Rodeio

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54 publicações neste tópico

Boas colegas,

Estive empregado 15 anos na mesma firma, depois de perder o trabalho, estive desempregado durante dois anos. Mas durante estes dois anos, deu para ver que consigo governar-me fazendo uns "biscates", essencialmente nestas areas:

Reparacção Tv´s, LCD´s, esquentadores, maq. lavar e secar roupa, ferros roupa etc etc

Assitencia em Pc´s, hardware e software

Assitencia em maquinas curtumes, transformacção de pedras ornamentais e confecções de malhas

De todas estas possiveis areas/clientes, acho que nunca irei passar dos 2 ou 3.000€ anuais de facturacção, pois em grande parte dos serviços não me teem pedido factura de nada (excepto uma ou outra empresa).

Gostaria de me colectar devido ao pedido (facturas) desta minoria de empresas que me continuam a dar trabalho.... o resto das pessoas nunca me pede nada.

Qual seria a melhor forma:

ENI simplificado

ENI cont. organizada

Unipessoal

Cumprimentos

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Aconselho-te o Unipessoal, para poderes deduzir despesas (renda, luz, água, telefone, gasolina, materiais, etc), mas o melhor é informares-te bem nas Finanças.

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acho que nunca irei passar dos 2 ou 3.000€ anuais de facturacção, pois em grande parte dos serviços não me teem pedido factura de nada (excepto uma ou outra empresa).

mas são 2000€ ou 3000€ por ano, isso é muito pouco, ou ganhas mais, mas apenas facturas esse valor indo o restante por fora?

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mas são 2000€ ou 3000€ por ano, isso é muito pouco, ou ganhas mais, mas apenas facturas esse valor indo o restante por fora?

Boas,

Segundo deu para ver nestes 2 anos, dos serviços que fiz para particulares e empresas, nunca irei facturar por ano mais que 2 ou 3000€ por ano, na melhor das hipoteses 4000.

É claro que não são os unicos rendimentos a entrar.

Por exemplo, arranjo uma Tv a um particular, leva uma peçita de 0.50€ mais o trabalho e dando garantia do serviço, lá entram 40€ mas ninguém me vai pedir factura da reparação.

Outro exemplo, monto um receptor de TDT (custo 30€), levo ao particular em questão 40/50€ mais 10€ para montagem e deslocação .... lá entram + 20/30€ de lucro e ninguém vai pedir factura.

Todos estes possiveis materiais que compro teem vindo em meu nome .... mas posso começar a comprar em nome do cliente final, para não apareçer montes de compras eu meu nome e existir pouca facturação.

Em relação às compras efectuadas para reparações para empresas, aí sim fazer eu meu nome e ao passar recibo/factura, já incluiria essas compras + a mão de obra do serviço.

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Na minha opinião, para esses valores tão baixos, ENI regime simplificado é sem duvida o mais vantajoso.

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Na minha opinião, para esses valores tão baixos, ENI regime simplificado é sem duvida o mais vantajoso.

Boas,

Muito obrigado pela resposta.

Sendo assim, pelo que já vi pelos diversos topicos no forum:

  • No 1º ano ficarei isento de Seg. Social
  • Caso não ultrupasse os 10M€ de facturação anual não necessito de passar facturas/recibos com IVA

Agora uma questão me me deixa muitas duvidas .... imaginado que já me encontro no 2º ano de colecta como ENI:

Tenho a Seg Social todos os meses 12 X 160€ (julgo que seja este o valor) = 1920€

Supondo que facturo nesse ano 3.000€, segundo a ultima legislação, do total facturado 70% será lucro (seja verdadeiro ou não).... sendo assim:

3000€ X 0.70% = 2100€ de lucro

De acordo com a facturação tenho 2000€ de lucro que é exactamente o que preciso para pagar a Seg. Social....e ainda me falta o IRS no fim do ano sobre a facturação.

Será que a autoridade tributaria não irá desconfiar.... se o lucro da actividade foi para pagar impostos....DE QUÊ QUE ESTE GAJO VIVE...!!!!

Desculpem o meu MONTE de duvidas

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A isenção de SS é de pelo menos 12 meses.

Caso o inicio seja entre Janeiro e Setembro, a isenção é até Outubro do ano seguinte. O que pode chegar aos 21 meses.

E ainda pode ser prolongado, caso o rendimento relevante não ultrapasse 6 x ias / ano.

O que em rendimentos de 3000 brutos, pode reunir as condições para prolongar a isenção por uns bons tempos.

Assim, pode ser que eles pensem que o "gajo" vive melhor um bocado sem ter de pagar SS.  ;D

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Boas,

Não mencionei em nenhuma das respostas anteriores, mas faço-o agora.

Sou casado e com 3 dependentes menores, certamente irá contar no IRS do casal ao fim do ano.

