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Taxa Tobin

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"Governo quer ficar com receita da taxa sobre transacções financeiras

Ainda está por decidir destino para as receitas da taxa Tobin a adoptar por 11 Estados-membro.

O Governo defende que a receita da nova taxa sobre as transacções financeiras deverá reverter a favor de cada Estado-membro para financiar as contas públicas. Esta é a posição do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, revelada ontem numa audição parlamentar sobre a introdução da taxa Tobin.

"Assiste-se a um debate sobre o destino a dar à receita, com várias posições. Uns defendem que deve servir para a constituição de um fundo para prevenir crises financeiras como a de 2008. Outros que deve ir para um fundo para ajudar países em maior dificuldade [já defendido pela chanceler alemã, Angela Merkel]. E outra posição, defendida por Portugal, é que deve ser considerada receita do próprio Estado e ajudar à consolidação orçamental", defendeu Paulo Núncio.

Bancos expõem argumentos contra a introdução da taxa Tobin

A Associação Portuguesa de Bancos foi ouvida no Parlamento.

Apesar de ainda serem mais as incertezas do que as certezas sobre os contornos da chamada taxa Tobin, certo é que os bancos já elencaram uma lista significativa de razões para rejeitar a sua introdução em Portugal. Para o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, Faria de Oliveira, há várias "razões de fundo" que "motivam a nossa reserva e oposição ao Imposto sobre Transacções Financeiras (ITF)". Em resumo, o presidente da APB avisa que a introdução da taxa Tobin provocará uma redução de liquidez nos mercados, ao mesmo tempo que aumenta os custos para o cliente final, e, para além disto, fomenta a relocalização de actividades para outros países com um quadro regulamentar e fiscal mais atractivo.

Há várias preocupações "de ordem técnica" que continuam a levantar dúvidas, afirmou o responsável perante os deputados, durante a Comissão de Assuntos Europeus, ontem de manhã."

(Jornal económico)

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A percentagem terá de ser baixa para que não compense movimentar o dinheiro para o estrangeiro, nomeadamente o estrangeiro que não adota isto.

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Portugal adopta sempre aquilo que não é necessário. Sinceramente só vejo Portugal a aceitar esta taxa, por imposições externas (Alemanha...ou UE).

Se o mercado Português já não é rico em liquidez, colocar mais uma taxa, já da para perceber o que irá acontecer.

Tiago a taxa até pode ser baixa...mas no caso dos "grandes players" vai sempre fazer diferença ;D

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Portugal adopta sempre aquilo que não é necessário. Sinceramente só vejo Portugal a aceitar esta taxa, por imposições externas (Alemanha...ou UE).

Se o mercado Português já não é rico em liquidez, colocar mais uma taxa, já da para perceber o que irá acontecer.

Tiago a taxa até pode ser baixa...mas no caso dos "grandes players" vai sempre fazer diferença ;D

Sem dúvida... é tudo uma questão de economias de escala... e eles aí estão a manifestar-se pela mão da APB. :P

Mas esta taxa é má para o país. O problema agora vai ser político: se a taxa não for aprovada para Portugal, fica tudo com a ideia que "Ah e tal só se favorece os ricos, os pobres nada", se a taxa for aprovada toda a gente se vai queixar exceto o Bloco de Esquerda e o PCP, e e... lol

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