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Perpectivas de Investimento para 2014

37 publicações neste tópico

Boas noites pessoal...

Estamos quase a chegar ao final de um ano... qual o balanço que podemos fazer em termos de investimentos?

E no próximo ano que se aproxima, o que sugerem para novos investimentos? Pretendo fazer um investimento num fundo de acções, falta-me apenas definir a geografia de onde esse fundo investe... Europa, EUA, portugal, mercados emergentes... o que vos parece para o próximo ano?

Há muitos prós e contras em cada uma das áreas...

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Obrigações: Emergentes; High Yield

Acções: Emergentes, Pré-Emergentes ( Mercado Fronteira ), Europa.

Não levem isto a sério  ;D ;D , vem o FED e cai tudo  :blank: :blank: :blank: :blank:

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Parece-me sensato só «jogar forte» após a saída da Troika para vermos como «isto fica».

Estou muito pessimista e no meu circulo de amigos há quem já pense em colocar as poupanças a «salvo lá fora». Só não sabem é como isso se processa.

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Parece-me sensato só «jogar forte» após a saída da Troika para vermos como «isto fica».

Estou muito pessimista e no meu circulo de amigos há quem já pense em colocar as poupanças a «salvo lá fora». Só não sabem é como isso se processa.

Eu tenho o meu dinheiro quase todo lá fora haha, os fundos de investimento estrangeiros estão sediados e depositados no Luxemburgo, Irlanda...é como se estivesse lá fora haha.

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Eu tenho o meu dinheiro quase todo lá fora haha, os fundos de investimento estrangeiros estão sediados e depositados no Luxemburgo, Irlanda...é como se estivesse lá fora haha.

Portanto, DP nem vê-los!...  :laugh: :laugh: :laugh: !... Sorry.  ;)

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Portanto, DP nem vê-los!...  :laugh: :laugh: :laugh: !... Sorry.  ;)

Ah pois, DPs só na altura do BiG a 8% e do Best a 6% e tal, depois de 2008/2009 com as euribor a baixar e as taxas dos DPs, comecei a reforçar nos fundos e a olhar com mais atenção para outros tipos de aplicações.

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Parece-me sensato só «jogar forte» após a saída da Troika para vermos como «isto fica».

Estou muito pessimista e no meu circulo de amigos há quem já pense em colocar as poupanças a «salvo lá fora». Só não sabem é como isso se processa.

Caramba! Já ouço essa conversa há, pelo menos, dois anos...

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Caramba! Já ouço essa conversa há, pelo menos, dois anos...

Também já andei muito preocupado e com ideias de abrir conta no estrangeiro por motivo de segurança. Agora acho que tudo está ais calmo.

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Caramba! Já ouço essa conversa há, pelo menos, dois anos...

E,  pelo rumo dos acontecimentos, vais ouvi-la por muito mais tempo...infelizmente.

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Também já andei muito preocupado e com ideias de abrir conta no estrangeiro por motivo de segurança. Agora acho que tudo está ais calmo.

Acho que deves continuar atento aos «sinais»....

Olha a operação de hoje de tentar adiar, por dois anos, o pagamento de dívida pública.....

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Acho que deves continuar atento aos «sinais»....

Olha a operação de hoje de tentar adiar, por dois anos, o pagamento de dívida pública.....

Explica-me sff onde é que essa operação foi má? Face às condições actuais de mercado, correu muito bem!

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Quando um de nós pede dinheiro emprestado por um determinado tempo e findo o prazo, em vez de pagar o que deve, adia o seu pagamento passando a pagar um juro superior, concerteza que não é bom sinal....mesmo sabendo que se fizesse novo emprestimo o juro seria ainda maior.

Ou seja, o que o Governo fez, foi o que outros têm feito.....quem vier no Futuro que pague as dívidas.

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Quando um de nós pede dinheiro emprestado por um determinado tempo e findo o prazo, em vez de pagar o que deve, adia o seu pagamento passando a pagar um juro superior, concerteza que não é bom sinal....mesmo sabendo que se fizesse novo emprestimo o juro seria ainda maior.

Ou seja, o que o Governo fez, foi o que outros têm feito.....quem vier no Futuro que pague as dívidas.

O que tem sido feito nos últimos anos tem sido pedir mais emprestado para pagar o que se deve e ainda mais algum para gastos.

Desta feita adiou-se parte do pagamento da dívida em vez de se aumentar.

Analogia: se eu tiver a pagar 10.000 no próximo ano e 5000 daqui a 3 anos e tentar, ainda este ano, negociar para pagar os 10.000 metade no próximo e metade no ano seguinte. Isto porque, se calhar, já sei que há algum risco de não ter os 10.000 no próximo ano, mas sei que os consigo no prazo de 2 anos.

Apesar de pagar um pouco mais de juros, sim, julgo que se tem mais poder negocial nesta situação do que, em vésperas de ter que pagar os 10.000€ vir dizer que afinal não tenho aquele dinheiro todo e andar a tentar convencer os credores que preciso de adiar.

É como se tem várias vezes dito no crédito habitação, por exemplo - mais vale ir logo falar com o banco assim que se fica desempregado, por exemplo, e ver quais são as opções, do que esperar até não haver dinheiro e prestações por pagar - aí fica muito mais difícil, a margem de manobra para negociar é menor.

Claro que era preferível que não fosse preciso estas dilatações de prazos. Mas a mim parece-me até um sinal de que se está efetivamente a gerir a dívida e não a deixar andar... De notar que a maior parte do dinheiro continuará a ser paga quando estava estipulado - o que foi adiado foi uma percentagem relativamente moderada face ao total...

