gustafsson

Compra de casa a pronto

12 publicações neste tópico

Boa tarde

Se alguem que nos ultimos 4,5 anos nao teve IRS nem fonte de rendimento oficial

comprar uma casa a pronto de valor ate 65000€ existe algum tipo de questionamento oficial por parte do estado

e posteriores implicaçoes legais

?

Bem sei que a pergunta é estranha mas tive essa duvida na teoria penso que nao pois alguem ja poderia ter o dinheiro em depositos a prazo etc e apenas agora se decidiu mas num país com leis tao estupidas e sem sentido

ja nada me admira dai a questao

Mto obgdo

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Artigo 89º-A da Lei Geral Tributária

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Obrigado

Portanto so acima dos 250000 euros o estado intervem , correcto ?

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Sim, nessa parte também entendo isso.

Mas...

A alínea f) do artigo 87º também diz:

f) Acréscimo de património ou despesa efectuada, incluindo liberalidades, de valor superior a (euro) 100 000, verificados simultaneamente com a falta de declaração de rendimentos ou com a existência, no mesmo período de tributação, de uma divergência não justificada com os rendimentos declarados.

(Red. do art.º 2.º da  Lei n.º 94/2009-01/09)

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Bom + uma vez obrigado

Sendo assim parece que acima dos 100000 podera haver problema mas abaixo nao , certo?

Confesso que nao entendi porque existe uma tabela e uma alinea que foge á tabela

entao mas se na tabela referem imovel ate 250000 e na alinea ja mencionam , acrescimo de patrimonio ate 100000 qual a correcta interpretaçao ?

Nao li em detalhe talvez me tenha escapado algo mas é original fazer leis com n alineas que parecem contradizer se

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O artigo 89º-A explica um pouco as diferenças.

Desde logo a forma de calcular o rendimento colectável.

Depois...

De um lado as manifestações de forma, em que define as situações de fortuna (grandes valores) não justificada.

Do outro lado ... acrescimos, despesas e liberalidades injustificados, ou seja, também inclui outros tipos de situações que não enquadrados nas manifestações de fortuna são também, quando não justificáveis, considerados para uma avaliação indirecta.

Não me parece que se esbarrem...

Porque mesmo que se esteja a falar do mesmo tipo de bem, eles querem dar um tratamento diferente conforme o valor. E ao mesmo tempo não deixar de fora outras situações...

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É "triste" ver que uma mota de 10.000 é sinonimo de fortuna... e um tipo tem de justificar a sua compra!! Ora se eu poupar 2000 euros por ano, em 5 anos posso comprar uma mota assim. E sou considreado um tipo com fortuna??

Isto está como no tempo do Robin dos Bosques, só que agora não é o rei Joao, mas sim o democratico Fisco!

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São fortunas quando não existem rendimentos que justifiquem a proveniência do dinheiro.

Claro que se estamos a falar de alguém que tem tudo declarado e que os seus rendimentos permitem poupar para comprar as "fortunas", eles não incomodam ou então facilmente o contribuinte justifica e não terá problemas.

Mas como todos bem sabemos há casos em que não se sabe de onde vem o dinheiro, até parece que lhes cai do céu.

Chegam a haver casos em que contribuintes com (supostos) salários baixos "entopem" ano após ano a declaração de irs com despesas ( porque realmente as têm, não se sabendo como as pagam, com a espectativa de receberem o irs que nunca descontaram), que se formos a fazer um simples calculo chegamos à conclusão que devem comer terra e beber agua da chuva, e o colégio dos filhos é a santa casa.

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Neste tipo de medidas não se agrada a todos, nem todos percebemos o porquê, achando até disparatadas algumas delas...

Mas é preciso tomá-las ... e pô-las a funcionar. Devendo-se sempre aperfeiçoá-las e adaptá-las à realidade.

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De acordo

Portanto ate 100000€ nao ha problema e fico satisfeito por saber isso

Se me permite faço lhe outra pergunta para um valor entre 50000€ e 70000€ de compra de habitaçao propria permanente e pagamento a pronto quais (aproximadamente)  os impostos a pagar? (escritura e outros)

Caso tenha 1 link com a informaçao agradeço

Muito obrigado

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Neste tipo de medidas não se agrada a todos, nem todos percebemos o porquê, achando até disparatadas algumas delas...

Mas é preciso tomá-las ... e pô-las a funcionar. Devendo-se sempre aperfeiçoá-las e adaptá-las à realidade.

pelo pecador paga o justo... combater os mecanismos que permitem fraude, desvios, lavagem de dinheiro, etc. Como estes mecanismos falham... "ataca-se" o indefeso contribuinte.

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