quim

Para divulgar

25 publicações neste tópico

ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! é uma verdadeira

vergonha...

...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,

com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos

seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer

corar de vergonha os administradores - principescamente

pagos - daquela instituição bancária.

A carta da CGD começa, como mandam as boas regras

de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em

oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço

qualidade em toda a gama de prestação de serviços,

incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas

contas à ordem.

As palavras de circunstância não chegam sequer a

suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo

parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de

contas, o estimado/a cliente é confrontado com a

informação de que, para continuar a usufruir da isenção da

comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada

trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito

de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à

respectiva conta.

Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente

de pensionistas e reformados, são abertas por imposição

legal.

É o caso de um reformado por invalidez e quase

septuagenário, que sobrevive com uma pensão de

EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário

de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi

forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da

Segurança Social para receber a reforma.

Como se compreende, casos como este - e muitos são

os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -

não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela

CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de

manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir

para acolher a sua miséria.

O mais escandaloso é que seja justamente uma

instituição bancária que ano após ano apresenta lucros

fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo

quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar

Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver

que contribua para engordar os seus lautos proventos.

É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa,

como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a

pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.

Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos

servem sob a capa da democracia, em que até a esmola

paga taxa.

Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer

resquício de decência, com o único objectivo de acumular

mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.

Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...

Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que

nos atira para a miserabilidade social.

Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e

rádios... Porque será???

Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

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Este email anda a circular há já vários anos...

* Já há muitos anos que ninguém é obrigado a ter conta na CGD para receber a reforma.

* Para as pessoas que têm poucos recursos, existem os serviços mínimos bancários, que lhes permitem ter uma conta onde (quase) não lhes são cobradas comissões deste género.

Não quero com o meu comentário fazer parecer que estou do lado da CGD, muito pelo contrário... mas, já agora, há que divulgar não apenas os problemas, mas a forma como sair deles!

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Tens razão eu próprio o tenho guardado na minha cx. de correio há cerca de dois anos, nunca o reencaminhei por falta de provas, agora que as tenho tomei essa liberdade.

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    Isto é claramente uma não-notícia, que além de incompleta e caluniosa para com a instituição, peca pela falta de rigor e coerência: ora, precisamente, uma das formas de não ter qualquer despesa de manutenção passa por receber na conta à ordem em causa, uma pensão de reforma, qualquer que seja o montante..

    E através da conta-caderneta, a C.G.D. é dos poucos bancos onde se pode, na rede interna de ATM, fazer levantamentos e pagamentos, sem qualquer custo. Mais: tenho uma avó que requisitou um cartão de débito (para a conta onde receber a modesta pensão), e, por esse facto, está isenta da anuidade!

  Não vejo, portanto, de que maneira é que "a miséria paga taxa", como refere esse e-mail...onde tens as tais provas que sustentam os referidos factos?

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meus amigos acabo de saber que o facto de receber a pensão numa conta da CGD já não é suficiente para beneficiar da isenção de despesas de manutenção, quando questionei o funcionário sobre como se poderia beneficiar da isenção disse-me que teria que ter um saldo médio trimestral superior a 1700€.

Esta questão surgiu porque foram cobradas despesas na conta do meu pai, quando perguntei no banco acabaram por descobrir que as despesas não se referiam àquela conta mas sim a uma conta do meu falecido avô, conta essa com saldo a zeros e que na altura dos trâmites da herança não foi encerrada porque a funcionária do banco nos disse para não a encerrarmos, que não valia a pena e que poderíamos deixa-la a zeros, ora como isso não implicava custos assim fizemos, agora com a alteração introduzida no inicio de 2008 (segundo o funcionário que me atendeu hoje) já teremos que pagar despesas, coisa que não nos foi comunicada.

Amanha irei ao banco apresentar queixa contra esta situação, depois conto os resultados. E já sabem se têm pais ou avós com contas reformados e estão a pensar que estão isentos de despesas de manutenção não se admirem se qualquer dia tiverem uma surpresa.

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Mesmo na CGD já se pode domiciliar a pensão numa conta ordenado para não pagar despesas.

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pois se assim é isso será bom para alguns mas não para todos, não estou a ver muitos idosos a ir ao banco pedir para aderir ao serviço conta ordenado para não pagar despesas, despesas essas que se calhar alguns nem sequer sabem que pagam, estou a pensar sobretudo nos mais idosos, nos que vivem no campo, ou seja com menos acesso à informação ou que não sabem ler.

sinceramente sinto indignada, é que a meu ver 1700€ de saldo médio trimestral para um reformado com as reformas que temos em portugal é um exagero.

