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"Depósitos acima dos 100 mil estão a salvo por enquanto"

66 publicações neste tópico

Ex-governador do Banco de Portugal desaconselha a retirada do dinheiro dos bancos portugueses mas admite que o cenário possa ser diferente dentro de três ou quatro anos.

Os depósitos dos portugueses, acima dos 100 mil, estão a salvo, por agora.

Silva Lopes, diz que “em teoria”, os resgates bancários semelhantes aos do Chipre, podem ser possíveis em Portugal, “embora não num tempo próximo”.

Questionado sobre essa possibilidade, denunciada pelo eurodeputado Nuno Melo, depois de ter pedido explicações à comissão europeia sobre esta matéria, o ex-governador do Banco de Portugal garante que “em Portugal não há, por agora, bancos em risco e onde isso seja uma ameaça”.

Silva Lopes é claro, quando diz que “não vai tirar o seu dinheiro de parte nenhuma, embora admita não saber como estará a situação de Portugal e dos bancos portugueses daqui a três ou quatro anos”, no entanto, diz Silva Lopes, “o dinheiro dos portugueses está a salvo, mediante as indicações que temos por agora”.

Não querendo alongar-se muito em cenários, o antigo governador do Banco de Portugal reconhece que a solução preconizada pela Comissão Europeia, de que os depósitos das instituições em dificuldades acima de 100 mil euros possam vir a ser reduzidos ou convertidos em acções, “é uma solução que pode vir a vingar”.

O actual governador, em meados de Março dizia o mesmo. Em plena crise dos depósitos de Chipre, Carlos Costa afirmava que os depósitos em Portugal não estão ameaçados:

“O nosso sistema bancário está muito mais capitalizado, tem mais liquidez, está muito mais sólido, portanto os nossos visitantes podem estar muito tranquilos, têm dos sistemas financeiros mais estáveis e mais capitalizados neste momento na Europa”, afirmou Carlos Costa a 19 de Março deste ano.

Contactado pela Renascença, o ministério das Finanças não faz qualquer comentário.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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Esta medida, a avançar, parece-me ter algo de pernicioso.

Então quem nada deve ao banco é que vai ter que ajudar a pagar os seus prejuízos?  ::)

O problema mesmo é não se vislumbrar um «local» onde o dinheiro esteja...seguro e a render dinheiro.

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O que todos querem é depósitos a prazo a render mais que obrigações/acções... e isso não me parece muito sustentável. Não há almoços grátis.

Alias é algo que não faz sentido. Quando falamos a um americano que um DP aqui rende entre 3% a 4% ele até se passa.. Com o grau de segurança que os DP têm (ou é suposto terem) a sua rendibilidade devia ser inferior a 1%/2%.

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Esta medida, a avançar, parece-me ter algo de pernicioso.

Então quem nada deve ao banco é que vai ter que ajudar a pagar os seus prejuízos?  ::)

O problema mesmo é não se vislumbrar um «local» onde o dinheiro esteja...seguro e a render dinheiro.

Não te esquecas que um depositante é um credor do banco, emprestou dinheiro, logo existe sempre o risco do emprestado não conseguir pagar ao que emprestou :P

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bom dia,

Estas noticias que vão saindo, é na sequência do resgate ao Chipre.Caso o País venha a precisar de outro

resgate,bancos com dificuldades (cativar dep. bancários ,acções bancos em dificuldades,etc.).

Agora falam muito superficialmente de como é que poderão fazer, estas situações de emergencia.

Será os 100.000 euros por banco e por depositante,como já existe (fundo de garantia de depositante),ou

será 100.000 em saldo total que os depositantes possam ter em vários bancos ?

Pois esta informação é que é importante e fundamental, senão poderá haver levantamentos/fuga de depositos dos bancos, ( isto antes da situação estar já incontrolável), porque depois estamos feitos e vamos perder o nosso dinheiro.

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Não te esquecas que um depositante é um credor do banco, emprestou dinheiro, logo existe sempre o risco do emprestado não conseguir pagar ao que emprestou :P

Pois...

Eu é que não consigo ver as «coisas» por esse prisma. ;)

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Cá em Portugal, é mais fácil "comer" 28% (por enquanto) sobre todos os rendimentos obtidos no dinheiro que emprestamos aos bancos. Parece que não chega! É preciso ir mais longe! O céu parece ser o limite na óptica dos políticos da comissão europeia.

