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PPRs ou Fundos de PPRs

17 publicações neste tópico

Boa noite,

Gostaria que caso conheçam bem os PPrs dos vossos bancos ou seguradoras que pudessem indicar aqui quais os que recomendam.

Hoje em dia fala-se muito da necessidade de poupar para termos um complemento de reforma.

Obrigado

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Boa Tarde a todos,

Aproveito este tópico para pedir ajuda sobre o seguinte: a minha filha tem um PPR (Leve) da Fidelidade/Caixa Geral de Depósitos. Como ainda tem 42 anos de idade e segundo a lei só o poderá resgatar quando fizer 60 anos e porque não tem descendentes nem irmãos e também porque o rendimento é pràticamente nulo, tenho dúvidas se terá alguma vantagem em metê-lo no IRS, pois a minha vontade é resgatá-lo logo que perfaça os 5 anos. O que acham? Podem dar a Vossa opinião? Fico à espera e desde já agradeço a quem o puder fazer.

Cumprimentos

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a minha filha tem um PPR (Leve) da Fidelidade/Caixa Geral de Depósitos. Como ainda tem 42 anos de idade e segundo a lei só o poderá resgatar quando fizer 60 anos e porque não tem descendentes nem irmãos e também porque o rendimento é pràticamente nulo, tenho dúvidas se terá alguma vantagem em metê-lo no IRS, pois a minha vontade é resgatá-lo logo que perfaça os 5 anos.

Assim à primeira diria que não deveria gerir património alheio que deverá ser um "pé de meia" na reforma da titular desse produto...

Supondo que completou apenas 1 ano após a sua constituição a sua dúvida é se "ela" deve ou não declarar no seu IRS...

Caso o PPR (qual? Uno ou Duo? Qual a taxa mínima atribuida? Não há qualquer taxa mínima e só garantem o capital? porque não perguntaram no acto de subscrição? Foi subscrito como fazendo parte do um "pacote" obrigatório?) não seja para levar até ao fim, então "ela" não o deve declarar no IRS!...

Em principio quando se constitui um PPR deve-se saber o minimo dos minimos... a começar pela taxa de rendimento garantido. No segundo ano, esta taxa pode mudar e caso não seja do agrado pode parar as entregas e começar outro ou "transferir" o capital para outro PPR (aqui pode haver comissões, ou não, depende do que pretende)...

Agora, subscrever por subscrever e depois mais tarde apercebe-se que se calhar não o devia ter feito, não me parece uma boa forma de se proceder!...

Informe-se no local onde o PPR foi subscrito sobre todas as considerações que deixei e já agora consulte a sua "filha" (titular do PPR)!...

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Antes de mais, muito obrigado pela ajuda que me está a dar.

O PPR é "gerido" por mim porque as entregas programadas são feitas por mim, isto é, saiem mensalmente da minha conta. Pelos documentos que possuo, é um Produto LEVE UNI PPR, com data de início às 00 horas do dia 02-02-2011, com o Prazo de 18 anos e com data de termo às 24 horas do dia 02-02-2029. A taxa de rendimento garantido no ano de 2011 foi de 2,00%, em 2012 foi de 2,200% e no ano de 2013 foi de 2,500%.

Percebo pouco de finanças e de PPRs e por isso mesmo resolvi pedir ajuda neste Forum. No documento que tenho, passado pela Companhia de Seguros Fidelidade-Mundial, S.A., em 10-02-2011, consta o seguinte: Capital garantido no termo do contrato e valores de reembolso garantidos. Falta referir que este PPR está associado a um seguro auto (Liber 3G Particulares) de responsabilidade civil e que já foi declarado no IRS dos anos 2011 e 2012. Estou com dúvidas se o deva declarar agora no IRS de 2013. O que acha?

Se puder continuar a ajudar, desde já agradeço.

Cumprimentos.

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O PPR é "gerido" por mim porque as entregas programadas são feitas por mim, isto é, saiem mensalmente da minha conta.

Pelos documentos que possuo, é um Produto LEVE UNI PPR, com data de início às 00 horas do dia 02-02-2011, com o Prazo de 18 anos e com data de termo às 24 horas do dia 02-02-2029.

A taxa de rendimento garantido no ano de 2011 foi de 2,00%, em 2012 foi de 2,200% e no ano de 2013 foi de 2,500%.

No documento que tenho, passado pela Companhia de Seguros Fidelidade-Mundial, S.A., em 10-02-2011, consta o seguinte: Capital garantido no termo do contrato e valores de reembolso garantidos.