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Acabas por ter razão, é que para não pagar despesas só requerendo os serviços mínimos (acho que é preciso requerer, não basta ter um saldo inferior a x e a conta passa automaticamente a ser desse tipo). Mais uma vez, o desconhecimento das pessoas que mais precisam desse serviço não lhes permite usufruir dele. Dito de forma simples, a burocracia...

Ou então, é preciso domiciliar a pensão. Acho que quando se lida com pessoas mais velhas os funcionários devem ter alguma consideração e propor contas isentas.

Ou então é preciso ter um saldo trimestral elevado.

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Se o site da CGD está actualizado  :o , aqui vai a informação sobre as despesas de manutenção nas contas à ordem e (ou) a forma de as evitar:

Despesas de manutenção

A comissão de despesas de manutenção é cobrada trimestralmente e o seu valor é de 5 euros para saldos entre 1.000 euros e 1.500 euros (inclusive), de 7 euros para saldos entre 500 euros e 1.000 euros (inclusive) e de 13 euros para saldos inferiores a 500 euros, conforme publicitado em toda a rede de Agências da Caixa nos termos do Aviso n.º 1/95 do Banco de Portugal, sendo os preços praticados pela Caixa os mais baixos do mercado.

Soluções para isenção de despesas de manutenção

Conta Caixaordenado

Conta que permite, a quem recebe o ordenado ou pensão na Caixa, antecipar receitas em qualquer dia do mês e usufruir de isenção da comissão de despesas de manutenção.

Soluções Caixa Poupança & Investimento

Diversos tipos de depósitos, fundos e seguros financeiros, que permitem rentabilizar as suas poupanças constituindo uma carteira de investimento com o perfil desejado em termos de segurança, rendibilidade, liquidez e prazo, e beneficiar de isenção de despesas de manutenção, desde que a conta à ordem tenha aplicações associadas e um dos titulares tenha património financeiro com saldo médio trimestral igual ou superior a 2.500 euros.

Estão também isentas as contas que apresentem os seguintes requisitos:

    * Caixacrescer e Caixajovem, para jovens até aos 26 anos;

    * De alunos universitários com cartão Caixautomática Universidade/Politécnico;

    * De Serviços Mínimos Bancários;

    * Todas as que tenham saldo médio trimestral superior a 1.500 euros.

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Despesas de manutenção

A comissão de despesas de manutenção é cobrada trimestralmente e o seu valor é de 5 euros para saldos entre 1.000 euros e 1.500 euros (inclusive), de 7 euros para saldos entre 500 euros e 1.000 euros (inclusive) e de 13 euros para saldos inferiores a 500 euros, conforme publicitado em toda a rede de Agências da Caixa nos termos do Aviso n.º 1/95 do Banco de Portugal, sendo os preços praticados pela Caixa os mais baixos do mercado.

Felizmente esta última frase anda bem longe da verdade... (felizmente, para os clientes de outros bancos, nao os da CGD, claro está)

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O que me confunde, acima de tudo, é falar-se do Aviso do Banco de Portugal nº 1/95!

Quer dizer que entre 1995 e 2009, o Aviso 1/95 foi ignorado, só começando a ter aplicação em 2009?

Quanto ao sublinhado do paulo, é curioso, porque tendo depósitos (alguns a zero) na CGD e noutros Bancos, pelo menos naqueles com que trabalho, não me consta que as despesas sejam tão altas como na CGD!

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O que me confunde, acima de tudo, é falar-se do Aviso do Banco de Portugal nº 1/95!

Quer dizer que entre 1995 e 2009, o Aviso 1/95 foi ignorado, só começando a ter aplicação em 2009?

Lê a frase desta forma:

A comissão de despesas de manutenção é cobrada trimestralmente e o seu valor ... conforme publicitado nos preçários, em local visível, em toda a rede de Agências da Caixa...

Basicamente é isso que diz o aviso 1/95 - os bancos podem cobrar as comissões que quiserem, desde que estejam no preçário... e isso (preçário) já é usado há anos, não começou só em 2009 ;)

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Pois... as mistificações do costume!...

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sinceramente sinto indignada, é que a meu ver 1700€ de saldo médio trimestral para um reformado com as reformas que temos em portugal é um exagero.

Para um reformado??

Deves ganhar bem para achares que uma família de classes média/baixa consegue ter um saldo médio de 1700€ na conta... Podem ter esses valores quando recebem ao final do mês, mas depois é só dinheiro a sair e nenhum a entrar, até as contas chegarem quase a zeros e só depois volta a entrar o ordenado.

Ora, para um saldo médio contam os dias todos, e para ter sempre mais de 1700€ não é mt fácil...

Eu tinha uma conta na CGD e cancelei-a por causa disso. Pelo menos no BCP que é onde recebo o ordenado, nunca me cobraram qualquer cêntimo que fosse.