É tão bom governar com o dinheiro dos outros... ::)

O caso do Chipre abriu um precedente na minha opinião grave, foi um teste ao autoritarismo, despotismo e prepotência do governo em que foi vedado a seu belo prazer, o livre acesso ao dinheiro por parte dos depositantes.

Daqui para a frente tudo é possível, nada está a salvo, nem propriedades nem bens, é o salve-se quem puder e souber!

O presuposto dos 100 mil baseia-se no facto de apenas 1,8% dos depósitos na Europa atingir esse valor, estando o restante isento dessa contribuição. Ainda bem não me atinge! :police:

A questão é que os bancos não são auto sustentáveis, pois o dinheiro que lhes emprestamos não chega, pois os mesmos foram ao casino e sairam a perder e quem paga essa perda é o depositante. Os governos querem se livrar de injectar dinheiro, sobra quem? Os depositantes claro! A velha conversa de que as taxas de juros baixas oferecidas nos depósitos sustentam a banca.

E eu pergunto, onde está o estimulo à economia se quase não rende ter dinheiro nos bancos? Como é que pode haver consumo se não há crescimento do capital? Querem fazer omoletes sem ovos? Só dá é vontade de levantar todo o dinheiro, mas o problema é onde colocá-lo? Acções? Fundos? Sobe o risco e as noites mal dormidas, principalmente para a maioria das pessoas que não dominam a ciência.

Se todas as pessoas levantassem as suas economias ao mesmo tempo é que eu queria ver como é que era com os bancos... fechavam todos!

Investir em imóveis? Actualmente não dão rendimento. Ouro? Só se for proveniente de alguma herança inesperada, bom para quem compra, mau para quem vende tal como os imóveis... Criar um negócio próprio? Talvez, mas o quê? Para durar 6 meses e depois fechar portas? Etc.

Por isso, é que por muito que as taxas estejam baixas o povo vai mantendo os depósitos nos bancos, e até parece que têm aumentado o volume. E é com esse facto que os bancos e os governos vão brincando com o nosso dinheiro.

Não é remédio santo nem tão pouco novidade, mas, espalhar o capital por vários produtos, bancos e também guardar alguma coisa em casa, não vá um dia precisar de levantar o dinheiro no multibanco e encontrar a conta usurpada.  :P

É altamente desconcertante ter a sensação permanente de que, por muitas teorias que aplique, atitudes que tome, nada seja garantido excepto a morte e pagar impostos, pois o cerco parece já estar montado... Se fujo o papão pega, se fico o papão come!

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Cá em Portugal, é mais fácil "comer" 28% (por enquanto) sobre todos os rendimentos obtidos no dinheiro que emprestamos aos bancos. Parece que não chega! É preciso ir mais longe! O céu parece ser o limite na óptica dos políticos da comissão europeia.

O presuposto dos 100 mil baseia-se no facto de apenas 1,8% dos depósitos na Europa atingir esse valor, estando o restante isento dessa contribuição. Ainda bem não me atinge! :police:

A questão é que os bancos não são auto sustentáveis, pois o dinheiro que lhes emprestamos não chega, pois os mesmos foram ao casino e sairam a perder e quem paga essa perda é o depositante. Os governos querem se livrar de injectar dinheiro, sobra quem? Os depositantes claro! A velha conversa de que as taxas de juros baixas oferecidas nos depósitos sustentam a banca.

E eu pergunto, onde está o estimulo à economia se quase não rende ter dinheiro nos bancos? Como é que pode haver consumo se não há crescimento do capital? Querem fazer omoletes sem ovos? Só dá é vontade de levantar todo o dinheiro, mas o problema é onde colocá-lo? Acções? Fundos? Sobe o risco e as noites mal dormidas, principalmente para a maioria das pessoas que não dominam a ciência.

Se todas as pessoas levantassem as suas economias ao mesmo tempo é que eu queria ver como é que era com os bancos... fechavam todos!

Investir em imóveis? Actualmente não dão rendimento. Ouro? Só se for proveniente de alguma herança inesperada, bom para quem compra, mau para quem vende tal como os imóveis... Criar um negócio próprio? Talvez, mas o quê? Para durar 6 meses e depois fechar portas? Etc.

Por isso, é que por muito que as taxas estejam baixas o povo vai mantendo os depósitos nos bancos, e até parece que têm aumentado o volume. E é com esse facto que os bancos e os governos vão brincando com o nosso dinheiro.

