Visitante Ana B.

Duvida - IRS conjunto ??

7 publicações neste tópico

Olá a todos.

O meu caso é o seguinte:

Vivo com uma pessoa há um ano mas não somos casados um com o outro, isto porque ainda me encontro casada com o meu "ex"-marido porque o senhor em questão não assina os papeis para o divórcio, embora já estejamos separados há 18 meses.

Estou desempregada e o meu actual companheiro está a descontar mensalmente 13.5% + 3.5% de IRS.

Em 2012 entregamos a declaração de IRS em separado.

A minha duvida é:

O meu actual companheiro pode dizer no emprego que vive com uma pessoa na minha situação a cargo dele e assim ver reduzido o desconto para o IRS?

Se sim de quanto seria essa redução?

E na declaração de 2013 já poderiamos entregar o IRS juntos?

Desde já agradeço a atenção dispensada.

Cumprimentos

Ana B.

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Olá a todos.

O meu caso é o seguinte:

Vivo com uma pessoa há um ano mas não somos casados um com o outro, isto porque ainda me encontro casada com o meu "ex"-marido porque o senhor em questão não assina os papeis para o divórcio, embora já estejamos separados há 18 meses.

Estou desempregada e o meu actual companheiro está a descontar mensalmente 13.5% + 3.5% de IRS.

Em 2012 entregamos a declaração de IRS em separado.

A minha duvida é:

O meu actual companheiro pode dizer no emprego que vive com uma pessoa na minha situação a cargo dele e assim ver reduzido o desconto para o IRS?

Se sim de quanto seria essa redução?

E na declaração de 2013 já poderiamos entregar o IRS juntos?

Desde já agradeço a atenção dispensada.

Cumprimentos

Ana B.

Boa tarde,

em primeiro lugar, você e o seu actual companheiro terão que ter a mesma morada fiscal há pelo menos 2 anos para poderem entregar o irs em conjunto, mas para isso terá de tratar da questão do casamento, pois uma pessoa não pode ser casada com uma pessoa e ser unidos de facto com outra pessoa.. Mas mesmo sendo unidos de facto, não há "desconto" para irs, só mesmo sendo casado e/ou com dependentes a cargo.

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Boa tarde,

em primeiro lugar, você e o seu actual companheiro terão que ter a mesma morada fiscal há pelo menos 2 anos para poderem entregar o irs em conjunto, mas para isso terá de tratar da questão do casamento, pois uma pessoa não pode ser casada com uma pessoa e ser unidos de facto com outra pessoa.. Mas mesmo sendo unidos de facto, não há "desconto" para irs, só mesmo sendo casado e/ou com dependentes a cargo.

Muito obrigada Cláudio pelo esclarecimento.

Então não há nada a fazer enquanto o divórcio não sair. :(

É triste porque o meu "ex"-marido continua a beneficiar de tudo IRS, bens tudo.

Pronto há que esperar pelo divórcio e mais um ano.

Já agora outra questão, a partir do momento em que passe a união de facto, para quanto é reduzida a taxa?

E o meu filho de 18 anos também pode ser considerado dependente do meu companheiro?

Obrigada ;)

Ana B.

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Muito obrigada Cláudio pelo esclarecimento.

Então não há nada a fazer enquanto o divórcio não sair. :(

É triste porque o meu "ex"-marido continua a beneficiar de tudo IRS, bens tudo.

Pronto há que esperar pelo divórcio e mais um ano.

Já agora outra questão, a partir do momento em que passe a união de facto, para quanto é reduzida a taxa?

E o meu filho de 18 anos também pode ser considerado dependente do meu companheiro?

Obrigada ;)

Ana B.

Quanto apresentar como união de facto terá um benefício a nível de irs porque é aplicado o quociente conjugal o que faz reduzir a taxa a aplicar (poderá mesmo descer de escalão).

