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Compra de casa.

57 publicações neste tópico

Olá a todos. Estou muito inclinado para comprar uma casa, pois trata-se de uma boa oportunidade e preciso de dar este passo em frente pois estou farto de pagar rendas sem recibo para casas que nunca serão minhas e que podem por na rua de um momento para o outro.

Valor do imóvel: 185000 (por aquilo que me informei o seu valor em situações normais estaria por volta dos 220 mil)

Spread 1,5 % (Banco Popular) eu sei que esta taxa é muito boa nos tempos que correm.

Duração de empréstimo 39 anos.

Orçamento mensal de 2400 € (sem contar com os subsídios de natal e férias que se for como dantes seriam +- 4200 €/ano)

Tenho duas coisas que me estão a dar cabo da cabeça e por isso preciso de uns conselhos de alguém que não seja nem banco nem imobiliária, por isso estejam à vontade...

1- Pedir empréstimo da totalidade do valor do imóvel e ficar a pagar uma prestação de 626 €, mantendo o dinheiro a render e pagando a papelada da compra da casa (7 mil) não mexendo numa reserva de 5 mil que tenho só para emergências. TAE 3,438%

ou

  pedir "apenas" um empréstimo de 165 mil e ficar a pagar uma prestação de 559 €. Neste caso vou-me descapitalizar, deixando de ter o dinheiro a render e sei que vou ter de tirar cerca de 2 mil da minha reserva de emergências. TAE 3,457%

2- A porcaria do seguro de vida... Começo com um seguro de 54 € e ao fim do 10º ano passa para 106€ e no pico atinge os 259 € (isto para o empréstimo de 165 mil)

Eu tenho a hipótese de não fazer o seguro por eles, mas o spread passa para 1,75%. Por isso gostaria de saber se conhecem seguros de vida mais baratos que compensem um aumento de 0,25 no spread.

Obrigado a todos.

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A. Olá a todos. Estou muito inclinado para comprar uma casa, pois trata-se de uma boa oportunidade e preciso de dar este passo em frente pois estou farto de pagar rendas sem recibo para casas que nunca serão minhas e que podem por na rua de um momento para o outro.

B. Valor do imóvel: 185000 (por aquilo que me informei o seu valor em situações normais estaria por volta dos 220 mil)

Spread 1,5 % (Banco Popular) eu sei que esta taxa é muito boa nos tempos que correm.

Duração de empréstimo 39 anos.

Orçamento mensal de 2400 € (sem contar com os subsídios de natal e férias que se for como dantes seriam +- 4200 €/ano)

Tenho duas coisas que me estão a dar cabo da cabeça e por isso preciso de uns conselhos de alguém que não seja nem banco nem imobiliária, por isso estejam à vontade...

1- Pedir empréstimo da totalidade do valor do imóvel e ficar a pagar uma prestação de 626 €, mantendo o dinheiro a render e pagando a papelada da compra da casa (7 mil) não mexendo numa reserva de 5 mil que tenho só para emergências. TAE 3,438%

ou

C.  pedir "apenas" um empréstimo de 165 mil e ficar a pagar uma prestação de 559 €. Neste caso vou-me descapitalizar, deixando de ter o dinheiro a render e sei que vou ter de tirar cerca de 2 mil da minha reserva de emergências. TAE 3,457%

D. 2- A porcaria do seguro de vida... Começo com um seguro de 54 € e ao fim do 10º ano passa para 106€ e no pico atinge os 259 € (isto para o empréstimo de 165 mil)

Eu tenho a hipótese de não fazer o seguro por eles, mas o spread passa para 1,75%. Por isso gostaria de saber se conhecem seguros de vida mais baratos que compensem um aumento de 0,25 no spread.

Obrigado a todos.

