jivago

Fraude citibank

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Eu nada devo nem nunca devi ao Citibank estou a ser vítima de extorsão por parte desses senhores,deixo-lhes aqui cópia da carta que enviei a diversas entidades para além da queixa que apresentei no Banco de Portugal, e meus amigos nunca se esqueçam de apresentar queixa no Banco de Portugal é fácil através do site portal do cliente bancário, quantos mais formos mais atenção despertaremos, e já agora no provedor de Justiça.

Exmos. Srs.

No dia 19 de Setembro cancelei o cartão adicional Visa do Citibank (cartão atribuído à minha filha),através da linha citiphone 24h em virtude da portadora ter dado pela falta do mesmo aquando da sua viagem da Hungria para a Áustria.

No momento em que efectuei o cancelamento informaram-me que o referido cartão já se encontrava bloqueado pois era um procedimento de segurança quando se verificavam compras no estrangeiro. Perguntei se havia movimentos já efectuados no cartão e foi-me respondido que não.

Com enorme surpresa fui contactada no início de Outubro por um elemento do Departamento Anti-fraude que não se identificou dizendo que havia compras efectuadas no mesmo dia em que cancelei o cartão, no montante de 851,03 euros, valor este superior ao plafond do cartão que era de 500 euros.

Informou que iriam enviar uma carta de disputa, a qual após o seu preenchimento, deveria ser remetida, através do fax nº 213 168 409, ou em envelope RSF para o Apartado 24218, 1269-056 Lisboa.

Procedi ao envio utilizando as duas formas no dia 20.10.2008, e passado algum tempo liguei para a linha de atendimento ao cliente e ninguém me confirmou o envio da documentação.

Durante todo este tempo continuei a pedir informações que nunca me foram prestadas.

No dia 13.11.2008 recebo nova carta datada de 04.11.2008, a solicitar novamente a carta de disputa, bem como participação policial o que nunca houvera sido solicitado.

Faço novo envio de todos os documentos bem como a participação policial e ao Ministério Público no dia 21.11.2008 por fax e também por correio para a morada constante no ofício, desta vez com registo e aviso de recepção, o qual foi recepcionado em 24.12.2008.

Cerca de oito dias após o citado envio, novamente para a linha de atendimento ao cliente e após muita insistência para me informarem da recepção da minha correspondência informam-me que tenho que esperar e que a partir do momento em que um cartão é roubado a responsabilidade é do cliente.

Em 12.12.2008, recebo nova carta datada de 28.11.2008, desta vez endereçada à minha filha (não se percebe porquê, pois sou eu a titular da conta e sempre me foi afirmado que a reclamação é da obrigação exclusiva do titular) informando-me que a minha reclamação não poderia ser atendida porque nos termos do ponto 5.1 do contrato, o extravio do cartão deveria ser comunicado de imediato através da linha Citiphone 24, o que só teria vindo a acontecer no dia 24.11.2008 (o que de todo não corresponde à verdade uma vez que o contacto para a linha, foi efectuado de imediato), pelo que as compras efectuadas no dia 19.09.2008 eram da minha responsabilidade.

A minha surpresa e indignação foi total. Cumpri todas as formalidades, quer as do ponto 5.1, ou seja a comunicação imediata do extravio, bem como as do ponto 5.2 do citado contrato que refere: “O titular do cartão ficará isento de quaisquer responsabilidades relacionadas com a utilização do cartão antes e depois do seu telefonema para o Citiphone 24h e até ao total da linha de crédito utilizada”.

Hoje dia 28.12.2008 liguei novamente para o Citybank e informam que o cancelamento do cartão ocorreu em 05.12.2008, outra data nova, completamente diferente da anterior.

Perante esta resposta algumas questões se levantam:

- Como é possível fazer compras com um cartão cancelado?

- Como é possível utilizar um plafond superior ao contratado?

- Até quando terei que esperar pelo envio das cópias dos talões de compras, que já solicitei em Outubro, e que até à presente data não me foram enviados?