Falta referir que este PPR está associado a um seguro auto (Liber 3G Particulares) de responsabilidade civil e que já foi declarado no IRS dos anos 2011 e 2012.

Estou com dúvidas se o deva declarar agora no IRS de 2013. O que acha?

Sendo a sua filha a "titular", você não pode declarar o PPR no seu IRS!

Subscrever um PPR a "troco" de um seguro auto também não me parece que tenha sido a melhor acção. Na altura encontrava no mercado PPR's com taxas (capital e taxa garantidos) bem mais interessantes... mas se a taxa continua a subir, como disse (2%... 2,2%... 2,5%...), não percebo porque quer cancelá-lo...

Resgatar porque a "titular" não tem irmãos nem descendentes é um tanto ou quanto descabido. Um PPR é feito para complementar a reforma, se a houver, na altura!...

Como lhe disse na mensagem anterior, se estivesse no primeiro ano e a dúvida fosse entre declarar ou não a resposta seria imediata. Agora que já foi declarado 2 anos seguidos "deverá" continuar a declará-lo. Findo os 5 primeiros anos, dos 18, e mediante as condições da "titular" poderá, ou não, resgatar o capital subscrito (não analisei as condições do PPR em questão).

Caso não esteja (estejam?) satisfeito com o PPR pode parar as entregas e substituir por outro... mas para isso terá de se deslocar à entidade onde este foi subscrito...

No entanto, a "titular" é que deveria fazer... declarar no seu IRS (e não o do "pai") e deslocar-se à entidade onde foi subscrito!...

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Peço desculpa por não ter sido muito claro quando disse "Estou com dúvidas se o deva declarar agora no IRS de 2013". Quando o disse assim, estava a referir-me ao IRS da minha filha. Claro que sendo a minha filha a titular, não o poderia declarar no meu IRS, mas sim no dela.

Relativamente ao resgate, julgo que ao fazê-lo ao fim dos 5 anos, além de ter que repor à AT os benefícios fiscais que recebeu até ao momento, terá outras penalizações, como por exemplo, as comissões por reembolso antecipado que, em princípio, serão cobradas pela entidade gestora do PPR. Se realmente assim é, quantos mais anos o declarar às Finanças, maior a penalização será. Por exemplo: se o declaro agora no IRS de 2013, irá aumentar o valor dessa penalização, se o vier a resgatar após os 5 anos. Fiz uma simulação, e o beneficio fiscal que a minha filha terá, se o declarar à AT, no IRS de 2013, será de 65.00€. Acha que valerá a pena declará-lo? O que faria se tivesse um caso assim?

Eu estou tentando resolver estes problemas pela minha filha, porque ela tem uma profissão que infelizmente não a deixa dispor de tempo para tratar deles.

Continuo a contar com a sua prestimosa ajuda.

Muito obrigado por isso.

Cumprimentos.

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1. Peço desculpa por não ter sido muito claro quando disse "Estou com dúvidas se o deva declarar agora no IRS de 2013". Quando o disse assim, estava a referir-me ao IRS da minha filha. Claro que sendo a minha filha a titular, não o poderia declarar no meu IRS, mas sim no dela.

2. Relativamente ao resgate, julgo que ao fazê-lo ao fim dos 5 anos, além de ter que repor à AT os benefícios fiscais que recebeu até ao momento, terá outras penalizações, como por exemplo, as comissões por reembolso antecipado que, em princípio, serão cobradas pela entidade gestora do PPR. Se realmente assim é, quantos mais anos o declarar às Finanças, maior a penalização será. Por exemplo: se o declaro agora no IRS de 2013, irá aumentar o valor dessa penalização, se o vier a resgatar após os 5 anos. Fiz uma simulação, e o beneficio fiscal que a minha filha terá, se o declarar à AT, no IRS de 2013, será de 65.00€. Acha que valerá a pena declará-lo?

3. Eu estou tentando resolver estes problemas pela minha filha, porque ela tem uma profissão que infelizmente não a deixa dispor de tempo para tratar deles.

1. Pela segunda vez?

2. Mas porque quer resgatar o PPR que está a "oferecer" à sua filha? Se o fez para complementar a reforma da sua filha, agora a razão para o cancelar será o eventual benefício fiscal ser cada vez menor? Qual é o problema em continuar a aumentar o "bolo" da reforma? A taxa mínima garantida até é razoável face às taxas dos depósitos a prazo...