A. Gostaria de saber mais sobre isso, pois já expus um caso num tópico (http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=8838.0) e o problema é exatamente o oposto. Contrato legalizado nas finanças. Recibos com o pagamento. O problema é mesmo com os inquilinos que usam, estragam e não se preocupam com a conservação e manutenção. Pelo que me apercebi, não os posso colocar no olho da rua com a facilidade com que expõe o seu ponto de vista para avançar para a compra de imóvel...

OBS. Cuidado com as "boas oportunidades", geralmente dos bancos, e afins... Recentemente, encontrei um "amigo" que foi na conversa das boas oportunidades e adquiriu um apartamento por 120000€ (bem menor que o meu mas mais recente). Já pagou 30% mas precisa de se desfazer do apartamento por razões particulares. Ele está disposto a vender por 70000€ mas como deve ao banco cerca de 90000€, quem é que lhe aceita agora a "boa oportunidade"?

B. Assumindo que tem 31 anos (para não dizer 41). Um crédito por 39 anos, implica que irá estar a pagar uma renda até aos 70 anos (ou 80 anos), ou seja, até depois da idade da reforma (assumindo que haverá reforma e que esta não avance muito na idade...). É muito diferente de pagar renda a um proprietário? No primeiro caso, ainda terá de passar a pagar IMI, mesmo sem ter a casa paga, e no segundo caso, quem paga o IMI (mais o seguro da habitação) é o proprietário...

C. No caso de avançar, sugiro que peça o menos possível ao banco, independentemente dos "juros" que deixa de receber pelo produto X, Y ou Z!

D. Optaria por não associar o seguro ao spread, pois é provável que no mercado haja seguros competitivos que compensam no longo prazo os 0,25% de "penalização" (ainda nem avançou e já referem a palavra).

Mas como em tudo na vida, a decisão cabe a si!

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Caro ABC.

Como não me fizeram contrato, posso sair da casa quando quiser e podem dar-me ordem de saída quando quiserem, ou seja estabilidade é pouca.

Sobre as boas oportunidades, a situação é diferente, pois trata-se de uma habitação que nunca foi habitada/comprada, pois só depois de dar o meu ok é que a dita será terminada pois ainda tem apenas o esqueleto. O meu ok, não implica qualquer contrato promessa ou adiantamento, segundo as palavras do agente imobiliário que também é o contrutor "ainda acredito na palavra das pessoas".

Sobre o que diz no ponto B, eu pensei nisso muitas vezes, mas tendo em conta que o spread é baixo, que para alugar um t3 em condições vou pagar cerca de 500 €, prefiro pagar mais e assim ter um bem que se não for vendido por mim será certamente vendido ou usufruido pela minha filha. Refiro que esta moradia em situações normais custaria pelo menos 220 mil €, o que daqui a 15 anos por exemplo se a economia voltar ao normal posso sempre ganhar dinheiro. Aqui tb temos a vertente de um possível negócio, embora não seja esse o intuito da compra.

Sobre o que diz no C, o pedir menos é o que eu quero, só que depois fico sem dinheiro para tudo o resto, papeladas, mudança, contatores, AC etc... Se não me descapitalizar posso fazer render o dinheiro que tenho e em caso de aumento da euribor para números preocupantes posso sempre abater ao valor do empréstimo.

Sobre o que diz no ponto D, totalmente de acordo consigo, só falta encontrar um seguro que compense. Tb estou a tentar convencer o banco a não me aumentar o spread se por exemplo fizer lá um PPR ou se colocar lá as economias...

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1. Como não me fizeram contrato, posso sair da casa quando quiser e podem dar-me ordem de saída quando quiserem, ou seja estabilidade é pouca.

2. Sobre as boas oportunidades, a situação é diferente, pois trata-se de uma habitação que nunca foi habitada/comprada, pois só depois de dar o meu ok é que a dita será terminada pois ainda tem apenas o esqueleto. O meu ok, não implica qualquer contrato promessa ou adiantamento, segundo as palavras do agente imobiliário que também é o contrutor "ainda acredito na palavra das pessoas".

