ticket1977

60k - onde investir?

16 publicações neste tópico

Caros,

O que me aconselham para 60K que tenho em obrigações de dívida Portuguesa e que pretendo vender? Não preciso do dinheiro e quero assumir um risco equilibrado. Depósitos a prazo fora de questão.

Fundos? Quais? Obrigações? Quais?

Se fossem vocês o que fariam, na conjuntura economica atual?

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Caros,

O que me aconselham para 60K que tenho em obrigações de dívida Portuguesa e que pretendo vender? Não preciso do dinheiro e quero assumir um risco equilibrado. Depósitos a prazo fora de questão.

Fundos? Quais? Obrigações? Quais?

Se fossem vocês o que fariam, na conjuntura economica atual?

Banco?

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Trabalho com BIG, Santander, BES e Privat. Mas abro conta noutro se for preciso.

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Claro, mas depende sempre do teu perfil de risco, horizonte temporal, a percentagem a que esse capital faz parte do teu patrimonio, do que estas disposto a abdicar num investmento, se é liquidez, se é uma remuneração mais baixa, desvalorização de capital...

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Eu gostava era de lançar o desafio de vocês dizerem o que fariam caso tivessem 60k para investir. Digamos que este montante representa cerca de 40% da liquidez e que os restantes 60% estão aplicados de forma variada.

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Estás disposto, num ano, a perder 30% da tua carteira, sabendo que, a longo-prazo, será eventualmente expectável ir buscar cerca de 7% de rendimento médio?

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Em parte deste capital estou, o que propõe?

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"Perder" 18000€ num ano é muito, numa carteira diversificada de fundos e sem "aventuras" 30% de rentabilidade negativa é dificil de conseguir, teria de ser um ano muito muito mau nas acções como obrigações, para alêm de que numa carteira deve de existir um pé de meia ( fundos de liquidez) para baixar a volatilidade e desvios padrão da mesma.

Agora claro que o Mouro poderá estar a falar de outro tipo de aplicação..

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Estou a seguir este tópico porque brevemente terei também uma disponibilidade (um pouco superior à referida) e procuro alternativas aos tradicionais DP.

Importam-se de ser um pouco mais objectivos/específicos nas sugestões?

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"Perder" 18000€ num ano é muito, numa carteira diversificada de fundos e sem "aventuras" 30% de rentabilidade negativa é dificil de conseguir, teria de ser um ano muito muito mau nas acções como obrigações, para alêm de que numa carteira deve de existir um pé de meia ( fundos de liquidez) para baixar a volatilidade e desvios padrão da mesma.

Agora claro que o Mouro poderá estar a falar de outro tipo de aplicação..

Se não estou em erro, carteiras* com cerca de 80% alocado a acções (e o resto em obrigações) tiveram esse tipo de "desaventuras" em 2008/2009. Claro que quem rebalanceou a sua carteira para esse tipo de activos quando eles estiveram em baixa, acabaram por beneficiar de um bull run que dura até hoje **

* Penso não ser preciso explicar que uma carteira de investimento não deve estar apenas alocada a activos com risco (pessoalmente, não considero os fundos de tesouraria como investimentos puros, dado que os equiparo a activos como DPs, mas isso é apenas uma opinião pessoal).

** Performances passadas não garantem performances futuras.

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Em parte deste capital estou, o que propõe?

Ler.

Estudar.

Analisar.

No really?!  :o

Agora mais a sério, tal como o D@vid mais acima questionou, qual o tipo de alocação de activos é que será ideal para ti? (e apenas para ti, não sigas a alocação doutras pessoas apenas porque sim, dado que cada pessoa tem a sua aversão ao risco)

Depois interroga-te para o seguinte:

- cria uma carteira com activos não relacionados (não vale a pena ter 10 fundos que investem no mesmo tipo de acções);

- não compres alto para vender barato, faz exactamente o contrário (será que vale a pena ir atrás deste ou daquele tipo de activos só porque no ano passado teve rendibilidades acima da média?)

