ABCD

Produtos Estruturados!

22 publicações neste tópico

Gostaria de saber o seguinte:

1. É mais arriscado investir nestes produtos do que em fundos, por exemplo.

2. Compensa relativamente a outros produtos.

2. Ações da Portugal Telecom SGPS, têm algum indicador de possível subida nos próximos tempos?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Ha mil e um produtos estruturados de vários riscos e em vários bancos... nãos e consegue dar uma resposta concreta ás tuas questões...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Nesse caso qual a opinião relativa ao produto estruturado "Portugal Global" consituido por acções da Portugal Telecom, Portucel e Gerónimo martins?

A informação que sei é a seguinte:

o capital investido é garantido na maturidade de qualquer uma das observações (4) e acaba quando todas as acções estão acima do valor observado no inicio do produto.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Nesse caso qual a opinião relativa ao produto estruturado "Portugal Global" consituido por acções da Portugal Telecom, Portucel e Gerónimo martins?

A informação que sei é a seguinte:

o capital investido é garantido na maturidade de qualquer uma das observações (4) e acaba quando todas as acções estão acima do valor observado no inicio do produto.

Nada disso chega :) ficha informativa do produto sempre :)

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Nada disso chega :) ficha informativa do produto sempre :)

O estruturado Portugal Global é um cabaz de 3 acções: PT, JM e Portucel.

Tem a duração de dois anos e tem capital garantido na maturidade.

Semestralmente faz observaçoes: se a cada observaçao semestral os 3 subjacentes estiverem acima da cotação inicial, o produto acaba e paga uma TANB de 6 %; basta um deles estar abaixo e o estruturado continua até á observaçao do semestre seguinte.

Se no final dos 4 semestres em nenhum momento das observaçoes os 3 subjacentes tiverem estado simultaneamente acima da cotaçao da observaçao inical, recebe o capital inicial.

Basicamente sao estas as linhas mestras: rentabilidade minima de 0% e máxima de 12% (em dois anos).

.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

O estruturado Portugal Global é um cabaz de 3 acções: PT, JM e Portucel.

Tem a duração de dois anos e tem capital garantido na maturidade.

Semestralmente faz observaçoes: se a cada observaçao semestral os 3 subjacentes estiverem acima da cotação inicial, o produto acaba e paga uma TANB de 6 %; basta um deles estar abaixo e o estruturado continua até á observaçao do semestre seguinte.

Se no final dos 4 semestres em nenhum momento das observaçoes os 3 subjacentes tiverem estado simultaneamente acima da cotaçao da observaçao inical, recebe o capital inicial.

Basicamente sao estas as linhas mestras: rentabilidade minima de 0% e máxima de 12% (em dois anos).

Algum comentário sobre eventual evolução (quer seja para cima, quer seja para baixo) do cabaz composto pelas acções da JP, PT e Portucel?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Pessoalmente parece-me uma lotaria com prémio pequeno. Até 2 anos à espera do "momento perfeito", para ganhar 6% TANB. Com o risco de empatar capital por 2 anos com lucro zero (na realidade prejuízo, correspondente à taxa de inflação).

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Em alternativa, e acreditando nas subidas, tem sempre a hipótese de investir directamente nos produtos que constituem o cabaz.  ???

- Se todas subirem (acima da TANB oferecida no cabaz) antes do periodo estipulado, faz a venda com a mais valia  - ganhando mais e livre da datas fixadas pelo produto

- Quando qualquer uma subir (> TANB Cabaz), faz a venda, e espera pela subida das restantes

- Se nenhuma subir, ao ponto de ser interessante vender, no final do período equivalente ao cabaz, em vez de lucro zero (e retorno do capital investido) fica com alguns activos, que "poderão" valorizar posteriormente.

claro está, que no caso de nunca se vender (por não atingir o "ponto" de venda), ao fim do período, em vez do "capital garantido - inflação" do cabaz, obtém-se activos com uma "desvalorização da carteira" - leia-se, com perdas ou "sem perdas, porque ainda não vendi"

esta solução funcionara tanto melhor,  quanto mais fácil/barato seja negociar os activos que o constituem (no caso PSI20) - se forem produtos negociados numa bolsa "longínqua" ou de mais difícil acesso, provavelmente será mais facil entrar pelo cabaz.

claro que o valor do capital a investir também terá o seu peso.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Interessante a sugestão, mas como e onde se pode tratar essa possibilidade?

E qual o capital mínimo aconselhado para cada um dos casos apontados?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Não sei se percebi as questões, mas para ser efectivamente vantajoso, ha que fazer algumas contas e verificarem se outros tantos pressupostos... um dos quais, é que a cotação das 3 empresas realmente subam - a vantagem da aplicação directa nas Acções é que no caso em que mesmo que uma delas acabe por descer ( e nao verifica a condição , no caso do produto estruturado) a subida das restantes (e respectiva venda) podem dar uma mais valia superior ao oferecido no produto estruturado.