3. Sobre o que diz no ponto B, eu pensei nisso muitas vezes, mas tendo em conta que o spread é baixo, que para alugar um t3 em condições vou pagar cerca de 500 €, prefiro pagar mais e assim ter um bem que se não for vendido por mim será certamente vendido ou usufruido pela minha filha. Refiro que esta moradia em situações normais custaria pelo menos 220 mil €, o que daqui a 15 anos por exemplo se a economia voltar ao normal posso sempre ganhar dinheiro. Aqui tb temos a vertente de um possível negócio, embora não seja esse o intuito da compra.

4. Sobre o que diz no C, o pedir menos é o que eu quero, só que depois fico sem dinheiro para tudo o resto, papeladas, mudança, contatores, AC etc... Se não me descapitalizar posso fazer render o dinheiro que tenho e em caso de aumento da euribor para números preocupantes posso sempre abater ao valor do empréstimo.

5. Sobre o que diz no ponto D, totalmente de acordo consigo, só falta encontrar um seguro que compense. Tb estou a tentar convencer o banco a não me aumentar o spread se por exemplo fizer lá um PPR ou se colocar lá as economias...

1. Está nessa situação porque provavelmente precisa ou precisou de se deslocar, caso contrário já tinha pedido recibos por forma a legalizar a situação. Oferta é o que não falta, hoje em dia!...

2. Também quero crer na palavra das pessoas e como tal ajudo na medida do possível e do viável...

Pelo que conta, não tenho dotes de advinho, parece-me que o spread que pode vir a ter está associado ao imóvel/imobiliária em si, dai ser relativamente bom para os dias que correm.

A ser como conta, o construtor avança no acabamento da casa, provavelmente ao seu gosto, sem que precise de sinalizar ou adiantar algum capital para obras. É caso para avançar pois não arrisca nada a não ser a perda da palavra.

3. Em situações normais o meu "amigo" não precisaria de vender o magnifico T2 que comprou por 120000€. Deve ao banco 90000€ e ninguêm lho compra por mais de 70000€. Está aqui uma oportunidade ou não? Tenho outro, que imbuído no espírito das facilidades bancárias comprou um "palácio" (casal com 1 filho; casa com 12 quartos e 5 casas de banho... uma loucura). Agora, diz que se lhe derem 100000€ e um T3 ele faz a permuta, pois não tem tempo para tantas limpezas... Outra oportunidade ou não será?

4. Aproveite o espaço temporal, entre o acabamento da casa e o pedido de empréstimo, para juntar capital por forma a pedir o mínimo possível ao banco. Já bem basta ir pedir empréstimo por 39 anos... No caso de subida da euribor (1, 2 ou 3%), efetuou simulação para o pior cenário? Adicione as despesas correntes de água, luz, gás, IMI, seguro, combustivel, alimentação e outras por forma a verificar até que ponto a prestação continua confortável de suportar.

5. a) Faz muito bem em negociar com o banco o melhor spread para si. Apesar de que o spread pode não ser tudo, pois se em troca de umas décimas precisa de subscrever n + 1 produtos então não compensa essa negociação. Em último caso, pode sempre dizer que há outras entidades bancárias onde investir seu capital!

5. B) Experimente efetuar simulação nas seguintes companhias de seguro e depois partilhe, caso queira trocar impressões:

A. http://ww5.generali.pt/generali/

B. http://www.prevoir.pt/seguros/credito-habitacao.html

C. http://www.metlife.pt/pt/Home/Assets/Landing-Pages/Credito-Seguro/index.html

D. http://www.realvidaseguros.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=161&Itemid=747

E. http://www.axa.pt/seguro-vida-financiamento.aspx

Há mais algumas companhias mas para já ficam aqui estas.

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Caro ABCD, agradeço o tempo que tem gasto comigo.  ;)

Sobre os recibos... Quem me dera a mim ter recibo, só que nesta pequena vila alentejana a oferta é muito reduzida e é raro encontrar um caso onde se cumpra a legislação. É triste mas é verdade. Nunca mais me esqueço quando telefonei a um senhor e lhe perguntei se passava recibo e a resposta foi "ó amigo, eu não me meto nessas coisas!!!"