- O que fazer para conseguir ter acesso às gravações dos telefonemas como forma de provar a data precisa do cancelamento do cartão (dia 19.09.2008 das 20,40h às 20,50h).

Pedindo desde já desculpa pela extensão do mail, a minha intenção é avisar todos os incautos para que não acreditem nesta linha uma vez que ficamos sem provas do que quer que seja. Tenho 32 documentos em minha posse comprovativos de tudo o que acabo de escrever.

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Não é o unico...

Li esta queixa á algumas semanas atrás: em http://www.queixas.co.pt/popup.php?id_queixa=196827

O caso remonta ao dia 12 de Fevereiro do corrente ano, no qual me foi furtada a carteira na qual continha entre diversos documentos (BI, cartão de débito, carta de condução, todos os docs do automovel, etc) o meu cartão de crédito visa Citibank. A ocorrência está toda descrita na carta que envio abaixo, que foi enviado para o Citibank através da minha advogada e que à qual, até hoje, não recebi qualquer resposta.

CARTA:

"Enquanto almoçava no restaurante KFC, na estação de serviço da Repsol, na 2ª circular, o nosso Constituinte foi vítima de um furto, tendo-lhe sido subtraída a carteira, a qual continha diversos documentos e cartões Multibanco e de crédito.

Assim que se apercebeu que lhe havia sido furtada a carteira, contactou o Citiphone 24 – apoio a clientes da Citibank - a solicitar o imediato cancelamento do cartão de que era titular. Convém salientar que o nosso constituinte se apercebeu da falta da carteira, ainda quando se encontrava nas imediações do estabelecimento do KFC, por isso o lapso de tempo decorrido entre o furto e o referido contacto telefónico foi breve, nunca podendo ultrapassar trinta minutos.

Na sequência do referido telefonema, foi informado pelo operador de que já haviam sido registadas sete tentativas de levantamento e os respectivos montantes, não lhe sendo possível apurar, mediante o sistema operativo utilizado pela Citibank, se as tentativas haviam tido sucesso, pois essa informação só estaria disponível aproximadamente 48 horas depois.

No dia 15 de Fevereiro contacta novamente o apoio a clientes, e somente ai lhe foi dado conhecimento que quatro das sete operações registadas obtiveram sucesso, nomeadamente a terceira, quarta, quinta e sexta tentativa, o que perfaz um montante global de 700€ levantados através do cartão furtado no mesmo dia 12 de Fevereiro.

No dia da ocorrência, motivado pela atitude diligente que o caracteriza, ainda quando não sabia que as transacções haviam tido sucesso, o nosso constituinte dirigiu-se à 10ª Esquadra, da PSP – Comando Metropolitano de Lisboa - 5ª Divisão, em Arroios, onde apresentou a competente queixa-crime pelo crime de furto, tendo sido aberto o inquérito com o nº xxxxxx.

Quando soube que o seu cartão tinha sido utilizado e o dinheiro levantado do ATM - terminal 28, em Telheiras, dirigiu-se novamente à Esquadra onde fizera a participação, incrédulo com a confirmação da possibilidade de efectivação dos levantamentos, que afigurava remota, pois a combinação PIN do seu cartão não se encontrava registada, explicita ou camufladamente, em local algum na sua carteira.

A PSP solicitou ao nosso constituinte todo a informação atinente à utilização indevida do cartão furtado, pois os elementos que dispunha eram todos aqueles que os operadores do apoio a clientes balbuciavam, com hesitação, cedendo à pressão diária do nosso constituinte, atónito e temeroso, sem obter qualquer resposta consistente ou adequada à gravidade da situação. Nunca foi contactado pela Citibank, nem no decurso da suposta investigação do Departamento interno responsável, nem o apoio a clientes estava preparado para lidar com vicissitude semelhante.

O fax enviado pelo nosso constituinte, no dia 15 de Fevereiro, vem na sequência, de mais um pedido de colaboração da Citibank para cooperar na investigação policial. Nunca obteve resposta.

