Viva_a_Historia

Entidade empregadora vigarista: o que fazer?

11 publicações neste tópico

Olá a todos.

Comecei na semana passada a trabalhar num café mas as coisas lá foram sempre muito estranhas desde o primeiro dia: nunca sabia se no dia seguinte iria trabalhar ou não pois só ficava a saber do horário do dia seguinte por chamada telefónica na noite do dia anterior, foram-me dadas duas folgas seguidas após um dia e meio de trabalho (e só quando fui trabalhar nesse segundo dia é que me informaram que nesse mesmo dia só iria trabalhar 4 horas em vez de 8 horas) e na noite do segundo dia de folga fazem-me uma chamada a informar-me que já não precisam mais de mim para trabalhar lá e portanto deveria dirigir-me lá 2 dias depois para receber o que tinha a receber (deveria estar lá apenas para tapar um "buraco"). Passados esses dias dirijo-me lá e perante a ausência da patroa é uma colega minha quem é encarregada de ir buscar a folha com as minhas presenças e a respectiva quantia a receber.

Quando olho para a folha, eis o choque: para 12 horas de trabalho tinha a remuneração de 15€ a receber (sim, 1,25€ por hora). Coloquei a questão à minha colega sobre se não haveria um erro já que nem há 10 anos atrás o salário mínimo era aquele, ao que me responde que ela apenas foi indicada pela patroa para me entregar o dinheiro e para tal terei de falar com a mesma. Recusei então receber o dinheiro e assinar a folha e disse que queria falar com a pessoa em causa pessoalmente quando estivesse lá presente. Desde então já lá fui 2 vezes mas nunca lá está (ou dizem que ela não está lá).

O que deverei fazer? Nunca cheguei a assinar o contrato nem nunca me foi pedido o número de segurança social.

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Receba o dinheiro e a seguir apresente queixa na ACT.

M

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Mas se eu receber o dinheiro e assinar o papel estou a concordar com aquele pagamento e isso pode-se virar contra mim.

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Mas se eu receber o dinheiro e assinar o papel estou a concordar com aquele pagamento e isso pode-se virar contra mim.

Segundo sei, ao assinar o documento, poderá revogar o mesmo num prazo de 7 dias (creio que serão 7) mediante envio de carta registada... mas questione a ACT ou dirija-se a um tribunal de trabalho da sua área de residência.

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Bom dia sou nova por aqui e estou com algumas muitas duvidas.Trabalho na mesma empresa há 6 anos e no inicio tudo corria bem até que chegou a crise e o meu patrão achou que estava a mais,  :blank: a partir de ai grita-me constantemente, tanto me infernizou que tive de ir a um psiquiatra pois só chorava, deram-me baixa. quando voltei as coísas acalmaram mas por pouco tempo. De ouvir tantos gritos acabei por lhe dizer no mesmo tom que não admitia que me gritasse pois se não lha faltava ao respeito tambem me devia respeito. ontem antes de sair informou-me que a partir de 2 estava de ferias e ia receber em casa uma carta, pedi para me dar um coomprovativo do que estava a dizer pois são coisas que não podem ser ditas por boca, ameaçou-me dizendo para deixar as coisas como estavam senão ia ser pior para mim. Não sei se me irá tentar despedir com justa causa, não sei de nada. Mas pelo que li se não me apresentar no trabalho podem alegar que deixei de aparecer correcto? Se alguém passou por esta situação e me possa ajudar com algum conselho por favor ajude-me. tenho a minha colega que tem testemunhado tudo a meu favor.

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E assim se vai trabalhando num país onde se diz que as pessoas não querem trabalhar.

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Bom dia sou nova por aqui e estou com algumas muitas duvidas.Trabalho na mesma empresa há 6 anos e no inicio tudo corria bem até que chegou a crise e o meu patrão achou que estava a mais,  :blank: a partir de ai grita-me constantemente, tanto me infernizou que tive de ir a um psiquiatra pois só chorava, deram-me baixa. quando voltei as coísas acalmaram mas por pouco tempo. De ouvir tantos gritos acabei por lhe dizer no mesmo tom que não admitia que me gritasse pois se não lha faltava ao respeito tambem me devia respeito. ontem antes de sair informou-me que a partir de 2 estava de ferias e ia receber em casa uma carta, pedi para me dar um coomprovativo do que estava a dizer pois são coisas que não podem ser ditas por boca, ameaçou-me dizendo para deixar as coisas como estavam senão ia ser pior para mim. Não sei se me irá tentar despedir com justa causa, não sei de nada. Mas pelo que li se não me apresentar no trabalho podem alegar que deixei de aparecer correcto? Se alguém passou por esta situação e me possa ajudar com algum conselho por favor ajude-me. tenho a minha colega que tem testemunhado tudo a meu favor.

Boas,

A melhor solução é entregar o assunto a um advogado com experiência no ramo do trabalho. Desta forma evita as chatices de estar frente a frente com o "patrão".

Se quiser resolver o problema sem recorrer a terceiros, pode recorrer aos serviços da ACT no Tribunal do Trabalho e apresentar queixa devido aos comportamentos que disse estar a sentir. Apesar de o TT normalmente apoiar as pretensões do trabalhador, é muito dificil arranjar testemunhas por medo de represálias...