Sobre o ponto 3.

Não me estou a atirar às cegas, sei que tenho capacidade financeira para aguentar uma prestação até 1100 euros e aqui incluo todas as minhas outras despesas + 100 euros/mês em PPR/poupança para a "piquena" e + 100 €/mês para no final do ano abater ao valor do empréstimo (1200€). Assim consigo combater o aumento do seguro de vida/euribor, pelo menos almofadá-lo.

No ponto 4. Sim, pedi simulação com euribor a 5% e nesse caso no início estaria nos (900 €), mas teria de abater os 20 mil ao empréstimo. Provavelmente com 5% de euribor daqui a 15 anos podia estar em dificuldades, mas a isto surge um grande MAS, a euribor a subir implica naturalmente a melhoria de economia, e isso implicaria que os garrotes que me colocaram (sou professor) no vencimento e subsídios certamente que tinham desaparecido. Provavelmente implicará descongelamento da carreira, consequente progressão, melhoria salarial e fora os aumentos anuais. Além disso, acredito que daqui a 15, 20 anos o que para nós agora vale 1000€ certamente que não será a mesma coisa. Lembro-me que há 15 ou 20 anos 200 contos era uma "pipa" de massa e agora não vale assim tanto.

E por aquilo que se percebe a euribor vai demorar muito tempo a subir...

Hoje passei a tarde a falar com seguradoras, apesar de não ter as propostas todas, todas as que recebi foram inferiores à do banco.

Banco:

hoje - 60,64€ /aos meus 45 - 111,13€/ aos meus 60 - 262,19

Prevoir (a melhor que recebi)

hoje - 33,38 / aos meus 45 - 64,92/ aos meus 60 - 177,65

Isto para mim parece que compensa passar 1,5 de spread para 1,75%. Os valores são ao mês.

Vou tentar manter o spread, acenando com 2 PPR, uma conta poupança para emergências, e em último caso os tais 20/15 mil num depósito a prazo, isto se pedir o empréstimo na totalidade.

Cumprimentos.

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...

A. Não me estou a atirar às cegas, sei que tenho capacidade financeira para aguentar uma prestação até 1100 euros e aqui incluo todas as minhas outras despesas + 100 euros/mês em PPR/poupança para a "piquena" e + 100 €/mês para no final do ano abater ao valor do empréstimo (1200€). Assim consigo combater o aumento do seguro de vida/euribor, pelo menos almofadá-lo.

No ponto 4. Sim, pedi simulação com euribor a 5% e nesse caso no início estaria nos (900 €), mas teria de abater os 20 mil ao empréstimo. Provavelmente com 5% de euribor daqui a 15 anos podia estar em dificuldades, mas a isto surge um grande MAS, a euribor a subir implica naturalmente a melhoria de economia, e isso implicaria que os garrotes que me colocaram (sou professor) no vencimento e subsídios certamente que tinham desaparecido. Provavelmente implicará descongelamento da carreira, consequente progressão, melhoria salarial e fora os aumentos anuais. Além disso, acredito que daqui a 15, 20 anos o que para nós agora vale 1000€ certamente que não será a mesma coisa. Lembro-me que há 15 ou 20 anos 200 contos era uma "pipa" de massa e agora não vale assim tanto.

E por aquilo que se percebe a euribor vai demorar muito tempo a subir...

B. Hoje passei a tarde a falar com seguradoras, apesar de não ter as propostas todas, todas as que recebi foram inferiores à do banco.

Banco:

hoje - 60,64€ /aos meus 45 - 111,13€/ aos meus 60 - 262,19

Prevoir (a melhor que recebi)

hoje - 33,38 / aos meus 45 - 64,92/ aos meus 60 - 177,65

Isto para mim parece que compensa passar 1,5 de spread para 1,75%. Os valores são ao mês.

