Mikas111

PER - Processo especial de Revitalização

8 publicações neste tópico

Bom dia a todos,

Venho pelo presente solicitar um parecer de alguém entendido na matéria.

Tenho alguém muito próximo que é sócio numa empresa que está para entrar em PER . Essa pessoa quer salvaguardar o pouco património pessoal que possui. Como o fazer ( tem 3 filhos ) . Mais adianto que está prestes a vender um apartamento do qual é titular ... o dinheiro proveniente dessa venda deverá já ser depositado em nome dos filhos? Agradeço muito a ajuda ... e mais também questiono qual a durabilidade de um PER?

A ideia é posteriormente se a empresa ficar insolvente ( e visto que todos os sócios tem avais pessoais ) proteger o património pessoal e depois ninguém conseguir impugnar a venda dos mesmos ou ir buscar os bens pessoais ...

Muito Obrigado!

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Alguém com uma preciosa ajuda ... ?

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Desculpem insistir ...

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Desculpem insistir ...

É preciso ter descaramento... vir aqui perguntar a melhor forma de dissipar património e deixar os credores a arder...

Se não queriam incluir património pessoal, porque razão prestaram os avales?

Pague a quem deve e deixe-se de "trafulhices".

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Presumo, ou não sabe ler ou não leu atentamente .

Felizmente não é a minha pessoa que está envolvida. Em segundo lugar, sabe que infelizmente facilmente nos dias de hoje, de uma forma ou de outra, a pessoa pode não ser esclarecida o suficiente para ter sido posto numa "embrulhado" ou em "trafulhice"- para utilizar o mesmo termo que usou que fora envolvido. Basta a título de exemplo estar numa sociedade com pessoal habilidoso ...

De todo o modo obrigado pela resposta.

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O único bem em apreço é uma casa de habitação, no qual vivem pai, filhos e uma ascendente!!! . O que é relevante frisar para o caso ...

Se a pessoa em questão fosse habilidosa e gozasse de capacidade financeira no momento não hesitava pedir aconselhamento jurídico ... daí perguntar a amigos ... assiste-me dizer também que devia pensar um bocadinho mais além e não generalizar a sua análise!!

Para perceber ainda melhor o caso mais esclareço, os fornecedores por questões de sensibilidade e de andar na rua de cara lavada e bem erguida são sempre os primeiros a ser pagos quando há liquidez! o que até vai contra por exemplo a opinião dos outros Sócios!!!

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Oh Mikas, hás de concordar que esses mesmos habilidosos são capazes de contar os maiores choradinhos para que os outros tenham pena deles e os ajudem a sair do buraco em que se meteram... ah, e dizer que "tenho um amigo que..." também não é de todo raro...

E felizmente, várias das "habilidades" que se podem tentar fazer para evitar que o património fuja, são anuláveis se se provar que ouve intenção de fugir como parece ser o caso do teu amigo (sejam quais forem os motivos, tu próprio referiste que o objetivo é manter o património dele na família e longe dos credores, não podes ficar admirado com a resposta que tiveste).

Seja como for, como certamente imaginas, esses casos são complicados. Precisam de ser estudados ao pormenor, algo que dificilmente se consegue fazer através das mensagens trocadas num fórum. Nem eu o recomendava - os "bitaites" que qualquer um pode atirar para o ar aqui sem pensar nas consequências podem prejudicar ainda mais o teu amigo.

Se a empresa entrar em PER terá alguém atribuído para apoiar na administração dos bens. Se houver uma saída, certamente a encontrarão. Se não houver, e até para manter a tal cara lavada, e for preciso ir aos bens da família... será. Ele devia ter-se preocupado com a família antes de ter entrado no negócio ou mesmo assim que falharam o primeiro pagamento... não é só quando já se está no limite. Claro que isto agora não lhe serve de nada - mas pode ser que sirva de conselho a quem está a pensar entrar num negócio novo ou a quem vai ser fiador num empréstimo ou a muitos outros casos do género - é preciso pensar nas consequências antes e é preciso pedir ajuda assim que houver o primeiro problema; depois muitas vezes já é tarde...

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Concordo e subscrevo por inteiro as palavras que acabas-te de escrever. É assunto arrumado e percebo ambas as partes.

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