Ah, e a minha conta estava associada ao meu cartão de estudante universitário e mesmo assim, ao contrário do que eles afirmam, descontaram-me dinheiro de comissões...

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Felizmente esta última frase anda bem longe da verdade... (felizmente, para os clientes de outros bancos, nao os da CGD, claro está)

Até agora considero que têm razão apenas numa das condições para se estar isento de despesas de manutenção na conta à ordem associada: ter aplicações financeiras - na C.G.D. esse montante, quaisquer que elas sejam, ascende a 2500 €.

No Banif, por ex, são precisos 20.000 €... No BPI, 3.000 € No BES, subscrever todos os anos um PPR no valor de 1500 €, só para referir alguns casos que tive oportunidade de reparar...

E creio, apesar de tudo, que as ofertas dos outros bancos são melhores a nível de contas-ordenado, dada a necessidade maior de captar novos clientes.

A C.G.D. é, regra, mais fiável e segura que a generalidade dos concorrentes.

Mas depois acontecem-nos surpresas como aquela que estou a ter com o BPI, que não me valida como conta-ordenado uma conta à ordem que abri lá e onde estou a receber a bolsa do estágio que frequento (por sinal maior que o salário médio auferido por um português, 700 €), apenas porque tal movimento chega à conta com um código de transferência e não vem associado o código de processamento de vencimento, mesmo não existindo dúvida que se trata efectivamente disso, tanto mais que apresentei um recibo comprovativo da profissão!

Resultado: vou ter de voltar à Caixa para receber este salário e não vou poder beneficiar em quase nada das "promessas" do BPI...

Muitas vezes nos cobram comissões indevidas, mas reclamando com propriedade e alguma insistência, por vezes, lá são devolvidas, mas isso acontece em todas as grandes empresas fornecedoras de serviços...ou n é?

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Eu até tenho medo de mexer na minha conta da CGD (aberta na altura da faculdade) e que deixei de a usar ainda antes de sair da faculdade.

Ou seja, pelos menos desde 2005/2006 que não a uso.

Na altura deixei-a saldada, por isso nem sei o que fazer...

Uma coisa é certa, desde que acabei a faculdade nunca mais recebi um único cartão cá em casa.

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já me tinha esquecido deste post, na sequência do débito para pagamento de custos de manutenção de uma outra conta que fizeram ao meu pai fizemos uma reclamação no livrinho vermelho e pouco mais de um mês depois o valor em causa foi creditado na conta, mandaram-nos uma carta em que diziam que não tínhamos razão mas que como especial favor nos devolviam o dinheiro. Nessa carta sim explicaram quais as condições para não serem cobradas comissões, coisa que deveriam ter feito muito antes.

Curiosamente depois de termos feito a reclamação o meu irmão que é cliente da CGD também recebeu uma carta a avisar sobre os custos de manutenção.

sobre as condições de isenção dos custos da CGD, nomeadamente a conta ordenado, também ai tenho queixas, fiz o pedido de adesão entreguei os documentos que me pediram e passados 8 meses, si leram bem, 8 meses, fui informada que o meu pedido foi recusado porque não recebo o ordenado sempre no mesmo dia e porque o mesmo não é igual todos os meses, o que me parece muito curioso, porque eu recebo o ordenado invariavelmente no ultimo dia útil do mês mas como este não calha sempre no mesmo dia não serve. Outra questão é que pelos vistos quem tem ordenado variável está automaticamente excluído.

Na altura disseram-me para voltar a fazer o pedido alguns meses depois porque estavam constantemente a fazer alterações nas politicas da conta ordenado, mas para mim chega, não vou andar a pedir à entidade patronal que e passe declarações para entregar no banco todos os meses. Com tudo isto cada vez tenho mais vontade de fechar a conta.

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Eu até tenho medo de mexer na minha conta da CGD (aberta na altura da faculdade) e que deixei de a usar ainda antes de sair da faculdade.

Ou seja, pelos menos desde 2005/2006 que não a uso.

Na altura deixei-a saldada, por isso nem sei o que fazer...

Uma coisa é certa, desde que acabei a faculdade nunca mais recebi um único cartão cá em casa.

se já não és estudante o melhor que tens a fazer é ir a um balcão e fechar a conta para não teres uma surpresa desagradável.

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Por acaso também deixei uma conta da CGD da altura da faculdade em aberto. Nunca me cobraram nada, até porque na altura fui ao balcão e garantiram-me que não o iriam fazer, pelo que poderia deixar a conta aberta. A verdade é que recentemente voltou a ser-me útil :)

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Eu creio que é factualmente inviável, para além de ilegítimo, os bancos cobrarem despesas a quem tem as contas à ordem a 0... ja viram os milhares de despesas neste país que por uma razão ou por outra, abriram contas e deixaram de as usar serem agora confrontados com dívidas por saldo negativo derivado da cobrança de comissão de despesas?!