Vou tentar manter o spread, acenando com 2 PPR, uma conta poupança para emergências, e em último caso os tais 20/15 mil num depósito a prazo, isto se pedir o empréstimo na totalidade.

Cumprimentos.

A. Nesse caso, porque não reduz, agora, o período de empréstimo e numa emergência, futura, passa a ter margem de manobra para diminuir a prestação mensal com os encargos da habitação?

B. De facto a companhia francesa de seguros é a mais competitiva do mercado, se não estou em erro. Encontra aqui uma lista de agências no território nacional: http://www.prevoir.pt/contacto/agencias.html

Obviamente que esses valores serão diferentes, para menos, à medida que fizer abatimentos no capital...

Só um pequeno esclarecimento. O valor 33,38€/mês é individual ou a soma de duas pessoas "seguradas"?

Claramente que, esta decisão de se "segurar" fora do banco, compensa a "penalização" de 0,25% no spread. Não sei se com esse plano (PPR's, contas a prazo,...) conseguirá alguma redução na penalização mas não custa nada tentar. Caso não consiga, tem sempre a hipótese de procurar a melhor oferta do mercado para rentabilizar melhor o seu capital!...

PS. Tente não pedir os 100% do capital necessário!...

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A. Porque ficaria com uma prestação muito alta, eu já acho que é alta a que vou pagar, apesar dela "só" corresponder a 25% do meu orçamento. Além disso sei que o próximo ano letivo será um ano mais apertado pois tenho de incluir o infantário da minha filha (será o último ano).

B. É para duas pessoas seguradas.

Sobre os 100% de empréstimo. Estou mais inclinado para pedir e porquê.

1- mantenho o dinheiro do meu lado rentabilizando e com os juros ganhos, compenso e ultrapasso a diferença de 70 €/mês a mais por pedir o empréstimo total. Na prática é como se tivesse dado os 20 mil, mas com a GRANDE diferença de ainda os ter.

2- Daqui a 10/15 anos tenho capital para comprar ou dar entrada para um carro (o meu tem 5 anos), assim evito fazer outro empréstimo que será certamente mais caro.

3- Em situação de emergência, no caso da euribor disparar por aí acima, posso abater de forma significativa o valor do empréstimo baixando assim a prestação para valores mais aceitáveis.

4- Eu sei que pagarei mais pela casa, mas isso só acontecerá se eu não for abatendo, o que pretendo fazer em pelo menos 1000 € ao ano.

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E consultores financeiros podem dar opinião? ;-)

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E consultores financeiros podem dar opinião? ;-)

On ou Off?

Eu cá, gosto de On!...  :P

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A. Porque ficaria com uma prestação muito alta, eu já acho que é alta a que vou pagar, apesar dela "só" corresponder a 25% do meu orçamento. Além disso sei que o próximo ano letivo será um ano mais apertado pois tenho de incluir o infantário da minha filha (será o último ano).

B. É para duas pessoas seguradas.

A. Dai que não deva pedir os 100%...

Mas afinal os 5% são apenas na teoria, pois se puder fugir deles...

B. Muito bem. É muito competitivo e daqui a uns anos deverá descer mediante as amortizações efetuadas. Depois é uma questão de estar atento ao mercado!...  ;)

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E consultores financeiros podem dar opinião? ;-)

Opiniões são sempre bem vindas. ;-)

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A. Dai que não deva pedir os 100%...

Mas afinal os 5% são apenas na teoria, pois se puder fugir deles...

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Pondo de parte se a casa é im bom negocio ou não:

Duas regras base não devm ser violadas:

-Deverá ter sempre um fundo de emergencia (3 a 6 meses de despesas), que dererá ser os 5k que refere. mante-los sempre consigo para adversidades.

-Renda da casa (mensalidade total) não devererá ultrapassar 1/4 do rendimento mensal.

