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Gaelic

Pé de meia multiplicado

15 publicações neste tópico

Estou de volta depois de alguns dias (muitos), ausente do país! É bom estar convosco, ouvir e se possível opinar, quando temos algo de importante a "passar" aos amigos do fórum!

Estive todo o dia a ler o que foi dito neste tópico, sobretudo! E fico constrangido de alguma forma, com alguns dislates! Não que pretenda ser o "guru" nesta matéria! Gosto acima de tudo de ouvir, reflectir e falar pouco, mas se possível baseado em algo que traga a esta família, alguma mais valia informativa! Neste sentido, acerca de investimentos, porque não ler o artigo publicado na revista Dinheiro&direitos (Deco), nº 91, página 36?

Como sócio da Deco há mais de 15 anos, sugiro uma leitura atenta a todas as suas publicações, (sobretudo a que acima referi, bem como à Proteste Poupança e Poupança Acções)!

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Mas para quem não tem acesso à dita revista, é possível colocar aqui o artigo?

É que também quero o meu pé de meia multiplicado.

;)

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Se deixares de assinar todas essas coisas da Deco já viste o pé de meia que acumulas?

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Boa noite

O artigo é bastante extenso, vai da página 36 à 38, ou seja 4 páginas. Depois, a revista Dinheiro&direitos é bimestral e custa nas bancas 7,20 Euros, mais barata que 3 maços de tabaco ou algumas bicas! Com assinatura, mais barata se torna, para além de achar que uma sociedade desenvolvida é aquela que tem nos seus cidadãos, consumidores conscientes! No entanto, posso sempre fazê-lo, só que o tempo, nem sempre é muito!

Quanto ao post do outro membro sobre a "poupança" que faria, e seguindo a linha do que refiro acima, a questão está respondida!

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Se deixares de assinar todas essas coisas da Deco já viste o pé de meia que acumulas?

Uma boa alternativa é visitar a biblioteca Municipal mais próxima e averiguar se assinam a revista: assim tem-se toda a informação e usufrui-se do investimento que é feito nelas, com o dinheiro de todos nós  ;D

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Creio que a ideia da Biblioteca, para aqueles que não tem o gosto do coleccionismo (como eu), bem como para os que não podem dispor dessa quantia, é uma excelente opção!

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Alguém que passe isso no scanner, ou faça um copy past e disponibilize para todos vermos.

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Alguém que passe isso no scanner, ou faça um copy past e disponibilize para todos vermos.

Peço, desde já, desculpas. Isto é difícil de copiar (para quem sabe pouco como eu) e não consegui formatá-lo.

Artigo extraído da Dinheiro & Direitos. Acrescentei sinais mais e menos, que obviamente querem dizer positivo e negativo.

pé-de-meia multiplicado

Não precisa de ser rico para investir. Em tempo de instabilidade financeira, rentabilize as poupanças, mesmo as mais modestas

CONTORNAR A CRISE

Conselhos de carteira

●●● As aplicações de capital

garantido que permitem recuperar

o dinheiro de um dia para o outro,

como alguns depósitos a prazo, são

menos rentáveis do que produtos a

longo prazo (acções a 5 anos).

●●● Quem investe somas avultadas

está numa situação privilegiada.

Pode negociar com o banco

melhores taxas de juro e comissões

menos elevadas.

●●● Os pequenos investidores têm

mais dificuldade em diversificar.

Para pequenas somas, aconselhamos

fundos, por exemplo. Diversifique,

mas sem dispersar por dezenas de

aplicações.

●●● Se não quer correr riscos

e, pelo menos, recuperar o que

investiu, opte por depósitos a prazo

ou certificados de aforro. Quanto

mais arriscar, maior a probabilidade

de lucro, mas também de prejuízo.

●●● A longo prazo, prefira acções.

O seu rendimento pode ser

convertido em dividendos ou

incorporado no capital da empresa,

aumentando o valor do título.

●●● Com alguns limites, é possível

prever a evolução do mercado,

baseado em fontes de informação

fiáveis e análises objectivas.