Não é remédio santo nem tão pouco novidade, mas, espalhar o capital por vários produtos, bancos e também guardar alguma coisa em casa, não vá um dia precisar de levantar o dinheiro no multibanco e encontrar a conta usurpada.  :P

É altamente desconcertante ter a sensação permanente de que, por muitas teorias que aplique, atitudes que tome, nada seja garantido excepto a morte e pagar impostos, pois o cerco parece já estar montado... Se fujo o papão pega, se fico o papão come!

Bem, isto é muita info para um unico post... Vou tentar responder:

Na realidade, um depósito já é considerado um empréstimo ao banco. Na maioria dos bancos, os depósitos na conta a ordem não rende juros, logo não paga imposto.

Lembro que, em caso de fusão de bancos, essa percentagem de depósitos acima dos 100 mil euros pode aumentar substancialmente.

Não nos podemos esquecer que o governo e o estado somos todos nós. A população exaltou-se muito por ter de pagar o buraco do BPN, mas agora que a UE cria uma alternativa mais viável, tudo se queixa outra vez... Que outra alternativa resta?

Relembro que, o tal crescimento de capital é algo ilusório... Efectivamente o depositante tenta manter o mesmo dinheiro ano após ano, nos produtos de baixo risco. Por exemplo, depois da inflação, o meu capital apenas cresceu 0,20% no ano passado... Que é uma ninharia. Temos de arriscar mais para o dinheiro render mais, não estou a dizer nada de novo.

Espero que, com a carteira de fundos de investimento que eu comecei este ano, conseguir bater a inflação.

É muito irresponsável que alguém diga que o sistema bancário colapsava apenas devido aos levantamentos. No acordo que o cliente assina ao abrir uma conta, uma das condições gerais indica que o banco pode não ter 100% do depósito do cliente. É muito comum os bancos terem cerca de 10% dos depósitos dos clientes garantidos, tendo 90% emprestado. E lembro que isto é aceite pela união europeia.

Cumps

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Boa noite,

Este limite dos  depositos bancários até 100.000 euros, que estão a salvo de impostos em caso  de falência dos bancos, refere-se ao montante por banco, ou refere-se ao total que se pode ter em vários bancos ?

Digo isto porque já estou meio confuso, pois já se falou de tantas hipoteses, aquando da crise no Chipre.

É que se for por cada banco este limite, já estava contemplado no fundo de garantia de depositos, desde que eu tenha conhecimento, após data dos casos do Bpn e Bpp.

Agradeço as vossas opiniões.

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Sim sim... Eu também ouvi isso. Eu não percebo muito, mas tenho a minha humilde opinião. Também não podemos esperar que digam outra coisa pois iria tudo logo começar a tratar de movimentar as suas aplicações; e ouço dizer que os bancos neste momento estão +- capitalizados, sendo em boa parte por depósitos. Caso haja levantamentos abruptos por todo este PT, eu penso que isto fica mau para os banqueiros.

Mas como diz o ditado "um olho no burro outro no cigano" e é verdade... Sempre atentos ao próximos tempos!

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http://www.fgd.pt/pt-PT/FAQs/Paginas/default.aspx

6. Se um cliente de uma instituição de crédito tiver depósitos em mais do que um banco, a garantia aplica-se ao valor global dos depósitos?Não. O Fundo garante o reembolso da totalidade do valor global dos saldos em dinheiro, em cada banco, até ao limite de 100 000 euros. A garantia é aplicada por cada instituição participante no Fundo, pelo que o facto de um titular ter sido eventualmente reembolsado pelo FGD devido à verificação de uma situação de indisponibilidade de depósitos numa determinada instituição, não prejudica a sua garantia pelos depósitos constituídos junto de uma outra instituição, desde que ambas sejam participantes no FGD.

Agora, temos é de ter cuidado em caso de fusão de bancos, como houve no chipre. Havia clientes que tinham 100.000€ em cada e, após a fusão, ficaram com 200.000€...

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Boas,

Mas esse corte é aplicado a depósitos a prazo ou todo o tipo de investimento através desse banco?

Por exemplo, se tiver € 50.000,00 entre depósitos a prazo e á ordem e €500.000,00 em obrigações, eles vão contar os €50.000,00 ou os €550.000,00?

Cumprimentos

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Boas,

Mas esse corte é aplicado a depósitos a prazo ou todo o tipo de investimento através desse banco?

Por exemplo, se tiver € 50.000,00 entre depósitos a prazo e á ordem e €500.000,00 em obrigações, eles vão contar os €50.000,00 ou os €550.000,00?