A questão fundamental para mim é se de repente a pessoa decide voltar a usar a conta, inclusive para efectuar uma aplicação financeira posterior, qual é o critério usado p contagem de prazos de saldo para efeito de cobrança deste tipo de custos e pergunto isto porque pretendia fazer uma aplicação em fundos no BPI, mas não me está a apetecer ver o meu investimento começar a ser logo "devorado" mal transfira ou deposite o dinheiro na conta à ordem.

Será que se fizer rapidamente a constituição da aplicação, no próprio dia do crédito na conta à ordem, evito a cobrança das ditas despesas?

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radical, eu também pensava assim, mas o facto é que foram cobradas despesas de manutenção de  uma conta que estava a 0 e que só não foi fechada porque o funcionário da CGD insistiu em que não valia a pena e que o facto de estar a 0 equivalia a ter a conta encerrada, ora afinal não é bem assim.

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Eu também tenho conta na CGD, tive de abrir para receber o dinheiro do Arrendamento Jovem, entretanto quando acabou o direito ao mesmo passei a movimenta-la muito pouco, não a fechei porque pensei que mais tarde poderia ser-me favorável para o crédito habitação, ter um historial longo...

Conclusão, quando a CGD começou a cobrar as despesas, o que fiz? Estava atenta ao mês em que me iam debitar as ditas despesas e como o € estava escasso, retirava o € todo, deixava lá uns cêntimos, e eles só me retiravam esse :P

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radical, eu também pensava assim, mas o facto é que foram cobradas despesas de manutenção de  uma conta que estava a 0 e que só não foi fechada porque o funcionário da CGD insistiu em que não valia a pena e que o facto de estar a 0 equivalia a ter a conta encerrada, ora afinal não é bem assim.

  Pois então realmente foi uma situação completamente estúpida...mas não foi por acaso que lá acabaram por tas devolver..de qualquer maneira, aquela questão da conta-ordenado não pode ser como te disseram, basta teres um salário creditado na conta, seja lá em que dia e montante for, ficas isenta das despesas!  O que o banco não é obrigado a conceder é o descoberto autorizado (possibilidade de ficar com a conta a negativo até ao valor do ordenado sem cobrança de qq comissão e período de crédito gratuito associado) e aí sim, podem impor restrições...

    E então a situação das contas de pensões de reforma, nem vale a pena comentar, pois é claro que não pode ser assim, e se isso aconteceu a situação tem de ser reparada! têm de devolver o dinheiro!

  Sobre essa e outras questões acho que valeria a pena sondares da possibilidade de mudares de balcão gestor da conta, se essa possibilidade for válida para ti em termos de distância, claro está!

Eu também tenho conta na CGD, tive de abrir para receber o dinheiro do Arrendamento Jovem, entretanto quando acabou o direito ao mesmo passei a movimenta-la muito pouco, não a fechei porque pensei que mais tarde poderia ser-me favorável para o crédito habitação, ter um historial longo...

Conclusão, quando a CGD começou a cobrar as despesas, o que fiz? Estava atenta ao mês em que me iam debitar as ditas despesas e como o € estava escasso, retirava o € todo, deixava lá uns cêntimos, e eles só me retiravam esse :P

   

    E como é que conseguias controlar esse mês/dia? então quer dizer que a cobrança não fica "pendente" até que algum dinheiro caia na conta à ordem, mas antes é cobrada a um dia certo e não outro qualquer? será que varia com a agência gestora?

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    E como é que conseguias controlar esse mês/dia? então quer dizer que a cobrança não fica "pendente" até que algum dinheiro caia na conta à ordem, mas antes é cobrada a um dia certo e não outro qualquer? será que varia com a agência gestora?

Pois claro que fica pendente. No BES aconteceu-me isso, mas ao final do ano.

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Eu também tenho conta na CGD, tive de abrir para receber o dinheiro do Arrendamento Jovem, entretanto quando acabou o direito ao mesmo passei a movimenta-la muito pouco, não a fechei porque pensei que mais tarde poderia ser-me favorável para o crédito habitação, ter um historial longo...

Conclusão, quando a CGD começou a cobrar as despesas, o que fiz? Estava atenta ao mês em que me iam debitar as ditas despesas e como o € estava escasso, retirava o € todo, deixava lá uns cêntimos, e eles só me retiravam esse :P

   

    E como é que conseguias controlar esse mês/dia? então quer dizer que a cobrança não fica "pendente" até que algum dinheiro caia na conta à ordem, mas antes é cobrada a um dia certo e não outro qualquer? será que varia com a agência gestora?

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