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Pondo de parte se a casa é im bom negocio ou não:

Duas regras base não devm ser violadas:

-Deverá ter sempre um fundo de emergencia (3 a 6 meses de despesas), que dererá ser os 5k que refere. mante-los sempre consigo para adversidades.

-Renda da casa (mensalidade total) não devererá ultrapassar 1/4 do rendimento mensal.

Segundo isto que encontrei

"3. No máximo, quanto é que as despesas da habitação devem representar no orçamento familiar?

Embora o orçamento varie de família para família, segundo uma especialistas norte-americana, as despesas com à habitação não devem pesar mais do que 35% do orçamento. E nas despesas da casa incluem-se: o empréstimo, juros e seguro, despesas como água, luz, gás, telefone internet, etc."

fonte diário económico

A minha estará nos 31%...

Hoje estive no banco e o gerente vai fazer a proposta para a sede mantendo-me os 1,5% de spread com a compartida de eu manter lá 2 PPR/o fundo de emergência/um depósito mensal para a filhota/um depósito mensal para no final do ano abater ao valor do empréstimo. Consegui evitar colocar lá os 20 mil euros pois o melhor que eles têm é uma taxa de 3%.

Agora é aguardar aprovação.

P.S- as 2 propostas que levei sobre os seguros de vida foram importantes pois ele apercebeu-se que me compensava até o aumento de 0,25% no spread.

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...

A minha estará nos 31%...

Hoje estive no banco e o gerente vai fazer a proposta para a sede mantendo-me os 1,5% de spread com a compartida de eu manter lá 2 PPR/o fundo de emergência/um depósito mensal para a filhota/um depósito mensal para no final do ano abater ao valor do empréstimo. Consegui evitar colocar lá os 20 mil euros pois o melhor que eles têm é uma taxa de 3%.

Agora é aguardar aprovação.

P.S- as 2 propostas que levei sobre os seguros de vida foram importantes pois ele apercebeu-se que me compensava até o aumento de 0,25% no spread.

Bravo. É assim mesmo!...  ;)

Tenha cuidado, no futuro imediato, relativamente a prazos concedidos (carta provisória) e assinatura de contrato. Há casos em que os valores (spread's) se alteram por uma "mudança" qualquer de última hora, até mesmo no decorrer do acto da escritura quando a pessoa vai imbuída no espírito de ser o "dono" da própria habitação e já gastou X€ em "burocracias"...

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Bravo. É assim mesmo!...  ;)

Tenha cuidado, no futuro imediato, relativamente a prazos concedidos (carta provisória) e assinatura de contrato. Há casos em que os valores (spread's) se alteram por uma "mudança" qualquer de última hora, até mesmo no decorrer do acto da escritura quando a pessoa vai imbuída no espírito de ser o "dono" da própria habitação e já gastou X€ em "burocracias"...

Obrigado ABCD.

Agora vou levar a papelada (recibo de vencimento e afins) para ele enviar a proposta. Segundo o combinado com o construtor, só quando a casa estiver pronta é que será feita escritura, ele não me pediu nenhum adiantamento ou contrato promessa, disse-me que a palavra chegava.

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Obrigado ABCD.

Agora vou levar a papelada (recibo de vencimento e afins) para ele enviar a proposta. Segundo o combinado com o construtor, só quando a casa estiver pronta é que será feita escritura, ele não me pediu nenhum adiantamento ou contrato promessa, disse-me que a palavra chegava.

Procure informar-se no banco, sobre a validade do spread relativamente à data de escritura. Pode dar-se o caso desse spread ser garantido por um mês e a casa só estar pronta daqui a 6 meses. E a escritura por dai a mais 2 meses...

Se for algo do género, procure não apressar as "coisas", do tipo escriturar primeiro antes da casa estar pronta para não perder o spread. Pode dar-se o caso de a casa surgir, um dia mais tarde, com uma série de defeitos porque foi necessário "acelerar"...