Não receie as flutuações e aprenda

a tirar proveito delas. Ninguém pode

dizer com segurança se, a curto

prazo, a Bolsa vai subir ou descer.

Contudo, após um longo período de

sobrevalorização, é de esperar uma

descida e vice-versa.

●●● Seja dinâmico, mas não

instável. Uma mudança repentina

pode arruinar o esforço de vários

meses ou anos. É o caso do

investidor com acções, que entra

em pânico e vende tudo à primeira

quebra na Bolsa.

INVESTIMENTO PRUDENTE

❘❘❘ Pode aceder a vários produtos sem correr risco e ter o dinheiro

sempre à mão. Em caso de imprevisto, como doença ou desemprego,

deve poder mobilizar o capital de imediato e sem penalização.

Junte um pé-de-meia que corresponda, no mínimo, entre

três a seis vezes o orçamento mensal familiar, e opte por uma

estratégia prudente.

❘❘❘ Os depósitos a prazo e os certificados de aforro garantem o capital

e exigem mínimos de subscrição baixos. Bastam € 100 para

investir em certificados. Nos depósitos, há mínimos a partir de 250

euros. Mas, em geral, com € 1000 acede à maioria dos depósitos

a prazo

❘❘❘ Maior segurança significa que o rendimento líquido destes produtos

dificilmente supera as taxas Euribor (ver gráfico em baixo).

Evite planos de poupança-reforma (PPR), seguros de capitalização,

instrumentos de captação de aforro estruturados (ICAE) ou outros

produtos que o banco tentar vender.

DEPÓSITOS A PRAZO

+

taxas de juro atractivas: até 4,8% num depósito a 12

meses

› capital garantido

› disponíveis em todos os bancos

_

-› perda de juros se levantar antes do prazo estipulado

› eventuais custos na conta associada ao depósito a

prazo

CERTIFICADOS DE AFORRO

+

remuneração indexada à taxa Euribor

› garantia do Estado

› facilidade de subscrição/resgate nas estações dos CTT

› sem custos

› prémio de permanência líquido até 2%

-

depósitos a prazo com rentabilidade superior

MAIS RISCO E MAIORES GANHOS ATÉ € 20 000

Se dispõe de um património mais vasto e já tem um

pé-de-meia para emergências, aposte noutros produtos.

A escolha dependerá do risco que está disposto a

correr e do prazo pretendido. Produtos mais arrojados

podem propiciar mais ganhos e quanto maior o prazo

mais diluídos os eventuais riscos.

❘❘ O tempo que pode dedicar a acompanhar os mercados

e os produtos também é importante. Uma gestão

"activa" permite mais ganhos, mas pode deixá-la a

cargo de uma insituição

Solução sem risco

Os depósitos a prazo e os certificados de aforro garantem

o capital e exigem mínimos de subscrição baixos.

Certificados de aforro Bastam € 100 para investir.

+

remuneração indexada à taxa Euribor

› garantia do Estado

› facilidade de subscrição/resgate nas estações

dos CTT

› sem custos

› prémio de permanência líquido até 2%

-

depósitos a prazo mais rentáveis

Seguros com capital garantido Ideias para os mais

conservadores. Invista, no mínimo, 5 anos. Unirev

Generali, Solução Investimento Zurich e Solução Poupança

Zurich são as nossas Escolhas Acertadas.

+

montante mínimo reduzido (desde € 250)

› garantia de capital e de rendimento mínimo

› menos imposto sobre os rendimentos (16 e

8% para prazos acima de 5 e 8 anos respectivamente,

em vez dos habituais 20%)

-comissões de subscrição e gestão elevadas

› penalizações por resgate antecipado (por

norma, até 5 anos)

› baixo potencial de valorização

› certifique-se que garante o capital, pois nem

todos os seguros o fazem

Obrigações do Tesouro Alternativa ou complemento

aos seguros.

+

garantia do Estado

› rendimento garantido desde que mantida

até à data de vencimento

› 14 OT diferentes com prazos entre 1 e 30 anos

› pagamento anual de juros

-

compra só em Bolsa e custos de transacção

› funcionamento pouco intuitivo

› perda de rendimento e capital se vender

antes do vencimento

Solução de risco médio e gestão passiva

Se não tem tempo para gerir os investimentos ou

muito capital além do pé-de-meia, deixe a sociedade

gestora tratar de tudo e subscreva um fundo misto.

