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Divorcio e Credito Habitação

24 publicações neste tópico

há alguem por aqui que se tenha divorciado e tenha ficado a seu cargo o credito habitação que antes era conjunto. preciso esclarecer umas duvidas.

obrigada

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Porque não colocas as questões à mesma? Mesmo que não haja ninguém nessa situação, pode ser que te saibam responder ;)

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obrigada pauloaguia. tem-me esclarecido ja por diversas vezes.

o que se passa é o seguinte divorciei-me em junho passado. Ficou a meu cargo o credito habitação. onde antes o credito era dos dois. fui ao banco para mudarem tudo pra meu nome, para posteriormente fechar a conta que tinha conjunta com o meu ex-marido.

no banco pediram-me para tratarem dessa papelada depois de passar o mês de Agosto, uma vez que com os emigrantes estao mais atarefados. no inicio de Setembro enviaram a papelada para apreciação superior e como os meus rendimentos sozinha não chegavam disseram-me que tinha de ter algum fiador. fizeram entao a papelada para ter o fiador (sao os meus pais).

bem, enviaram a papelada em inicio de Setembro e ainda não tive qualquer resposta. O que me chateia mais é que estou eu a pagar ainda o seguro de vida pelos dois. e hoje quando fui ao banco disseram-me, "nós (a C.G.D) vamos libertar o seu ex-marido do credito mas há bancos que não o fazem".

eu questionei entao, eu não fui a unica a me divorciar, a mais divorcios!

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eu gostaria, com este topico de partilhar experiencias com quem também já passou por estas chatices com o banco.

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Relativamente ao atraso na resposta, 4 meses eram mais do que suficientes... o livro de reclamações já devia ter sido usado há muito tempo!

Quanto à questão da divisão dos bens, não percebo quase nada do assunto. Mas, já agora, quem decidiu quem ficava com a casa? O tribunal ou foi de comum acordo?

E viste as condições do crédito alteradas?

Dá também uma vista de olhos neste tópico: http://www.pedropais.com/forum/index.php/topic,805.0.html Não o li até ao fim e não me lembro se se chegou a alguma conclusão, mas fica a referência, uma vez que está relacionado...

Fica também um artigo da DECO com algumas luzes sobre o assunto (mas poucas) : http://www.deco.proteste.pt/credito/divorcio-solucoes-de-credito-para-dividir-bens-s537641.htm

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Pois eu tenho tido muita paciencia com eles!

"Quanto à questão da divisão dos bens, não percebo quase nada do assunto. Mas, já agora, quem decidiu quem ficava com a casa? O tribunal ou foi de comum acordo?

E viste as condições do crédito alteradas?"

o divorcio foi de mutuo acordo eu ficar com a casa. no registo, finanças ja esta tudo em meu nome, so falta mesmo passar pra meu nome no banco.

ja fui alertada que iria sofrer alteração na taxa de juro, presumo que me irao aumentar o Spread. por enquanto ainda não houve alteração nenhuma uma vez que ainda não foi nada resolvido no banco.

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Vai a www.cgd.pt e ao fundo aparece um separador que diz "espaço cliente", acedes aí reclamas através do formulário on-line.

Aconselho-te é que te documentes e relates ponto por ponto a situação, desde o inicio até à data.

Vais ver que obtens respostas.

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há alguem por aqui que se tenha divorciado e tenha ficado a seu cargo o credito habitação que antes era conjunto. preciso esclarecer umas duvidas.

obrigada

obrigada pauloaguia. tem-me esclarecido ja por diversas vezes.

o que se passa é o seguinte divorciei-me em junho passado. Ficou a meu cargo o credito habitação. onde antes o credito era dos dois. fui ao banco para mudarem tudo pra meu nome, para posteriormente fechar a conta que tinha conjunta com o meu ex-marido.

no banco pediram-me para tratarem dessa papelada depois de passar o mês de Agosto, uma vez que com os emigrantes estao mais atarefados. no inicio de Setembro enviaram a papelada para apreciação superior e como os meus rendimentos sozinha não chegavam disseram-me que tinha de ter algum fiador. fizeram entao a papelada para ter o fiador (sao os meus pais).

bem, enviaram a papelada em inicio de Setembro e ainda não tive qualquer resposta. O que me chateia mais é que estou eu a pagar ainda o seguro de vida pelos dois. e hoje quando fui ao banco disseram-me, "nós (a C.G.D) vamos libertar o seu ex-marido do credito mas há bancos que não o fazem".

eu questionei entao, eu não fui a unica a me divorciar, a mais divorcios!

há alguem por aqui que se tenha divorciado e tenha ficado a seu cargo o credito habitação que antes era conjunto. preciso esclarecer umas duvidas.

obrigada

Boa tarde!

Tenho "quase" o mesmo problema!

Divorciei-me em Setembro/2010 e saí de casa para reiniciar a minha vida, desde então tenho pago os meus 50% do crédito da

habitação, onde reside a minha ex.......