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Quando um de nós pede dinheiro emprestado por um determinado tempo e findo o prazo, em vez de pagar o que deve, adia o seu pagamento passando a pagar um juro superior, concerteza que não é bom sinal....mesmo sabendo que se fizesse novo emprestimo o juro seria ainda maior.

Ou seja, o que o Governo fez, foi o que outros têm feito.....quem vier no Futuro que pague as dívidas.

O Pauloaguia já te explicou e bem!

Às vezes fico a pensar se estas teorias vêm dos telejornais ou é de alguém que fala com conhecimento de causa.

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O Pauloaguia já te explicou e bem!

Às vezes fico a pensar se estas teorias vêm dos telejornais ou é de alguém que fala com conhecimento de causa.

Neste caso, esta «teoria» foi corroborada, ontem na M80 pelo Camilo Lourenço.

Foi uma boa operação porque demonstrou que os cedores confiam em nós, mas....

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Mas alguém liga ao que o Camelo Lourenço diz... ?!?

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Mas alguém liga ao que o Camelo Lourenço diz... ?!?

Eu ligo! Algum problema?

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Ou seja, na óptica do Camilo Lourenço a coisa deve ser mais ou menos assim:

eu tenho um depósito a prazo de 100 mil euros no Banco com juros a 3% que termina amanhã, mas, como o Banco não tem dinheiro para me pagar, propôs-me o prolongamento do depósito a prazo - agora com 103 mil euros - por mais um ano, mas com juros de 5%.

É claro que aceito! É a isto que o Camilo Lourenço chama de bom negócio?

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Ou seja, na óptica do Camilo Lourenço a coisa deve ser mais ou menos assim:

eu tenho um depósito a prazo de 100 mil euros no Banco com juros a 3% que termina amanhã, mas, como o Banco não tem dinheiro para me pagar, propôs-me o prolongamento do depósito a prazo - agora com 103 mil euros - por mais um ano, mas com juros de 5%.

É claro que aceito! É a isto que o Camilo Lourenço chama de bom negócio?

Parece que sim.  :laugh:

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Eu não li este comentário em específico do Camilo Lourenço (mas ainda vou ler até porque é um comentador bastante lúcido e com o qual me identifico, bem como o José Gomes Ferreira).

No entanto, na minha perspectiva, o programa de troca de dívida foi um sucesso porque prova que os mercados estão mais confiantes na economia portuguesa e no ajustamento que está a ser feito, o que poderá permitir um regresso aos mercados em pleno a médio-prazo.

Permitiu-se, também, redistribuir a maturidade da dívida, que era extremamente pesada em 2014 e, obviamente, teve de se pagar um prémio para tal.

Nada de grave tendo em atenção que no tempo do Sócrates e antes da Troika nos financiar, os juros andavam bem acima dos 7%.

Depois vejo o que o Camilo disse  ;)

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É verdade que sim, que os juros no tempo do Sócrates andavam bem acima dos 7%, mas também convém lembrar que todos os portugueses podiam subscrever dívida pública com juros de 7% (Certificados do Tesouro), ao passo que agora só os bancos e as grandes empresas financeiras têm acesso a esse nível de juros.

Aliás, uma das primeiras medidas do governo Passos Coelho foi acabar com os Certificados de Tesouro, privando dessa forma inclusive os portugueses mais modestos de terem uma excelente remuneração em poupanças.

Mas, voltando ao Camilo Lourenço, acham mesmo que é de levar a sério um comentador que aplaude a decisão de prolongar o pagamento da dívida a juros mais elevados?

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É verdade que sim, que os juros no tempo do Sócrates andavam bem acima dos 7%, mas também convém lembrar que todos os portugueses podiam subscrever dívida pública com juros de 7% (Certificados do Tesouro), ao passo que agora só os bancos e as grandes empresas financeiras têm acesso a esse nível de juros.

Aliás, uma das primeiras medidas do governo Passos Coelho foi acabar com os Certificados de Tesouro, privando dessa forma inclusive os portugueses mais modestos de terem uma excelente remuneração em poupanças.

Mas, voltando ao Camilo Lourenço, acham mesmo que é de levar a sério um comentador que aplaude a decisão de prolongar o pagamento da dívida a juros mais elevados?

Já respondi acima!

Quanto aos Certificados de Tesouro, foram criados pelo actual Governo e não pelo anterior. Obviamente que à medida que os juros foram baixando, tornava-se incomportável manter um produto para o retalho com aquelas taxas. Os actuais CTPM não são maus, tendo em conta as actuais taxas de referência. E foi uma luta lançá-los. Os banqueiros começaram logo a refilar  ;)

Já agora, eu também tive acesso a dívida pública a taxas muito interessantes quando isto andava pelas ruas da amargura. Eu e todos os que não tivessem medo de assumir riscos  ;)

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Convém ser rigoroso, amigo Katolo! Os Certificados do Tesouro foram criados pelo governo de José Sócrates em 20 de Maio de 2010, e não por Passos Coelho. O actual governo acabou com um extraordinário produto de poupança então disponível para o povo, e com isso passou a beneficiar os banqueiros e grandes financeiros enquanto procedeu a um colossal aumento de impostos para o Zé Pagode.

Para que não restem dúvidas, eis a Resolução do Conselho de Ministros nº 40/2010:

http://www.igcp.pt/fotos/editor2/2010/Legislacao/RCM_40_2010_Cert_Tesouro1.pdf

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Ok, admito o meu erro! O tempo passa demasiado rápido para o meu gosto. Parece que tinham sido criados ontem  :)

Fora isso, mantenho tudo o disse que não deixa de ser somente a minha opinião  ;)

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Mas mesmo que o produto ainda existisse, as taxas nunca se manteriam nos 7% nos contratos futuros. As taxas estavam indexadas às yields das OT's.

E seria muito mau sinal se o Estado continuasse a financiar-se a 7%  ;)

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