Solução de risco médio e gestão activa

Com algum tempo e, pelo menos, € 10 000 além do pé-

-de-meia, combine o investimento em fundos de acções

e obrigações (carteira de fundos).

Fundos de investimento em acções e obrigações

+

Para reduzir o risco, invista, no mínimo, 5 anos.

› disponíveis na maioria dos bancos

› montante mínimo reduzido (desde € 500)

› carteira diversificada

› potencial de valorização dos mercados

› pedido de reembolso só com alguns dias de

Antecedência

_

› sem garantia de rendimento nem de capital

› necessários ajustamentos à carteira.

ARRISQUE COM MAIS DE € 20 000

Se tem mais de € 20 000 e já acautelou um pé-de-meia, pode

gerir uma carteira de acções. Tem de conhecer um pouco os mercados

e seguir a evolução das Bolsas. Pode obter um rendimento

bastante superior ao das aplicações tradicionais. Mas não espere

grandes ganhos num abrir e fechar de olhos.

Quanto maior o gosto pelo risco e/ou o prazo de investimento,

maior pode ser o peso das acções no total das poupanças. Evite

os momentos de euforia ou de pânico que, por vezes, contagiam

os investidores.

Carteira de acções Escolha os títulos com cuidado e prepara-se

para os manter em carteira, pelo menos, 5 anos. A cotação

pode demorar a ajustar ao valor real da empresa.

+

elevado potencial de valorização

› gestão directa pelo investidor

_

risco elevado

› sem garantia de rendimento nem de capital

› precisa de acompanhar de perto os mercados

PPR só depois dos 40

As campanhas publicitárias dos PPR são agressivas. Mas este produto

não se destina a todos. Invista só a partir dos 40 anos e até ao

valor que, em cada ano, permite a dedução fiscal máxima. Se tem

menos de 50 anos, opte por fundos PPR com acções e potencial de

valorização superior. Com mais de 50, aposte num seguro PPR que

garanta o capital.

+› dedução fiscal de parte do montante investido

› carga fiscal mais reduzida no resgate (8% em vez de 20%)

_

› comissões superiores face a produtos idênticos

› resgate só depois dos 60 anos, quando se reformar ou em

situações específicas, como desemprego

› entregas sem benefício fiscal nos últimos 5 anos antes do

vencimento ou se já estiver reformado

DINHEIRO E DIREITOS ACONSELHA

●●● O momento actual é pouco propício

para correr riscos. Seja prudente e

diversifique o investimento. Os produtos

aconselhados pelos bancos nem

sempre são adequados para o cliente.

O aforrador deve pedir o máximo de

informação e ler as letrinhas miúdas dos

panfletos publicitários.

●●● O principal obstáculo à poupança

é a subida generalizada dos preços,

ou seja, a inflação. Se obtiver um

rendimento inferior à inflação, está,

na verdade, a perder poder de compra.

Para o investidor não perder dinheiro,

a rentabilidade tem de ser, pelo menos,

igual à taxa de inflação (a previsão para

2009 é de 2,3%, em Portugal).

●●● Devido à incerteza dos mercados,

a nossa equipa da PROTESTE POUPANÇA

suspendeu, no último trimestre de 2008,

os conselhos de compra para os fundos

mais expostos às acções e títulos do sector

financeiro. Consulte os nossos boletins

com informação actualizada.

Claro que o objectivo desta cópia é somente a informação. Se o Administrador achar por bem apagar o tópico, tudo bem!

Fiquei com a sensação de que já se falou disto tudo (ou quase) aqui no fórum. Há cá especialistas!

Fonte: Dinheiro&direitos 91 | Janeiro/Fevereiro 2009

www.decoproteste.pt

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Boa noite m.elis.

Quando introduzi o tópico, a minha única ideia foi ajudar, passar uma informação sistematizada num só artigo. Nunca em momento nenhum, foi menosprezar ou diminuir fosse quem fosse. Não duvido que neste fórum, aparecem especialistas altruístas e outros que sendo igualmente especialistas ou até mais , não têm em nada aquele espírito(pouquíssimos)! É, obviamente um juízo de valor, que apenas me vincula e pelo qual me responsabilizo!

Não tenho por educação e formação, servir-me de fóruns para passar mensagens que visem o meu proveito pessoal e económico, nem tão pouco ser exibicionista!

Voltando aquilo que basicamente aqui me trouxe, pergunto, quanto tempo será necessário, para de forma rápida coligir os dados deste artigo sistematizado, elaborado por entidade insuspeita, cuja informação (não duvido) dispersa, se encontra neste fórum?

Por fim, dizer que não estou minimamente melindrado, se essa é a sensibilidade daqueles que lerem este meu "post"!

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Boa noite m.elis.

Quando introduzi o tópico, a minha única ideia foi ajudar, passar uma informação sistematizada num só artigo. Nunca em momento nenhum, foi menosprezar ou diminuir fosse quem fosse. Não duvido que neste fórum, aparecem especialistas altruístas e outros que sendo igualmente especialistas ou até mais , não têm em nada aquele espírito(pouquíssimos)! É, obviamente um juízo de valor, que apenas me vincula e pelo qual me responsabilizo!

Não tenho por educação e formação, servir-me de fóruns para passar mensagens que visem o meu proveito pessoal e económico, nem tão pouco ser exibicionista!

Voltando aquilo que basicamente aqui me trouxe, pergunto, quanto tempo será necessário, para de forma rápida coligir os dados deste artigo sistematizado, elaborado por entidade insuspeita, cuja informação (não duvido) dispersa, se encontra neste fórum?

Por fim, dizer que não estou minimamente melindrado, se essa é a sensibilidade daqueles que lerem este meu "post"!

A minha intenção foi somente passar a informação de uma revista, que também considero credível, para todos. Quanto ao resto, não comento aqui.

Gaelic, enviei-te uma mensagem pessoal.

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m.elis,

enviei-te há momentos uma mensagem para poderes descodificar o que pretendi dizer.

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Olá pessoal!

Gostaria de clarificar o sentido do meu último post, para que não restem, na cabeça dos membros deste excelente fórum, sombras de mistério, dada a linguagem "codificada" que usei!

Basicamente quero dizer que nem sempre usamos as palavras mais adequadas (e disso me penetencio) e quando assim é, as confusões são susceptíveis de surgir! Tratou-se, no fundo da opinião comum de duas pessoas, que as palavras mal escolhidas, quase tornaram a questão insustentável! As questões de pormenor (que usei em itálico), no meu post imediatamente anterior, foram esclarecidas entre mim e a m.elis, a contento de ambos e em absoluta concordância!

Gostaria por fim, de dizer (e penso que todos concordarão), que m.elis é uma das pessoas mais activas do fórum, sempre numa atitude de ajuda aqueles que manifestam dúvidas várias, coisa que eu em muitas matérias, não sou capacitado.

Fiel à minha forma de estar na vida, aqui estou, em suma a dizer que todos temos momentos infelizes (não intencionais) e que termos a humildade de o reconhecer, só nos engrandece!

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Gaelic, até fico com vegonha  :-[ :-[ :-[

Estamos entendidos. Não se fala mais no assunto, senão até parece uma questão pessoal!

Sinto-me honrada se puder ajudar, mas o que se tem passado não tem sido isso. Tem sido para mim uma aprendizagem diária desde que participo neste fórum :)

Parabéns pela coragem e ponto final!!!

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Boa noite m.elis.

Voltando ainda à "vaca fria", gostaria de dizer-te que, afinal, todos aqui "postamos" as nossas opiniões, numa perspectiva de conhecimento, mas igualmente numa expectativa de aprendizagem. Uns melhor do que outros, como é natural. Eu posso pronunciar-me sobre direito fiscal, por formação, sobre economia, por gosto e ler o que os outros membros "postam", por aprendizagem. E tal, como tu, já aprendi muito neste fórum, nomeadamente em matérias como a poupança!

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