Boa sorte,

M

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Bom dia sou nova por aqui e estou com algumas muitas duvidas.Trabalho na mesma empresa há 6 anos e no inicio tudo corria bem até que chegou a crise e o meu patrão achou que estava a mais,  :blank: a partir de ai grita-me constantemente, tanto me infernizou que tive de ir a um psiquiatra pois só chorava, deram-me baixa. quando voltei as coísas acalmaram mas por pouco tempo. De ouvir tantos gritos acabei por lhe dizer no mesmo tom que não admitia que me gritasse pois se não lha faltava ao respeito tambem me devia respeito. ontem antes de sair informou-me que a partir de 2 estava de ferias e ia receber em casa uma carta, pedi para me dar um coomprovativo do que estava a dizer pois são coisas que não podem ser ditas por boca, ameaçou-me dizendo para deixar as coisas como estavam senão ia ser pior para mim. Não sei se me irá tentar despedir com justa causa, não sei de nada. Mas pelo que li se não me apresentar no trabalho podem alegar que deixei de aparecer correcto? Se alguém passou por esta situação e me possa ajudar com algum conselho por favor ajude-me. tenho a minha colega que tem testemunhado tudo a meu favor.

Apareça para trabalhar e faça como se de um dia normal se tratasse. Se o seu patrão quer que tire férias tem que negociar consigo mas se de facto a quer despedir que o faça segundo a lei. Diga-lhe precisamente qual é o seu receio e porque apareceu para trabalhar, a tal tentativa de arranjar um esquema para a meter na rua por não aparecer ao trabalho, seja franca e cordial e não converse com a assunção que ele a quer despedir.

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Bem, depois de ter finalmente encontrado a responsável de loja na mesma eis que me é pedido o cartão de cidadão e número de segurança social assim como para preencher uma ficha com vista à regularização da situação. Diz-me ela para voltar lá no dia seguinte pois o dinheiro já estaria disponível. Passados dois dias passo lá para ir buscar o salário e como a responsável de loja não se encontrava lá é o mesmo me dado pela minha colega assim como o recibo de vencimento. Assim que vejo o recibo de vencimento constato que o valor do ordenado por hora estava correcto e estavam lá os descontos para a Segurança Social feitos assim como subsídio de férias e Natal mas também no mesmo vinha um dia de trabalho em vez de um dia e meio. Mas decidi assinar o recibo e aceitar aquele pagamento pois na maior parte do tempo que lá trabalhei estive parado (por não haver nada para fazer devido ao baixo número de clientes) e quando fui ao ACT relatar o caso os mesmos me disseram que por a quantia em causa ser tão baixa era pouco provável que avançassem com alguma coisa.

Fica o alerta para o tipo de gente de que estou a falar.

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Bem, esta parece ser a minha sina.

Trabalhei de 13 a 28 de Junho num certo estabelecimento. Não destestei o trabalho mas não posso dizer que tenha gostado muito das condições em que estive a trabalhar e o responsável de loja ao perceber isso decidiu acabar com o meu período de experiência. Até aqui tudo bem.

Agora vem o mal: o trabalho era um part-time de 30 horas semanais sendo que nunca tive o contrato na mão para assinar, o pagamento só veio a 15 de Julho (e não no último dia útil de Junho) e quando chegou o cheque vi no recibo que não estavam incluídos os valores referentes a subsídio de férias, subsídio de Natal e férias não-pagas.

Já me dirigi ao ACT onde me foi dito que tenho direito a esses pagamentos na proporção respeitante ao número de dias trabalhados (resposta que me foi dada em menos de 10 segundos). A empresa insiste que por ser apenas um part-time de 30 horas e haver dias de folga pelo meio não tenho direito a esses pagamentos.

Devo avançar já com uma queixa no Tribunal de Trabalho (que terá de ser feita na área geográfica da empresa e não na do trabalhador) ou deverei primeiro tentar por outra via obter aquilo a que tenho direito (fazer mesmo queixa no ACT e esperar por resultados)?

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Devo avançar já com uma queixa no Tribunal de Trabalho (que terá de ser feita na área geográfica da empresa e não na do trabalhador) ou deverei primeiro tentar por outra via obter aquilo a que tenho direito (fazer mesmo queixa no ACT e esperar por resultados)?

Eu aconselhar-me-ia junto do ACT sobre os próximos passos a seguir. Por outro lado, também te podes dirigir novamente à empresa (se moras longe manda-lhes um mail ou assim - até tem a vantagem de ficar por escrito), indicando quais os artigos do Código do Trabalho que te dão direito aos subsídios e que, inclusive, já contactaste a ACT que te confirmou isso.

Ou vão recuar e pagar-te (assunto resolvido); ou te vão responder com fundamento para a pretensão deles (por exemplo, se houvesse algum artigo no Código do Trabalho que diga que despedimentos no período de experiência não têm direito a isso) - o que pode ou não resolver o problema; ou então fica tudo na mesma e, no entretanto, também já estás a avançar pela ACT, portanto não perdes tempo...

Não desfazendo na ACT mas eu desconfio sempre quando me dão uma resposta em menos de 10 seg. Às vezes quer dizer que não pensaram bem no problema porque há exceções para quase tudo :P

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