Se realmente a minha facturação "esporádica"  ;)  não me venha a trazer desconfianças futuras, julgo ser uma boa opcção...

O que me leva a colectar-me é o tal pedido esporadico de recibo/facturas por uma minoria dos meus clientes já adquiridos.

Uma outra razão para a colecta, é eu ter uns "concorrentes" do mesmo ramo que o meu, aqui pela zona.... que como todos nós sabemos, veem o seu serviço a fugir para as pessoas que não pagam impostos (eu).... e qualquer dia pode vir a dar numa "acuzadilha" ( então eu pago impostos e os outros é que ganham o dinheiro) :-X

Já agora, mais umas perguntinhas:

Qual o valor do IAS actual

Se não ultrupassar em 6X o valor do IAS em facturação anual, não pago Seg. Social

Qual a taxa aplicada no fim do ano no IRS sobre a facturação/rendimentos

Cumprimentos

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- O valor actual do IAS é 419.22€

- Enquanto estiver isento, não paga

- Em 2013 passou a ser 75% do valor total da prestação de serviços

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- Em 2013 passou a ser 75% do valor total da prestação de serviços

Boas,

Essa não precebi.

Então quer dizer que se eu facturar 1000€ por ano, no final desse ano tenho de pagar de IRS 75% desse valor 750€, .... sendo assim só fico com 250€ para mim  >:(

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bom dia

Há muitos anos atrás já estive a recibos verdes e como tal na minha avaliação perdi o direito aos tais 12meses e isenção de pagamento á SSocial, caso queira retomar a minha actividade de novo, certo?

Estive vários anos como trabalhador por conta de outrém e estou desempregado, mas tal e qual como o colega "Rodeio", faço uns serviços e não ultrapasso o valor dos 6xIAS /ano.

A minha questão é:

Pelo que li, com esse valor e se nunca tivesse tido a actividade aberta antes, teria direito á isenção e manteria a mesma após os 12meses se o valor se mantiver inferior aos 6xIAS....

Pergunto:

Como se trata de "re-abrir" a actividade e embora sendo com um valor dessa ordem (< 6xIAS), tenho direito á isenção por o valor ser "mínimo", ou tenho mesmo de pagar os 120€ á SSocial?

obg

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Boas,

Essa não precebi.

Então quer dizer que se eu facturar 1000€ por ano, no final desse ano tenho de pagar de IRS 75% desse valor 750€, .... sendo assim só fico com 250€ para mim  >:(

A matéria colectável é que é 75% dos SP.

Ou seja, só os 75% estarão sujeitos a impostos. Com base nesses 75% dos SP somados aos restantes rendimentos do agregado familiar, é que se determinará o escalão e a respectiva taxa de irs a aplicar.

Por exemplo, se os seus únicos rendimentos (seus e do seu agregado familiar) forem 3000 euros de Serviços, então 75% desses 3000 = 2250 será a matéria colectavel, que se enquadra no 1º escalão e será sujeito a uma taxa de irs de 14,5%. Dando assim uma colecta de 2250 x 14,5% = 326,25. A este valor serão abatidas as deduções à colecta (dedução pessoal + uma percentagem das despesas de saúde, educação, rendas de casa,...) e os benefícios fiscais (percentagem de aplicações ppr,...). O resultado final (colecta - deduções à colecta) será o imposto a pagar.

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bom dia

Há muitos anos atrás já estive a recibos verdes e como tal na minha avaliação perdi o direito aos tais 12meses e isenção de pagamento á SSocial, caso queira retomar a minha actividade de novo, certo?

Estive vários anos como trabalhador por conta de outrém e estou desempregado, mas tal e qual como o colega "Rodeio", faço uns serviços e não ultrapasso o valor dos 6xIAS /ano.

A minha questão é:

Pelo que li, com esse valor e se nunca tivesse tido a actividade aberta antes, teria direito á isenção e manteria a mesma após os 12meses se o valor se mantiver inferior aos 6xIAS....

Pergunto:

Como se trata de "re-abrir" a actividade e embora sendo com um valor dessa ordem (< 6xIAS), tenho direito á isenção por o valor ser "mínimo", ou tenho mesmo de pagar os 120€ á SSocial?

obg

O que diz o código contributivo, no seu artigo 165º, é que num reinicio o valor da contribuição será igual:

- à fixada no mês de Outubro anterior (o que não é o caso, pois em Outubro ultimo não tinha actividade independente aberta),

- ou se não tiver sido fixada nenhuma nesse mês  de Outubro ultimo (como é o caso) é aplicado o 1º escalão (124,09), sem prejuízo de poder solicitar que a incidência da contribuição seja o duodécimo do rendimento relevante, caso esse duodécimo seja inferior ao ias (limite da incidência contributiva mínima = 50% ias).