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Segundo isto que encontrei

"3. No máximo, quanto é que as despesas da habitação devem representar no orçamento familiar?

Embora o orçamento varie de família para família, segundo uma especialistas norte-americana, as despesas com à habitação não devem pesar mais do que 35% do orçamento. E nas despesas da casa incluem-se: o empréstimo, juros e seguro, despesas como água, luz, gás, telefone internet, etc."

fonte diário económico

A minha estará nos 31%...

Hoje estive no banco e o gerente vai fazer a proposta para a sede mantendo-me os 1,5% de spread com a compartida de eu manter lá 2 PPR/o fundo de emergência/um depósito mensal para a filhota/um depósito mensal para no final do ano abater ao valor do empréstimo. Consegui evitar colocar lá os 20 mil euros pois o melhor que eles têm é uma taxa de 3%.

Agora é aguardar aprovação.

P.S- as 2 propostas que levei sobre os seguros de vida foram importantes pois ele apercebeu-se que me compensava até o aumento de 0,25% no spread.

Boas Spor,

Excelentes posts entre todos os intervenientes neste tópico! Deu para ficar com uma ideia de como pensar se me surgir uma situação semelhante.

Queria apenas acrescentar um facto (fato) ao que foi dito. O peso com as despesas de habitação não deve ultrapassar os 35% do orçamento familiar, concordo. E em caso de desemprego? Convém criar várias variáveis mesmo que possam parecer "irrealistas" porque futuramente não sabemos como irá evoluir a economia, a tendência é que melhore, mas já se fala noutras crises, portanto é preferível fazer uma previsão mais "negra" do que ficar surpreendido.

Boa Sorte nesse negócio!

PS- Sempre que vejo alguém referir uma boa oportunidade referente ao imobiliário, fico sempre com a sensação que não existe noção de que o mercado imobiliário está de rastos, e para uma casa valorizar, só se for de luxo, ou então adquirida por metade do seu valor de mercado, e mesmo assim... Aqueles tempos das "vacas gordas" para voltarem tínhamos de voltar a construir/construir, ou então 10M de brasileiros virem para Portugal :P

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Boa Sorte nesse negócio!

PS- Sempre que vejo alguém referir uma boa oportunidade referente ao imobiliário, fico sempre com a sensação que não existe noção de que o mercado imobiliário está de rastos, e para uma casa valorizar, só se for de luxo, ou então adquirida por metade do seu valor de mercado, e mesmo assim... Aqueles tempos das "vacas gordas" para voltarem tínhamos de voltar a construir/construir, ou então 10M de brasileiros virem para Portugal :P

É a realidade, quer queiram acreditar ou não!  ::)

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Procure informar-se no banco, sobre a validade do spread relativamente à data de escritura. Pode dar-se o caso desse spread ser garantido por um mês e a casa só estar pronta daqui a 6 meses. E a escritura por dai a mais 2 meses...

Se for algo do género, procure não apressar as "coisas", do tipo escriturar primeiro antes da casa estar pronta para não perder o spread. Pode dar-se o caso de a casa surgir, um dia mais tarde, com uma série de defeitos porque foi necessário "acelerar"...

Sim sim, isso está já definido. O spread é sempre o mesmo durante todo o tempo do empréstimo. Quanto a assinaturas só vão haver depois da casa estar pronta, o que deve ser lá para outubro. Agora é fase de escolher azuleijos e afins...

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Boas Spor,

Excelentes posts entre todos os intervenientes neste tópico! Deu para ficar com uma ideia de como pensar se me surgir uma situação semelhante.

Queria apenas acrescentar um facto (fato) ao que foi dito. O peso com as despesas de habitação não deve ultrapassar os 35% do orçamento familiar, concordo. E em caso de desemprego? Convém criar várias variáveis mesmo que possam parecer "irrealistas" porque futuramente não sabemos como irá evoluir a economia, a tendência é que melhore, mas já se fala noutras crises, portanto é preferível fazer uma previsão mais "negra" do que ficar surpreendido.