Quanto ao dependente creio que possa, mas só quando tiverem os 2 anos com a mesma morada fiscal, no entanto não sendo mesmo filho dessa pessoa não tenho a certeza, confirme com alguém dentro do assunto

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Só uma achega: se já não vive com o seu marido, apesar de ainda continuar casada com ele por circunstâncias da vida, a declaração pode, e deve ser apresentada como "separada de facto".

Boa sorte.

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Bom dia ,

Tenho uma duvida relativamente ao irs a entregar em 2014.

Vivo em união de facto, e apresento a minha declaração de irs como tal.

A minha duvida é a seguinte :

Relativamente as despesas de educação o montante máximo de beneficio é 760 euros por cada sujeito passivo? isto porque eu e  meu companheiro estamos a estudar e as nossa despesas de educação são bem superiores.

Isto pq no simulador da DECO em educação só obtenho o beneficio de 760 euros e depois para , mas nos juros de habitação permite obter mais do que o limite 296 euros

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Artigo 85.º

Encargos com imóveis 

1 - São dedutíveis à colecta 15% dos encargos a seguir mencionados relacionados com imóveis situados em território português ou no território de outro Estado membro da União Europeia ou no espaço económico europeu desde que, neste último caso, exista intercâmbio de informações:(Redacção dada pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

a) Juros de dívidas, por contratos celebrados até 31 de dezembro de 2011, contraídas com a aquisição, construção ou beneficiação de imóveis para habitação própria e permanente ou arrendamento devidamente comprovado para habitação permanente do arrendatário, até ao limite de (euro) 296;Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

B) Prestações devidas em resultado de contratos celebrados até 31 de dezembro de 2011 com cooperativas de habitação ou no âmbito do regime de compras em grupo, para a aquisição de imóveis destinados a habitação própria e permanente ou arrendamento para habitação permanente do arrendatário, devidamente comprovadas, na parte que respeitem a juros das correspondentes dívidas, até ao limite de (euro) 296;Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

c) Importâncias pagas a título de rendas por contrato de locação financeira celebrado até 31 de dezembro de 2011 relativo a imóveis para habitação própria e permanente efetuadas ao abrigo deste regime, na parte que não constituam amortização de capital, até ao limite de (euro) 296;Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

d) Importâncias, líquidas de subsídios ou comparticipações oficiais, suportadas a título de renda pelo arrendatário de prédio urbano ou da sua fração autónoma para fins de habitação permanente, quando referentes a contratos de arrendamento celebrados a coberto do Regime do Arrendamento Urbano, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 321-B/90, de 15 de outubro, ou do Novo Regime do Arrendamento Urbano, aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, até ao limite de (euro) 502. (Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

2 - (Revogado pela  Lei n.º 3-B/2010-28/04)

3 - As deduções referidas no n.º 1 não são cumulativas. (Redacção da Lei n.º 67-A/2007, de 31/12)

4 - O disposto na alínea a) do n.º 1 não é aplicável quando os encargos aí referidos sejam devidos a favor de entidade residente em país, território ou região, sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável, constante de lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças, e que não disponha em território português de estabelecimento estável ao qual os rendimentos sejam imputáveis.

5 - O disposto nas alíneas c) e d) do n.º 1 não é aplicável quando os encargos aí referidos sejam devidos a favor de entidade residente em país, território ou região, sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável, constante de lista aprovada por portaria do Ministro das Finanças, e que não disponha em território português de estabelecimento estável ao qual os rendimentos sejam imputáveis. (Redacção dada pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

6 - (Revogado.) (Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

7 - Os limites estabelecidos no n.º 1 são elevados, tendo em conta os escalões previstos no n.º 1 do artigo 68.º, nos seguintes termos: (Redacção dada pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

a) Em 50 % para os sujeitos passivos com rendimento coletável até ao limite do 1.º escalão;(Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

B) Em 20 % para os sujeitos passivos com rendimento coletável até ao limite do 2.º escalão;(Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

c) (Revogada.)  (Redacção dada pela Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro)

Será por causa disto (nº7)?

Atenção que o limite é depois de aplicada a % de dedução, não é o valor base (valor total da despesa).

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