Cumprimentos

Não há corte nenhum, não sofram por antecipação :) mas a acontecer é sobre depósitos, embora no Chipre também se tenha contemplado as obrigações do banco e acções do banco.

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Obrigações do banco e ações do banco.

Se fossem obrigações do estado estariam a salvo?

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A questão que se coloca é:

Quem tem mais de 100.000 Euros em depósitos a prazo, o que poderá/deverá fazer para ter o capital excedente «a salvo»:

Comprar ouro/prata/terrenos/casas?

Abrir conta na CGD?

Comprar Certificados de Aforro?

Investir em Arte?

Abrir conta em banco no Estrangeiro... onde e qual?

Que tem respostas a estas questões? ???

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Tudo o que seja comprar bens materiais não é propriamente seguro, pois nada garante que eles percam valor.

Seja arte, casas, terrenos, acho prefiro tentar as minhas chances com os DPs do que com coisas cujo mercado desconheço e que sei serem voláteis.

Banco estrangeiro pode ser uma opção interessante. Já aqui no fórum se tem falado do ING Luxemburg, onde aliás já abri uma conta conjunta com a minha mãe. É de longe a opção mais fácil para abrir conta no estrangeiro

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A questão que se coloca é:

Quem tem mais de 100.000 Euros em depósitos a prazo, o que poderá/deverá fazer para ter o capital excedente «a salvo»:

Comprar ouro/prata/terrenos/casas?

Abrir conta na CGD?

Comprar Certificados de Aforro?

Investir em Arte?

Abrir conta em banco no Estrangeiro... onde e qual?

Que tem respostas a estas questões? ???

A não ser que tenha mais de 1 milhão e 900 mil euros, não necessita de comprar bens materiais para se proteger (existem cerca de 19 bancos a operar em Portugal, e todos eles estão abrangidos pelo FGD).

Sempre que se tenha um capital por banco superior a 100 mil euros, o melhor a fazer é dividir o montante por dois bancos.

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Obrigações do banco e ações do banco.

Se fossem obrigações do estado estariam a salvo?

Depende das condições, o Chipre era um problema de bancos e não de estado, quem foi chamado a contribuir foram os depositantes, accionistas e obrigacionistas dos mesmos, se cá se lembrarem que o problema também é do estado quem sabe se as obrigações do estado não entram também para as contas...

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Depende das condições, o Chipre era um problema de bancos e não de estado, quem foi chamado a contribuir foram os depositantes, accionistas e obrigacionistas dos mesmos, se cá se lembrarem que o problema também é do estado quem sabe se as obrigações do estado não entram também para as contas...

Os nossos bancos estão bem capitalizados ainda há dinheiro da troika nos proximos anos não haverá esse problema cá

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A "troika" só fica, em principio, até Junho ou Julho de 2014!...

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acho que não vela a pena entrar em pânico pois isto aplicar-se-ia apenas a "um banco em dificuldades" e não a todos em simultâneo e de qualquer forma existem vários "remédios" ( tomara eu ter 1,9 milhões e fazer como disse o MiguelLuso...) , a saber:

1) espalhar o dinheiro por vários bancos

2) ter contas solidárias com mais do que um nome - no meu caso tenho duas contas ambas com a minha esposa e tenho um filho em cada conta até por motivos de segurança pessoal - se tiver um acidente os meus filhos podem movimentar as contas e acudir-me se for necessário , e como a garantia é por cabeça logo aí sobem os valores garantidos

3) isto refere-se a depósitos a prazo e à ordem - eu pessoalmente tenho mais capital investido em fundos, obrigações de grupos empresariais ( EDP, Galp, etc...) e seguros de capitalização ( e estes até nem estão num banco mas sim numa companhia de seguros...logo só se a seguradora falir o que também é um risco evidentemente )

portanto eu acho que é mais o pânico ( provocado por TERRORISMO SOCIAL que os atuais governantes portugueses e europeus estão fazendo sobre as populações ) do que o real perigo pois receio devem ter apenas aqueles que ganham milhões por ano como treinadores de futebol, futebolistas e altos quadros empresariais mas esses certamente colocam o dinheiro noutros países mais seguros ou pelo menos uma boa parte do seu dinheiro - aliás até os banqueiros fazem isso e depois esquecem-se de declarar essas somas no IRS...

o cidadão normal tem pouco com que se preocupar desde que tome algumas providências básicas, simples de tomar e sensatas - espalhar o seu dinheiro por várias instituições de acordo com os montantes de que dispõe e em várias aplicações que não só depósitos à ordem e a prazo - os quais como já foi dito até não rendem nada !