Assim, considerando:

capital a investir X

produto estruturado:

X * (1+6%) = CTB-PE capital total bruto no final do produto  (confirmar este calculo, segundo o prospecto para o tipo de reembolso)

solução "alternativa":

capital a investir por acção : X/3

cotação inicial da acção Ci

cotação final da acção Cf

comissões (compra/venda imposto de selo) Cmc / Cmv

numero de acções compradas  n= ( (X/3) - Cmc ) / Ci

n * Cf - Cmv = CTB-A1 capital total bruto depois da venda das Acoes da empresa 1

quando CTB-PE for menor que a soma dos 3 CTB-A1 ja estará em vantagem - assumindo que se verificam todos os "SEs"

consoante o valor das comissões, por operação e o valor inicial a investir, maior ou menos terá que ser a subida na cotação individual de cada acção, para que esta "solução" seja vantajosa

colcando números em cada um dos factores, será mais facil de verificar.

PS: peço por favor que verifiquem as contas e corrijam, caso seja o caso.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Não sei se percebi as questões, mas para ser efectivamente vantajoso, ha que fazer algumas contas e verificarem se outros tantos pressupostos... um dos quais, é que a cotação das 3 empresas realmente subam - a vantagem da aplicação directa nas Acções é que no caso em que mesmo que uma delas acabe por descer ( e nao verifica a condição , no caso do produto estruturado) a subida das restantes (e respectiva venda) podem dar uma mais valia superior ao oferecido no produto estruturado.

Assim, considerando:

capital a investir X

produto estruturado:

X * (1+6%) = CTB-PE capital total bruto no final do produto  (confirmar este calculo, segundo o prospecto para o tipo de reembolso)

solução "alternativa":

capital a investir por acção : X/3

cotação inicial da acção Ci

cotação final da acção Cf

comissões (compra/venda imposto de selo) Cmc / Cmv

numero de acções compradas  n= ( (X/3) - Cmc ) / Ci

n * Cf - Cmv = CTB-A1 capital total bruto depois da venda das Acoes da empresa 1

quando CTB-PE for menor que a soma dos 3 CTB-A1 ja estará em vantagem - assumindo que se verificam todos os "SEs"

consoante o valor das comissões, por operação e o valor inicial a investir, maior ou menos terá que ser a subida na cotação individual de cada acção, para que esta "solução" seja vantajosa

colcando números em cada um dos factores, será mais facil de verificar.

PS: peço por favor que verifiquem as contas e corrijam, caso seja o caso.

Interessante a explicação, mas como e onde se pode tratar essa possibilidade?

E qual o capital mínimo aconselhado para cada um dos casos apontados?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

"... como e onde se pode tratar essa possibilidade... " 

se se refere a possibilidade de investimento directo nas accoes, devera ver junto da sua instituição bancária, no preçário, quais os custos de aquisição/venda de accoes, custos associados com manutenção de "carteira de títulos" e na plataforma de home banking deverá também ter acesso para a negociação deste tipo de activos, ou ao balcão, junto do seu gestor de conta.

Qualquer dos casos, a pessoa (no banco, imagino) que lhe falou no produto estruturado, poderá dar mais informações sobre estes assuntos, e até rebater alguns dos argumentos aqui apresentados - tenha sentido critico e aprofunde o assunto.

quanto a capital mínimo, se fizer alguns cálculos, e baseado grandemente nos "custos" (comissões, impostos, etc..) obterá um valor mínimo a partir do qual será interessante/vantajoso decidir por qual solução...

qual o capital mínimo, em relação ao total do seu capital e/ou se deve optar por este tipo de investimento (complexos, estruturados, compra de accoes), em detrimento de outros (DPs, fundos, etc..) é uma pergunta difícil, e duvido que alguem lhe possa dar uma reposta certa e final - depende de muitos factores (perfil de risco, etc, etc.. )

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Algum comentário sobre eventual evolução (quer seja para cima, quer seja para baixo) do cabaz composto pelas acções da JP, PT e Portucel?

Gosto desse cabaz  :)

Diria que a acção que pode oferecer maior "incógnita" seria a PT. Teve uma grande desvalorização nos últimos meses, atingindo mínimos de 1996. Contudo se os resultados do 1º semestre forem razoáveis poderá ter uma valorização razoável.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Diria que a acção que pode oferecer maior "incógnita" seria a PT. Teve uma grande desvalorização nos últimos meses, atingindo mínimos de 1996. Contudo se os resultados do 1º semestre forem razoáveis poderá ter uma valorização razoável.