Ou seja, imagine que terá um rendimento bruto de 2000, o rendimento relevante é 70% dos 2000 = 1400, esses 1400 divide por 12 = 116,67, dá um valor abaixo do ias. Mas como é menor que o limite mínimo (50% do ias), então a incidência da contribuição será 50 % do ias = 209,61 que dará uma contribuição de 62,04 (50% do 1º escalão).

Como é determinado o rendimento relevante num reinicio, visto que não tem actividade no ano anterior? Para mim acho, sem certezas (Convem informar-se junto da SS), que é o rendimento previsional para efeitos de abertura da actividade nas finanças. Sem prejuízo de mais tarde poder haver acertos com base no volume de negócios definitivo.

Mas...

O artigo 147º diz também que o enquadramento cessa a pedido do TI, caso o rendimento relevante seja inferior a 6 x ias. E aqui segundo me parece terá de esperar pelo menos o 1º ano de actividade para ter como prova / facto que realmente o seu rendimento é inferior a 6 x ias. Convém também confirmar isto junto da SS.

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O que diz o código contributivo, no seu artigo 165º, é que num reinicio o valor da contribuição será igual:

- à fixada no mês de Outubro anterior (o que não é o caso, pois em Outubro ultimo não tinha actividade independente aberta),

- ou se não tiver sido fixada nenhuma nesse mês  de Outubro ultimo (como é o caso) é aplicado o 1º escalão (124,09), sem prejuízo de poder solicitar que a incidência da contribuição seja o duodécimo do rendimento relevante, caso esse duodécimo seja inferior ao ias (limite da incidência contributiva mínima = 50% ias).

Ou seja, imagine que terá um rendimento bruto de 2000, o rendimento relevante é 70% dos 2000 = 1400, esses 1400 divide por 12 = 116,67, dá um valor abaixo do ias. Mas como é menor que o limite mínimo (50% do ias), então a incidência da contribuição será 50 % do ias = 209,61 que dará uma contribuição de 62,04 (50% do 1º escalão).

Como é determinado o rendimento relevante num reinicio, visto que não tem actividade no ano anterior? Para mim acho, sem certezas (Convem informar-se junto da SS), que é o rendimento previsional para efeitos de abertura da actividade nas finanças. Sem prejuízo de mais tarde poder haver acertos com base no volume de negócios definitivo.

Mas...

O artigo 147º diz também que o enquadramento cessa a pedido do TI, caso o rendimento relevante seja inferior a 6 x ias. E aqui segundo me parece terá de esperar pelo menos o 1º ano de actividade para ter como prova / facto que realmente o seu rendimento é inferior a 6 x ias. Convém também confirmar isto junto da SS.

Muito obrigado "RA"  ;)

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Boas,

Depois de muito ler... lá fui eu às finanças.

A actividade terá inicio no 1ª dia do mês seguinte, com os seguitnes CAE´s:

95220

46520

95110

Agora ainda tenho de saber onde vou buscar os recibos... e como serão preenchidos

Que prazos e obrigações tenho de cumprir

etc etc

Cumprimentos

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Boas,

Depois de muito ler... lá fui eu às finanças.

A actividade terá inicio no 1ª dia do mês seguinte, com os seguitnes CAE´s:

95220

46520

95110

Agora ainda tenho de saber onde vou buscar os recibos... e como serão preenchidos

Que prazos e obrigações tenho de cumprir

etc etc

Cumprimentos

- Comprar um livro de facturas e um livro de recibos. Não esqueça de dizer à tipografia para colocar a menção " IVA - regime de isenção ", pois penso que ficou no regime especial de isenção (artigo 53º).

- Comprar livros de registos das operações. Há quem defenda que não precisam de ser livros oficiais, bastando até um registo numa falha de excel. Mas isto deixa-me duvidas.

http://www.portoeditora.pt/produtos?restricts=8066x5839x6061x5593&facetcode=temas

- Comunicar as facturas até ao dia 25 do mês seguinte no e-factura.

- Fazer a declaração de rendimentos anual (irs)

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Obrigado Ra,

Sim dei como valores anuais de facturação nas finanças 2400€ (isenção IVA)

Também lá disse que se tiver uma velhota que vem ligar um fio no seu ferro de engomar (maior parte dos clientes) não me iria pedir factura..... dai o valor tão baixo de facturação.... a senhora das finanças até compreendeu.

Será mesmo preciso comprar livro de facturas e recibos, ou posso fazer isso no site das finaças...???

Esse livro de registos, para que serve.... para eu marcar um artigo que compre com factura (ficando assim em stock) .... e posteriormente marcar também as facturas que passe a algum cliente...???

As facturas passadas teem de ser comunicadas até ao dia 25 do mês seguinte no e-factura ....ou isso também pode ser feito no site das finanças.