Gostaria de saber se é possível dividir oficialmente junto do banco o credito habitação dado que estou a "fechar" todas as

portas do passado e não quero continuar neste negócio com a minha ex. a casa de família está à venda, mas os tempos não são fáceis e ainda nada aconteceu, ela ficaria com 50% da divida em seu nome e eu com a minha parte.

Alguém sabe se tal é possível?

Obrigado

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Boa tarde!

Tenho "quase" o mesmo problema!

Divorciei-me em Setembro/2010 e saí de casa para reiniciar a minha vida, desde então tenho pago os meus 50% do crédito da

habitação, onde reside a minha ex.......

Gostaria de saber se é possível dividir oficialmente junto do banco o credito habitação dado que estou a "fechar" todas as

portas do passado e não quero continuar neste negócio com a minha ex. a casa de família está à venda, mas os tempos não são fáceis e ainda nada aconteceu, ela ficaria com 50% da divida em seu nome e eu com a minha parte.

Alguém sabe se tal é possível?

Obrigado

Ser possível, creio que é, mas depende do plafond que a entidade bancária lhe possa atribuir!...

São situações sempre desagradáveis, mas o que podem fazer agora é avaliar o imóvel e chegar a um "acordo". Quem ficar com a casa paga 50% ao que sai.

Aqui encontra algumas sugestões: http://www.deco.proteste.pt/credito/divorcio-solucoes-de-credito-para-dividir-bens-s537641.htm

Parece-me que o melhor neste caso, é aguardar a venda do bem comum, por forma a dividi-lo aquando das partilhas.

Antes disso, envolve custos financeiros elevados (quando um casal se casa, costuma dizer-se que é para a vida. Quando se contrai um empréstimo bancário, também é calculado para ser pago por um longo período de vida - 30 a 50 anos consoante a idade dos proponentes!...) que não devem estar disponíveis uma vez que contrairam um CH na banca!...

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Ser possível, creio que é, mas depende do plafond que a entidade bancária lhe possa atribuir!...

São situações sempre desagradáveis, mas o que podem fazer agora é avaliar o imóvel e chegar a um "acordo". Quem ficar com a casa paga 50% ao que sai.

Aqui encontra algumas sugestões: http://www.deco.proteste.pt/credito/divorcio-solucoes-de-credito-para-dividir-bens-s537641.htm

Parece-me que o melhor neste caso, é aguardar a venda do bem comum, por forma a dividi-lo aquando das partilhas.

Antes disso, envolve custos financeiros elevados (quando um casal se casa, costuma dizer-se que é para a vida. Quando se contrai um empréstimo bancário, também é calculado para ser pago por um longo período de vida - 30 a 50 anos consoante a idade dos proponentes!...) que não devem estar disponíveis uma vez que contrairam um CH na banca!...

Alguém está, ou passou, por situação semelhante???? e queira claro partilhar!......

Obrigado

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Tenho uma questão. O meu namorado e a ex tem uma casa em comum já estão divorciados , ela ficou lá em casa e ele saiu até então ela tem pago o crédito mas não quer ficar com a casa. O que pode ele fazer , vender está difícil ou seria alugar até vender , ou seria possivel entregar a casa ao banco, que direitos tem ele?

Obrigada.

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Ele é proprietário, segundo entendi, de 50% do imóvel. Portanto, numa eventual venda, o valor da venda seria usado para abater a dívida junto do banco e caso sobrasse algo deveria ser dividido em partes iguais, embora a ex do teu namorado tivesse direito a "mais qualquer coisa" visto que tem suportado as despesas do crédito desde que ele saiu.

Em relação a entregar a casa ao banco, penso que teriam que estar ambos de acordo e obviamente o melhor será falar com o banco para avaliar essa possibilidade.

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Em caso de divórcio se ambos os elementos do casal não tiverem condições de pagar a prestação ao banco, como é que é possivel resolver o assunto?

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Em caso de divórcio se ambos os elementos do casal não tiverem condições de pagar a prestação ao banco, como é que é possivel resolver o assunto?
Se deixarem de pagar o banco penhora a casa. O produto da venda da casa abate à dívida e ficam a dever um valor mais "confortável" (com sorte até ficam com a dívida paga, se o banco conseguir vender por um valor mais alto - nesse caso ficam com o que sobrar, naturalmente).

O melhor é não deixar chegar as coisas a esse ponto e venderem a casa rapidamente, se conseguirem...

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Em caso de divórcio se ambos os elementos do casal não tiverem condições de pagar a prestação ao banco, como é que é possivel resolver o assunto?

existem fiadores? se existirem eles vão ser chamados à responsabilidade, se não é tentarem vender a casa o mais rápido possível, ou seguir a sugestão do pauloguia.

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Em caso de divórcio se ambos os elementos do casal não tiverem condições de pagar a prestação ao banco, como é que é possivel resolver o assunto?