Surpreendentemente, o inquérito foi arquivado em 27.02.2008 – 15 dias depois da queixa - nos termos do Art. 277º, nº2 do Código do Processo Penal, por não ter sido possível apurar o agente do crime.

No mesmo dia em que foi notificado do despacho de arquivamento, recebe uma carta, o único contacto da Citibank, a eximir-se de qualquer responsabilidade do uso do cartão, provada que estava a má fé ou negligência grave do titular do cartão, pois os levantamentos teriam sido efectuados com ao recurso PIN, nos termos da cláusula 5.1 do Acordo de Utilização.

Tal resposta denuncia a flagrante leviandade com que a Instituição Citibank geriu a situação, incomportável com aquilo que está em causa, não podendo resignar-se o nosso constituinte com linear e singelo juízo de imputação a título negligente, quando este nunca violou nenhum dever de cuidado, nomeadamente a inscrição do código PIN em nenhum local ou o confidenciou a alguém, respeitando o uso pessoal e intransmissível do cartão.

A provar a boa fé do nosso constituinte, resolveu este efectuar o pagamento no valor de 22,69€, prestação mínima atendendo ao extracto, contudo este pagamento não pode ser entendido como reconhecimento de dívida, mais uma vez o nosso constituinte acedeu aos conselhos de um operador para evitar uma penalização de 25,00€, até a questão ser definitivamente resolvida.

Volvidos que estão dois meses do assalto, reflectido, o nosso constituinte não pretende efectuar nenhum pagamento relativo aos 700€ em causa, e requer que a Citibank, instituição de serviço financeiro do grupo Citi, que detinha em alta consideração, ( chama-se atenção para o facto de que no próprio dia do assalto foi solicitado um cartão de substituição) se digne a fornecer os todos elementos relativos ao uso abusivo do cartão Citibank nºxxxxxxxxxxxx, para que possa ser requerida a reabertura do inquérito, nos termos do Art. 279º do Código do Processo Penal.

Mais que se pronuncie relativamente as seguintes questões:

I- Como foi possível levantar a quantia de 700,00€ no dia 12 de Fevereiro de 2008, quando a SIBS confirma que o limite legal diário para levantamentos ATM é de 400,00€?

II- Agindo o nosso constituinte de má fé ou negligência grave, como afirmam, como justificam que o primeiro levantamento com sucesso seja o terceiro?

III- Porque é que reformularam recentemente o site Citibank, nomeadamente o login da área reservada a clientes, cujo acesso era através da colocação on-line do nº do cartão e respectivo PIN? Será porque falhas de segurança determinaram situações semelhantes à sub judice?"

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No entanto, durante todo este tempo, tenho recebido inumeras chamadas por parte do Dep. de Cobranças a tratar-me como um qualquer devedor, demonstrando uma arrogância e indelicadeza, ameaçando-me por diversas vezes ao dizer que os juros e as multas por falta de pagamento iriam continuar a aumentar. Em todas estas chamadas, falei sempre com pessoas diferentes e informei sempre que a situação estava a ser tratada pela minha advogada, solicitando assim que colocassem essa mesma informação no sistema e que contactassem com o departamento responsável para se actualizarem e não continuarem a ligar-me continuamente até me responderem à carta enviada. No entanto, dá-me a entender que os departamentos não comunicam pois continuavam continuamente a ligar-me, inclusive para o meu local de trabalho, interrompendo-me constantemente várias vezes ao dia. A falta de consideração com os clientes parece-me evidente, pois para resolver uma situação (responder a uma simples carta) estão à quase 6 meses sem o fazer, no entanto para cobrar um valor pelo qual não sou responsável ligam-me todos os dias.