E se existir 1 ou 2 mêses sem facturação.... é necessário fazer alguma coisa...???

O IRS, continua a ser preenchido na mesma data em que o fazia com a minha esposa.... e a partir de agora, terá de ser preenchido individualmente ou preencho em conjunto com ela na mesma....

Desculpem todas estas questões que até podem ser básicas....mas eu nunca passei por esta situação

Cumprimentos

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quanto ao livro de facturas e recibos depende do que vai vender, se for unicamente serviços, as facturas/recibos (antigos recibos verdes) emitidas do site das finanças é suficiente, mas se vencer também produtos, então precisa de emitir facturas.

se não quiser comprar o livro de facturas e recibos, existem alguns programas de faturação grátis, que servem perfeitamente.

quando ao livro de registos, eu uso uma simples folha excel. Na altura pesquisei bastante na internet e perguntei nas finanças e dizeram-me que era suficiente.

O seu IRS continua a ser entregue com o da sua esposa, mas como será trabalhador independente entregará mais tarde.

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O Paulo deu-lhe uma boa dica, utilizar um software gratuito.

Os livros de registos servem para registar/lançar as compras, despesas e vendas/serviços prestados (é registar no livro a numeração, data da factura, descrição / fornecedor ou cliente, valor da factura).

E visto que, segundo diz o Paulo, as finanças aceitam o registo em excel, é só preparar umas folhas para ir registando os movimentos.

Quanto ao e-factura, é mesmo no portal das finanças: https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt/

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Muito obrigado RA

Neste fim de semana, andei a tirar os contactos aqui das tipografias da zona.

Optei por fazer facturas/recibos em papel.... pois aqui no meu pc, existe muito software que não está licençiado (mas passa na microsoft como tal).

O livro de registos tb vou comprar.

Agora uma outra duvida.... as facturas de compras que faço, para possiveis reparações, é necessário entrega-las em algum lugar,.... guarda-las cá em casa.... ou é só necessário regista-las no livro de registos....????

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Boas,

Mais um problema, assim que cheguei á tipografia.

Pergntaram se os meus clientes tinham a mania de ficar a dever... :o

Perguntaram se queria livro de:

Factura/recibo (60€, totalizando 250 facturas em 5 livros)

ou

Factura/recibo/copia factura e recibo (63€ pela mesma quantidade)

Isto porque se passar o papel a um cliente, optando pela 1ª hipotese, ele fica logo com o comprovativo de pagamento da factura.... acho que n vou ter esse problema.

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Ainda tenho duvias em:

O que fazer às facturas do material que compro para futuras reparações...???

Necessito de um conta bancária à parte da que tenho actualmente com a esposa....só para a firma...???

Cumprimentos

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Muito obrigado RA

Neste fim de semana, andei a tirar os contactos aqui das tipografias da zona.

Optei por fazer facturas/recibos em papel.... pois aqui no meu pc, existe muito software que não está licençiado (mas passa na microsoft como tal).

O livro de registos tb vou comprar.

Agora uma outra duvida.... as facturas de compras que faço, para possiveis reparações, é necessário entrega-las em algum lugar,.... guarda-las cá em casa.... ou é só necessário regista-las no livro de registos.... ??? ?

Se também vai efetuar compras de materiais para aplicar nos serviços, também deve ter um livro para registar compras de matérias-primas.

E sim, deve registá-las e arquivá-las e conservar esse arquivo por muitos anos (não sei se são 5... ou até mesmo 10 anos).

Deve comprar um livro de registos para cada tipo:

-Compras de matérias-primas

-Despesas

-Serviços prestados.

Se optar por comprar modelos oficiais numa livraria, diga mesmo os tipos de livros que quer.

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Boas,

Mais um problema, assim que cheguei á tipografia.

Pergntaram se os meus clientes tinham a mania de ficar a dever... :o

Perguntaram se queria livro de:

Factura/recibo (60€, totalizando 250 facturas em 5 livros)

ou

Factura/recibo/copia factura e recibo (63€ pela mesma quantidade)

Isto porque se passar o papel a um cliente, optando pela 1ª hipotese, ele fica logo com o comprovativo de pagamento da factura.... acho que n vou ter esse problema.

Pois, se passar um documentos "factura/recibo", está a declarar que a factura está paga.

É uma opção sua, conforme for o mais adequado para a sua realidade.

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Ainda tenho duvias em:

O que fazer às facturas do material que compro para futuras reparações... ???

Necessito de um conta bancária à parte da que tenho actualmente com a esposa....só para a firma... ???

Cumprimentos

Deve registar a compra e arquivar (conforme disse anteriormente).

No seu caso, regime isenção do iva e simplificado de irs, não necessita de ter uma conta bancária exclusiva à atividade. Pode usar a que tem.

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