundos dos bancos comerciais que fazem fundos de outros fundos, etc..) custumam ter pior performance e mais comissões do que investir directamente em ETFs ou Fundos. Se tiver interessado neste tipo de produtos, podemos discutir aqui as suas dúvidas mediante perguntas mais expecificas. Cumprimentos,
    • ruicarlov
      A resposta do Ducas é bem clara Vê nesta frase computadores? Logo pela lei não se podem colocar essas despesas.
    • Visitante Ant.
      Não sei se a colocação da questão pelo visitante Jose Carro indicia que a dúvida inicial está esclarecida. Eu não considero que a dúvida esteja esclarecida, antes pelo contrário. Observo um resposta pela positiva e outra que nega a anterior... Continuo sem perceber, de forma clara, se as despesas que referi podem ser inseridas em despesas de educação "manualmente" (por exemplo) na fase de retificação, ou não...
    • 5coroas
      Após o tempo gasto inicialmente (na subscrição dos cartões) não se perde muito tempo mensalmente a efetuar os pagamentos online/multibanco. Para mim esse tempo despendido é bem compensado (300 euros anuais de cashback). 
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