3. Ela é que devia ter uma palavra a dizer. Não me parece ser esse o caso!...

4. Os conselhos anteriores continuam válidos.

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O motivo que me leva a admitir um possível cancelamento do PPR é única e simplesmente porque nunca gostei de ter dinheiro "preso" durante tantos anos, quando o benefício daí resultante não justifica muito essa privação. Esta intenção é partilhada pela minha filha que  continua a aconselhar-me a não o incluir no IRS.  Mas porque nem eu nem ela conhecemos muito bem esta área, resolvi então vir a este Forum pedir ajuda, como aconteceu.

Fazendo um ponto da situação, isto é, fazendo uma revisão a tudo o que foi dito anteriormente, permita-me que o questione sobre o seguinte:

1- Posso continuar a subscrever o PPR e não o declarar mais às Finanças?

2- Se não o declarar mais às Finanças a partir de agora, não vou ter problemas por motivo de o ter já declarado nos anos 2011 e 2012?

São estas as 2 últimas dúvidas que ainda tenho para que possa tomar a melhor decisão.

Continuo a contar com a sua enorme paciência e a sua experiente ajuda.

Cumprimentos.

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Nenhuma subscrição de  PPR é obrigado a declarar, assim como nenhuma subscrição de qualquer aplicação financeira.

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O motivo que me leva a admitir um possível cancelamento do PPR é única e simplesmente porque nunca gostei de ter dinheiro "preso" durante tantos anos, quando o benefício daí resultante não justifica muito essa privação. Esta intenção é partilhada pela minha filha que  continua a aconselhar-me a não o incluir no IRS.  Mas porque nem eu nem ela conhecemos muito bem esta área, resolvi então vir a este Forum pedir ajuda, como aconteceu.

Fazendo um ponto da situação, isto é, fazendo uma revisão a tudo o que foi dito anteriormente, permita-me que o questione sobre o seguinte:

1- Posso continuar a subscrever o PPR e não o declarar mais às Finanças?

2- Se não o declarar mais às Finanças a partir de agora, não vou ter problemas por motivo de o ter já declarado nos anos 2011 e 2012?

São estas as 2 últimas dúvidas que ainda tenho para que possa tomar a melhor decisão.

Continuo a contar com a sua enorme paciência e a sua experiente ajuda.

Cumprimentos.

Lá por o ter declarado antes, não quer dizer que o necessite de o fazer nos anos posteriores...

Concordo consigo. Ter esse dinheiro "preso" por tantos anos é um disparate. A moda dos PPR's já passou, felizmente ;) Por outro lado, pode ser uma boa iniciativa para o típico tuga que quando mais tem mais gasta. Assim sempre vai pondo aquele de parte. Numa situação mais delicada sempre tem aquele fundo de maneio que pode ser levantado conforme a atual legislação.

Eu não conheço esse produto (LEVE UNI PPR), mas se a sua filha é titular e os rendimentos dela são parcos, como diz, não há forma de suspender os pagamentos alegando não ter possibilidade de o continuar a fazer? Sei lá...

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O motivo que me leva a admitir um possível cancelamento do PPR é única e simplesmente porque nunca gostei de ter dinheiro "preso" durante tantos anos, quando o benefício daí resultante não justifica muito essa privação. Esta intenção é partilhada pela minha filha que  continua a aconselhar-me a não o incluir no IRS.  Mas porque nem eu nem ela conhecemos muito bem esta área, resolvi então vir a este Forum pedir ajuda, como aconteceu.

Fazendo um ponto da situação, isto é, fazendo uma revisão a tudo o que foi dito anteriormente, permita-me que o questione sobre o seguinte:

1- Posso continuar a subscrever o PPR e não o declarar mais às Finanças?

2- Se não o declarar mais às Finanças a partir de agora, não vou ter problemas por motivo de o ter já declarado nos anos 2011 e 2012?

São estas as 2 últimas dúvidas que ainda tenho para que possa tomar a melhor decisão.

Continuo a contar com a sua enorme paciência e a sua experiente ajuda.

Cumprimentos.

Vou deixar indicações precisas da lei:

1.

os códigos 701, ... só admitem a titularidade dos sujeitos passivos.Código 701 – Planos individuais de poupança-reforma (PPR)São de indicar os valores aplicados em PPR pelos sujeitos passivos, com exclusão dos valores aplicados após a data da passagem à reforma

2.QUADRO 10-ACRÉSCIMOS POR INCUMPRIMENTO DE REQUISITOS

Os  valores  a  inscrever  neste  quadro  serão  apurados  pelos  sujeitos  passivos  em  conformidade  com  as normas legais que determinem os acréscimos, quer à coleta quer ao rendimento.Os acréscimos à coleta só poderão respeitar a deduções indevidamente efetuadas com referência ao ano de 1999 ou anos seguintes.