Entretanto fiz a anulação do novo cartão que me enviaram (mesmo apesar de nunca o ter utilizado) logo após ter dado baixa do que me foi furtado e surpreendentemente recebi uma carta na qual consta uma informação pela qual ando a lutar desde o inicio deste processo, ou seja, na carta (que envio também em anexo) tem o seguinte paragrafo:

"Entre o mundo de serviços e vantagens ao seu dispor, gostariamos de salientar: - isenção de responsabilidade em caso de roubo ou perda. Basta ligar para o Citiphone 24h. e fica isento de qualquer responsabilidade por uso fraudulento, antes e depois do seu telefonema."

Ora é exactamente isto que eu estou a lutar desde o inicio. Não sou responsável pelos levantamentos feitos com o meu cartão, tenho provas como fui de facto furtado e a incompetencia desta instituição simplesmente está a fazer os possiveis para que eu me responsabilize por isso, quando anunciam (publicidade enganosa??) nas suas publicidades que o cliente não tem qualquer responsabilidade nessas situações.

Ontem recebi novamente outra carta a informar que devido a incumprimento no pagamento da divida, irão passar a informação a CREDI Informações para a inclusão no Registo de Morosidade (documento em anexo), onde permanecerá durante um período de Seis anos. Nova ameaça feita, mas não existe um unico contacto no sentido de responder às minhas questões e resolução real do meu problema.

Eu não sou responsável pelo furto e obviamente exijo que o CITIBANK Portugal honre aquilo que publicita e vende aos seus clientes.

O péssimo serviço que prestam aos seus clientes é também deplorável, visto que como se trata de uma instituição sem atendimento ao publico (qualquer contacto é feito por telefone, carta ou fax(?)) é praticamente impossivel de resolver o que quer que seja, pois falamos sempre com pessoas diferentes de departamentos diferentes que não têm a mesma informação sobre os seus clientes.

Irei continuar a tentar resolver através da minha advogada, mas de alguma forma estou com receio que este caso "manche" de alguma forma a minha situação financeira junto de outros bancos no futuro caso necessite de algum crédito.

Por tudo isto, penso que deve ser tornado publico de forma a que as pessoas sejam alertadas para a dificuldade de resolução de problemas destas entidades que têm apenas um telefone como meio de contacto.

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Ja tinha lido historias escabrosas destas no EUA.

Mas parece que o modus operandi é o mesmo!!

Assim, penso que a melhor forma de fugir as perguntas dos senhores do citibank:

Posso falar consigo um minuto?

É simplesmente: Já tenho!!

Agora a sério: O facto de estarem a ameaçar em vez de comunicar mostra que sabem que não têm razão.

Quanto a ser colocado na lista do Banco de Portugal, não sei se não será possivel mover uma providencia cautelar para anular.

No limite uma acçao judicial por estragar o bom nome do cliente deve ser possivel, pelo menos como contra ameaça.

Quanto aos telefonemas, concerteza devem ser de numero anonimo, mas se não forem, bloqueiem o numero, caso contrario nao atendam numeros anonimos.

Nelson

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É simplesmente: Já tenho!!

Essa já não funciona sempre...pois entram em conversa se estamos satisfeitos e tal.

Por isso, a minha cartada é outra...

"Tou desempregado."

Aí sim, é tiro e queda.

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Tenho sido "bombardeada" com inúmeros telefonemas do Citibank para me impingirem o cartão de crédito.

Tenho dito sempre que não estou interessada e como eles não descolam, acabo sempre da mesma maneira: "já vos disse que não estou interessada, pelo que vou desligar a chamada"; e desligo: podem crer que funciona  ;D ;D

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E pensar eu que já fui a uma entrevista para ser comercial deles, precisamente nessa actividade, mas como não gostava da tarefa, a começar pela apresentação engravatada...

Quem não atendi o telefone no dia a seguir...fui eu! não fossem querer contratar-me  ;D

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Essa já não funciona sempre...pois entram em conversa se estamos satisfeitos e tal.

Por isso, a minha cartada é outra...

"Tou desempregado."

Aí sim, é tiro e queda.

WOW, vai passar a ser a minha saida para todos os vendedores de meia tigela que me aparecerem!

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