Se deixarem de pagar o banco penhora a casa. O produto da venda da casa abate à dívida e ficam a dever um valor mais "confortável" (com sorte até ficam com a dívida paga, se o banco conseguir vender por um valor mais alto - nesse caso ficam com o que sobrar, naturalmente).

existem fiadores? se existirem eles vão ser chamados à responsabilidade, se não é tentarem vender a casa o mais rápido possível, ou seguir a sugestão do pauloguia.

Deixar arrastar as coisas até à penhora não foi uma sugestão, bem pelo contrário... é o que vai acontecer se nada se fizer mas não é, de todo, a melhor opção...
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A solução era não casar.  ;)

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A solução era não casar.  ;)

É este tipo de comentários que nada trazem de valor ao forum... e para isso mais valem estar calados !!  ;)

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Boa tarde,

Estou divorciado à mais de cinco anos, a minha ex quis ficar com a casa. Apesar de desde inicio eu preferir vender, acabei por concordar que ela tentasse ficar com o imovel.

Acontece que não conseguiu, e não atendeu às minhas opiniões em se tentar vender mais barato para que o montante em divida a dividir pelos dois fosse o menos possivel.

Acontece que ela deixou prestações em atraso, e neste momento uma das opções é entregar para dação.

Só que o banco está a exigir que para o montante remanescente, haja uma fiança cruzada.

Eu terei de ser fiador dela e ela vice versa.

Discordei, e em conversa com vários bancos, a opinião é a mesma que penso. Não tem qualquer sentido, tentar seguir vidas separadas e o banco estar a obrigar que fique ligado por mais 10 anos como fiador a uma pessoa que só tenho em comum os filhos.

Será que existe outras alternativas?

O meu advogado, diz que ir para o contencioso, pode ser ainda pior e ficar com um encargo ainda mais elevado do que o que o banco está a sugerir, só que tenho plena consciência, que se a minha ex quiser enfernizar-me a vida, tem aqui forma de o fazer sem que eu possa fazer nada.

Quase que mais vale o banco dizer que a divida será para eu pagar na integra.

Desde já o meu obrigado.

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Ela não tem hipótese de arranjar outro fiador? Eventualmente até com melhor historial de crédito que tu? Provavelmente o banco não se iria importar em trocar o fiador, nesse caso...

A verdade é que se a dívida é responsabilidade dos dois (a menos que o divórcio tenha decidido algo em contrário), no limite o banco pode-te vir a ti exigir a ti a parte dela. O banco não te está propriamente a propor que fiques pior do que já estás agora... E, sendo fiador, até tens sempre a hipótese de vir depois a exigir dela o que eventualmente tenhas de pagar da parte dela...

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Além de o Banco exigir fiança cobrada, ela já vai apresentar fiadores que o banco considera válidos paara o efeito. Por isso não entendo a exigência de sermos fiadores um do outro.

Obrigado

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O banco já te confirmou essa exigência mesmo depois de vocês os dois terem indicado que tinham outros fiadores?

Se persisitirem nessa exigência podes sempre tentar impôr uma cláusula que garanta que só no caso dela e dos outros fiadores não cumprirem com as suas obrigações é que podem vir atrás de ti. E não renuncies em caso algum ao benefício da excussão (que é o que garante que podes recusar pagar até que tenham penhorado e executado todo o património do devedor).

Outra hipótese é tentarem obter empréstimos separados junto de outro banco. Não sei é se conseguem as mesmas condições, mas sem procurar não terão a certeza...

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Sim, o banco está a par. Até porque eles inclusive, disseram que aceitavam os fiadores dela, e que não precisavam de mais nada.

Tivemos uma reunião, com os advogados, onde tudo parecia encaminhado. Dias depois recebo um email a informar que só avançavam se houvesse fiança cruzada.

Marquei outra reunião com o responsável pelo processo, vou agora nestes dias falar com ele e tentar saber se estas são as únicas opções. Mas já vou convencido de que vai ser como eles querem ou então será só em tribunal.

Estou a perder a vontade de tudo, inclusive do prazer pela vida.

Vontade de sorrir, ou pensamentos que melhores dias virão, já não fazem parte de mim.

Obrigado pela ajuda, e bem haja a todos.

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Boa tarde.
Divorciei-me em 2004. A casa de família ficou para o meu ex marido.
Como so meus pais eram fiadores no banco, tive a preocupação de retirar os nomes deles e o meu. E assim foi. O empréstimo ficou só no nome do meu ex e dos pais dele.
Nas finanças, o imóvel está só no nome dele.
Em 2009 adquiri um imóvel.
Entretanto fui informada que a casa ainda estava registada no nome dos dois na Conservatória.
Agora, fui citada/notificada de que fui nomeada para exercer as funções de cabeça-de-casal no inventário.
Na carta, vem referido a advogada do meu ex.
O que devo fazer? Arranjar um advogado?
Terei despesas com este procedimento?
Desde já agradeço toda a ajuda que possam partilhar.
Obrigada.

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