Pois é. A minha dúvida principal relaciona-se também com a PT... Não sei se o produto ainda está disponível mas supondo que se inicia com a tal valorização. Se depois vier a descer, dificilmente se recupera em 6 meses, ou não será assim?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Pois é. A minha dúvida principal relaciona-se também com a PT... Não sei se o produto ainda está disponível mas supondo que se inicia com a tal valorização. Se depois vier a descer, dificilmente se recupera em 6 meses, ou não será assim?

Não sei se percebi bem a tua questão, mas o que interessa é a cotação "inicial" do produto, se no final dos 6 meses, tiver acima o produto termina.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Não sei se percebi bem a tua questão, mas o que interessa é a cotação "inicial" do produto, se no final dos 6 meses, tiver acima o produto termina.

A dúvida é simples e está logo no primeiro post deste tópico. Aqui o risco é mesmo o de ter o capital empatado durante 4 semestres e não receber qualquer juro porque as acções da PT podem sofrer uma forte desvalorização...  :P

Mas seja qual for o produto há sempre "risco" presente... o problema é saber, conscientemente, o que se está a fazer!  ;)

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Com a queda de hoje....as cotações para este produto serão as do próximo dia 11, correto? Que supostamente ainda serão baixas....o que aumenta a probabilidade de ter logo "sucesso" no primeiro semestre.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

A dúvida é simples e está logo no primeiro post deste tópico. Aqui o risco é mesmo o de ter o capital empatado durante 4 semestres e não receber qualquer juro porque as acções da PT podem sofrer uma forte desvalorização...  :P

Mas seja qual for o produto há sempre "risco" presente... o problema é saber, conscientemente, o que se está a fazer!  ;)

A PT até pode não ser o "patinho feio" basta que os resultados ajudem  :P

Respondo à tua questão de outra forma, se investires directamente o teu risco é maior. Preferes ter o dinheiro parado ou vir a perdê-lo?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

A PT até pode não ser o "patinho feio" basta que os resultados ajudem  :P

Respondo à tua questão de outra forma, se investires directamente o teu risco é maior. Preferes ter o dinheiro parado ou vir a perdê-lo?

O dinheiro não está parado... se assim fosse não haveria distribuição de juros por qualquer produto financeiro que seja!...  :D

Em face desta notícia, o tempo não é nada favorável a estas aventuras (não gosto de misturar assuntos mas não posso dissociar a "zanga da comadres" com a situação/evolução do mercado atual): http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/analistas_elogia_emissao_de_divida_da_pt_e_preveem_impacto_positivo_para_a_accao.html

A questão é, vale a pena ter o capital em depósito a prazo e receber X€ certos ao fim de 4 semestres ou arriscar e vir a receber 6% (depois os outros semestres ainda não percebi qual a percentagem a receber) logo no primeiro semestre, ou 12% no último semestre ou apenas o capital de volta (em face dos últimos desenvolvimentos os mercados devem andar com um problema de acertar o "diapasão")?

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Esta é a minha 1ª intervenção no fórum, mas tendo já subscrito várias aplicações estruturadas no BIG, aqui fica a minha opinião:

- Se não necessitas do capital durante 2 anos;

- Se preferes a segurança do capital garantido;

- Se consideras a taxa adequada ao tempo que poderás estar sem mexer no dinheiro (ronda os 4,20% líquidos /ano);

- acho que é uma boa opção.

Analisando o backtest, em quase 50% dos casos o fundo valorizou nos 1ºs 6 meses (aliás em todos os estruturados que subscrevi do BIG, só 1 não valorizou aos 6 meses e já subscrevi 5 fundos.

Relativamente às empresas que constituem o cabaz não me posso pronunciar, não conheço em muito detalhe.

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Esta é a minha 1ª intervenção no fórum, mas tendo já subscrito várias aplicações estruturadas no BIG, aqui fica a minha opinião:

- Se não necessitas do capital durante 2 anos;

- Se preferes a segurança do capital garantido;

- Se consideras a taxa adequada ao tempo que poderás estar sem mexer no dinheiro (ronda os 4,20% líquidos /ano);

- acho que é uma boa opção.

Analisando o backtest, em quase 50% dos casos o fundo valorizou nos 1ºs 6 meses (aliás em todos os estruturados que subscrevi do BIG, só 1 não valorizou aos 6 meses e já subscrevi 5 fundos.

Relativamente às empresas que constituem o cabaz não me posso pronunciar, não conheço em muito detalhe.

Muito bem. O penúltimo (envolvia ações da PT que não são do meu agrado), teve uma valorização nos 103% ao fim de um mês. Agora desceu para os 100%... Será que valoriza novamente acima dos 100% antes de decorridos 6 meses?

É uma questão de aguardar!...

0

Partilhar esta publicação


Link para a publicação
Partilhar noutros sites

Este conteúdo terá de ser aprovador por um moderador

Visitante
Está a comentar como Visitante. Se já se registou, por favor entre com o seu Nome de Utilizador.
Responder a este tópico

×   Colou conteúdo com formatação.   Remove formatting

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead