hsfarao

Informação sobre Planos Poupança Reforma

85 publicações neste tópico

"2009 é o primeiro ano em que os portugueses vão aceder a toda a informação sobre os custos dos Planos Poupança Reforma (PPR) e poder, assim, comparar os valores a pagar aos bancos e seguradoras nacionais. (...)"

Fonte: Jornal de Negocios, edição de 05 de janeiro de 2009

Em baixo fica o Link do ISP

http://www.isp.pt/NR/exeres/1A4E93BA-6496-4F9F-A04F-B5E786F9871C.htm

Ps.: Parece-me um bom trabalho do ISP e que vai ajudar em muito os membros deste fórum, na data de obterem informações sobre os PPRs.

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Não percebo é porque não aparece o BPI PPR Acções, ou então não o vejo  ;D

Acho que já percebi, é porque é um PPR ligado a um fundo...

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Ora nem mais, concordo, deviam ter todos os PPR, em forma de seguro e de fundo de investimento...

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Seria adequado perguntar-vos a vossa opinião sobre os PPR. Eu tenho 45 anos e gostava de começar a fazer um, mas não sei se a idade é adequada e qual o mais viável??? O que acham???

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Pela idade parece-me que de facto está na hora.

Por € 6,94 anuais podes fazer-te associada da Deco (se já fores melhor) e posteriormente subscrever o PPR mencionado em baixo, que me parece uma boa aposta.

[ http://www.deco.proteste.pt/poupanca-e-investimento/protocolo-ppr-deco-sgf-perguntas-mais-frequentes-s539941.htm ]

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Para as pessoas mais novas que não compensa fazer 1 ppr (ou mesmo para todos, poupar nunca é demais e mais vale tarde que nunca) o melhor é começar a fazer a nossa própria poupança. 1€ por dia é um excelente pé-de-meia ao fim de muitos anos. Eu iniciei um depósito a prazo de 30€ por mês mensal e automático. Ou seja, todos os meses sem eu fazer nada o depósito a prazo é reforçado nesse valor. A taxa e o prazo não interessa muito.

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A taxa e o prazo não interessa muito.

Interessar interessa :) Mas o principal é o que disseste, adoptar um mecanismo automático de poupança.

Já agora, podes partilhar em que banco/produtos fazes esse tipo de operações?

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No Totta, depósito a prazo 180 dias 2,5% actualmente. A taxa é muito melhor que a treta do BES, euribor menos x.

A taxa é importante, mas repara ao fim do ano 2,5% sao 9€ de juros...

Claro, se houver possibilidades financeiras e se não for necessário os €€, um PPR é melhor. Já agora, um PPR de capital garantido subscrito aos 30 anos mantém a garantia de capital até aos 65?

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Já agora, um PPR de capital garantido subscrito aos 30 anos mantém a garantia de capital até aos 65?

Eu diria que sim, excepto se estiver dito algo em contrário no prospecto.

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No Totta, depósito a prazo 180 dias 2,5% actualmente. A taxa é muito melhor que a treta do BES, euribor menos x.

A taxa é importante, mas repara ao fim do ano 2,5% sao 9€ de juros...

Claro, se houver possibilidades financeiras e se não for necessário os €€, um PPR é melhor. Já agora, um PPR de capital garantido subscrito aos 30 anos mantém a garantia de capital até aos 65?

Eu diria que, nesse caso, quem já fizer descontos para a Seg. Social e tenha um rendimento razoável, tem no sistema público de capitalização uma aposta mais atractiva, já que não tem praticamente comissões de gestão/subscrição, tem praticamente o mesmo benefício fiscal, e actualmente está a render mais de 4% ao ano, uma taxa de fazer inveja a muitas seguradoras...e a longo prazo, embora saiba que é sempre um pouco discutível o que vou afirmar, diria que a solidez da entidade gestora (IGFSS) é bem superior à das concorrentes privadas do mercado global...

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O problema é que o "PPR do Estado" não tem garantia de capital e só pode ser levantado na reforma.

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O problema é que o "PPR do Estado" não tem garantia de capital e só pode ser levantado na reforma.

A maior parte dos PPRs não tem garantia de capital. Além disso, qualquer PPR só pode ser levantado na reforma (e nas situações excepcionais previstas na lei).

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A maior parte dos PPRs não tem garantia de capital. Além disso, qualquer PPR só pode ser levantado na reforma (e nas situações excepcionais previstas na lei).

Parece-me que o capital garantido dos PPR é uma falsa questão desde logo porque os PPR tratam-se de produtos financeiros de longo prazo com vista a criação de um complemento de reforma e não com o objectivo de se ganhar dinheiro a 1,2 ou 3 anos. O facto dos investidores terem o tempo do seu lado é uma vantagem que deixa para segundo plano o capital garantido. Á medida que o tempo for passando, também o risco do investimento acabará por se diluir. Não é por acaso que as acções continuam a ser o activo que mais rende no longo prazo: segundo várias estatísticas, a 10 anos, a rendibilidade média anual das acções é de 7% e a 20, a probabilidade de se vir a perder dinheiro em acções é inferior a 1%. É um facto que tratam-se apenas de estatísticas mas, mesmo assim, são dados que devem dizer alguma coisa: o investimento a longo prazo compensa quando feito em activos com mais risco e que deverá ser reduzido por activos com menor risco à medida que o objectivo inicialmente delineado for chegando.

O facto de tratar-se de um investimento de longo prazo anula por completo essa questão do capital garantido.

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A maior parte dos PPRs não tem garantia de capital. Além disso, qualquer PPR só pode ser levantado na reforma (e nas situações excepcionais previstas na lei).

Eu fui "levado" a fazer um PPR mensal de 25€ por força do CH.

Mas foi-me dito pelo gerente que se não declarar o valor do PPR para efeitos de IRS, poderei mobiliza-lo assim que o entender e sem demoras.

Alguém confirma?

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Eu fui "levado" a fazer um PPR mensal de 25€ por força do CH.

Mas foi-me dito pelo gerente que se não declarar o valor do PPR para efeitos de IRS, poderei mobiliza-lo assim que o entender e sem demoras.

Alguém confirma?

Em primeiro lugar, se goste levado a fazer um PPR para teres um "spread" no CH mais baixo, e se te quiseres chatear, podes queixar-te ao Banco de Portugal dessa prática porque, segundo a conduta bancária, é proibido qualquer tipo de "cross-selling" (venda de produtos forçada).

Quanto ao PPR, é lógico que caso não tires qualquer benefício fiscal para fins de IRS podes resgatar o teu PPR a qualquer momento e sem qualquer penalização.

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A maior parte dos PPRs não tem garantia de capital. Além disso, qualquer PPR só pode ser levantado na reforma (e nas situações excepcionais previstas na lei).

Errado. OS PPR podem ser levantados aos 60 anos, desde que tenham sido feitos até aos 55. A partir daí é preciso esperar sempre 5 anos. E não é necessário estar reformado para os levantar.

Em relação ao capital garantido, quem tem mais de 55 anos, é o produto que deve escolher, pois pode não haver tempo de maturação suficiente. Só para pessoas abaixo dessa idade, os PPR sem capital garantido são a melhor escolha.

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Eu fui "levado" a fazer um PPR mensal de 25€ por força do CH.

Mas foi-me dito pelo gerente que se não declarar o valor do PPR para efeitos de IRS, poderei mobiliza-lo assim que o entender e sem demoras.

Alguém confirma?

Não, não me parece que assim seja. Os PPRs têm regras específicas de resgate (ver http://www.pedropais.com/abc-dos-pprs-807.html) e embora possa ser possível resgatar os valores fora destas regras, normalmente há lugar a pagamento de comissões adicionais às entidades financeiras.

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Quando frisei que não haveria lugar a qualquer penalização, referia-me a penalização fiscal. Todavia, é comum alguns PPR cobrarem  comissões de resgate.

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Ah. Penalização fiscal não terás, uma vez que também não tiveste qualquer benefício.

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Medida aprovada em Março

A transferência de fundos de Planos Poupança Reforma (PPR) de uma seguradora deixa de ter custos a partir de hoje (21/07/2009), apesar de algumas instituições financeiras já não cobrarem este tipo de comissões.

Já no caso dos produtos de capital garantido, a transferência é imposto um tecto máximo para a penalização de 0,5% do valor a resgatar.

Recorde-se que o novo regime jurídico dos PPR foi aprovado, em Conselho de Ministros, no passado mês de Março e entra agora em vigor, libertando os clientes de contratos com comissões de transferência.

Outra das novidades tem a ver com o facto de, durante o período de vida do produto, as entidades gestoras terem de passar a enviar um documento anual aos investidores como todas as comissões cobradas e o rendimento obtido no ano anterior.

O objectivo do Governo é «reforçar os direitos dos consumidores e garantir a transparência dos produtos de poupança-reforma, eliminando-se os obstáculos à concorrência e à salvaguarda do direito do consumidor à informação».

Desta forma, o consumidor pode fazer uma escolha consciente e comparar os produtos. «Uniformizam-se as designações das comissões cobradas pelas entidades gestoras e pelos depositários, ajustando-as à fase de vida dos produtos, isto é, às fases de constituição, permanência, transferência e resgate».

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt de 21 de Julho de 2009

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De todos os produtos disponíveis no mercado, os PPR são os que menos me atraem.

Sinceramente, parecem-me um engodo engendrado pelos políticos em conluio com os bancários, tudo assente no receio que vão criando sobre a falência da segurança social.

A mim, perante o que conheço, não me convencem a dar-lhes dinheiro que só poderei levantar daqui a 40 anos (se lá chegar), com ganhos irrisórios. Prefiro tê-lo disponível no imediato para não ter de lhes ir pedir emprestado, quando precisar, ficando a pagar mais pelo dinheiro que me emprestam quando tinha dinheiro que lhes entreguei por 40 anos, e pelo qual me pagam bem menos, e daqui a muito tempo.

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PPRs mais rentáveis em 2009

A primeira óbvia conclusão a que podemos chegar é que foram os planos poupança reforma (PPR) com maior exposição ao mercado de acções que registaram as maiores valorizações em 2009, num ano marcado por uma forte revalorização das bolsas.

Por ofertas, e com uma rendibilidade anual de 17,27%, a melhor foi o Barclays PPR Acções Life Path 2025. Ainda assim, outros seis fundos obtiveram ganhos de mais de 10%, incluindo outro do mesmo banco, de acordo com os dados da Associação Portuguesa de Fundos Investimento, Pensões e Património (APFIPP).

O segundo melhor PPR de 2009 foi o CVI, com uma rendibilidade de 16,09%, logo seguido Barclays PPR Acções Life Path 2020 (+15,96). Assim, no pódio, ficaram duas ofertas do Barclays, ambas com mais de 35% do seu património investido em acções.

A par do CVI, e ainda entre os sete melhores, ficou PPR BBVA (+14,19%), o PPR Platinium (+11,55%), o PPR Europa (+11,09%) e o PPR Geração Activa (+10,14%). Todos estes tinham uma exposição entre 15 a 35% de acções.

No fundo da tabela, estão dois fundos, ambos do BPI. O BPI Taxa Variável PPR rendeu apenas 0,92% e o BPI Reforma Acções PPR 1,63%.

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt de 06/01/2010

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Muito se tem falado de PPR´s mas aqui no forum nao encontrei a resposta quanto ao resgate de um PPR , sera possivel informarem se um PPR subscrito a 30 anos pode ser resgatado antes do fim dos mesmos ? Ou seja todos os PPR podem ser resgatados ao fim de 5 anos ?

No presente caso falo do PPR Garantia BES 2010.

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Ora porque é que será que este tópico já foi lido tantas vezes....ehehheh....

Boa noite!

Eu tenho 26 anos e deu-me na telha de tirar as minhas poupanças duma conta que já não tinha grandes juros e pedir informações a um gestor da CGD, o meu banco, ora ele propôs-me o PPR Leve Uni. Até aqui tudo bem, mas agora que andei a ler este fórum, acho que não devia ter autorizado a transferência de 9000€ para o PPR.....

Gostava de saber a vossa opinião acerca dumas coisas:

1º Devo declarar no IRS? Creio que não, apesar de ter pena de perder os 400€.....

2º Se declarar perco o direito a poder retirar dinheiro de 5 em 5 anos certo?

3º O que acham do PPR Leve da CGD?

4º Estou a pensar em usar o dinheiro que não transferi para o PPR, naqueles produtos PopNet de 3, 6 ou 12 meses com juros entre os 2,30% e os 3%, que acham?

Obrigada desde já!!!

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