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A não ser que tenha mais de 1 milhão e 900 mil euros, não necessita de comprar bens materiais para se proteger (existem cerca de 19 bancos a operar em Portugal, e todos eles estão abrangidos pelo FGD).

Sempre que se tenha um capital por banco superior a 100 mil euros, o melhor a fazer é dividir o montante por dois bancos.

...e «rezar» para que não se fundam. ::)

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acho que não vela a pena entrar em pânico pois isto aplicar-se-ia apenas a "um banco em dificuldades" e não a todos em simultâneo e de qualquer forma existem vários "remédios" ( tomara eu ter 1,9 milhões e fazer como disse o MiguelLuso...) , a saber:

1) espalhar o dinheiro por vários bancos

2) ter contas solidárias com mais do que um nome - no meu caso tenho duas contas ambas com a minha esposa e tenho um filho em cada conta até por motivos de segurança pessoal - se tiver um acidente os meus filhos podem movimentar as contas e acudir-me se for necessário , e como a garantia é por cabeça logo aí sobem os valores garantidos

3) isto refere-se a depósitos a prazo e à ordem - eu pessoalmente tenho mais capital investido em fundos, obrigações de grupos empresariais ( EDP, Galp, etc...) e seguros de capitalização ( e estes até nem estão num banco mas sim numa companhia de seguros...logo só se a seguradora falir o que também é um risco evidentemente )

portanto eu acho que é mais o pânico ( provocado por TERRORISMO SOCIAL que os atuais governantes portugueses e europeus estão fazendo sobre as populações ) do que o real perigo pois receio devem ter apenas aqueles que ganham milhões por ano como treinadores de futebol, futebolistas e altos quadros empresariais mas esses certamente colocam o dinheiro noutros países mais seguros ou pelo menos uma boa parte do seu dinheiro - aliás até os banqueiros fazem isso e depois esquecem-se de declarar essas somas no IRS...

o cidadão normal tem pouco com que se preocupar desde que tome algumas providências básicas, simples de tomar e sensatas - espalhar o seu dinheiro por várias instituições de acordo com os montantes de que dispõe e em várias aplicações que não só depósitos à ordem e a prazo - os quais como já foi dito até não rendem nada !

Podes, por favor , explicar um pouco mais?

Que instituições, que aplicações?

Obrigado

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sim, posso e penso que é fácil , repara :

1 - colocar o dinheiro em vários bancos ( se tivermos mais de 100.000 eur e quisermos tẽ-los em depósitos a prazo ou à ordem ), tal como já foi dito existem 19 bancos autorizados em Portugal o que daria a módica quantia de 1,9 milhões...

2 - colocar uma parte do nosso dinheiro em Fundos diversos e, se quisermos, também em mais que um banco - repara que estes Fundos até podem estar fora de Portugal

3 - colocar uma parte do dinheiro em Obrigações de empresas cotadas - EDP, SEMAPA, GALP, REN, SONAE, etc - repara que isto não é dinheiro no banco, são titulos de dívida de empresas para contigo e que estão apenas à guarda do banco

4 - colocar algum dinheiro em Companhias de Seguros através de seguros de capitalização, p.ex. , ou poupanças de outra ordem que todas elas  têm - companhias de seguros não são bancos embora evidentemente se lá colocares dinheiro ficares também sujeito ao seu risco de falência

5 - ter as suas contas em nome de 2 pessoas (conjuges, p.ex) o que sobe a garantia , mas isto só para quem pode, quem seja casado evidentemente.

repara: se alguém tem tanto dinheiro - falemos acima de 500.000 eur - que se justifique até é de bom senso não tê-lo todo num só banco mas sim em pelo menos, diria eu,  uns 3 ou 4 , por motivos de segurança pois se houver problemas com um banco ( como houve com o BPN ou o BPP ) se lá tiver o dinheiro todo fica pendurado - o que deve fazer essa pessoa é escolher p.ex. dois bons bancos de retalho e um bom banco de investimento e dividir o dinheiro por esses cestos...  o segredo é colocar em vários cestos, aliás mesmo quem não tenha muito pode ter uma conta para o dia a dia num banco de retalho e ter uma conta poupança ou um PPR num outro banco, p.ex., isso só tem vantagens e não é necessário que se tenha mais de 100.000 !

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No tópico relacionado com bancos, apresentam-se 22 (mais 3 do que os citados. Devem ser os bancos via online). Assim, o leque de escolha é maior!...

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