- o mercado é a soma de todos os investidores, quer isso dizer que há perdedores e ganhadores (achas-te mais inteligente do que todos os outros investidores?)

- nós somos o nosso pior inimigo (temos a tendência de valorizar a nossa capacidade analítica versus a restante população)

- a tributação é importante e não deverá ser descurada (afinal, é das poucas variáveis que sabemos à partida todos os anos)

Complicado?

Se achares que sim, na minha opinião muito pessoal, deverias questionar-te se vale a pena investires em fundos de investimento (especialmente agora que aparentamos estar num bull-market nas acções dos mercados desenvolviddos).

Para o efeito, aconselho-te a dares uma olhadela por este tipo de tópicos há um ano atrás.

Porquê?

Porque muita gente investiu em fundos supostamente pouco arriscados (obrigações) e depois acabou por resgatar com perdas após as quedas que ocorreram por volta de Maio/Junho do ano passado. Na minha opinião, não deveriam ter investido em algo para o qual não estavam preparados (contra mim falo, fiz exactamente o mesmo erro em 2008/2009, mas espero ter aprendido com o passado!)

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- será que vale a pena ir atrás deste ou daquele tipo de activos só porque no ano passado teve rendibilidades acima da média?

- o mercado é a soma de todos os investidores, quer isso dizer que há perdedores e ganhadores (achas-te mais inteligente do que todos os outros investidores?)

Não concordo assim muito com estes dois pontos. Um fundo com rendibilidades acima da média a dez anos, não tem muito que enganar. Obvio que não é garantia, mas é um grande indicador.

E também não é necessariamente preciso ser mais inteligente que os outros. Por exemplo, basta que alguém precise de dinheiro e voce o empreste (exemplo fundos de obrigações). Não ha nada de ser inteligente aqui, simplesmente responder a uma necessidade.

Respondendo ao topico, se não domina muito do assunto, defina um perfil de investimento, respeite-o, veja uma carteira modelo de um dos banco online, veja as rentabilidades pelo menos a 5 anos dessa carteira.

Pelo menos sabe o que a carteira rendeu nos ultimos anos, e se não percebe, não inventa. O invest por exemplo, tem carteiras modelo diversificadas e para varios perfis com rentabilidades a 3 anos de 6/7/9% liquidas.

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Não concordo assim muito com estes dois pontos. Um fundo com rendibilidades acima da média a dez anos, não tem muito que enganar. Obvio que não é garantia, mas é um grande indicador.

Acho que não me expliquei bem... Estou mais a falar em ganhos obtidos mais recentemente. Do género "agora os biotechs é que estão a dar, vamos investir neste activo" ou "o bitcoin está a ter um imenso crescimento, vamos na onda" (aqui estou claramente a exagerar).

E também não é necessariamente preciso ser mais inteligente que os outros. Por exemplo, basta que alguém precise de dinheiro e voce o empreste (exemplo fundos de obrigações). Não ha nada de ser inteligente aqui, simplesmente responder a uma necessidade.

Aqui também estamos a falar de coisas diferentes. O ponto que gosto de passar é que determinado mercado (acções EUA, acções Japão, Treasuries americanas, etc.) é caracterizado pelo conjunto de todos os investidores. Ora, como qualquer mercado, existem ganhadores (os que estão acima da média do mercado) e os perdedores (os que estão abaixo). É que se determinado activo dá, em média, 10% (número ao calhas), não posso ficar satisfeito se apenas obtenho 5% (mesmo que seja superior a um DP, por exemplo).

... veja as rentabilidades pelo menos a 5 anos dessa carteira.

Tem de se ter cuidado a analisar carteiras a 5 anos.

Porquê?

Os mercados accionistas bateram no fundo mais ao menos há 5 anos atrás. Não é expectável no futuro obter em média, ganhos de 20% anualizados (+/- o crescimento do SP500 neste período de tempo). Em contrapartida, é aconselhável ver as rendibilidades a 7 anos (assim dá para analisar o efeito de um crash bolsista profundo em determinada carteira... Para comparação, o SP500 leva um crescimento anualizado de cerca de 6% se considerarmos os tais 7 anos).