Boa Sorte nesse negócio!

PS- Sempre que vejo alguém referir uma boa oportunidade referente ao imobiliário, fico sempre com a sensação que não existe noção de que o mercado imobiliário está de rastos, e para uma casa valorizar, só se for de luxo, ou então adquirida por metade do seu valor de mercado, e mesmo assim... Aqueles tempos das "vacas gordas" para voltarem tínhamos de voltar a construir/construir, ou então 10M de brasileiros virem para Portugal :P

Obrigado Cardoso24.

A casa está mais barata pois há 3 anos por exemplo uma casa destas era vendida pelo menos por 200 a 220 mil euros. Aliás o sr. do banco que não é proprietário falou entre os 220 a 250, mas acredito que esta é a versão optimista.

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Sim sim, isso está já definido. O spread é sempre o mesmo durante todo o tempo do empréstimo. Quanto a assinaturas só vão haver depois da casa estar pronta, o que deve ser lá para outubro. Agora é fase de escolher azuleijos e afins...

Não foi isso que fiz questão de o alertar!...  ;)

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Obrigado Cardoso24.

A casa está mais barata pois há 3 anos por exemplo uma casa destas era vendida pelo menos por 200 a 220 mil euros. Aliás o sr. do banco que não é proprietário falou entre os 220 a 250, mas acredito que esta é a versão optimista.

Há 3 anos, ou seja, em 2011. Considerando os 200k, ao valor que irás comprá-la, significa que está 19% abaixo do VM.

Tendo em conta a situação actual, e sem conhecer a localização, área do imóvel, considero ainda um valor elevado mesmo que não pareça.

Lançava-te um desafio, se puderes. Saber locais de leilões e tentares ver imóveis parecidos a esse que pretendes adquirir, ver a que preços são vendidos, e a procura que existe. Em leilões os imóveis chegam a valer menos 35% do seu Valor de Mercado. (Em alguns casos)

No entanto como tens condições para pagar a casa, mesmo que a renda aumente. Espero que tudo te corra bem ;)

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Não foi isso que fiz questão de o alertar!...  ;)

Ok percebi mal.

Se o spread na altura da venda casa estiver diferente (o que não acredito nem faz sentido que isso aconteça) naturalmente que a compra não se realizava.

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Há 3 anos, ou seja, em 2011. Considerando os 200k, ao valor que irás comprá-la, significa que está 19% abaixo do VM.

Tendo em conta a situação actual, e sem conhecer a localização, área do imóvel, considero ainda um valor elevado mesmo que não pareça.

Lançava-te um desafio, se puderes. Saber locais de leilões e tentares ver imóveis parecidos a esse que pretendes adquirir, ver a que preços são vendidos, e a procura que existe. Em leilões os imóveis chegam a valer menos 35% do seu Valor de Mercado. (Em alguns casos)

No entanto como tens condições para pagar a casa, mesmo que a renda aumente. Espero que tudo te corra bem ;)

Cardoso24, a oferta onde estou é limitada, mas mesmo assim andei a comparar e acho que é um bom negócio. Havia uma moradia aqui na zona que tb era interessante, apesar de ser bem mais pequena e não ter garagem nem arrecadação. A 1ª a ser vendida foi por 180 mil, estão atualmente à venda por 150 mil, mas o último comprador pagou "apenas" 135 mil. Mas atenção que a "minha" casa é bem melhor a nível de área e localização. Além disso havia um fator importantissímo, não havia financiamento o que implicava um empréstimo com spread a 4,5-5%...

Por exemplo aqui um bom apartamento, também T3, estão à venda por 150 mil a 170 mil e estamos a falar de apartamento. Se queres alugar um bom T3 pagas de renda pelo menos 500 €.

Sobre os leilões isso é só para os grandes centros, são poucos os casos para o interior.

Mandei-te MP.

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