Se respeitarem a anos anteriores, os acréscimos operam como acréscimo ao rendimento.Em cada um dos campos 1001 a 1009 serão indicados os montantes que, de acordo com as disposições legais  neles  referenciadas,  deverão  ser  acrescidos  à  coleta  ou  ao  rendimento  do  ano  a  que  respeita  a declaração, conforme acima se refere, tendo em atenção que, nas situações previstas nos campos 1001 a  1007,  os  valores  indevidamente  deduzidos  são majorados  em  10% por  cada  ano  ou fração  decorrido desde aquele em que foi exercido o direito à dedução. No campo 1009 o valor a inscrever será acrescido dos juros compensatórios correspondentes.

Se a declaração respeitar aos anos de 2011,no que respeita ao campo 1002 (Planos individuais de poupança-reforma (PPR), poupança-educação (PPE) ou poupança-reforma/educação (PPR/E), e se aos participantes for atribuído qualquer rendimento ou for concedido o reembolso dos certificados, salvo em caso de morte do subscritor ou quando tenham decorrido, pelo menos, cinco anos a contar da respetiva entrega e ocorra qualquer uma das situações previstas na lei, fica sem efeito a fruição do benefício, ou seja, deve ser reposta a dedução efectuada conforme previsto no n.º 2 do art. 21.º do EBF e acrescido à coleta 1% das importâncias pagas a título de capital, nos termos do n.º 4 do art. 21 do EBF.

3.

Atendendo ao sublinhado, eis algumas das situações previstas na lei:

- Reforma por velhice do participante;

- Desemprego de longa duração do participante ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar;

- Incapacidade permanente para o trabalho do participante ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar, qualquer que seja a sua causa;

- Doença grave do participante ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar;

- A partir dos 60 anos de idade do participante;

Caso não se enquadre nas situações previstas na lei e, também, pretenda resgatar antes do prazo, tem de repor os benefícios fiscais do PPR acrescidos de 1% das importâncias pagas a titulo de capital.

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Volto aqui para informar que optei pela manutenção do PPR e, por isso, a minha filha voltou a declará-lo à AT, na declaração de IRS de 2013.

Volto também, para lhe agradecer a ajuda que me deu, contribuindo assim para que pudesse entender melhor como funciona um PPR e dessa forma, pudesse escolher a opção que entendi ser a mais acertada. Muito obrigado pois, pela ajuda prestada.

Cumprimentos.

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O que importa é que tenha ficado mais esclarecido relativamente às ideias que tinha.

Cumps

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pois mas o tópico inicial era ajuda na transferência de PPR encontrando um que tivesse capital garantido.

Obrigado a todas as ajudas :) lol

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obrigado a todas as respostas que tive neste tópico - daqui só posso constatar que o pessoal nao faz PPRs :)

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Caro Presidente,

Eu faço um PPR essencialmente por motivos de:

- autodisciplina: Obriga-me a colocar uma quantia de parte, e como o resgate é complicado, não vou ceder à primeira contrariedade e resgatar tudo. Tem funcionado neste aspeto exatamente como desejo nos últimos 5 anos;

- produto fiscalmente favorável: deduções à coleta + tributação reduzida se aguentar mais de 8 anos (e se o estado mantiver a lei...claro...);

- caso fique desempregado, inválido ou morte o dinheiro pode ser utilizado por mim/herdeiros, sem penalizações.

Queria algo com baixa volatilidade e que atualize a taxa inflação, por isso escolhi o

PPR Garantia de Futuro (Futuro, SA - Grupo Montepio)

Até agora tem cumprido.

(Se tiveres mais alguma dúvida, que eu tenha capacidade de responder, avisa)

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Já tenho referido este PPR em vários posts...

Tens o E.S. Multireforma Capital Garantido.... para 2013 e 2014 o capita é garantido, para os anos seguintes é opção da gestora., mas pelo comportamento do fundo penso que continuará facilmente a ser garantido

2011 - 3,51%

2012 - 5,67%

2013 - 5,98%

2014 - 5,15% (até à data)

Acho que não tens nenhum PPR de capital garantido com valores próximos desta rentabilidade.

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