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Se não estou em erro, carteiras* com cerca de 80% alocado a acções (e o resto em obrigações) tiveram esse tipo de "desaventuras" em 2008/2009. Claro que quem rebalanceou a sua carteira para esse tipo de activos quando eles estiveram em baixa, acabaram por beneficiar de um bull run que dura até hoje **

* Penso não ser preciso explicar que uma carteira de investimento não deve estar apenas alocada a activos com risco (pessoalmente, não considero os fundos de tesouraria como investimentos puros, dado que os equiparo a activos como DPs, mas isso é apenas uma opinião pessoal).

** Performances passadas não garantem performances futuras.

Uma carteira com 80% de acções e 20% de obrigações é óbvio que se sujeita a grande volatilidade e rentabilidades, tanto para cima como para baixo, significativas, não era bem nesse tipo de alocação que eu me referia.

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Estou numa situação semelhante e no BIG sugeriram-me aplicar no PPR TAXA PLUS:

[table][tr][td][/td][td]

Performance

[/td][/tr][tr][td]mtd[/td][td]

2,51%

[/td][/tr][tr][td]ytd[/td][td]

9,94%

[/td][/tr][tr][td]since inc[/td][td]

10,47%

[/td][/tr][/table]NOTA:: Recordo que rendibilidades passadas não garantem rendibilidades futuras.

Fundo de Pensões PPR Taxa Plus

Num cenário em que o peso fiscal tem forte impacto nas rendibilidades dos investidores, o BiG alarga a sua oferta oferecendo os seus serviços de gestão discricionária num formato cuja novidade é a eficiência fiscal que permite. O Fundo de Pensões PPR Taxa Plus propõe-se a manter a dinâmica das nossas carteira de  gestão discricionária, potenciando a rendibilidade das mesmas através da diversificação de activos e prospecção de oportunidades no mercado, bem como através do menor peso fiscal. A vantagem destes formato prende-se com a legislação fiscal aplicada a um fundo de pensões. Ou seja, em que em vez dos atuais 28% de tributação sobre as mais-valias, a tributação é apenas de 21,5%. Sendo que se mantiver por 5 anos passa a ter uma tributação de 17,2% e ao fim de 8 anos de 8,6%. Adicionalmente há também eficiência fiscal a nível de gestão de investimento já que dentro da carteira não existe qualquer tributação sobre mais-valias, nem sobre o recebimento de cupões. É ainda importante salientar a inexistência de reporte fiscal para o cliente.Trata-se de uma carteira diversificada que privilegia o investimento directo em obrigações em formato Fundo de Pensões PPR  gerida de forma discricionária por parte da equipa de Gestão de Activos do BiG.

A politica de investimento do fundo PPR Taxa Plus está orientada para investidores que assumam uma tolerância ao risco média e que tenham uma perspectiva de valorização do seu capital no longo prazo. No entanto, a gestão desta carteira potencia a preservação de capital através de uma carteira de activos exposta a riscos relacionados com o investimento em taxa de juro. Trata-se de um investimento orientado para a estabilidade do retorno de médio e longo prazo, através de uma adequada diversificação de riscos e de uma politica de investimento moderada em títulos de rendimento fixo (obrigações / fundos de obrigações).

è A composição estabelecida para a carteira é:

75% a 100%        ::            títulos de rendimento fixo.

0% a 10%            ::            Investimentos alternativos

0% a 20%            ::            Liquidez

è Características dos Produtos:

Montante mínimo          ::            10,000€

Reforço mínimo              ::            1000€

è Comissionamento:

Subscrição                          ::            Isento

Comissão de Gestão

(diluído no valor da UP)::            1% (sobre o valor gerido)

Resgate                              ::            2% (isento a partir do 1º ano)

Gostaria de ouvir as vossas opiniões sobre esta aplicação?

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É necessário saber o perfil de investidor, o seu não o dos outros.

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